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13 de Janeiro de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | 1 pessoa seguindo este artigo.
Notícias publicadas no portal oficial da UFRB e clonadas nessa comunidade.

Professor da UFRB integra Conselho Superior do PET

20 de Fevereiro de 2014, 14:45, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

O tutor do Grupo PET Agronomia da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), professor José Fernandes Filho, foi eleito membro do Conselho Superior do Programa de Educação Tutorial (PET), em reunião na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), Brasília, em 12 de fevereiro. O professor integra o Conselho Superior como representante da Comissão Nacional e Acompanhamento e Avaliação do Programa (CNAA-PET).

O professor José Fernandes Filho substitui seu colega de UFRB, professor Cláudio Orlando, membro representante do Conselho Superior do PET por um ano. “Essa condição reforça a qualidade do programa PET na UFRB, pois continuamos sendo a única universidade com dois membros na Comissão Nacional de Avaliação e mantivemos a representação no Conselho Superior”, relata Filho. Em sua opinião, esta segunda indicação de um nome da instituição “é um reconhecimento à qualidade da prática de educação tutorial da UFRB e nossa expectativa é continuarmos contribuindo para a consolidação e expansão do Programa de Educação Tutorial como modelo de ensino, assim como reforçar o protagonismo da UFRB nas decisões que envolvem os interesses do conjunto de petianos, tutores e discentes”, aponta.

Estiveram também na reunião organizada pela Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC-SESu) para eleição dos membros do Conselho Superior do PET, o Secretário de Educação Superior do MEC, Paulo Speller, e representantes da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI), da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior (DIFES), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), da Coordenação Nacional Executiva do PET (CENAPET), além de representantes dos discentes, dos Pró-Reitores de Graduação e de Extensão das Instituições de Ensino Superior.

Conselho Superior  - O Conselho superior do PET é a instância máxima de deliberação do programa PET e responsável pela definição das políticas de expansão, desenvolvimento e consolidação do PET como instrumento de promoção da educação tutorial no Brasil. Tem como atribuições apreciar propostas, critérios e procedimentos para extinção e para criação de novos grupos PET, por exemplo.

Grupos PET - O Programa de Educação Tutorial (PET) tem como objetivo fortalecer e apoiar atividades acadêmicas que integrem ensino, pesquisa e extensão, por meio de uma formação pautada no desenvolvimento de atividades acadêmicas em padrões de qualidade de excelência. De 2013 a 2014, teve um aumento significativo no número de grupos em instituições de ensino superior públicas e privadas de todo o país. Antes com 400 grupos, agora são 842 grupos PETs distribuídos entre 121 Instituições de Ensino Superior e cerca de 8.420 estudantes bolsistas.



PROPAAE lança edital de apoio à participação de estudante em eventos

19 de Fevereiro de 2014, 14:18, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

A Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), por meio de sua Pró-Reitoria de Políticas Afirmativas e Assuntos Estudantis (PROPAAE), divulga o Edital 002/2014 de apoio financeiro para participação de estudantes em eventos de natureza científica e/ou tecnológica no Brasil ou no exterior.

De acordo com o documento, a solicitação de apoio financeiro segue três diferentes linhas para participação em eventos científicos e/ou tecnológicos: exterior, território nacional e território estadual. Ao todo, para este edital, são R$ 300 mil definidos na programação orçamentária e financeira da PROPAAE para o exercício de 2014. Estes recursos serão divididos, inicialmente, em partes iguais entres os Centros de Ensino da UFRB, “podendo os recursos serem relocados para outro Centro de Ensino ou para outro período, caso não haja demanda suficiente no Centro de Ensino ou no período proposto”.

Os trabalhos devem ser de autoria do estudante da UFRB, regularmente matriculados, e ter anuência do coordenador/orientador da Instituição. O proponente também tem de estar com seu currículo atualizado na Plataforma Lattes e todas as propostas devem ser apresentadas de acordo com o Formulário disponível no Portal da PROPAAE. 

