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Notícias da Economia Solidária na região

January 13, 2009 0:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
Fonte: site do FBES (www.fbes.org.br)

Feira Virtual de Alimentos Saudáveis acontece em Minas Gerais

July 8, 2011 0:00, by Unknown - 0no comments yet

Fonte: Thiago Lopes (thiagobeaga@yahoo.com.br)

A Feira Virtual de Alimentos Saudáveis, é uma forma bem simples de organizar você consumidor e os pequenos produtores destes alimentos.

O produtores, recebem um telefonema em sua casa, de sua horta, pomar, estoque ... e observa o que vai ter disponível para ofertar. Nesta semana na Feira Virtual teremos, salsinha, cebolinha, alface, couve, banana, pães, outros produtos como ovos caipira, frutas da época, sabonetes medicinais, tinturas, arroz, feijão, pães e etc..

Nossos colaboradores, organizam a planilha e ofertam todos os alimentos produzidos de forma responsável com o meio ambiente por um preço justo, oriundos de pequenos produtores, cooperativas , grupo de mulheres, associações entre outros que fazem parte de nossa Rede.

Agora basta Você consumidor organizar-se! Ver as ofertas disponíveis , marcar a quantidade dos produtos e alimentos de interesse e nos enviar de volta, e na terça feira seguinte teremos a alegria de organizar todos esses alimentos e enviar em sua casa, além da a opção de buscar na sede da ONG 4 Cantos do mundo na mármore 258 - Santa Tereza.

Organize-se e participe de nossas Feiras Virtuais! Você é fundamental para nossa Rede funcionar, garantindo para os produtores uma segurança de colher somente aquilo que já está vendido, evitando assim as perdas. E a você consumidor a possibilidade de ter acesso a esses alimentos saudáveis, movimentando uma economia mais solidária.

Associe-se a Rede Terra Viva

Por apenas 10 reais mensais você terá descontos de 10 a 15 % em todos produtos de nossa Rede e ainda vai contribuir com recursos humanos, materiais gráficos, além de contribuir para formação dos núcleos de consumo por região e feiras em outros espaços.

Desde já agradecemos sua participação.

Colaboradores Rede Terra Viva

Contato: Thiago Lopes - thiagobeaga@yahoo.com.br



VII Encontro Internacional de Economia Solidária

July 6, 2011 0:00, by Unknown - 0no comments yet

Fonte: NESOL/USP

Chamada de trabalhos até o dia 15 de agosto

Convidamos a todos para participar do VII Encontro Internacional de Economia Solidária do NESOL-USP. O evento ocorrerá nos dias 24, 25 e 26 de novembro de 2011 com espaço para a exposição e debate de trabalhos em Economia Solidária, nos dias 25 e 26.

A comissão organizadora do VII Encontro já está recebendo artigos para serem submetidos à avaliação de nosso Comitê Científico. Para submissão, o interessado deverá enviar o artigo (veja formatação em regras de submissão e faça download do modelo) para o endereço eletrônico: nesolusp_encontro@yahoo.com.br impreterivelmente até o dia 15/08/2011.

O NESOL divulgará a listagem dos artigos aprovados no site ( http://cirandas.org/nesol-usp) até o dia 16/09/2011. Para a publicação dos artigos aprovados nos anais do VII Encontro e apresentação nos Grupos de Trabalho, será necessário realizar depósito bancário no valor de R$ 75,00 [1] na conta a ser indicada pela comissão organizadora até o dia 30/09/2011. A inscrição definitiva do trabalho somente será efetivada com o recebimento do comprovante do depósito efetuado no prazo indicado.

Regras de Submissão

Somente serão avaliados artigos (com no máximo três autores), apresentados dentro do prazo estabelecido, no formato determinado pelo NESOL (veja orientações a seguir), que tenham relevância para a Economia Solidária apresentado em uma das áreas temáticas listadas abaixo.

Cada autor poderá enviar no máximo até três artigos. A taxa de inscrição é referente a cada artigo aceito e dará direito a apenas um kit NESOL. Trabalhos que não cumprirem as orientações estabelecidas (prazo ou formato) serão automaticamente desclassificados. Os artigos completos serão avaliados por um comitê cientifico à luz dos seguintes critérios: relevância, clareza, originalidade, qualidade técnico - cientifica, resultados e contribuição para a área temática.

