Fórum Paranaense de Economia Solidária realiza primeira Reunião Itinerante em Maringá
mayo 2, 2011 0:00 - no comments yetFonte: Edson Leonardo Pilatti
Em Maringá, durante a programação do Evento Agroecologia, Economia Solidária, Segurança Alimentar e Nutricional e Comunicação Comunitária na Região Noroeste do Paraná. Bases para o Desenvolvimento Sustentável onde ocorreu o IIIo. Encontro Regional de Agroecologia (3 ERA), o Io. Encontro Regional de mídia e comunicação comunitária e o IIo. Encontro Regional de Economia Solidária, o Fórum Paranaense de Economia Solidária realiza a sua primeira reunião itinerante.
Evento em Maringá é palco da entrega do Projeto de Lei de Economia Solidária para o Estado do Paraná
mayo 2, 2011 0:00 - no comments yetFonte: Edson Leonardo Pilatti
O Secretário do Trabalho, Emprego e Promoção Social - Luiz Claudio Romanelli recebeu das mãos dos representantes do Fórum Paranaense de Economia Solidária o Projeto de Lei que constitui o Conselho e o Fundo Estadual de Economia Solidária.
"O Paraná necessita de uma Lei que permita ao Governo do Estado apoiar a constituição de novos empreendimentos de Economia Solidária, além de garantir a capacitação e o desenvolvimento dos já existentes, diz o Secretário Romanelli". Carlos Cavalcante, representante do Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis e da Coordenação do Fórum Paranaense de Economia Solidária destaca a importância de o Estado garantir os recursos necessários para que a Economia Solidária consiga dar um salto de qualidade na sua organização econômica e social.
Comércio Justo e Solidário: frete grátis para produtos Ateliê Samana
abril 25, 2011 0:00 - no comments yetFonte: Andrea Viana Faustino
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Fórum Regional de Economia Popular e Solidária do Litoral Norte do RS se posiona sobre PL 865
abril 19, 2011 0:00 - no comments yetFonte: Fórum Regional de EPS Litoral Norte
"Não nos sentimos contemplados num espaço dentro de um ministério da Micro Empresa"
O Fórum Regional de Economia Popular e Solidária do Litoral Norte do RS (FREPS LITORAL NORTE), na manifestação de seus atores coloca-se na defesa dos interesses dos Empreendimentos Solidários e dos conceitos que norteiam a Economia Solidária e repudia veementemente o PL 865, por entender como uma afronta aos trabalhadores e interesses dessa nova Economia.
Somos favoráveis ao que foi discutido e consensuado na II CONAES, ou seja, um Ministério. Não nos sentimos contemplados num espaço dentro de um ministério da Micro Empresa e entendemos que o menosprezo com que até agora o governo trata a nossa luta é inaceitável e a falta de diálogo um desrespeito para com o Movimento. Por conta dessas e outras firmamos posição na retomada da luta pelo Ministério Economia Solidária e repudiamos a proposta do governo.
Estamos nos mobilizando para o dia 19/04 com demais fóruns regionais que compõe o FGEPS (Fórum Gaúcho) fazer uma manifestação pública sobre o PL, mas de qualquer forma nós do Fórum Regional do Litoral Norte já estamos afirmando nossa posição e disposição para a luta.
Fórum Paranaense de Economia Solidária também se posiciona com relação ao PL 865
abril 18, 2011 0:00 - no comments yetFórum Paranaense de Economia Solidária (coordfpes@gmail.com)
"Julgamos ser um retrocesso na nossa luta admitirmos integrar uma secretaria de micro e pequenas empresas. Foram muitos os esforços para nos diferenciarmos desta lógica, e agora não há como compartilhar o mesmo lugar institucional"
A consolidação da Economia Solidária no Brasil, ainda depende da criação de uma Política Pública, que congregue os aspectos legais e sociais, essenciais para a construção dessa alternativa de desenvolvimento. Pois, sem dúvida, é isso que a Economia Solidária representa.
O sonho de transformação da sociedade é, talvez, a mais sincera justificativa de quem se debruça sobre as possibilidades da Economia Solidária, associada é claro, a indignação perante as injustiças sociais e a fragilização dos seres humanos, imposta pelo paradigma capitalista neoliberal.
Vivenciar uma realidade onde não exista miséria, onde cada família, seja ela urbana ou camponesa, possa ter seus direitos plenamente respeitados, pode ser caracterizado como utopia, e aqui o termo utopia tem o caráter de sonho possível, não somos utópicos, acreditamos no sonho possível quando lutado em conjunto.