Confira o Edital 002/2014 de apoio financeiro a eventos

Mais informações: PROPAAE



Professor da UFRB desenvolve armadilha solar autônoma para controle da Helicoverpa

19 de Fevereiro de 2014, 13:55, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

{youtube}BNUB1FHYiiA{/youtube}O professor Denes Vidal, da área de Mecânica e Mecanização Agrícola da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), apresenta no próximo dia 27 de fevereiro, na cidade de Pintadas (BA), um equipamento que promete ser a solução contra a praga que já se espalhou pelos Estados de Minas Gerais, Mato Grosso e Bahia. A armadilha solar autônoma é uma alternativa de fácil manejo e baixo custo de manutenção desenvolvida para controle e monitoramento da Helicoverpa armigera, lagarta que tem causado prejuízo às lavouras de milho, soja e algodão.

Resultado de dez anos de pesquisa, a armadilha utiliza a energia solar fotovoltaica para acionar uma lâmpada de LED que emite raios infravermelhos e ultravioletas que atrairão os insetos fotossensíveis. Um de seus diferenciais é que a bateria solar pode durar até 11 anos e não há a necessidade de manutenção diária como no caso da tradicional. “As armadilhas luminosas para captura de insetos existentes no mercado utilizam a energia hidroelétrica para acionar uma lâmpada, o que limita o seu uso, uma vez que precisa de fios condutores”, explica o professor Vidal.

Segundo o pesquisador, o equipamento também foi projetado com o objetivo de reduzir a aplicação de inseticidas na agricultura e eliminar o uso de derivados do petróleo no controle dos insetos. “Nossa intenção é subsidiar uma agricultura sem agrotóxicos. Além de ser um eficiente método de controle ecológico, a armadilha solar autônoma pode ser usada ainda para o estudo paralelo de flutuações e de levantamento de populações, uma vez que permite a captura diária dos insetos vivos”, diz Vidal.

Armadilha em uso no campo (Foto: Denes Vidal)O equipamento foi concebido com uma estrutura de sustentação, uma estrutura de iluminação e uma estrutura de captura de insetos. Outra novidade do produto é a presença de câmeras que fotografam a chegada dos insetos até a armadilha e mandam diretamente para o computador ou celular do agricultor para um monitoramento constante da lavoura. De acordo com Vidal, uma armadilha para cada 100 ha é o suficiente para um controle eficiente e o custo por hectare é de R$ 0,007.

A apresentação oficial da armadilha será no I Encontro de Apresentação, Análise e Orientação de Tecnologias Sociais para o Desenvolvimento Sustentável do Seminário, promovido pela UFRB em parceria com o Conselho Regional de Desenvolvimento Sustentável da Bacia do Jacuípe (CODES). O evento acontece no Salão Paroquial de Pintadas, no dia 27, das 8h às 16h, e irá reunir gestores municipais, lideranças comunitárias e agricultores. “Iremos propor redes de monitoramento de insetos no semiárido. Será a oportunidade de compartilhar as pesquisas da universidade para o fortalecimento da agricultura familiar”, aposta Vidal.



UFRB apresenta na Bahia Pesca nova tecnologia para criação de Tilápia no semiárido

19 de Fevereiro de 2014, 12:12, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Apresentação do sistema caseiro de piscicultura (Foto: Ascom Bahia Pesca)Inovação tecnológica para a convivência com a seca. Esse é o objetivo do Projeto PeixeFácil, apresentado pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB) nesta terça-feira, 18, para análise da Bahia Pesca. O sistema será inicialmente implantado na Estação Experimental de Pedra do Cavalo e direcionando as atividades para a região do semiárido baiano como forma alternativa de estímulo à produção e produtividade diante de condições climáticas desfavoráveis à piscicultura. O próximo passo é estabelecer um termo de cooperação técnica entre as duas instituições, sob a supervisão do pesquisador da UFRB Antônio José da Silva Júnior, criador do sistema.

