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DF: Oficina discutiu normas sanitárias entre especialistas, governo e sociedade

26 de Setembro de 2012, 0:00 , por Desconhecido - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Iniciou-se em Brasília, na última terça-feira (26), a Oficina “Normas Sanitárias para Alimentos de Produção Artesanal, Familiar e Comunitária” realizada pelo ISPN (Instituto Sociedade População e Natureza) em parceria com o IMS (Instituto Marista de Solidariedade), Movimento Slow Food Cerrado e Unicafes (união Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária). O encerramento ocorrerá ainda hoje (28) com uma mesa aberta de debate com representantes governamentais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e Casa Civil e experiências locais e nacionais.

A produção artesanal de alimentos da agricultura familiar, dos povos indígenas e das comunidades locais é uma das expressões de nossa cultura mais reconhecidas no mundo, que se destaca ela diversidade de sabores, cores e modos. Apesar da grande importância para a segurança alimentar e nutricional dos brasileiros, os alimentos de produção artesanal ainda tem grandes entraves para a entrada em mercados formais e institucional, gerados, principalmente, pela dificuldade de adequação às normas sanitárias vigentes.

O debate promovido pelo ISPN é inovador, ao proporcionar um debate específico para o tema, trazendo à tona necessidades prementes aos produtores da agricultura familiar que, muitas vezes, se vem atados a legislações que não permitem seu produto ser comercializado. “Essa é uma atividade pioneira, que dá ênfase a essas questões. Foi um debate muito bem articulado que contou com a presença dos principais representantes governamentais de controle sanitário, além de parlamentares. Foram selecionadas experiências muito bem qualificadas para serem apresentadas aos participantes, e, apesar de ser uma atividade apenas para convidados, possibilitou uma boa representação da sociedade civil com um público bem focado”, afirmou a analista social do IMS, Rizoneide Amorim.

 


Fonte: http://sites.marista.edu.br/ims/2012/09/27/5544/

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