Go to the content
Show basket Hide basket

IMS

Full screen Suggest an article

Notícias

January 13, 2009 0:00 , by Unknown - | No one following this article yet.

Caminhos Sustentáveis – nº 15 – Agosto de 2012

October 2, 2012 0:00, by Unknown - 0no comments yet



DF: Chá com Prosa debateu o bioma Cerrado e seus povos

October 1, 2012 0:00, by Unknown - 0no comments yet

Encerrando o mês de setembro, que dentre seus 30 dias possui o 15º dedicado ao bioma Cerrado, o IMS (Instituto Marista de Solidariedade) e o IMAS (Instituto Marista de Assistência Social) promoveram na última sexta-feira (28) uma edição do Chá com Prosa para debater “Convivência e Sustentabilidade no Cerrado”. Os convidados para complementar a iniciativa e contribuir com a discussão sobre o bioma foram a Dr. Mônica Nogueira, antropóloga docente da UnB e pesquisadora-associada da A Casa Verde, e Júlio César Sampaio, engenheiro florestal e especialista em Cerrado da WWF-Brasil.

Sampaio abriu as discussões da tarde apresentando a WWF-Brasil aos participantes e, também, o trabalho da organização para o Bioma Cerrado. Além disso, complementou sua apresentação com dados sobre a conservação dessa savana brasileira. O engenheiro florestal apontou dados dos últimos anos que ressaltam que 48% da vegetação do bioma já foi suprimida e que apenas 3% da área ainda existentes é protegida por áreas de conservação permanentes. “Nos 15 anos da WWF no Brasil já temos uma grande trajetória de projetos. Foi no Cerrado onde tivemos nossa primeira ação e, hoje, atuamos em diferentes pontos com trabalhos de conservação, estudos e conscientização sobre a importância do bioma”, afirmou Sampaio.

O especialista da WWF-Brasil apontou o avanço das divisas agrícolas como o principal inimigo do Cerrado e exemplificou modelos que podem ser adotados para aumentar a produtividade sem a necessidade de suprimir a vegetação nativa. “Há áreas no Cerrado, principalmente de pastagens, que a produtividade é muito baixa o que leva o proprietário a abrir novas áreas para dar conta de alimentar o gado, no caso da pecuária. A pergunta que fica é por que não aumentar a produtividade dessas áreas se já existem tecnologias disponíveis? Muitas vezes esses avanços não chegam na ponta e tem que haver, também, uma mudança de mentalidade do produtor que sempre acha mais fácil desmatar do que investir na produtividade”, explicou.

Na sequência, Mônica Nogueira, apresentou aos participantes um perfil dos povos que compõe o Cerrado: indígenas e tradicionais que afirmaram suas identidades nesse bioma. Segundo Mônica, existe um sentimento de pertencimento desses povos com o Cerrado. “Há um sentimento de territorialidade que os torna, quase que naturalmente, aliados da conservação. Talvez não a conservação ambiental nos termos mais laicos, mas um sentimento que os colocam em embates sérios em defesa de seu lugar”, disse.

“O cerrado está bem no coração do País e tem uma ocupação pré-histórica, que remonta há 11 mil anos. Há indícios de ocupação desde inscrições rupestres até silos subterrâneos usados para conservação e armazenamento de alimentos, além de ossadas humanas em alguns sítios arqueológicos. E os Jês sãos os primeiros descendentes desse homem primitivo, os primeiros a ocupar ordenadamente o Cerrado. Hoje, os povos indígenas que ocupam o bioma são descendentes dos Jês que são os Xavantes, os Xakriabás e os Krahôs, por exemplo”, explicou Mônica.

De acordo com a pesquisadora, histórias e lendas fizeram parte do aprendizado da construção cultural desses povos, dando atribuição de sentido ao ambiente natural no qual estão inseridos. “Esses grupos que compunham o Cerrado foram sendo empurrados para os limites. O mesmo ocorreu com outros grupos, chamados de tradicionais. A colonização trouxe para esse território outros povos que foram se instalando e dando origem ao que hoje chamamos de Tradicionais. Muitos desses povos foram trazidos pela migração forçada ou, então, por momentos econômicos como o ciclo do ouro que, após seu término, deixou homens e mulheres pobres que aqui foram se instalando. Todos esses se misturaram entre si, entre índios e foram estabelecendo áreas de convívio quase que autárquicas. E é nesse contexto que nascem os geraizeiros, morroquianos, retireiros, vazanteiros, por exemplo, e, mais recentemente e num contexto um pouco diferente, as quebradeiras de coco babaçu”.

