UFRB produz máscara de proteção 3D contra CoVid-19 para profissionais de saúde
March 31, 2020 6:19 - Pas de commentaire
Para contribuir com as ações de contenção do contágio pelo novo Coronavírus (CoVid-19), um grupo de pesquisadores está desenvolvendo máscaras de proteção individual para profissionais da saúde. A iniciativa é fruto da parceria entre Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (BAHIANA), Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), Centro Juvenil de Ciência e Cultura (CJCC), Instituto Federal da Bahia (IFBA), Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia (SECTI-BA), Instituto PEPO, Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Mdwood Eextrusion e Injeplast News.
O projeto colaborativo intitulado Face Shield for Life 3D tem como objetivo o desenvolvimento de protetores faciais para profissionais de saúde que estão trabalhando no combate ao novo coronavírus, visando reduzir os riscos de exposição e garantir o aumento da capacidade de atendimento.

O Equipamento de Proteção Individual (EPI) para a face é produzido a partir da tecnologia de impressoras 3D, máquinas primordiais para imprimir por meio de tecnologia tridimensional, também utilizadas na Itália para elaborar materiais que auxiliam o sistema de saúde, criar próteses, peças decorativas e os próprios protetores faciais.
Na UFRB a força-tarefa é supervisionada pelos docentes Nilmar de Souza, Renata Mota, e Karina Kode, e conta com a participação de estudantes do Centro de Ciência e Tecnologia em Energia e Sustentabilidade (CETENS) e do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CETEC).
Segundo o professor Nilmar, está sendo produzido um molde para injeção na indústria com capacidade de fabricação de quatro protetores faciais por minuto, gerando um total de 4 mil unidades por dia. Nilmar de Souza destacou a importância de participar da iniciativa e contribuir na produção de protetores faciais para os profissionais que estão na linha de frente como os maqueiros, enfermeiros e médicos. “A ideia dessa impressão é aumentar a vida útil das máscaras de proteção individual, as máscaras cirúrgicas, para assim auxiliar na proteção dos profissionais de saúde. Iremos montar e higienizar os protetores nesta terça-feira, 31, e provavelmente iniciaremos a entrega ainda nesta semana”, explicou Nilmar, que também é egresso da UFRB e do Programa de Permanência Qualificada da instituição na modalidade residência universitária.
{youtube}xwP5Dy_OfrQ{/youtube}
Ainda nesta semana, a equipe pretende entregar, de forma gratuita, os 25 mil primeiros protetores faciais nas Unidades Hospitalares em Feira de Santana e até 175 mil protetores para outros hospitais da Bahia em parceria com indústrias da região.
Os insumos para a fabricação estão sendo adquiridos via doação voluntária, por meio de uma "vaquinha virtual". Os interessados em colaborar com a iniciativa podem realizar doações no site vaka.me/956493.
UFRB produz máscara de proteção contra CoVid-19 para profissionais de saúde
March 31, 2020 6:19 - Pas de commentaire
Para contribuir com as ações de contenção do contágio pelo novo Coronavírus (CoVid-19), um grupo de pesquisadores está desenvolvendo máscaras de proteção individual para profissionais da saúde. A iniciativa é fruto da parceria entre Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (BAHIANA), Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), Centro Juvenil de Ciência e Cultura (CJCC), Instituto Federal da Bahia (IFBA), Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia (SECTI-BA), Instituto PEPO, Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Mdwood Eextrusion e Injeplast News.
O projeto colaborativo intitulado Face Shield for Life 3D tem como objetivo o desenvolvimento de protetores faciais para profissionais de saúde que estão trabalhando no combate ao novo coronavírus, visando reduzir os riscos de exposição e garantir o aumento da capacidade de atendimento.

O Equipamento de Proteção Individual (EPI) para a face é produzido a partir da tecnologia de impressora 3D. Além de proteger, o acessório de material em acetato, tem a função de aumentar a vida útil das máscaras cirúrgicas e de proteção N95, recomendadas pelo Ministério da Saúde. As impressoras 3D, também utilizadas na Itália para produção de materiais que auxiliem o sistema de saúde, são máquinas primordiais para imprimir, por meio de tecnologia tridimensional, e criar próteses, peças decorativas e os próprios protetores faciais.
