Projeto da UFRB desenvolve nova tecnologia assistiva para pessoas com deficiência visual
февраля 22, 2021 20:53 - no comments yet
“Ainda que de maneira lenta, a sociedade tem se sensibilizado para a necessidade de tornar os ambientes mais acessíveis”. É desta forma que o professor João Neto, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), enxerga o atual cenário social para pessoas com deficiência visual (PcDV). Ele é responsável por liderar a criação de um projeto que tem muito a contribuir com a qualidade de vida dessas pessoas. “Trata-se de uma tecnologia assistiva, composta por etiqueta de radiofrequência (RFID) espalhadas pelo piso tátil e um dispositivo acoplado no sapato do usuário, conectado a um aplicativo, através do smartphone”. Essas etiquetas armazenam informações sobre o ambiente ao redor, como a localização em que o usuário se encontra, dados sobre objetos que estão presentes no entorno, alertas de perigo, informações mais precisas e detalhadas sobre prédios, dentre outras.
O professor João, que realiza diversas pesquisas na área de interação homem-computador, explica como funciona o serviço tecnicamente. “Na busca por tornar os sistemas e dispositivos interativos mais fáceis de usar e operar, o protótipo funciona da seguinte forma: enquanto o usuário se desloca sobre o piso tátil e aproxima o pé das etiquetas RFID, o dispositivo que está no sapato, que é dotado de sensores, é capaz de ler as informações gravadas nas etiquetas espalhadas pelo chão e retransmite estas informações ao aplicativo do smartphone, que transforma os dados em áudio e as repassa ao usuário”, explicou, ressaltando que grande parte de produtos e serviços considerados banais para pessoas sem deficiência ainda permanecem inacessíveis para PcDs, como objetos inteligentes, redes sociais, Inteligência Artificial, Computação em Nuvem, aplicativos para smartphones, Cidades Inteligentes, entre outros.
Segundo o pesquisador, o piso tátil faz parte do cenário de espaços públicos e privados há décadas, possibilitando a locomoção segura não somente para PcDV, mas também para crianças, idosos e até mesmo turistas, entretanto, ele possui algumas limitações. “Ao se deparar com a sinalização de alerta, o usuário não faz ideia do que se trata, pode ser uma escada rolante, árvore, saída de garagem, ou um desnível na guia que pode causar uma queda. O nosso projeto veio justamente para repensar as funcionalidades do piso tátil, criado em 1967. O objetivo é de inovar sem descartar os aspectos positivos como a grande aceitação por parte do público-alvo e a extensão em que os pisos estão instalados. Agora, queremos aumentar a acessibilidade, através de tecnologia de ponta para que pessoas com deficiência também sejam beneficiadas pelos avanços tecnológicos oferecidos à maior parte da população”, declarou.
Para João Neto, a maioria dos projetos que vem para incrementar o piso tátil é associada a bengalas com sensores, o que aumenta o peso do objeto, além de gerar desconforto e estranhamento. “A bengala restringe a experiência do usuário, pois requer a dedicação de uma das mãos para segurá-la. A solução que criamos libera as mãos do usuário e possibilita que ele receba um volume maior de informações acerca do que está acontecendo ao redor. Vale ressaltar que nossa proposta é incremental e pode ser a base para uma série de outros serviços, tais como roteamento, que concede instruções para chegar até um ponto a partir do local onde o usuário se encontra, e serviços de mensagens, no qual o usuário pode criar notificações em pontos do piso tátil, que serão transmitidas quando ele passar pela região”.
Segundo o docente, o projeto está em fase de captar recursos para que possa adicionar a funcionalidade de Computação em Nuvem para a atualização remota e em tempo real das informações referentes às etiquetas. "O discente Adenilton Arcanjo desenvolveu para o seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) o protótipo inicial do projeto, bem como o serviço de rotas dentro de um prédio para pessoas com deficiência visual. Nessa fase, já comprovamos o rápido tempo de resposta do sistema como um todo (leitura de etiquetas, envio dos dados para o smartphone, transformação das informações em áudio). Também pretendemos melhorar o algoritmo de roteamento e inclusão de recursos de Inteligência Artificial à nossa solução tecnológica”, acrescentou João. Com a conclusão do trabalho, o professor espera proporcionar ainda mais independência e autonomia de pessoas com deficiência visual para a locomoção, navegação e orientação em espaços públicos, privados e urbanos. “O protótipo inicial já foi desenvolvido e teve o tempo de resposta do sistema comprovado", relata.
