Em Guarulhos economia solidária participou do desfile da Pátria
сентября 12, 2011 0:00 - no comments yetFonte: Robson Grizilli (robsongrizilli@yahoo.com.br)
A comissão organizadora do desfile de 7 de setembro no município, convidou a Seção de Inclusão Produtiva (Secretaria de Assistência Social e Cidadania)para participar do evento, onde o tema central foi "Educação: Construindo o Futuro da Nossa Cidade".
A nossa equipe apresentou a proposta aos grupos que participam da feira solidária e, após a aceitação do convite, os participantes decidiram como se apresentar no desfile. Na reunião do dia 30 de agosto foi sugerida e deliberada a construção de uma bandeira gigante com os dizeres "Economia Solidária: outra economia acontece em Guarulhos". Além disso, cada participante levaria um produto do grupo para expressar o sentido da feira solidária que acontece uma vez por mês no Bosque Maia na região central de Guarulhos. A participação no desfile deu visibilidade a Economia Solidária, fortaleceu os grupos e mostrou a importância da Economia Solidária como alternativa na diminuição da exclusão social.
Encontro dos Grupos de Consumo Responsável acontece Parelheiros (SP)
сентября 9, 2011 0:00 - no comments yetFonte: www.institutokairos.net
Nos dias 28 a 30 de agosto de 2011, aconteceu o Encontro dos Grupos de Consumo Responsável, em Parelheiros, no extremo sul da cidade de São Paulo. O encontro foi organizado pelo Instituto Kairós no âmbito do Projeto "Promoção do Consumo Responsável nos Territórios Rurais", em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Territorial do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SDT/MDA), e promoveu o diálogo entre os Grupos de Consumo Responsável (GCRs) e integrantes da política de desenvolvimento territorial da SDT/MDA, tendo contado com aproximadamente 50 participantes vindos de 13 diferentes estados do Brasil.
Participaram do encontro no Centro Paulus (centro de formação próximo a áreas de proteção ambiental da cidade): representantes de 13 Grupos de Consumo Responsáveli de diversas regiões do país e integrantes da política de desenvolvimento territorial de São Paulo, Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará, dentre eles: ADEs ii, técnicos de BSCs iii, articulador regional e parceiros iv.
A partir do diálogo entre estes atores, o encontro buscou promover o reconhecimento dos sujeitos que atuam com consumo responsável, avançar na construção de uma identidade comum, avaliar as fragilidades e potencialidades das experiências e consolidar os consumidores organizados como atores políticos no movimento da economia solidária.
As atividades contaram com o apoio de Grupos de Consumo Responsável - GCRs e parceiros envolvidos na construção da programação e tiveram início com a exposição da experiência dos diversos grupos presentes como uma "Feira dos Grupos de Consumo", onde os participantes puderam conhecer e conversar sobre as diversas realidades dos grupos. Em seguida, na mesa de abertura, o Instituto Kairós trouxe o contexto da realização do encontro e da região (Parelheiros) e suas experiências de agricultura familiar; e Miriam Langenbach (Rede Ecológica) deu as boas-vindas em nome dos Grupos de Consumo. A mesa seguinte sobre os GCRs e seu papel na sociedade abordou, de um lado, o estudo feito pelo Instituto Kairós sobre os GCRs no ano passado e, de outro, a apresentação da Política Territorial de Desenvolvimento Rural Sustentável e sua relação com a estratégia do consumo organizado, pelo articulador regional sul/sudeste Clóvis Lunardi.
O segundo dia teve início com uma mesa sobre a tecnologia da informação como ferramenta de gestão para os GCRs e contou com as apresentações da experiência do SISCOS (experiência coordenada pelo Instituto Ouro Verde, BSC do Território do Portal da Amazônia - MT) e da construção participativa de uma ferramenta de gestão para GCRs que vem ocorrendo no último ano. Na atividade seguinte, os participantes escolheram temas específicos para discutir em Grupos de Trabalhos e depois apresentar de volta ao coletivo, buscando entender os desafios da sustentabilidade dos GCRs. Os temas discutidos foram: (1) Identidade e papel político, (2) Produção, (3) Logística, (4) Gestão e (5) Comunicação e educação.
