Aller au contenu
Show basket Hide basket

IMS

Plein écran Suggérer un article

Notícias

January 13, 2009 0:00 , par Inconnu - | No one following this article yet.

Caminhos Sustentáveis – nº 12 – Maio de 2012

June 5, 2012 0:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire



DF: Chá com prosa debateu abuso e exploração de crianças e adolescentes

June 5, 2012 0:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire

No dia 28 de maio mais uma edição do Chá com Prosa: Direitos Humanos em Pauta ocorreu na sede no IMS (instituto Marista de Solidariedade). O tema deste mês apontou para o assunto extensivamente lembrado em junho: o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. O tema complexo contou com a condução de Joseleno Santos, psicólogo, professor da PUC-Goiás e coordenador do Programa de Enfrentamento à Violência Sexual de Crianças e Adolescentes da Secretaria Nacional de Direitos Humanos. Participando do debate estavam assistentes sociais, educadores, acadêmicos e adolescentes do Centro Marista Circuito Jovem da Ceilândia.

Logo no início Joseleno questionou os participantes sobre o porquê de se falar extensivamente, hoje, sobre a violência sexual de crianças e adolescentes. As respostas: “A importância de ser discutido”; “Antigamente era um assunto velado”; “Se fala em espaços específicos, mas na família e nos espaços privados não se toca no assunto”. As respostas deram o tom da conversa e foi desenrolando o novelo e, aos poucos, o assunto foi ganhando corpo.

O provocador da tarde trouxe diversos dados para compor o debate. Sobre as denúncias de abuso, se destacou que a estimativa é que apenas 25% dos casos chegam até as autoridades competentes em averiguar a denúncia. “Há 20 anos falar desse tema reunia apenas 4 pessoas. Era um tabu. Neste ano, especificamente neste mês, mais de 3 mil municípios se envolveram na campanha do 18 de Maio, incluindo na luta milhares de pessoas”, disse o professor.

O professor, didaticamente, explicou diversos pontos preponderantes para discutir os abusos e a exploração sexual. As fases da criança, a adolescência e juventude foram abordadas para melhor compreensão dos participantes. “Quando uma criança é abusada seu desenvolvimento fica comprometido. Tudo tem seu tempo”, disse Paulo Henrique Farias, 18, do Fórum dos Direitos da Criança e do Adolescente de São Sebastião – DF. “O adulto quando abusa de uma criança está apenas preocupado com seu prazer e não com o bem-estar da criança. Se tivesse essa mínima preocupação avaliaria que ela não está preparada nem fisicamente e nem emocionalmente para isso”, acrescentou o debatedor.

Outro ponto do debate foi a influência social, familiar e das indústrias culturais no comportamento da criança. O assunto acalorou o papo, fez com que os adolescentes, mais participativos, divergissem entre si mesmos. “Há situações que deixam as crianças mais vulneráveis: comportamentos imitados da TV e/ou de músicas, por exemplo; uso de determinadas roupas que levam alguns adultos a achar que elas já sabem e entendem de sexualidade e aí ocorre o abuso”, disse o estudante Weberson Maciel, 18, aluno da UnB. “Não há nada mais complexo que entender os fatores que levam ao abuso sexual de crianças. Nos últimos anos ocorreram diversas pesquisas que tem contribuído para o combate. Mas há de se julgar diversos fatores estruturantes, como por exemplo, a naturalização da violência”, acrescentou o debatedor.