A tecnologia aplicada pelo estudante Adenilton Arcanjo foi selecionada, em janeiro de 2020, para partcipar VIII Campus Mobile, um concurso nacional em que os participantes passam uma semana na Universidade de São Paulo (USP) para apresentar e discutir seus projetos com pesquisadores e empresários a fim de amadurecer suas ideias.
Informações Ascom Secti.
Professor da UFRB desenvolve nova tecnologia assistiva para pessoas com deficiência visual
февраля 22, 2021 20:53 - no comments yet
“Ainda que de maneira lenta, a sociedade tem se sensibilizado para a necessidade de tornar os ambientes mais acessíveis”. É desta forma que o professor João Neto, da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), enxerga o atual cenário social para pessoas com deficiência visual (PcDV). Ele é responsável por liderar a criação de um projeto que tem muito a contribuir com a qualidade de vida dessas pessoas. “Trata-se de uma tecnologia assistiva, composta por etiqueta de radiofrequência (RDFI) espalhadas pelo piso tátil e um dispositivo acoplado no sapato do usuário, conectado a um aplicativo, através do smartphone”. Essas etiquetas armazenam informações sobre o ambiente ao redor, como a localização em que o usuário se encontra, dados sobre objetos que estão presentes no entorno, alertas de perigo, informações mais precisas e detalhadas sobre prédios, dentre outras.
O professor João, que realiza diversas pesquisas na área de interação homem-computador, explica como funciona o serviço tecnicamente. “Na busca por tornar os sistemas e dispositivos interativos mais fáceis de usar e operar, o protótipo funciona da seguinte forma: enquanto o usuário se desloca sobre o piso tátil e aproxima o pé das etiquetas RDFI, o dispositivo que está no sapato, que é dotado de sensores, é capaz de ler as informações gravadas nas etiquetas espalhadas pelo chão e retransmite estas informações ao aplicativo do smartphone, que transforma os dados em áudio e as repassa ao usuário”, explicou, ressaltando que grande parte de produtos e serviços considerados banais para pessoas sem deficiência ainda permanecem inacessíveis para PcDs, como objetos inteligentes, redes sociais, Inteligência Artificial, Computação em Nuvem, aplicativos para smartphones, Cidades Inteligentes, entre outros.
Segundo o pesquisador, o piso tátil faz parte do cenário de espaços públicos e privados há décadas, possibilitando a locomoção segura não somente para PcDV, mas também para crianças, idosos e até mesmo turistas, entretanto, ele possui algumas limitações. “Ao se deparar com a sinalização de alerta, o usuário não faz ideia do que se trata, pode ser uma escada rolante, árvore, saída de garagem, ou um desnível na guia que pode causar uma queda. O nosso projeto veio justamente para repensar as funcionalidades do piso tátil, criado em 1967. O objetivo é de inovar sem descartar os aspectos positivos como a grande aceitação por parte do público-alvo e a extensão em que os pisos estão instalados. Agora, queremos aumentar a acessibilidade, através de tecnologia de ponta para que pessoas com deficiência também sejam beneficiadas pelos avanços tecnológicos oferecidos à maior parte da população”, declarou.
Para João Neto, a maioria dos projetos que vem para incrementar o piso tátil é associada a bengalas com sensores, o que aumenta o peso do objeto, além de gerar desconforto e estranhamento. “A bengala restringe a experiência do usuário, pois requer a dedicação de uma das mãos para segurá-la. A solução que criamos libera as mãos do usuário e possibilita que ele receba um volume maior de informações acerca do que está acontecendo ao redor. Vale ressaltar que nossa proposta é incremental e pode ser a base para uma série de outros serviços, tais como roteamento, que concede instruções para chegar até um ponto a partir do local onde o usuário se encontra, e serviços de mensagens, no qual o usuário pode criar notificações em pontos do piso tátil, que serão transmitidas quando ele passar pela região”.
