<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) Unicafes ES</title><link>http://cirandas.org/unicafeses</link><description>Conteúdo do(a) Unicafes ES publicado no CIRANDAS</description><item><title>Centrais de Cooperativas de Crédito realizam Seminário Nacional</title><description>&lt;p&gt;&lt;img style="float: right; margin-left: 15px;" src="/articles/0030/5249/Destaque01.jpg" alt="" width="350"&gt;O III Seminário Nacional do Cooperativismo de Crédito Solidário reuniu mais de duzentas lideranças do cooperativismo de crédito solidário de todo o Brasil para discutir os avanços e desafios do crédito solidário para a Agricultura Familiar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na abertura oficial do evento ocorrido em 14 de abril, no Hotel Nacional em Brasília foi realizada uma mesa de honra com a presença do Presidente da Confesol, Ailton Croda, Presidente da Unicopas, Luiz Possamai, o Ministro do Desenvolvimento Agrário – MDA, Patrus Ananias, Ministro do Trabalho e Emprego, Manuel Dias, Senador da República/TO, Donizete Nogueira, Diretor Executivo FGCoop, Lucio Faria, Diretora Técnica do Sebrae, Heloisa de Menezes, representante da Contag, Alessandra Lunas, representante da Assessoria da Presidência da Caixa Econômica Federal, Eliane Mattioli, Gerente de Negócios Cooperativistas do Banco do Brasil, Álvaro Tosetto, além de deputados federais e homenageados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento também contou com a presença dos diretores das cooperativas filiadas a Confesol, pertencentes às Centrais de Crédito Ascoob, Crehnor, Cresol Central, Cresol Sicoper e Central Cresol Baser.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em sua abertura o Seminário realizou o lançamento da pauta institucional do Cooperativismo Solidário é um marco histórico do Cooperativismo no Brasil, onde os sistemas Unicafes – União Nacional das Coop da AF e Economia Solidária, a Unisol – Central das Coop e Empreendimentos Solidários e a CONCRAB – Confederação das Cooperativas da Reforma Agrária do Brasil, reúnem forças e constituem a Unicopas – União Nacional das Organizações Cooperativistas Solidárias, que juntas através da sua base social, está presente em todos os Estados Brasileiros e representa mais de 2 mil cooperativas com atuação nos mais diferentes setores da economia e engloba um público de aproximadamente 550 mil organizados segundo os princípios do cooperativismo e da economia solidária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A pauta política da UNICOPAS representa a síntese de demandas e proposições dos trabalhadores do campo e da cidade que, organizados em cooperativas buscam a inserção nos processos de desenvolvimento local com geração de renda e trabalho de forma justa e solidária, promovendo a democratização das oportunidades na busca de qualidade de vida para todos e todas”, destacou o Presidente da Unicopas, Luiz Possamai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na oportunidade também foi realizado a assinatura de convênios entre a Confesol e o Sebrae Nacional, e entre a Unicafes e o Trias e o estado de Minas Gerais, em prol ao desenvolvimento do cooperativismo de crédito e da economia solidária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Finalizando as falas, o Presidente da Confesol, Ailton Croda, destacou a importância do momento que contou com presenças representativas para o crescimento e desenvolvimento do Cooperativismo Solidário da agricultura Familiar, “Esse Seminário é um marco para que possamos cada vez mais avançar junto aos parceiros estratégicos e nos pautar nos desafios atuais do cooperativismo, voltando a promover a inclusão social, desenvolvendo produtos e serviços adequados articulando os diferentes ramos cooperativistas. Esses avanços dependem de cada um de nós: ministros, autoridades, diretores, colaboradores, nos desafiando na busca de novas oportunidades, superando os desafios a cada dia”, concluiu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;HOMENAGENS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a primeira noite do evento o Seminário também contou uma homenagem aos grandes lutadores e defensores da Economia Solidária, do direito a Cidadania e do Cooperativismo, o ex-senador e Secretário de Direitos Humanos, Eduardo Suplicy, o Deputado Federal e fundador do Sistema Cresol, Assis do Couto e o Secretário da Economia Solidária, Paul Singer. A homenagem foi realizada pelo Presidente do Instituto Infocos, Vanderley Ziger, que lembrou a importante caminhada e cada um dos homenageados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PAINEIS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Seminário também apresentou uma programação envolvendo discussões e painéis com atores e parceiros do cooperativismo solidário, dentre eles BACEN, BNDES, Banco do Brasil, FGCoop, Sebrae e especialistas em Cooperativismo e Economia Solidária. Durante o dia 15 de abril foram realizados os painéis, com temas focados nas políticas públicas e o papel do cooperativismo solidário para promover o desenvolvimento rural sustentável, além de temas como os desafios da inclusão sócio financeira no Brasil e ainda a relação do cooperativismo de credito e órgãos reguladores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ASSEMBLEIA GERAL&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Seminário contou ainda com os trabalhos em grupos que apresentou as discussões sobre os desafios e perspectivas, encerrando com a realização da Assembleia Geral da Confesol.