Idealizado como sistema caseiro de piscicultura o Projeto PeixeFácil  prevê otimização de recursos hídricos e democratização da atividade uma vez que requer materiais simples com fácil manutenção e operação. “O projeto toma proporções ainda melhores quando conseguimos aliar seus objetivos com o plano de trabalho do Governo do Estado que colocou as alternativas de convivência com a seca como prioridade na Bahia”, comentou o presidente da Bahia Pesca, Cássio Peixoto, durante a apresentação do PeixeFácil, ressaltando que a viabilidade econômica, aliada à possibilidade de criação de um sistema de hidroponia vertical, pode atender até quatro famílias.

“Dessa forma, esperamos nortear novos experimentos vinculados à produção de Tilápias em mini sistemas intensivos caseiros de recirculação, incentivando o desenvolvimento de metodologias capazes de garantir e viabilizar a produção de pescados em nível caseiro no âmbito de pequenos piscicultores familiares e microempreendedores”, enfatiza Peixoto.

Outro aspecto positivo é não impactar o meio ambiente e ocupar pouco espaço para a montagem do sistema. “Os efluentes são transformados em biofertilizante agrícola e o manejo simples auxilia na melhoria de produtividade e precocidade das matrizes”, explica o Assessor de Projetos Institucionais da Bahia Pesca, Eduardo Rodrigues, acrescentando que a resposta zootécnica da Tilápia é a melhor opção em se tratando se um sistema de recirculação fechado como o proposto pelo PeixeFácil.

Tanques de cultivo feitos em polietileno cobertos com toldos (Foto: Antônio Júnior)Aspectos Técnicos – O Projeto PeixeFácil, já implantado na área experimental da UFRB em Cruz das Almas, possui três tanques de cultivo feitos em polietileno, com capacidade para cinco mil litros para criação de Tilápia. Ao lado destes são colocados tanques reservatórios para reposição de água e logo em seguida os biodigestores, biofiltros e o sistema de hidroponia vertical. Os tanques principais são produzidos com um visor estanque de policarbonato translúcido para observação dos peixes.

Existem ainda toldos de cobertura para proteção, unidade compacta de bombeamento, filtragem mecânica e biológica, esterilização, aquecimento, oxigenação e recirculação de água entre outros itens. “E tudo isso em apenas oito metros quadrados, com toda a estrutura elétrica e hidráulica necessárias”, informa o pesquisador Antônio José da Silva Júnior.

Fonte: Bahia Pesca



Fapesb e Sema lançam edital de apoio à formação e articulação de redes de pesquisa ambiental

18 de Fevereiro de 2014, 19:46, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Foi lançado na última segunda-feira, 17 de fevereiro, o Edital Fapesb/Sema N°002/2014 de Apoio à Formação e Articulação de Redes de Pesquisa Ambiental no Estado da Bahia. As submissões de trabalho devem ser feitas até 16 de maio.

Os projetos apresentados devem estar em conformidade com as Áreas Temáticas/Linhas de Pesquisa abaixo indicadas:

  1. Biologia da Conservação e Ecologia de Ecossistemas;
  2. Tecnologias Limpas e Melhores Tecnologias Disponíveis;
  3. Recuperação de Áreas Degradadas e Restauração de Ecossistemas;
  4. Qualidade Ambiental e Indicadores de Sustentabilidade;
  5. Socioambiente e Economia Ambiental.

Os recursos para este Edital serão da ordem de R$ 3.900.000,00. Poderão ser submetidos projetos de pesquisa científica e/ou tecnológica desenvolvidos em universidades, instituições de ensino superior, centros de pesquisa e desenvolvimento, públicos ou particulares (sem fins lucrativos), localizados no Estado da Bahia, até valor máximo de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) por projeto. Todas as informações e requisitos para apresentação das propostas constam no Edital Fapesb/Sema N° 002/2014.

O Edital é uma iniciativa do Governo do Estado, por intermédio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente (Sema), e convoca pesquisadores a apresentarem propostas para o apoio financeiro a projetos de pesquisa científica e/ou tecnológica na área ambiental. O intuito é ampliar o conhecimento sobre a biodiversidade e o funcionamento dos ecossistemas e biomas baianos, além dos aspectos sociais, econômicos e tecnológicos relacionados ao uso dos recursos naturais. 

Mais informações: Fapesb e Sema. 

Fonte: Fapesb



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