Atualmente, o projeto está em fase de captar recursos para que possa adicionar a funcionalidade de Computação em Nuvem para a atualização remota e em tempo real das informações referentes às etiquetas. “Também pretendemos melhorar o algoritmo de roteamento e inclusão de recursos de Inteligência Artificial à nossa solução tecnológica”, acrescentou João. Com a conclusão do trabalho, o professor espera proporcionar ainda mais independência e autonomia de pessoas com deficiência visual para a locomoção, navegação e orientação em espaços públicos, privados e urbanos. “O protótipo inicial já foi desenvolvido e teve o tempo de resposta do sistema comprovado. A tecnologia foi selecionada, em janeiro de 2020, para o VIII Campus Mobile, um concurso nacional patrocinado pela Claro, em que os participantes passam uma semana na USP para apresentar e discutir seus projetos com pesquisadores e empresários a fim de amadurecer suas ideias.
Informações Ascom Secti.
UFRB abre inscrições para seleção de estágios obrigatórios remotos do semestre 2020.1
февраля 22, 2021 17:46 - no comments yet
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), por meio da Pró-Reitoria de Graduação (PROGRAD), abre inscrições para o edital de estágios obrigatórios remotos para o semestre 2020.1.
As inscrições são realizadas exclusivamente pela internet, por meio de formulário online disponível na página eletrônica de Estágio da UFRB até o próximo dia 01 de março.
São ofertadas 18 vagas. O resultado final do processo seletivo está previsto para o dia 08 de março.
Após esta publicação, o discente deverá observar os procedimentos do Termo de Compromisso, descritos no item 2.5 do Edital PROGRAD 004/2021, com seus respectivos prazos.
O edital ressalta que o professor orientador e o supervisor acompanharão o estágio de forma remota. As orientações poderão ser realizadas por meio de contato telefônico, e-mail, Whatsapp, Google Meet ou qualquer outra forma viável nesse momento de pandemia, evitando o contato físico.
As atividades do estágio obrigatório remoto devem ser compatíveis com o curso do aluno e viáveis de serem executadas à distância.
Mais informações podem ser obtidas no Núcleo de Gestão de Estágios pelo e-mail estagios@prograd.ufrb.edu.br ou no site ufrb.edu.br/estagio.
Confira o Edital PROGRAD Nº 04/2021
Acesse os formulários anexos no Edital PROGRAD Nº 004/2021.
CETEC abre inscrições para Programa de Monitoria Voluntária até dia 24
февраля 22, 2021 15:50 - no comments yet
O Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CETEC) da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) informa que estão abertas até o dia 24 de fevereiro as inscrições do Programa de Monitoria Voluntária para o Semestre 2020.1. Não há previsão de bolsas para a monitoria neste período letivo. A carga horária do monitor voluntário é de 8 horas semanais.
Ao todo, são ofertadas trinta e nove vagas no Edital Interno N° 01/2021-CETEC.
Os interessados devem fazer sua inscrição para cada componente curricular de seu interesse preenchendo o formulário no link: https://forms.gle/EC1rr8n5SpkvamfQ9.
Para se inscrever é necessário ser estudante devidamente matriculado no semestre 2020.1; comprovar aprovação com nota igual ou superior a 6,0 no componente curricular de referência para aquele que deseja se candidatar; dispor de aparelhos eletrônicos compatíveis (desktop, notebook ou tablet, entre outros) e acesso à Internet com velocidade e qualidade necessárias para o desempenho adequado das suas atribuições.
Os candidatos podem se inscrever em mais de um componente curricular, mas só poderão assumir a monitoria de um deles, caso sejam selecionados.
O aluno monitor que for selecionado deverá iniciaras suas atividades até o dia 08 de março próximo.
A seleção constará de três etapas: prova de conhecimentos básicos referente ao componente curricular pleiteado, entrevista e análise do Histórico Escolar, a serem realizadas no período de 26/02 a 03/03. Os horários de prova serão divulgados no dia 26 de fevereiro, juntamente com a homologação das inscrições.
