<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) Edimar Freire Ferreira</title><link>http://cirandas.org/xisedimar</link><description>Conteúdo do(a) Edimar Freire Ferreira publicado no CIRANDAS</description><item><title>I Plenária Local de Economia Solidária – Etapa Guajará-Mirim/RO</title><description>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Times New Roman','serif';"&gt;&lt;br /&gt;A IV Plenária Estadual de Economia Solidária segue os objetivos e tema da V Plenária Nacional de Economia Solidária: "Economia Solidária: bem viver, cooperação e autogestão para um desenvolvimento justo e sustentável".   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Times New Roman','serif';"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong style="line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Times New Roman','serif';"&gt;Objetivos:  &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Times New Roman','serif';"&gt;a) Contribuir para a consolidação do movimento de economia solidária, afirmando-o como movimento social contra o capitalismo, por uma nova sociedade e organização social, política e econômica; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Times New Roman','serif';"&gt;b) Contribuir para o processo de estruturação e organização do Fórum  Rondoniense e Brasileiro de Economia Solidária; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; line-height: 150%;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; line-height: 150%; font-family: 'Times New Roman','serif';"&gt;c) Ampliar diálogos, articulações de alianças estratégicas, parcerias e convergências com outros movimentos sociais na construção de uma sociedade justa, solidária, diversa, autogestionária e sustentável.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-family: 'Times New Roman','serif';"&gt;Será realizada no dia 28 de agosto de 2012, 8h Às 18h, na Câmara Municipal de Vereadores, situada à Av. 15 de novembro, nº 1385 – Guajará-Mirim/RO.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 23 Aug 2012 03:10:53 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/xisedimar/movimento-hip-hop-da-floresta/i-plenaria-local-de-economia-solidaria-%E2%80%93-etapa-guajara-mirimro</link><guid>http://cirandas.org/xisedimar/movimento-hip-hop-da-floresta/i-plenaria-local-de-economia-solidaria-%E2%80%93-etapa-guajara-mirimro</guid></item><item><title>PORTO VELHO É MINHA PAIXÃO; O BAIRRO TRIANGULO É MINHA HISTORIA DE VIDA!</title><description>&lt;p style="margin: 5px; text-align: justify;"&gt;12/05/2010 - [18:05] - Opinião&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 5px; text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Não consigo entender porque muitos que aqui tiveram grandes oportunidades falam, escrevem e até publicam maldades sobre a cidade que os receberam tão bem e que ainda continuam aqui, criando seus filhos. Porto Velho é a cidade que proporciona muitas oportunidades, aqueles que não encontraram em suas cidades de origem.&lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt; &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;Nossa Historia:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Somos uma família pioneira e tradicional (mulher, filhos, filhas, netos e bisnetos) do ex-ferroviário Francisco Moreira de Souza, residente e domiciliado no Bairro Triangulo, homem desbravador, que veio para o ex-Território do Guaporé, hoje Estado de Rondônia, para trabalhar na Construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré. Ao chegar ao bairro Triângulo, tudo remete ao início de Porto Velho, desde o rio Madeira, bem ao lado, o trilho da velha “Maria Fumaça”, da lendária Estrada de Ferro Madeira Mamoré, o trem que corta o bairro, até a tão famosa Festa Flor do Maracujá, teve o seu inicio no Bairro Triângulo, com as apresentações juninas no quintal da casa do senhor Juventino, o bloco " O Triangulo nao Morreu" do saudossimo SenhorPiriquito, a primeira parteira "A Vovó Filó" que realizou mais de dois mil partos em nossa amada cidade, as quadrilhas Mirim e adultos  "Os matutos do Bairro Triangulo" que ate hoje brilham nos festejos juninos  e muitos outros.