&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;[+] FONTE: Confesol&lt;/pre&gt;</description><pubDate>Fri, 01 May 2015 22:23:20 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/unicafeses/noticias/centrais-de-cooperativas-de-credito-realizam-seminario-nacional</link><guid>http://cirandas.org/unicafeses/noticias/centrais-de-cooperativas-de-credito-realizam-seminario-nacional</guid></item><item><title>Inca condena uso de agrotóxicos e recomenda redução</title><description>&lt;p&gt;&lt;img style="float: right; margin-left: 15px;" src="/articles/0030/5247/Destaque02.jpg" alt="" width="350"&gt;O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) se posicionou hoje (8) contra o modo como os agrotóxicos são usados no Brasil, recomendando sua redução em um documento de cinco páginas, no qual ressaltou os riscos dessas substâncias para a saúde e de contribuírem para a incidência de câncer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O modelo de cultivo com o intensivo uso de agrotóxicos gera malefícios, como poluição ambiental e intoxicação de trabalhadores e da população em geral", diz o documento, que, além de apontar as intoxicações causadas imediatamente após a exposição, também enumera efeitos que aparecem após anos de exposição: "Dentre os efeitos associados à exposição crônica a ingredientes ativos agrotóxicos podem ser citados infertilidade, impotência, abortos, malformações, neurotoxicidade, desregulação hormonal, efeitos sobre o sistema imunológico e câncer".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A recomendação do instituto é que se adote "a redução progressiva e sustentada do uso de agrotóxicos", prevista no Programa Nacional de Redução de do Uso de Agrotóxicos e a produção agroecológica, segundo a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Inca explica no documento que a presença de agrotóxicos não se restringe a produtos in natura, como legumes e verduras, mas também existe em alimentos industrializados com ingredientes como trigo, milho e soja: "A preocupação com agrotóxicos não pode significar a redução do consumo de frutas, legumes e verduras, que são alimentos fundamentais em uma alimentação saudável e de grande importância na prevenção do câncer".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O coordenador de ensino do Inca, Luis Felipe Pinto, destacou que o Brasil é o país para o qual a discussão é mais importante, já que ele é o principal consumidor de agrotóxicos do mundo e tem forte contribuição da agricultura em sua economia. Segundo ele, "O Inca não faz isso por achismo ou por questão ideológica. Segue as evidências cientificas, fruto do trabalho de sua equipe e de cientistas no mundo inteiro".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pinto justifica o alerta afirmando também que a Organização Mundial de Saúde e o Inca prevêem que, em 2020, o câncer se torne a principal causa de morte no Brasil. Para ele, os efeitos do aumento do uso de agrotóxicos nos últimos anos devem se refletir em ainda mais casos da doença em 15 ou 20 anos: "Houve uma explosão dos pesticidas. Em 10 anos, subiu oito vezes e meia o gasto econômico [com agrotóxicos], o que é um indicador disso".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o produtor orgânico Alcimar do Espírito Santo, há grande interesse dos agricultores em mudar sua produção para orgânica, mas hesitações econômicas ainda são um entrave. "Há toda uma cultura da agricultura convencional, em que eles já estão acostumados com seus compradores", diz ele, que explica também que a transição é difícil, porque a terra que recebia pesticidas e fertilizantes precisa "descansar" por um tempo para produzir produtos livres dessas substâncias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O nutricionista do Inca Fábio Gomes afirma que a população que trabalha no campo é a mais afetada pelos agrotóxicos e recomenda que a economia orgânica seja incentivada pelos consumidores: "É preciso valorizar os produtos orgânicos. E também interferir e sugerir aos legisladores e tomadores de decisão para que eles possam valorizar a produção de produtos livres de agrotóxicos, inclusive encarecendo a produção dos outros produtos".