Ir para o conteúdo
Mostrar cesto Esconder cesto
Tela cheia Sugerir um artigo

Notícias da Economia Solidária na região

13 de Janeiro de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Fonte: site do FBES (www.fbes.org.br)

Rio de Janeiro conquista Feiras Mensais e Permanentes de Economia Solidária e Agricultura Orgânica

13 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Relato de Rosemary Gomes

Foi assinado o decreto do Circuito Carioca de Feiras Ecosol nos POLOS do Rio, agora nossas feiras serão mensais e permanentes em alguns POLOS do RIO (arranjos associativos empresariais determinando territórios geográficos reconhecidos como POLOS do RIO).

Para quem não conhece a realidade carioca, saibam que usar praças públicas ou ruas para organizar Feiras de Economia Solidária ou de Agricultura Orgânica tem sido tarefa árdua desta Secretaria frente a diversos órgãos públicos que cuidam da "ordem", da "limpeza", da vigilância sanitária, do licenciamento e pagamento de taxas de uso do espaço público...dai que usar o que já existe, ao invés de inventar a roda é preciso...Essa etapa foi uma articulação entre duas Diretorias da SEDES, a nossa de Economia Solidária e Comércio Justo e a diretoria de POLOS e Arranjos Produtivos Locais.

Incidir externamente sobre outras Secretarias e organismos da Prefeitura tem sido estrategia realizada pelo Secretário Marcelo Costa e pela nossa Diretoria nos vários níveis do Governo Municipal.

Tentamos sair do dilema ações imediatas X ações estratégicas e fazer tudo ao mesmo tempo agora (lema da Eco92)! E com o lema Tudo Junto e Misturado agregamos força entre os fóruns e os pontos solidários construídos a partir do Projeto RioEcoSol.

Claro que as ações imediatas são mais midiáticas, apresentam resultados rápidos, mas também são responsáveis pelo gás novo da galera que mostra com garra como é possível usar o espaço da cidade de forma democrática, com feiras limpas, sem "desordem", respeitando os consumidores...assim os produtores e produtoras praticam os princípios e envolvem outros da sociedade para nossa causa de uma Nova Civilização, onde uma Nova Economia cumpre papel essencial nessa construção.

Como alguns amigos brincam aqui no Rio : oxalá não sejamos apenas uma Diretoria de Feiras (são oficios e papelada sem fim), mas se elas ajudam e são compreendidas como um direito, porque não ter como uma das opções de comercialização...... enquanto aguardamos nosso Mercado Municipal e nosso ponto fixo na Orla de Copacabana.

Relembrando a agenda militante de setembro

Dia 12 - hoje (horário a ser divulgado pela Elza- ainda na parte da manhã) Despedida da Neli no cemitério do Caju capela J

Dia 15 a partir das 9:30 horas Esperamos todos no lançamento do 1 o. Banco Comunitário da Cidade de Deus (na Quadra enfrente a Agencia do CDD) Dia 20 às 9 horas - Reunião do Fórum Municipal (FCP-Rio) - Solicitamos um ponto de pauta para debate sobre os eixos orientadores do Edital SENAES/MTE para os Municípios. Local: Auditório 9 andar - Prédio da SEDES - Praça Pio X Candelária

Dia 27 (parte da manhã) da Reunião do Fórum Estadual (FCP/RJ) - Solicitamos a Secretaria do FCP a inclusão de um ponto extra na Pauta do Mês : receber a visita da delegação de CECI Canadá (Michel Chaurette e Marilena Bioli) Os amigos canadenses passam no Rio a caminho de Brasilia e querem conhecer o movimento de ecosol, nada melhor que irem a uma reunião do Forum né? A tarde eles seguem uma agenda de visita a dois Pontos Solidários (Alemão e Manguinhos) ou Manguinhos e Sta Marta a depender da segurança e da logística dos horários.

Obs: CECI é uma importante agencia de voluntários da cooperação internacional que participa da REDE Canadense de ECOSOL e estará tb conhecendo a SEDES e as politicas públicas em vários países da América Latina. Local : Palong - General justo 275 - 5o. andar



Conselho de Economia Solidária de Minas Gerais se reúne hoje

13 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: Rodrigo Pires Vieira (Presidente do CEEPS/MG)

Conselheiros e Conselheiras de economia solidária estão reunidos/as hoje, dia 13, desde às 9h, na SETE, situada a Rua Martin de Carvalho, 94 - 3° andar, Bairro Santo Agostinho, Belo Horizonte.

A pauta da reunião, conforme divulgado, será:

* Apresentação dos Fundos;

* Apresentação Unicafes;

* Projeto Senaes;

* Apresentação das Feiras;

* Seminário Certificação.