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Portanto praticamente podemos ser considerados como PatrimônioHistórico, pois o nosso Bairro Triângulo, que fica as margens do Rio Madeira, foi o Primeiro Bairro a ser criado na nossa amada Cidade de Porto Velho. Por ser um dos primeiros bairros da nossa cidade, a largura e o cumprimento dos terrenos das famílias dos ex-ferroviários são bem considerados, uma vez que conforme os filhos vão casando, os mesmos constroem novas casas nos referidos terrenos e continuam todos juntos em família, e ainda dar para criar galinhas, patos, etc.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Podemos não ser os donos de direito das nossas propriedades, mas somo legítimos donos de fato pelos longos anos de usufruto das mesmas, uma vez que toda a área de terra do Bairro Triângulo era da União. Nossa Angústia:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;A Prefeitura de Porto Velho-RO em parceria com o Governo Federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), garantiu os recursos financeiros para execução do Programa: Projeto Igarapé Grande, que tem por objetivo o de promover a melhoria da qualidade de vida, de populações fixadas em assentamentos precários, próximos aos igarapés afluentes do Rio Madeira.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;No tocante ao Bairro Triângulo, esse Projeto, abrange: a invasão da Baixa da União (antigo Alto do Bode) e Cai N’agua, essas áreas de terras já tinham sido desocupadas pela Prefeitura de Porto Velho-RO em gestões anteriores por serem áreas de risco e foram novamente repovoadas em anos eleitoreiros e as residências dos familiares dos ex-ferroviários, fundadores e pioneiros do Bairro Triângulo, que até então não tínhamos sido incomodados com promessa de despejo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Fomos informados pela Equipe do Projeto Igarapé Grande, que as famílias anteriormente cadastradas (mais ou menos no ano 2002), seriam beneficiadas com um “apartamento” (diga-se de passagem, a construção parece mais um Apertamento com 34 metros quadrados), e quem não estivessem de acordo que assinassem a não adesão do mesmo, pois outras pessoas tinham interesse neles.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Qual foi a nossa surpresa ao percebermos que das cinco famílias que moram no mesmo terreno, somente três tinham sido cadastradas na época, uma vez que só foi feito o cadastramento das pessoas que estivessem presente no momento, e como nesses períodos tinham sido feitos vários cadastramentos e ninguém informava pra que serviam esses cadastros, não fomos atrás para saber, bem como nem saberíamos aonde ir. Pois aceitar tal imposição no meu ponto de vista seria um retrocesso a nossa qualidade de vida a qual estamos acostumados a viver, principalmente para as crianças, idosos e portadores de necessidades especiais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Uma vez que sempre vivemos em um ambiente amplo, arejado e próximo do centro da cidade; com todas as facilidades ao nosso dispor, como por exemplo:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;- Se não tivermos dinheiro no momento para o transporte urbano, podemos ir a pé ao centro de Porto Velho e resolvermos os nossos problemas;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; - Se não dispormos de dinheiro para comprar a mistura (carne, peixe, etc.) para o almoço, podemos ir ao rio madeira para pescar e assim garantir a alimentação dos nossos filhos;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; - Além de podermos contar com a vizinhança de longos anos de vida juntos, os quais estão sempre prontos a ajudar uns aos outros. Não deixem que nos tire esse direito de viver! Não podemos ser comparados com pessoas que aventuraram na invasão de terras abandonadas, pois somos famílias que já estamos estabelecidas e residentes há mais de 50 (cinqüenta) anos em nossas propriedades de fato, conforme a prescreve os art. 1.238 a 1.242 do Código Civil, Lei nº 10.406 de 10 de janeiro de 2002 e art. 1º da Lei 6.969 de 10 de dezembro de 1981.