O resultado final será divulgado no site do CETEC até o dia 06 de março. Os candidatos aprovados deverão enviar até o dia 08 de março a documentação necessária à inscrição no Programa de Monitoria para o e-mail monitoria@cetec.ufrb.edu.br.
Monitoria
O programa de monitoria tem como objetivos dar oportunidade ao aluno na iniciação na atividade de professor, despertando o interesse pela carreira docente; auxiliar os professores orientadores no desenvolvimento e aperfeiçoamento das atividades didático-pedagógicas; auxiliar complementarmente na adoção da interdisciplinaridade na UFRB como princípio epistemológico e permitir ao aluno ampliação do seu conhecimento na área em que está envolvido.
Leia o Edital Interno Nº 01/2021.
Universidades Baianas fazem ação de mobilização pelas vacinas
февраля 22, 2021 13:52 - no comments yet
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Como acontece todos os anos, a semana posterior ao carnaval deveria ser marcada pelo clima de volta às aulas em universidades e escolas. Todavia, neste início de semestre, a pandemia mudou o cenário. No lugar dos encontros presenciais e do movimento de veículos e pessoas nas instituições de ensino, a programação prioriza aulas remotas e eventos virtuais. Para marcar o início do semestre letivo remoto, um grupo formado por docentes, discentes e técnicos da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) decidiu realizar uma intervenção urbana de mobilização para promover a importância da vacinação. Com a participação de artistas do graffite, o grupo pintou a frase "Todos Pelas Vacinas", em letras garrafais, nos campus das duas universidades. As pinturas foram realizadas em frente à Faculdade de Medicina e do Instituto de Ciências da Saúde da UFBA, em Salvador; e em frente à Reitoria da UFRB, em Cruz das Almas.

O objetivo da intervenção, segundo os organizadores, é disseminar informações sobre a segurança dos imunizantes contra o novo coronavírus e combater a disseminação de notícias falsas. A iniciativa também espera promover a divulgação de um posicionamento das instituições em defesa da ciência, da saúde, do SUS, da educação e, certamente, das vacinas. A ação aconteceu no último sábado, 20 de fevereiro, e foi autorizada pelas Reitorias da UFBA e da UFRB, com apoio do Comitê de Acompanhamento e Enfrentamento a COVID-19. A execução foi possível graças a doações voluntárias da comunidade acadêmica e a colaboração de cerca de 60 pessoas.
A intervenção na Bahia se junta aos esforços realizados pela campanha nacional #TodosPelasVacinas, que reúne organizações de divulgação científica em ações pró-vacinação contra a Covid-19. O objetivo é criar um espaço para diálogo com a população por meio de conteúdo preparado por especialistas, assim como um ambiente virtual para envio de dúvidas sobre a imunização contra a Covid-19. O portal todospelasvacinas.info agrega materiais em vários formatos - textos, áudio, imagens e vídeos - para serem compartilhados em todas as redes sociais.

O grupo da UFBA e da UFRB produziu um vídeo de divulgação que propaga a confiança nas vacinas para a eliminação e controle de doenças graves. Segue o texto narrado no vídeo:
Estamos iniciando mais um semestre letivo remoto enfrentando os desafios impostos pela pandemia da COVID-19. Como fizemos no ano passado, vamos continuar adaptando o que for necessário para que possamos manter a excelência do serviço público que oferecemos em nossas atividades de ensino, pesquisa e extensão.
As vacinas contra a COVID-19 são seguras. Mais de 200 milhões de pessoas já se vacinaram no mundo e mais de 5 milhões no Brasil. As vacinas funcionam preparando nossas defesas para enfrentar a infecção pelo Coronavírus, reduzindo o risco de adoecimento.
O povo brasileiro tem uma experiência antiga no controle e eliminação de doenças graves através das campanhas de vacinação. Varíola, sarampo, febre amarela e poliomielite, doenças graves que antigamente causaram muito sofrimento, como paralisia infantil, e mortes, hoje estão controladas graças às vacinas. Nós já vencemos essas lutas!