Na manhã do último dia, ocorreram as mesas sobre "Educação e Comunicação" e sobre "Políticas Públicas, Desenvolvimento Territorial e Consumo Responsável". A primeira trouxe reflexões sobre a educação para o consumo responsável a partir da discussão dos hábitos dos consumidores e a apresentação da Campanha Nacional de Comércio Justo e Solidário atualmente em construção pelo Faces do Brasil. A segunda contou com as experiências de produtores do Maciço do Baturité (CE) e dos GCRs RedeMoinho (Salvador - BA) e Rede Ecológica (Rio de Janeiro - RJ), nas articulações com PNAE v, CONSEAs vi, Fóruns de Economia Solidária e a Conferência Nacional de Economia Solidária.
Como parte do fechamento das atividades, foi construído um plano de ação coletivo, que acordou a criação de uma Rede de Grupos de Consumo Responsável e levantou atividades a serem realizadas nas seguintes áreas: identidade; incidência em políticas públicas; informações/dados/conhecimento; difusão/comunicação/educação; produção; e ferramentas. Os presentes ficaram de levar esta proposta para seus grupos e instituições para definirem suas respectivas inserções na Rede.
Ainda no encerramento foi feita uma avaliação coletiva do encontro, propondo-se como base para as colocações e expressões dos participantes os aspectos "Que bom...", "Que pena..." e "Que tal...?" Por fim, os participantes abraçaram-se em um grande círculo e concluiu-se com uma nova rodada de manifestações e expressões pessoais sobre o encontro.
A equipe do Instituto Kairós agradece a participação e o comprometimento de todos e todas, que fizeram desse mais um importante momento no fortalecimento da economia solidária e do desenvolvimento rural sustentável em nosso país. Mais informações sobre o encontro serão disponibilizadas em breve no site: www.institutokairos.net .
São Paulo, 08 de setembro de 2011
i Foram os seguintes grupos, agrupados por estado: RS: Cooperativa GiraSol, Cooper EcoSol. SC: Compras Coletivas da Ilha, Triambakam. SP: ComerAtivaMente, Trocas Verdes, Rede de Produção e Consumo Responsável de Piracicaba, Grupo de Compras Coletivas de Botucatu. RJ: Rede Ecológica. MT: SISCOS. GO: ADAO-GO. BA: RedeMoinho. CE: Grupo de Consumidores Responsáveis do Benfica.
ii ADE = Articulador de Dinamização Econômica.
iii BSC = Base de Serviços de Apoio à Comercialização.
iv SDT/MDA, MDA-SP, Cooperativa Vinculus, CTA/EPA, Cooperafloresta, APEMB, APAT, FBES, Faces do Brasil, NESOL-USP, Capina, Giramundo Mutuando e Preface Design.
v PNAE = Programa Nacional de Alimentação Escolar.
vi CONSEA = Conselho de Segurança Alimentar e Nutricional.
Cidade de Deus terá banco comunitário
сентября 8, 2011 0:00 - no comments yetPor Alana Gandra*
Moeda social chamará CDD e terá imagens da própria comunidade e algumas lideranças importantes na história da Cidade de Deus
O primeiro banco comunitário do Rio será inaugurado no próximo dia 15 de setembro na Cidade de Deus. O projeto será apresentado hoje (10) no 2o. Congresso Fluminense de Municípios, que a Associação Estadual de Municípios do Rio de Janeiro (Aemerj) promove, em conjunto com o governo do estado, a prefeitura da capital e a Assembleia Legislativa (Alerj), no Armazém 2, no Pier Mauá.
"Nós fomos escolhidos como política pública inovadora para ser apresentada a outros municípios, para que ela possa ser replicada", disse o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico Solidário, Marcelo Henrique da Costa.
A metodologia e o processo de envolvimento dos moradores da Cidade de Deus no projeto do banco comunitário começaram há dois anos. "É um processo de amadurecimento, de conhecimento do território, de construção participativa".
Será apresentada também no congresso a experiência do município de Silva Jardim, situado na região das Baixadas Litorâneas, que criou no ano passado um banco com moeda própria: o Capivari. Marcelo Costa alertou, contudo, que a construção do banco comunitário "não ocorre a partir de uma canetada do gestor. Vai ser necessário diálogo, porque o protagonismo de um banco comunitário é, necessariamente, local".
Ele explicou que um banco comunitário não é uma instituição pública. "O banco tem parceria pública mas, acima de tudo, é da sociedade local". O banco da Cidade de Deus terá uma moeda, o CDD, que será utilizada para compras na comunidade, com descontos.