Na UFRB a força-tarefa é supervisionada pelos docentes Nilmar de Souza, Renata Mota, e Karina Kode. O projeto conta com a participação de pelo menos quatro estudantes do Centro de Ciência e Tecnologia em Energia e Sustentabilidade (CETENS) e do Centro de Ciências Exatas e Tecnológicas (CETEC).
Segundo o professor Nilmar, está sendo produzido um molde para injeção na indústria com capacidade de fabricação de quatro protetores faciais por minuto, gerando um total de 4 mil unidades por dia. Nilmar de Souza destacou a importância de participar da iniciativa e contribuir na produção de protetores faciais para os profissionais que estão na linha de frente como os maqueiros, enfermeiros e médicos. “A ideia dessa impressão é aumentar a vida útil das máscaras de proteção individual, as máscaras cirúrgicas, para assim auxiliar na proteção dos profissionais de saúde. Iremos montar e higienizar os protetores nesta terça-feira, 31, e provavelmente iniciaremos a entrega ainda nesta semana”, explicou Nilmar, que também é egresso da UFRB e do Programa de Permanência Qualificada da instituição na modalidade residência universitária.
{youtube}xwP5Dy_OfrQ{/youtube}
Ainda nesta semana, a equipe pretende entregar, de forma gratuita, os 25 mil primeiros protetores faciais nas Unidades Hospitalares em Feira de Santana e até 175 mil protetores para outros hospitais da Bahia em parceria com indústrias da região.
Os insumos para a fabricação estão sendo adquiridos via doação voluntária, por meio de uma "vaquinha virtual". Os interessados em colaborar com a iniciativa podem realizar doações através do site vaka.me/956493.
UFRB transforma álcool 99,5% em álcool 70% para atender demanda de Amargosa
March 30, 2020 20:20 - Pas de commentaire
O Laboratório de Química da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), Campus Amargosa, está trabalhando na transformação de álcool 99,5% em álcool 70%, para atender as necessidades emergenciais da Secretaria de Saúde de Amargosa, na prevenção ao novo coronavírus CoVid-19. Já foram entregues 96 litros do produto à pasta.
O álcool 70% serve para a higienização das mãos das pessoas, eliminando o risco de contágio com o novo coronavírus. Por ter essa utilidade, o produto logo se esgotou em farmácias e comércios por todo o País.
Grupo de risco
O técnico em Química, Gerônimo Lopes Lima, que está à frente do processo no Centro de Formação de Professores (CFP), atendeu, ainda, ao pedido de pessoas do grupo de risco – diabéticos, asmáticos e/ou com pressão alta – e de pessoas com parentes acamados, que lhe procuraram para transformar álcool 99,5% em álcool 70%.

Doutor em Química, Gerônimo utiliza dois destiladores de água no processo de transformação do produto, com segurança, do álcool 99% em grandes concentrações, até se chegar ao 70%. Todas as etapas são monitoradas e passam por medidas de segurança e higiene de modo a haver padronização, regularidade e qualidade dos produtos disponibilizados aos solicitantes.
Segundo Gerônimo, cada caixa com doze unidades (litros) do álcool 99,5% se transforma em dezesseis unidades (litros) de álcool 70%, com o processo concluso.
Gerônimo está fazendo esse trabalho desde o último dia 19.
Observatório lança pesquisa "Impactos da COVID-19 na Economia Criativa"
March 27, 2020 16:30 - Pas de commentaire
No contexto da pandemia do novo Coronavírus, o Observatório da Economia Criativa da Bahia (OBEC-BA) lança nesta sexta-feira (27 de março) a pesquisa "Impactos da COVID-19 na Economia Criativa". Os dados coletados permitirão análises sobre as consequências da crise da COVID-19 para os indivíduos e organizações atuantes nos setores artísticos, culturais e criativos. O OBEC-BA pretende divulgar um boletim semanal com os resultados preliminares, sempre às sextas-feiras.
Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o setor criativo emprega aproximadamente 1,9 milhões de pessoas (1,6% dos ocupados) no Brasil, sendo que destes, cerca de 44% atua de maneira autônoma. O “Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil”, lançado pela FIRJAN, indica que, em 2015, o setor foi responsável por 2,64% do PIB (Produto Interno Bruto). Desde o começo de março, a dinâmica da economia criativa tem sentido o choque das determinações necessárias para o controle da pandemia, como o fechamento de espaços, o cancelamento de espetáculos e a suspensão da produção de
novos filmes e discos, só para citar alguns exemplos.
Diante desse contexto, a pesquisa poderá fornecer subsídios para a tomada de decisões nos setores públicos e privados. Inicialmente, estão disponíveis dois modelos de questionário para preenchimento online, buscando levantar dados sobre profissionais e organizações, com e sem fins lucrativos, nos diversos setores da economia criativa. O objetivo é identificar o perfil de atuação de profissionais autônomos e organizações, o impacto estimado da COVID-19 no momento atual, as estratégias de enfrentamento e as relações prévias dos participantes com os poderes públicos. Posteriormente, o OBEC-BA pretende acompanhar a evolução dos impactos e das estratégias de enfrentamento. "A economia criativa sempre sofreu com a lacuna de dados que permitam análises mais coerentes sobre a realidade do setor. Neste momento, mais do que nunca, precisamos de informação para que as medidas propostas sejam mais efetivas para mitigar as consequências da crise", ressalta a coordenadora da pesquisa, Daniele Canedo, que é docente do Centro de Cultura, Linguagens e Tecnologias Aplicadas (CECULT) e Coordenadora de Cultura e Universidade da Pró-Reitoria de Extensão (PROEXT) na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB).
O OBEC-BA espera uma ampla participação das organizações e profissionais atuantes no setor da economia criativa. A pesquisa pode ser acessada através do link: ufrb.edu.br/economiacriativa-covid19. O tempo médio de resposta é de quinze minutos.
Temas pesquisados
O questionário procura identificar:
1) Impacto estimado da COVID-19 - identificação do perfil dos impactados, o número de atividades afetadas, a escala de grandeza das perdas financeiras, quais as receitas estão sendo mais impactadas e possíveis choques no mercado de trabalho da economia criativa;
2) Estratégias de enfrentamento - como cada organização e indivíduo está avaliando e se preparando de forma diferente para a situação. A pesquisa procura identificar a percepção do setor criativo e as estratégias que estão sendo acionadas para enfrentar a situação, incluindo necessidades não atendidas;
3) Relações prévias com o poder público - tendo em vista o papel que o poder público tem no fomento à cultura nacional e no enfrentamento da crise da COVID-19, a pesquisa procura mapear, de forma sucinta, a relação prévia dos agentes culturais com níveis de governo no Brasil e relação com instituições estrangeiras.
Sobre o OBEC-BA
O Observatório de Economia Criativa da Bahia (OBEC-BA) integra uma rede de núcleos vinculados às universidades federais do Brasil instituída em 2014 com o objetivo de produzir informações e conhecimento e gerar experiências e experimentações sobre a economia criativa local e estadual. Sediado no Instituto de Humanidades, Artes e Ciências da Universidade Federal da Bahia (IHAC/UFBA), o OBEC-BA agrega docentes, discentes e técnicos da UFBA, da UFRB, da UNEB, bem como de outras instituições públicas, como a Secult, com experiências multidisciplinares, para o desenvolvimento de iniciativas de ensino, pesquisa e extensão no campo da economia criativa.
Equipe da pesquisa - OBEC-BA
Daniele Canedo (Coordenação) - UFRB; Pós-Cultura e NPGA/UFBA
Carlos Magno Guerra - UNEB; NPGA/UFBA
Carlos Paiva - FUNCEB/SECULT; Pós-Cultura/UFBA
Carmen Lima - UNEB
Leonardo Costa - UFBA
Luiz Gustavo Campos - Pós-Cultura/UFBA
Luciano Simões - UFRB
Mércia Queiroz - FUNCEB/SECULT; Pós-Cultura/UFBA
Raíssa Caldas - Pós-Cultura/UFBA
Renata Rocha - UFBA
UFRB recebe propostas para edital PIBIC e PIBIC AF 2020-2021 até 24 de abril
March 27, 2020 3:20 - Pas de commentaire
A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), por meio de sua Pró-Reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação, Criação e Inovação (PPGCI), convoca sua comunidade acadêmica para apresentação de propostas de projetos de pesquisa visando à seleção de estudantes como bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação Científica e Tecnológica (PIBIC e PIBIC AF) 2020/2021. O prazo para submissão de propostas se encerra no dia 24 de abril.