Agora, precisamos vencer a luta contra a COVID-19. Para isso, queremos que as vacinas estejam acessíveis a toda a população, que sejam amplamente aceitas e utilizadas para que possamos retomar com segurança nosso convívio social. Todos pelas vacinas, pela saúde e pela vida!
Equipe colaborativa da Ação #TodosPelasVacinas
UFBA e UFRB
Confira fotos:
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Créditos
Ação #TodosPelasVacinas - Bahia
Realização
Universidade Federal da Bahia
Faculdade de Medicina
Instituto de Ciências da Saúde
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Comitê de Acompanhamento e Enfrentamento a COVID-19
Agradecimentos aos voluntários e apoiadores da ação #TodosPelasVacinas Bahia.
Coordenação
Daniele Canedo - UFRB
Ricardo Khouri - UFBA/Fiocruz
Intervenção Urbana - Grafitte
@driconascimento
@ixlutx
@maninhotatoograffiti
@muscal8
@jahscando
Música e Narração
Jorge Lampa
Imagens
Gleisy Canedo
Samuel Barbosa
César Velame
Drone
@olhosdelincefilmes
@fabiobahiassa
César Velame
Edição e Finalização
Gleisy Canedo
Voluntários ação
Carlos Alberto Silva (UFBA)
César Velame (UFRB)
Clarissa Gurgel (UFBA/Fiocruz)
Fernando Nogueira (UFRB)
Karina Souza (UFRB)
Leonardo Paiva (Fiocruz)
Marcelle Rossi (UFBA)
Nadine Correia (UFBA)
Pedro de Melo Carneiro (UFBA)
Pedro F. Abbade (UFBA)
Viviane Boaventura (UFBA/Fiocruz)
Apoio e Mobilização
Andres Castro (Médico/ UFBA)
Ayling Martins (Bióloga/ UFBA)
Bruno Bezerril (Fiocruz)
Bruno Solano (Fiocruz)
Camila Indiani Oliveira (Fiocruz)
Carina Carvalho (UFBA)
Carlos Alberto Silva (UFBA)
Clarissa Gurgel (UFBA/Fiocruz)
Claudia Brodskin (UFBA/Fiocruz)
Celso Junior (UFRB)
César Velame (UFRB)
Daniele Canedo (UFRB)
Daysi Jones (UFBA)
Danillo Barata (UFRB)
Diogo Morbeck (UFBA)
Eduardo Ramos (UFBA/Fiocruz)
Francesca Bassi (UFRB)
Franciane Rocha (UFRB)
Gabriel Avila (UFRB)
Gilson Silva (UFRB)
Hermes Pedreira (UFRB)
Iara Syndenstricker (UFRB)
Iguaracyra Barreto (UFBA)
Jamile Fonseca (UFRB)
Jeiza Reis (UFRB)
Jorge Lampa (UFRB)
José Queiroz (UFRB)
Juliana Perrone (Fiocruz)
Karina Cordeiro (UFRB)
Karine Damasceno (Fiocruz)
Leonardo Paiva (Fiocruz)
Luciano Simões (UFRB)
Luis Freitas (UFBA/Fiocruz)
Manoel Barral-Netto (UFBA/Fiocruz)
Marcelle Rossi (UFBA)
Maria Almeida (Fiocruz)
Mariella Pitombo (UFRB)
Marilda Gonçalves (UFBA/Fiocruz)
Mauricio Ferreira (UFRB)
Michel Rosa (UFRB)
Mitermayer Reis (UFBA/Fiocruz)
Natalia Machado (Fiocruz)
Paloma Pinho (UFRB)
Patricia Veras (Fiocruz)
Pedro Amorim (UFRB)
Ricardo Khouri (UFBA/Fiocruz)
Ricardo Riccio (Fiocruz)
Rodrigo Heringer (UFRB)
Sarah Carneiro (UFRB)
Sônia Chaves (UFBA)
Tatiana Velloso (UFRB)
Thassila Pitanga (UCSAL)
Theolis Barbosa (Fiocruz)
Valeria Matos (Fiocruz)
Victor Nunes (UFBA)
Viviane Boaventura (UFBA/Fiocruz)
Walter Mariano (UFRB)
Washington Santos (UFBA/Fiocruz)