"O indivíduo vai ao banco comunitário, troca o seu real por CDD. A relação é paritária, ou seja, um por um. Ele vai ao comércio, aos serviços e, ao apresentar a moeda social, receberá um pequeno desconto", informou Costa. Com isso, ganha o consumidor, que compra com desconto, e também o comerciante, pela escala e pela fidelização do cliente.
A moeda social da Cidade de Deus não vale, entretanto, para outros locais. O secretário disse que a lógica é que o recurso adquirido na Cidade de Deus circule pela própria comunidade, "criando prosperidade, desenvolvimento e melhorando os negócios".
Marcelo Costa destacou que o banco comunitário não resolve todos os problemas, mas pode ser uma "tecnologia social potente e inovadora para transformar a realidade local".
O congresso debaterá o municipalismo e terá a participação de lideranças da região.
* http://agenciabrasil.ebc.com.br
Feira de Troca Solidária disponibiliza materiais de construção
сентября 5, 2011 0:00 - no comments yetFonte: www.adital.com.br
Aconteceu sábado passado(3), das 9h às 12h, a I Feira de Troca Solidária no Morro Vital Brazil, em Niterói, Rio de Janeiro. A iniciativa foi do Instituto Vital Brazil em parceria com a loja Leroy Merlin e a organização não-governamental (ONG) Soluções Urbanas. A Feira possibilitou que as famílias cadastradas no projeto Arquiteto de Família troquem a moeda social "trocado vital" por materiais de construção.
Pisos, tintas, cimento, prateleiras, luminárias, caixas organizadoras, escadas, portas, espelhos de tomada, telhas ecológicas, torneiras serão alguns dos itens que as 100 famílias assistidas pelo projeto terão disponíveis para troca durante a Feira.
Para ter acesso aos produtos as famílias cadastradas no projeto Arquiteto de Família devem trocar embalagens longa vida pela moeda trocado vital. A troca de embalagens por moedas poderá ser realizada no local da Feira. Cada embalagem de um litro terá o valor de um trocado vital e as embalagens menores de 1 litro devem ser somadas a outras até o equivalente de 1 litro para que possam ser trocadas pela moeda social.
O material reciclado recolhido durante a Feira será enviado à empresa Recicoleta, que transformará as embalagens em telhas ecológicas.
A Feira de Troca Solidária tem como objetivo permitir que as famílias tenham acesso a mercadorias sem o uso de dinheiro e com isso possam realizar as melhorias propostas pelo projeto Arquiteto de Família em suas residências, além de promover a consciência ambiental na comunidade.
Projeto Arquiteto de Família
Firmado em 2008, o Projeto Arquiteto de Família é desenvolvido na comunidade do Morro Vital Brazil, com recursos do Instituto Vital Brazil e do Fundo Nacional para Habitação de Interesse Social. O projeto oferece Assessoria Técnica em Mobilização e Organização Comunitária e Assistência Técnica Individual à Habitação de Interesse Social.
Os principais objetivos do projeto são: eliminação de riscos quanto à vulnerabilidade a desastres ambientais e quanto às condições de habitabilidade do imóvel por riscos à saúde e à segurança pessoal; Redução do impacto ambiental a partir da redução do consumo dos recursos naturais, do desperdício nas obras e pela adoção de materiais, tecnologias e processos sustentáveis; viabilização das reformas das casas, através do planejamento em etapas independentes com definição de prioridades e soluções de baixo custo e simples execução; promoção do bem-estar em soluções que promovam o conforto ambiental, adequadas às necessidades individuais de espaço e elevar a auto-estima da família.
Diálogos RioEcoSol Economia Solidária e Cadeia Produtiva da Moda
августа 31, 2011 0:00 - no comments yetFonte: Rosemary Gomes
Os palestrantes do mês de setembro serão: Ana Asti - Vice Presidente da WFTO (Rede Mundial de Comércio Justo) e Coordenadora de Comércio Justo e Rede do Projeto RioEcoSol; Clarice Cavalcante - Represente do Devas/ Forum Municipal de Economia Solidária; Viviane Martins - Consultora da Comissão de Cultura da ALERJ na área de moda, integrante do Colegiado Nacional de Moda do Ministério da Cultura e Claúdia Siqueira -Presidente da Cooperativa COSTURART /Sta Cruz. O moderador da mesa será Vinícius de Assumpção Silva - sub-Secretário SEDES.
Informações: Rosemary Gomes (rosemary.gomes@sedes.rio.rj.gov.br / 21 8909 -1271)



