22 de Agosto de 2013, 20:14
, por Desconhecido
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No sábado, começamos pertinho, pela Caverna Santana, com acesso fácil e imensas galerias, parecendo uma catedral. Realmente, é uma galeria feita pela natureza, com mais espeleotemas: bolo de noiva, colunas gregas, pata de elefante, uma imagem de Nossa Senhora, porta-retrato e outros que a nossa imaginação permite enxergar. Em Santana, há pontes e escadas que favorecem a caminhada. Depois do lanche, a segunda caverna foi a de Morro Preto, com uma visão interna da entrada de tirar o fôlego. Foi lá, em 1998, por ocasião das comemorações dos 40
anos de PETAR, que aconteceu um concerto para alguns convidados. A última caverna do dia foi a do Couto, uma caverna com vários vestígios de desmoronamento, porque serve de desembocadura do rio. Atravessamos toda a caverna e no final, fomos para a Cachoeira do mesmo nome. Dessa vez, eu também me aventurei a banhar-me nas águas geladas e apesar de sentir-me congelando, senti-me também revigorada.
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