A Secretaria Executiva do Conselho Estadual de Economia Popular Solidária de Minas Gerais se localiza na Rua Martim de Carvalho, 94 - 4o. andar - B. Santo Agostinho - Belo Horizonte/MG - CEP: 30.190-090. FAX: (31)3348-4468 Tel.: (31) 3348-4468 - e-mail: ceeps@social.mg.gov.br



Em Guarulhos economia solidária participou do desfile da Pátria

12 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: Robson Grizilli (robsongrizilli@yahoo.com.br)

A comissão organizadora do desfile de 7 de setembro no município, convidou a Seção de Inclusão Produtiva (Secretaria de Assistência Social e Cidadania)para participar do evento, onde o tema central foi "Educação: Construindo o Futuro da Nossa Cidade".

A nossa equipe apresentou a proposta aos grupos que participam da feira solidária e, após a aceitação do convite, os participantes decidiram como se apresentar no desfile. Na reunião do dia 30 de agosto foi sugerida e deliberada a construção de uma bandeira gigante com os dizeres "Economia Solidária: outra economia acontece em Guarulhos". Além disso, cada participante levaria um produto do grupo para expressar o sentido da feira solidária que acontece uma vez por mês no Bosque Maia na região central de Guarulhos. A participação no desfile deu visibilidade a Economia Solidária, fortaleceu os grupos e mostrou a importância da Economia Solidária como alternativa na diminuição da exclusão social.



Encontro dos Grupos de Consumo Responsável acontece Parelheiros (SP)

9 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: www.institutokairos.net

Nos dias 28 a 30 de agosto de 2011, aconteceu o Encontro dos Grupos de Consumo Responsável, em Parelheiros, no extremo sul da cidade de São Paulo. O encontro foi organizado pelo Instituto Kairós no âmbito do Projeto "Promoção do Consumo Responsável nos Territórios Rurais", em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Territorial do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SDT/MDA), e promoveu o diálogo entre os Grupos de Consumo Responsável (GCRs) e integrantes da política de desenvolvimento territorial da SDT/MDA, tendo contado com aproximadamente 50 participantes vindos de 13 diferentes estados do Brasil.

Participaram do encontro no Centro Paulus (centro de formação próximo a áreas de proteção ambiental da cidade): representantes de 13 Grupos de Consumo Responsáveli de diversas regiões do país e integrantes da política de desenvolvimento territorial de São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, dentre eles: ADEs ii, técnicos de BSCs iii, articulador regional e parceiros iv.

A partir do diálogo entre estes atores, o encontro buscou promover o reconhecimento dos sujeitos que atuam com consumo responsável, avançar na construção de uma identidade comum, avaliar as fragilidades e potencialidades das experiências e consolidar os consumidores organizados como atores políticos no movimento da economia solidária.

As atividades contaram com o apoio de Grupos de Consumo Responsável - GCRs e parceiros envolvidos na construção da programação e tiveram início com a exposição da experiência dos diversos grupos presentes como uma "Feira dos Grupos de Consumo", onde os participantes puderam conhecer e conversar sobre as diversas realidades dos grupos. Em seguida, na mesa de abertura, o Instituto Kairós trouxe o contexto da realização do encontro e da região (Parelheiros) e suas experiências de agricultura familiar; e Miriam Langenbach (Rede Ecológica) deu as boas-vindas em nome dos Grupos de Consumo. A mesa seguinte sobre os GCRs e seu papel na sociedade abordou, de um lado, o estudo feito pelo Instituto Kairós sobre os GCRs no ano passado e, de outro, a apresentação da Política Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável e sua relação com a estratégia do consumo organizado, pelo articulador regional sul/sudeste Clóvis Lunardi.

O segundo dia teve início com uma mesa sobre a tecnologia da informação como ferramenta de gestão para os GCRs e contou com as apresentações da experiência do SISCOS (experiência coordenada pelo Instituto Ouro Verde, BSC do Território do Portal da Amazônia - MT) e da construção participativa de uma ferramenta de gestão para GCRs que vem ocorrendo no último ano. Na atividade seguinte, os participantes escolheram temas específicos para discutir em Grupos de Trabalhos e depois apresentar de volta ao coletivo, buscando entender os desafios da sustentabilidade dos GCRs. Os temas discutidos foram: (1) Identidade e papel político, (2) Produção, (3) Logística, (4) Gestão e (5) Comunicação e educação.

Na manhã do último dia, ocorreram as mesas sobre "Educação e Comunicação" e sobre "Políticas Públicas, Desenvolvimento Territorial e Consumo Responsável". A primeira trouxe reflexões sobre a educação para o consumo responsável a partir da discussão dos hábitos dos consumidores e a apresentação da Campanha Nacional de Comércio Justo e Solidário atualmente em construção pelo Faces do Brasil. A segunda contou com as experiências de produtores do Maciço do Baturité (CE) e dos GCRs RedeMoinho (Salvador - BA) e Rede Ecológica (Rio de Janeiro - RJ), nas articulações com PNAE v, CONSEAs vi, Fóruns de Economia Solidária e a Conferência Nacional de Economia Solidária.