“Não é a lei que impede o crime, é o receio da punição. O que pode ajudar no combate a esse tipo de crime é a rapidez na punição. Infelizmente, o Brasil é um país onde a impunidade é grande, criando uma sensação de naturalidade para o crime”, afirmou Joseleno. “Há de considerar, também, a questão de gênero envolvida. Apesar de os abusos acontecerem tanto com meninos e meninas, são elas a maioria das vítimas. A maioria, também, é negra ou parda. Questões sociais também são relevantes, principalmente em regiões mais longínquas, onde se valoriza a pessoas que tem mais posses, sempre rebaixando o outro, e a colocando num patamar de superioridade que a ‘autoriza’ ao crime. Regionalidade e cultura são outros fatores, dentre os quais posso citar o turismo sexual no Nordeste, o tráfico de crianças no Norte e a vulnerabilidade social que muitas crianças se encontram em todos os lugares do País e as levam à prostituição para muitas vezes poder apenas comer. O corpo é mercadoria na sociedade de consumo”, concluiu.

O Chá com Prosa é uma iniciativa do IMS (Instituto Marista de Solidariedade) e do IMAS (instituto Marista de Assistência Social).

 

 



05 de junho – Dia Mundial do Meio Ambiente

June 5, 2012 0:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire


O Cerrado está no o coração do Brasil. Fica bem no meio do mapa e faz conexões com outros importantes biomas: ao norte, a Amazônia; a nordeste, Caatinga; a sudoeste, Pantanal e a sudeste, Mata Atlântica. Isso faz com que o Cerrado mantenha importantes relações ecológicas com os biomas vizinhos. O resultado dessa interação é a existência de uma fauna e uma flora muito ricas em diversidade biológica. O Cerrado influi e recebe influência dos demais biomas, constituindo um habitat único no mundo.

A região também é estratégica em relação aos recursos hídricos. No Cerrado, nascem os rios que formam seis das principais regiões de hidrográficas brasileiras: Parnaíba, Paraná, Paraguai, Tocantins-Araguaia, São Francisco e Amazônica. O potencial hídrico do Cerrado dá ao bioma o título de Berço das Águas. Até mesmo a bacia hidrográfica do Amazonas recebe as águas que brotam no Cerrado.

As águas também são importantes atrativos turísticos na região, com grande influência na economia de vários municípios.  As cachoeiras, cascatas, cânions, lagos, rios e riachos conjugam-se à paisagem do Cerrado, criando atrações para visitantes de vários cantos do Brasil e do mundo. São cenários de beleza incomparável para os que buscam lazer, esportes ou o contato profundo com a natureza.

O bioma ameaçado

A biodiversidade do Cerrado assemelha-se à das florestas tropicais mais exuberantes. Devido à elevada biodiversidade, altos níveis de endemismo e avançado estágio de devastação da cobertura vegetal original, o Cerrado é considerado um hotspot, conforme teoria do ecólogo inglês Norman Myers, mais tarde refinada pelo primatólogo e diretor da Conservation International, Russell Mittermeier.

O conceito expressa a situação de ecossistemas que possuem alto endemismo de espécies (mais do que 0,5% da diversidade mundial de plantas – ou mais de 1500 espécies exclusivas) e que se encontram seriamente ameaçados, com mais de 70% da cobertura vegetal original descaracterizada devido às atividades humanas. Existem 34 hotspotsem todo o planeta. Os hotspots são áreas prioritárias para a conservação mundial. Isso não significa que recebam a merecida atenção nos respectivos países- como é o caso do Cerrado no Brasil.

Apesar de sua peculiaridade, o Cerrado enfrenta fortes pressões humanas que põem seu futuro em risco. O desmatamento no bioma é alarmante, chegando a 1,5% ao ano, ou seja, três milhões de hectares/ano, conforme as estimativas mais conservadoras. Isso equivale a 2,6 campos de futebol desmatados a cada minuto. O desmatamento no Cerrado, portanto, é maior que na Amazônia.

No Cerrado, a área de proteção legal (reserva legal) nas propriedades é de apenas 35%. É um dos biomas brasileiros com menos áreas protegidas. Apenas 4,1% do bioma estão protegidos por unidades de conservação. Desse total, 2,2% de proteção integral e 1,9% de uso sustentável.