Mônica Nogueira e Júlio César Sampaio, provocadores do encontro

Ainda de acordo com a pesquisadora, esses grupos são hoje, em geral, camponeses que estão adaptados à realidade ecológica do Cerrado e estabeleceram uma ordem de territorialidade e apego a essa paisagem, se afirmando e reforçando suas identidades como povos do cerrado. “Se verificarmos nos mapas trazidos pelo Júlio [WWF-Brasil] verificaremos que onde estão as áreas mais preservadas lá estarão as comunidades tradicionais”, finalizou Mônica.

Participaram do encontro outras organizações sociais parceiras do IMS e, também, empreendedores da Economia Solidária. Neste mês o tema do Chá com Prosa será “Protagonismo Infanto-Juvenil”.

Para saber mais visite as páginas:

www.wwf.org.br

a-casa-verde.org.br

www.redecerrado.org.br

 

 

 



DF: Oficina discutiu normas sanitárias entre especialistas, governo e sociedade

September 26, 2012 0:00, by Unknown - 0no comments yet

Iniciou-se em Brasília, na última terça-feira (26), a Oficina “Normas Sanitárias para Alimentos de Produção Artesanal, Familiar e Comunitária” realizada pelo ISPN (Instituto Sociedade População e Natureza) em parceria com o IMS (Instituto Marista de Solidariedade), Movimento Slow Food Cerrado e Unicafes (união Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária). O encerramento ocorrerá ainda hoje (28) com uma mesa aberta de debate com representantes governamentais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e Casa Civil e experiências locais e nacionais.

A produção artesanal de alimentos da agricultura familiar, dos povos indígenas e das comunidades locais é uma das expressões de nossa cultura mais reconhecidas no mundo, que se destaca ela diversidade de sabores, cores e modos. Apesar da grande importância para a segurança alimentar e nutricional dos brasileiros, os alimentos de produção artesanal ainda tem grandes entraves para a entrada em mercados formais e institucional, gerados, principalmente, pela dificuldade de adequação às normas sanitárias vigentes.

O debate promovido pelo ISPN é inovador, ao proporcionar um debate específico para o tema, trazendo à tona necessidades prementes aos produtores da agricultura familiar que, muitas vezes, se vem atados a legislações que não permitem seu produto ser comercializado. “Essa é uma atividade pioneira, que dá ênfase a essas questões. Foi um debate muito bem articulado que contou com a presença dos principais representantes governamentais de controle sanitário, além de parlamentares. Foram selecionadas experiências muito bem qualificadas para serem apresentadas aos participantes, e, apesar de ser uma atividade apenas para convidados, possibilitou uma boa representação da sociedade civil com um público bem focado”, afirmou a analista social do IMS, Rizoneide Amorim.

 



DF: Movimento da economia solidária do DF e Entorno se reuniu com subsecretário de Economia Solidária do DF

September 26, 2012 0:00, by Unknown - 0no comments yet

Na última terça-feira (25) o IMS (Instituto Marista de Solidariedade) juntamente com outras organizações e empreendimentos que fazem parte do Fórum de Economia Solidária do Distrito Federal e Entorno se reuniram, na sede do IMS em Brasília, com Afonso Magalhães, subsecretário de Economia Solidária da Secretaria de Estado da Micro Empresa e Economia Solidária do Distrito Federal. Na pauta da reunião estavam assuntos relacionados à recente Lei Distrital de Economia Solidária, o Centro Público de Economia Solidária da Torre de TV e outras propostas da Secretaria para a comercialização.

Dentre os objetivos estava a discussão dos avanços e desafios da comercialização no Distrito Federal e Entorno, com foco nos empreendimentos econômicos solidários e agricultura familiar, e a construção coletiva entre governo e sociedade civil das estratégias de comercialização dos produtos e serviços da economia solidária.

Outro ponto de debate com o subsecretário foi o projeto de Promoção de Ações Integradas de Economia Solidária para o Desenvolvimento Local e Territorial para a Superação da Extrema Pobreza, uma futura ação do Distrito Federal com a Senaes (Secretaria Nacional de Economia Solidária – Ministério do Trabalho e Emprego).

Pontos de Comercialização

A Secretaria pretende criar diversos espaços de comercialização específicos para a economia solidária do Distrito Federal. Dentre os espaços estão previstos mais boxes na feira da Torre de TV, espaço da Torre de TV Digital, em Sobradinho, nas galerias das estações do Metrô, nos postos de combustível, pontos fixos, feiras permanentes, fornecimento para restaurantes comunitários e, também, a criação de um espaço de formação e comercialização no Ceasa.