Como parte do fechamento das atividades, foi construído um plano de ação coletivo, que acordou a criação de uma Rede de Grupos de Consumo Responsável e levantou atividades a serem realizadas nas seguintes áreas: identidade; incidência em políticas públicas; informações/dados/conhecimento; difusão/comunicação/educação; produção; e ferramentas. Os presentes ficaram de levar esta proposta para seus grupos e instituições para definirem suas respectivas inserções na Rede.

Ainda no encerramento foi feita uma avaliação coletiva do encontro, propondo-se como base para as colocações e expressões dos participantes os aspectos "Que bom...", "Que pena..." e "Que tal...?" Por fim, os participantes abraçaram-se em um grande círculo e concluiu-se com uma nova rodada de manifestações e expressões pessoais sobre o encontro.

A equipe do Instituto Kairós agradece a participação e o comprometimento de todos e todas, que fizeram desse mais um importante momento no fortalecimento da economia solidária e do desenvolvimento rural sustentável em nosso país. Mais informações sobre o encontro serão disponibilizadas em breve no site: www.institutokairos.net .

São Paulo, 08 de setembro de 2011

i Foram os seguintes grupos, agrupados por estado: RS: Cooperativa GiraSol, Cooper EcoSol. SC: Compras Coletivas da Ilha, Triambakam. SP: ComerAtivaMente, Trocas Verdes, Rede de Produção e Consumo Responsável de Piracicaba, Grupo de Compras Coletivas de Botucatu. RJ: Rede Ecológica. MT: SISCOS. GO: ADAO-GO. BA: RedeMoinho. CE: Grupo de Consumidores Responsáveis do Benfica.

ii ADE = Articulador de Dinamização Econômica.

iii BSC = Base de Serviços de Apoio à Comercialização.

iv SDT/MDA, MDA-SP, Cooperativa Vinculus, CTA/EPA, Cooperafloresta, APEMB, APAT, FBES, Faces do Brasil, NESOL-USP, Capina, Giramundo Mutuando e Preface Design.

v PNAE = Programa Nacional de Alimentação Escolar.

vi CONSEA = Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional.



Cidade de Deus terá banco comunitário

8 de Setembro de 2011, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Por Alana Gandra*

Moeda social chamará CDD e terá imagens da própria comunidade e algumas lideranças importantes na história da Cidade de Deus

O primeiro banco comunitário do Rio será inaugurado no próximo dia 15 de setembro na Cidade de Deus. O projeto será apresentado hoje (10) no 2o. Congresso Fluminense de Municípios, que a Associação Estadual de Municípios do Rio de Janeiro (Aemerj) promove, em conjunto com o governo do estado, a prefeitura da capital e a Assembleia Legislativa (Alerj), no Armazém 2, no Pier Mauá.

"Nós fomos escolhidos como política pública inovadora para ser apresentada a outros municípios, para que ela possa ser replicada", disse o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico Solidário, Marcelo Henrique da Costa.

A metodologia e o processo de envolvimento dos moradores da Cidade de Deus no projeto do banco comunitário começaram há dois anos. "É um processo de amadurecimento, de conhecimento do território, de construção participativa".

Será apresentada também no congresso a experiência do município de Silva Jardim, situado na região das Baixadas Litorâneas, que criou no ano passado um banco com moeda própria: o Capivari. Marcelo Costa alertou, contudo, que a construção do banco comunitário "não ocorre a partir de uma canetada do gestor. Vai ser necessário diálogo, porque o protagonismo de um banco comunitário é, necessariamente, local".

Ele explicou que um banco comunitário não é uma instituição pública. "O banco tem parceria pública mas, acima de tudo, é da sociedade local". O banco da Cidade de Deus terá uma moeda, o CDD, que será utilizada para compras na comunidade, com descontos.

"O indivíduo vai ao banco comunitário, troca o seu real por CDD. A relação é paritária, ou seja, um por um. Ele vai ao comércio, aos serviços e, ao apresentar a moeda social, receberá um pequeno desconto", informou Costa. Com isso, ganha o consumidor, que compra com desconto, e também o comerciante, pela escala e pela fidelização do cliente.

A moeda social da Cidade de Deus não vale, entretanto, para outros locais. O secretário disse que a lógica é que o recurso adquirido na Cidade de Deus circule pela própria comunidade, "criando prosperidade, desenvolvimento e melhorando os negócios".

Marcelo Costa destacou que o banco comunitário não resolve todos os problemas, mas pode ser uma "tecnologia social potente e inovadora para transformar a realidade local".

O congresso debaterá o municipalismo e terá a participação de lideranças da região.

* http://agenciabrasil.ebc.com.br



Categorias

Comunicação, Organização do movimento, Região Sudeste