Os editais PIBIC e PIBIC AF da UFRB seguem os calendários específicos das agências de fomento (FAPESB e CNPq), que até o presente momento não sofreram alterações.
A inscrição deve será realizada obrigatoriamente pelo professor orientador pelo endereço sapx.ufrb.edu.br. Os modelos de documentos necessários e indispensáveis a serem anexados estão disponíveis no site ufrb.edu.br/pibic. Será aceito um único projeto por orientador com até cinco planos de trabalho distintos pertencentes a este projeto, podendo ser contemplado com até duas bolsas. Os bolsistas devem ter disponibilidade de, no mínimo, 20 horas semanais para se dedicar às atividades do projeto.Excepcionalmente para o ano de 2020, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (FAPESB) receberá a documentação complementar de bolsistas por meio eletrônico, conforme explicitado no Edital.
Os candidatos devem estar regularmente matriculados em cursos de graduação da UFRB, a partir do segundo semestre de ingresso; apresentar desempenho acadêmico com média igual ou superior a 6,0; não ter vínculo empregatício nem ser beneficiado por outra bolsa, de qualquer natureza; estar vinculado a um grupo de pesquisa, sob orientação de um pesquisador produtivo, e não apresentar qualquer grau de parentesco com seu provável orientador.
Para análise e julgamento das propostas será observada a Orientação Técnica Nº 001/2020. O resultado do julgamento das propostas será divulgado no site ufrb.edu.br/pibic.
O programa concederá bolsas pelo prazo máximo de 12 meses. Esclarecimentos e informações adicionais podem ser obtidos pelo e-mail cocit@ppgci.ufrb.edu.br.
Sobre o programa - Visa despertar a vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes dos cursos de graduação da UFRB, mediante a participação em projetos de pesquisas orientados por pesquisadores atuantes e qualificados com titulação mínima de mestre, possibilitando ao iniciante a aprendizagem de técnicas e métodos e epistemologias, o desenvolvimento do pensar e criar científico, tecnológico e artístico-cultural, com aprimoramento do espírito crítico.
Segundo a coordenadora de pesquisa da PPGCI, professora Soraia Fonteles, o edital deste ano apresenta algumas novidades. "Em primeiro lugar o fato de ter sido construído a partir de consultas à comunidade científica em visitas aos centros de ensino e com a participação efetiva dos gestores de pesquisa desses centros, que constituíram, inclusive, uma comissão especial. Outra novidade diz respeito à linha de corte, que passou para 70% da média aritmética da produção de todos os docentes que submeteram propostas por Centro de Ensino, excetuando a nota dos docentes com pontuação igual ou superior à do bolsista Produtividade em Pesquisa (PQ) com menor pontuação no respectivo Centro de Ensino, ressaltou, Fonteles.
Quanto à quantidade de bolsas, o professor Maurício Silva, pró-reitor da PPGCI, afirma que o cenário incerto impossibilita definição precisa sobre o total de fomento que teremos: “As indefinições do governo quanto ao fomento da pesquisa em nível nacional e o contingenciamento orçamentário ainda em vigor, somados ao avanço da epidemia da Covid19, geram um cenário de incertezas no campo da produção científica. Estamos trabalhando para garantir um número de bolsas superior ao de 2019; o objetivo é ampliar seguindo a tendência de aumento da produção científica na universidade, que se manifesta no aumento das publicações e na ampliação de programas de pós-graduação. Mesmo neste cenário de isolamento social forçado, tenho certeza que receberemos um grande número de propostas para o Edital PIBIC-PIBIT/2020”, explica.
Confira o Edital PIBIC/PIBIC AF 2020-2021.
Acesse o modelo de proposta.
Mais informações no site do PIBIC.