&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;[+] FONTE: Agência Brasil&lt;/pre&gt;</description><pubDate>Fri, 01 May 2015 22:20:16 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/unicafeses/noticias/inca-condena-uso-de-agrotoxicos-e-recomenda-reducao</link><guid>http://cirandas.org/unicafeses/noticias/inca-condena-uso-de-agrotoxicos-e-recomenda-reducao</guid></item><item><title>Políticas públicas buscam promover igualdade de gênero no meio rural</title><description>&lt;p&gt;&lt;img style="float: right; margin-left: 15px;" src="/articles/0030/1585/mulheres_no_campo.jpg" alt="" width="350" height="182"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) atuam para efetivar a igualdade entre homens e mulheres no campo. Para isso, executam e articulam políticas que visam promover a autonomia das mulheres rurais o direito à terra, cidadania e desenvolvimento econômico e ambiental.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As mulheres representam 48% da população rural e constituem importante segmento da agricultura familiar, sendo representadas nas: agricultoras familiares, assentadas da reforma agrária, assentadas do crédito fundiário, mulheres extrativistas, mulheres das águas, pescadoras artesanais, indígenas, mulheres quilombolas, quebradeiras de coco, geraizeiras, mulheres faxinalenses, mulheres caiçaras, pantaneiras, mulheres pertencentes às populações de fundo e fecho de pasto, mulheres catadoras de mangaba, ciganas, pomeranas e retireiras do Araguaia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RURAL SUSTENTÁVEL E SOLIDÁRIO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A titulação conjunta obrigatória da terra; a adoção da obrigatoriedade da Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Desenvolvimento da Agricultura Familiar (Pronaf) conjunta para situação de casamento ou união estável; a ampliação da participação das mulheres e suas organizações nos espaços de monitoramento e controle social da política pública nas instâncias territoriais expressam a conquista por direitos das organizações e movimentos de mulheres.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dentre as políticas públicas, destacam-se:&lt;/p&gt;
&lt;ul style=""&gt;
&lt;li&gt;O Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural (PNDTR) que leva informação, cidadania e inclusão produtiva às mulheres rurais, por meio de mutirões que emitem, gratuitamente, documentos civis, trabalhistas e de acesso aos direitos previdenciários e econômicos; em 2015, serão inauguradas duas lanchas de apoio ao PNDTR na região Norte contribuindo para levar cidadania e políticas públicas para as mulheres ribeirinhas. Mais de 1,3 milhão de mulheres já foram atendidas pelo PNDTR.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural por meio dos serviços de Ater para Mulheres, ofertando ações de formação e orientação técnica para o desenvolvimento da produção das mulheres rurais; as chamadas mistas de Ater contam com 50% de mulheres no público beneficiário.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O Programa de Organização Produtiva das Mulheres Rurais, que oferece instrumentos necessários para que as agricultoras possam cultivar e comercializar suas produções baseadas nos princípios da agroecologia e da economia feminista; mais de 138 mil mulheres já foram beneficiadas com ações de apoio à organização produtiva.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O Crédito Pronaf Mulher e a Modalidade Apoio Mulher na Reforma Agrária, constituindo-se como fontes de financiamento para produção das mulheres na agricultura familiar e reforma agrária; nos sete primeiros meses da safra 2014/2015, as mulheres financiaram 2,4 bilhões em mais de 340 mil contratos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O Programa de Compras Públicas, com destaque para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), que fortalece o papel das mulheres na produção e comercialização; 49% dos contratos foram realizados com mulheres em 2014.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O Programa Nacional de Reforma Agrária, estabelecendo a titularidade para as mulheres no acesso às políticas públicas, tais como: Minha Casa, Minha Vida; Bolsa Verde. A nova modalidade de crédito da reforma agrária tem as mulheres como titulares dos cartões e estão integrados ao Plano Brasil Sem Miséria. A parceria com os movimentos e organizações de mulheres rurais tem contribuído para ampliar o alcance das políticas públicas e promover um Brasil Rural com Igualdade.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;pre&gt;[+] FONTE: Ministério do Desenvolvimento Agrário&lt;/pre&gt;</description><pubDate>Tue, 17 Mar 2015 23:32:40 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/unicafeses/noticias/politicas-publicas-buscam-promover-igualdade-de-genero-no-meio-rural</link><guid>http://cirandas.org/unicafeses/noticias/politicas-publicas-buscam-promover-igualdade-de-genero-no-meio-rural</guid></item></channel></rss>