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Não deixem que violem os nossos direitos adquiridos! Temos a grande convicção que nos os ex-ferroviários do Bairro Triângulo não fazemos parte do Objetivo do Programa Igarapé do Madeira: “... melhoria da qualidade de vida, de populações fixadas em assentamentos precários...”, pois temos casas há mais de 50 (cinqüenta) anos em bom estado de conservação, temos água tratada, energia elétrica, telefone, coleta de lixo, rua pavimentada, escolas, posto de saúde, sede de associação do bairro, linha de ônibus, etc. Levar pessoas idosas e crianças para morar em apartamentos, as quais estão acostumadas a viver em família todos juntos num ambiente amplo e arejado é o mesmo que condená-las a prisão perpétua, sem liberdade e perspectiva de vida, pois passarão os tempos todo confinados entre quatro paredes.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Queremos que respeite a nossa história e tradição, pois somos esposas, filhos, filhas, netos e bisnetos de homens que foram verdadeiros desbravadores da Ferrovia do Diabo;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Queremos mesmo que as famílias dos ex-ferroviários possam continuar desfrutando do seu aconchego do lar junto com seus familiares como vem sendo feito desde a construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Que realmente os Órgãos Competentes nos apresentem uma cópia do verdadeiro Projeto que foi aprovado pelo PAC, e deixe na Sede da Associação dos Moradores do Bairro, para que todos tomem conhecimentos e vejam que não se trata de mera especulação imobiliária futura dos terrenos desocupados, ou pior que os mesmos não venham servir de trampolim para fins eleitoreiros de alguns políticos;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Que deixe uma Comissão dos Moradores escolhidos em assembléia, para participarem e fazerem parte de toda tomada de decisão a respeito do Projeto Igarapé Grande;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Somos a favor da Urbanização do Bairro Triângulo, pois essa sempre foi a nossa bandeira, como moradores fundadores e pioneiros, mas sem ser necessário retirar as famílias tradicionais e pioneiras do bairro, ao contrario queremos ser inseridos nesse mega Projeto.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Lembre-se sempre, uma Árvore não vive sem as Raízes. Não arranque as nossas raízes, pois restarão somente cinzas das famílias fundadoras e pioneiras do Bairro Triângulo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Não podemos ser comparados com pessoas que aventuraram na invasão de terras abandonadas, pois somos família que já estamos estabelecidas e residente há mais de 50 anos (cinqüenta) anos em nossa propriedade de fato, conforme prescreve os art. 1.238 a 1.242 do CC, Lei 10.406 de 10 de janeiro de 2002 e art. 1º da Lei 6.969 de 10 de dezembro de 1981.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;NOSSA PREOCUPAÇÃO:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Como o Bairro Baixa da União e Cai N’agua, ficam próximos ao Bairro Triângulo (ou seja, na entrada), e que foram bairros criados através da desocupação do antigo Bairro Alto do Bode, e que o motivo para a invasão dessas terras se deram mais com fins eleitoreiros de alguns políticos que conseguiram se eleger na época, graças a esse movimento.&lt;br /&gt;  &lt;br /&gt; Por esse motivo tornaram-se um bairro se nenhuma estrutura física, com somente um amontoados de casas e casebres, o que motiva a induzir nos mesmos a prostituição, consumo e venda de drogas. Todavia mesmos os nossos Representantes legais, sabendo de tais acontecimentos nunca tomaram nenhuma providencia a respeito.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Por esse motivo o Bairro Triângulo está sendo alvo de difamação por parte de matérias publicadas nos órgãos de comunicação, ou seja, fazem as reportagens no Cai N’agua (tiram fotos dos bares), e falam que são do Bairro Triângulo, com o único objetivo de denegrir a imagem do primeiro bairro da nossa amada cidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: verdana,geneva,sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px;"&gt;Por tudo que foi explanado nos termos acima, nos ajude nessa nossa empreitada, pois estamos prestes a sermos despejados não somente de nossas casas, mas de toda a nossa historia de vida.