Para acompanhar o processo de criação desses espaços e garantir a participação democrática de todos os indivíduos da economia solidária o GT de Comercialização do Fórum dividiu-se em três subgrupos que acompanhará partes específicas desse processo, garantindo uma maior participação da sociedade civil nas ações da Secretaria.

 



IMS e IMAS promovem debate sobre convivência e sustentabilidade no cerrado

September 26, 2012 0:00, by Unknown - 0no comments yet

Tema é uma das ações desenvolvidas pela instituição Marista que, em 2012, incluiu a disciplina Sustentabilidade no currículo dos seus 33 colégios e escolas sociais.

Convivência e Sustentabilidade no cerrado. Esses são os temas da próxima edição do Chá com Prosa, que será realizada nesta sexta-feira (28), às 16h, na sede do Instituto Marista de Solidariedade (IMS), em Brasília (DF). O IMS e o IMAS (Instituto Marista de Assistência Social) vêm desenvolvendo esforços para promover debates e ações que contribuam para os direitos humanos em nosso País. Um dessas ações é o projeto Chá Com Prosa: Direitos Humanos em Pauta que, desde 2011, tem aproximado diversas organizações sociais e governo a favor da mesma bandeira de luta.

O projeto promove um encontro todos os meses. Um tema – dentro da esfera dos direitos humanos – é debatido entre organizações sociais e movimentos sociais e temas afins, criando uma rede de reflexão e diálogo. Os convidados para conduzir o encontro deste mês são a doutora Mônica Nogueira, antropóloga, professora da UnB e diretora-presidente da ONG A Casa Verde, e Júlio César Sampaio, especialista em Cerrado da WWF-Brasil.

Ações sustentáveis

O tema do Chá com Prosa para o mês de setembro dialoga diretamente com as ações da Província Marista Brasil Centro-Norte (PMBCN), instituição da qual o IMS faz parte, que no ano letivo de 2012 aplicou em seus 33 colégios e escolas sociais uma matriz curricular diferenciada. Além das clássicas matérias exigidas na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), o novo currículo dos estudantes maristas do ensino fundamental e médio conta com nove novas matrizes, como Sustentabilidade e Educação em Direitos Humanos. “Criamos as novas matrizes porque de maneira aprofundada não seria possível abordar os temas dentro de outras disciplinas. O maior convite feito a todos é o repensar do currículo, que precisa estar a serviço da compreensão e de uma competência intelectual que entende uma sociedade e pensa soluções para ela”, destacou a gerente Educacional da PMBCN, Jaqueline de Jesus.

A professora da disciplina de Sustentabilidade do Colégio Marista Champagnat de Taguatinga, Ângela de Abreu, explicou que as novas disciplinas são trabalhadas dentro e fora da sala de aula. “Como são temas atuais, em sustentabilidade, temos aulas mais dinâmicas a partir de discussões ambientais, sociais, econômicas, entre outras, sendo boa parte das atividades desenvolvidas pelos próprios estudantes, como, por exemplo, apresentações em forma de vídeo, músicas e artigos”. A partir da aula de Sustentabilidade, os educandos maristas do 2° ano do Ensino Médio tiveram a oportunidade de participarem de atividades de campo no Pantanal e Bonito, onde foi possível ampliar o conhecimento e vivências com projetos sustentáveis como o Gadonça e Jiboia.

“O ambiente é parte integrante da vida e, além de termos que trabalhar o progresso moral, há também a necessidade de se trabalhar o progresso natural. É perceptível que tem que ter um planejamento e reconhecimento de que os recursos naturais do nosso planeta são finitos e cada vez mais escassos, o que nos leva a ter um desenvolvimento sustentável, levando-os a pensar nas gerações futuras e no próprio presente”, pontuou o educando Guilherme Oliveira, do 2° ano do ensino médio.

As novas disciplinas são: Iniciação Científica (6° ano), Educação Patrimonial (7° ano), Ética Relacional e Urbanidade (8° ano), Educação em Direitos Humanos (9° ano), Brasilidade, Arte e Cultura (1° ano), Indicadores Sociais, Análise de Dados e Probabilidade (1° e 2° ano do ensino médio), Cultura Religiosa (1°, 2° e 3° ano do ensino médio); Sustentabilidade (2° ano do ensino médio); Culturas Contemporâneas, Política e Economia (3° ano do ensino médio).

Fonte: Ascom/Chirliana Souza


IMS