Ao perder diversidade biológica no Cerrado, o Brasil também perde possibilidades de uso sustentável de muitos recursos, como plantas medicinais e espécies frutíferas, abundantes no bioma. Na região, foram catalogadas mais de 330 espécies usadas na medicina popular. A arnica, o barbatimão, a sucupira, o mentrasto e o velame são apenas alguns exemplos da enorme farmacopéia do Cerrado.

Fonte: www.ispn.org.br


SP: Encontro Regional Rede de Educadores do Sudeste

June 4, 2012 0:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire

Educadores da economia solidária da Região Sudeste estiveram reunidos entre os dias 17 a 20 de maio, na cidade de São Paulo (SP), para discutir os avanços na organização da Rede de Educadoras e Educadores da Região Sudeste. O encontro também pretendeu promover a integração dos participantes, socializando duas experiências e expectativas. Discutiu-se o processo vivido pela Rede após o encontro de Caldas (MG), socializando o Projeto Político Pedagógico (PPP) e sistematizações estaduais.

A metodologia do encontro contou com avaliações do PPP, trabalhos de grupo e com e informes do projeto CFES 2 (Centro de Formação em Economia Solidária) e da Senaes (Secretaria Nacional de Economia Solidária). No trabalho de grupo, os educadores foram provocados a pensar em como organizar os educadores no seu Estado, como por exemplo: núcleos, coletivo de formação, rede de formadores como instrumento de fortalecimento da Rede Regional.

Outro assunto em destaque foi a apresentação do FBES (Fórum Brasileiro de Economia Solidária) sobre a V Plenária Nacional de Economia Solidária, que deverá ocorrer no fim deste ano. Resgatou-se a trajetória desde a última Plenária, inserindo os educadores como protagonistas de seu papel rumo à V Plenária.

Como resultados desse encontro, foi produzida uma carta à V Plenária, tratando na importância da Rede de Educadores da Região Sudeste e, também, foi produzido um planejamento para a Rede.

O IMS (Instituto Marista de Solidariedade), representados por Wilson Roberto e Roseny de Almeida, também contribuiu  com o encontro.

 



DF: Lei da Ecosol é destaque em reportagem da TV Brasil

June 4, 2012 0:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire

A cada dia cresce a quantidade de pessoas no Brasil que se unem para trabalhar ou consumir juntos, em solidariedade, na Economia Solidária, em que não há patrão nem empregados. Esta prática é boa para o Brasil, pois não concentra renda, e nem é baseada na competição e no lucro, mas sim na vida, na cooperação e na qualidade de vida para todos.

Veja a reportagem produzida pela TV Brasil sobre a Lei da Economia Solidária:

Lei da Ecosol

Infelizmente, a lei brasileira traz muitas dificuldades para quem quer viver da Economia Solidária, ainda mais se comparado às empresas capitalistas, que vivem somente da exploração e do lucro. Isso acontece, principalmente, por que o Estado Brasileiro não reconhece o direito ao trabalho associado e às formas organizativas baseadas na Economia Solidária, dificultando o acesso a financiamento público, assessoria técnica e divulgação na sociedade.

Para fortalecer esta proposta de desenvolvimento justo, sustentável, diverso e solidário, foi criada a Campanha pela Lei da Economia Solidária. O objetivo da Campanha é conseguir criar a primeira lei brasileira que reconheça o direito ao trabalho associado e apoie as iniciativas da economia solidária, dando espaço para as pessoas poderem se organizar em cooperação, com justiça e preservação ambiental.

Acesse aqui o formulário e assine o abaixo assinado!

Neste site você tem acesso a todas as informações da Campanha: no menu à direita com os materiais: formulário para coletar assinaturas, a proposta do texto da lei,  materiais gráficos (folder, cartaz, adesivo, logo e cartilha) e audiovisuais (vídeos e spot de rádio). Pelo menu à esquerda notícias, adesões, agendas e muito mais!

Acesse o Cirandas e saiba mais!

Fonte: Cirandas


IMS