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 10px;"&gt;Fonte: Aracy Silva  &lt;a href="mailto:evaracy@hotmail.com"&gt;&lt;br /&gt; evaracy@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;</description><pubDate>Sat, 08 Oct 2011 11:42:04 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/xisedimar/movimento-hip-hop-da-floresta/porto-velho-e-minha-paixao-o-bairro-triangulo-e-minha-historia-de-vida</link><guid>http://cirandas.org/xisedimar/movimento-hip-hop-da-floresta/porto-velho-e-minha-paixao-o-bairro-triangulo-e-minha-historia-de-vida</guid></item><item><title>ARTESÃOS DE PORTO VELHO PARTICIPAM DE FEIRA DA ECONOMIA SOLIDÁRIA</title><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Os 42 artesãos que atuam nos projetos de Economia Solidária da prefeitura, ligados à secretaria municipal de Desenvolvimento Socioeconômico e Turismo (Semdestur), e também à Coordenadoria de Políticas Públicas para as Mulheres, estão participando da Feira Internacional de Artesanato, que está instalada nas dependências do Bingol, em Porto Velho. Bancas de 17 países e 12 estados brasileiros dividem espaço com o artesanato de Rondônia, que na Capital pode ser visto nos finais de semana na Feira do Sol, no estacionamento da Praça do Relógio e também na Feira do Porto.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Para o secretário da Semdestur, Agnaldo Nepomuceno, a feira internacional é uma oportunidade de expandir a divulgação do trabalho que vem sendo feito em Porto Velho na geração de emprego e renda, além de divulgar a cultura do Norte do País para turistas e visitantes.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Entre os materiais expostos na feira, estão desde perfumes da Tunísia, tecidos da Índia, enfeites da Indonésia, a doces árabes. Rússia, Tailândia e Turquia, se misturam a materiais de Alagoas, Piauí, tudo no mesmo espaço. Segundo Lemárcia Muniz, diretora da Associação dos Artesãos do Ceará, que promove a feira há cinco anos, o artesanato produzido em Porto Velho não deixa nada a desejar em relação ao que vem sendo fabricado pelo mundo a fora. Lemárica elogiou a qualidade das biojóias feitas com sementes nativas e também o trabalho manual sobre tecidos e linhas, como tricô e crochê.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Na Feira do Sol, montada na parte externa do prédio, também estão expondo seus trabalhos artesãos de Ji-Paraná, Cacoal e Ariquemes, convidados pela associação de Porto Velho, numa parceria da Prefeitura com o Governo do Estado. Materiais feitos de cipós titica e ambé, biojóias de capim dourado, vasos e brincos, pulseiras e bolsas de palha ocupam a maior parte dos estandes. Calçados feitos à mão e mesas de concreto chamam a atenção dos visitantes. O secretário Agnaldo visitou as bancas, acompanhado da coordenadora de Políticas Públicas para Mulheres da Prefeitura, Mara Araújo, e elogiou o trabalho. “É tudo muito bonito, temos orgulho dessa cultura tão forte no nosso estado”, disse. Mara observou as artes em madeira que remontam à história de Porto Velho, representação de pontos turísticos da cidade. “Queremos levar para outras capitais do Brasil a arte feita aqui, e ampliar a geração de trabalho e renda para essas famílias”, explicou.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por Róbinson Gambôa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fotos Frank Néry&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Fonte: ASSESSORIA &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 08 Oct 2011 10:57:08 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/xisedimar/movimento-hip-hop-da-floresta/artesaos-de-porto-velho-participam-de-feira-da-economia-solidaria</link><guid>http://cirandas.org/xisedimar/movimento-hip-hop-da-floresta/artesaos-de-porto-velho-participam-de-feira-da-economia-solidaria</guid></item><item><title>REUNIÃO DE ARTICULAÇÃO DO FÓRUM TERRITORIAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA E PREPARATÓRIA À IV PLENÁRIA ESTADUAL DO FRES</title><description>&lt;p&gt;O Fórum Rondoniense de Economia Solidária sentindo a necessidade de capilarizar sua articulação no Estado, pretende estabelecer um canal de diálogo em dimensões territoriais e municipais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A construção deste processo se dará envolvendo representantes de Empreendimentos Econômicos Solidários, Entidades de Apoio e Fomento à Economia Solidária e Gestores Públicos que desenvolvem políticas para Economia Solidária (Municipais, Estadual e Federal) articulados em Rede.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A construção da Economia Solidária, na perspectiva de um Fórum Permanente em Rondônia, tem a sua plataforma e carta de princípios consolidada a partir do Fórum Brasileiro de Economia Solidária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Constituição de seu colegiado representativo, em nível estadual, seguirá as orientações estabelecidas a partir da IV Plenária Nacional de Economia Solidária, bem como os processos que orientarão a construção de Fóruns Territoriais/Regionais e/ou Micro Fóruns, também seguirão esta perspectiva. Sendo o Fórum Estadual a instância interlocutora entre o conjunto de Fóruns Interiorizados com a articulação nacional do FBES.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De outro lado, os processos de articulações nestas instâncias, respeitarão a dinâmica, cultura e organização produtiva solidária local, sobretudo no que se referir ao empoderamento da sociedade civil nos processos, envolverá aqueles/as que comprovadamente desenvolvem e se comprometem com a construção desta outra Economia na perspectiva de um desenvolvimento sustentável e solidário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Fóruns de Economia Solidária não são instâncias governamentais, nem organização de ONG’s e sim um espaço que congrega e articula as perspectivas das bases da Economia Solidária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coordenação de Articulação Estadual do FRES.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 03 May 2011 12:07:57 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/xisedimar/movimento-hip-hop-da-floresta/reuniao-de-articulacao-do-forum-territorial-de-economia-solidaria-e-preparatoria-a-iv-plenaria-estadual-do-fres</link><guid>http://cirandas.org/xisedimar/movimento-hip-hop-da-floresta/reuniao-de-articulacao-do-forum-territorial-de-economia-solidaria-e-preparatoria-a-iv-plenaria-estadual-do-fres</guid></item><item><title>4° Plenária do Fórum Rondoniense de Economia Solidaria </title><description>#&lt;Proc:0x00006551db63d570@/app/app/models/event.rb:110&gt;</description><pubDate>Tue, 03 May 2011 11:20:36 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/xisedimar/movimento-hip-hop-da-floresta/4%C2%B0-plenaria-do-forum-rondoniense-de-economia-solidaria</link><guid>http://cirandas.org/xisedimar/movimento-hip-hop-da-floresta/4%C2%B0-plenaria-do-forum-rondoniense-de-economia-solidaria</guid></item><item><title>Ponto de Cultura Maloca Digital</title><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;O Ponto de  Cultura é um programa do governo Cultura viva, que permite um espaço  permanente para fazer articulações para as demais atividades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;Ponto de cultura Maloca Digital  visa a democratizar os jovens  indígenas Suruís para produção em multimídias e reapropriação  tecnológicas para fins sociais, criando assim uma referência em cultura  digital. &lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; O ponto Macola  Digital tem como finalidade o empoderamento de jovens indígenas do  município de Cacoal- RO envolvidos diretamente no projeto comunicação em  rede de e capacitação em produção de multimídia, disponibilizando  acesso ás tecnologias digitais nas atividades, nos produtos do povo  suruí, tais como: artesnato , música, rituais visando visando o  fortalecimento da cultura do povo indigena Paiter Suruí. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;Por: Ubiratan Gamalodtaba Suruí&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt; Luan Mopib gorten Suruí&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><pubDate>Thu, 14 Apr 2011 15:36:47 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/xisedimar/movimento-hip-hop-da-floresta/ponto-de-cultura-maloca-digital</link><guid>http://cirandas.org/xisedimar/movimento-hip-hop-da-floresta/ponto-de-cultura-maloca-digital</guid></item></channel></rss>