Áreas temáticas:

A Economia Solidária é uma forma de organização das diversas dimensões da vida social sob uma lógica diversa da forma dominante capitalista. Ela parte de princípios de cooperação, democracia, autogestão, relação responsável com o meio ambiente, distribuição justa dos resultados, estreita relação entre empreendimento e comunidade, engajamento em rede, entre outros. Para essa edição do Encontro, definimos as áreas temáticas para os Grupos de Trabalho a partir das seguintes questões:

1- Organização do Trabalho

Essa área temática aborda questões como gestão, relações de poder, saúde do trabalhador, autonomia, relação entre trabalho e tecnologia numa perspectiva de análise das mudanças organizacionais, sociais, econômicas e políticas no ambiente autogestionário. As experiências de incubação de novos empreendimentos, recuperação de empresas em processo falimentar ou falidas e a implementação de novas tecnologias e desenvolvimento de tecnologias sociais, também são temas pertinentes a esta área temática.

2 - Desenvolvimento Territorial

O desenvolvimento territorial, a partir da perspectiva da Economia Solidária, pressupõe uma atuação no território que privilegie a organização coletiva da comunidade e do trabalho, a organização em redes, a criação de instâncias participativas, a implementação de tecnologias sociais, entre outras estratégias que visam a apropriação e criação de identidade da população em seu território e o desenvolvimento de projetos e ações que estimulam a sustentabilidade econômica, social e ambiental, a médio e longo prazo. Com esse foco de debate, essa área temática também compreende estudos sobre formação, organização e atuação política dos atores envolvidos neste processo.

3 - Finanças Solidárias

A apresentação das análises sobre o contexto atual econômico e financeiro, apontando para possíveis caminhos que nos levem a outro modelo de desenvolvimento, e o debate sobre as experiências que vem sendo desenvolvidas no Brasil e no mundo no campo das finanças, no âmbito da Economia Solidária, é o foco dessa área temática.

4 - Políticas Públicas

Essa área temática busca abrir espaço para o debate acerca do papel que a Economia Solidária cumpre, ou pode cumprir, na organização de padrões de desenvolvimento socialmente mais inclusivos e justos com campo das políticas públicas. Nesse sentido, busca-se análises sobre as formas de atuação do Estado, sua influência no fomento e fortalecimento das experiências de economia solidária, incluindo não apenas políticas públicas voltadas diretamente para o campo, mas também outras políticas que determinam limites ou potenciais para a gestação de uma nova economia e um novo modelo de desenvolvimento.

Os trabalhos devem ser submetidos no seguinte formato:

a) Todos os trabalhos deverão ser entregues utilizando-se do arquivo Modelo NESOL disponível na URL: ( http://cirandas.org/nesol-usp);

b) Editor de texto: Open Office (ODT) ou Word for Windows versão 6.0 ou superior, ou em formato RTF;

c) Formato do papel: A4;

d) Fonte: Arial;

e) Espaçamento entre linhas: 1,5 para corpo de texto e titulo das sessões; simples para os demais elementos;

f) Alinhamento dos parágrafos: justificado;

g) Margens: Superior: 3 cm; inferior: 2 cm; esquerda: 3 cm; direita: 2 cm;

h) O artigo deverá ter entre 10 a 20 páginas (incluindo o texto propriamente dito, ilustrações e referências bibliográficas) e 500 Kb de tamanho de arquivo (após compressão).

Na primeira página do trabalho deverá constar:

1a. linha:Título do trabalho (em negrito, tamanho 14, letras maiúsculas, posição centralizada);

2a. linha: Área temática (em negrito, tamanho 12, posição centralizada);

3a. a 5a. linha: nome(s) do(s) autor(es), instituição, email; (tamanho 10, máximo três autores, posição centralizada);

7a. linha: Resumo (de 100 a 150 palavras, tamanho 12, fonte em itálico, posição justificada);

Na segunda linha abaixo do resumo: Palavras-chave (de 3 até 5 palavras, tamanho 12, fonte em itálico, posição justificada); Na terceira linha abaixo de Palavras-chave: Primeiro Título de sessão

Informações complementares:

a) Títulos das sessões: posicionados à esquerda, em negrito, tamanho 12, numerados com algarismos arábicos;

b) Corpo do texto: tamanho 12;

c) Todas as notas deverão ser exibidas no final do texto.

d) As referências bibliográficas deverão ser citadas ao longo do texto de acordo com o sistema (autor-data), e apresentadas em ordem alfabética no final do trabalho, de acordo com a norma ABNT/NBR-6023.

e) Sugestão para estrutura do artigo: Introdução, Problema de Pesquisa e Objetivo, Revisão Teórica, Metodologia, Análise dos Resultados, Conclusão, Bibliografia.

f) Os artigos aceitos para o evento terão seus resumos publicados nos anais de resumos e seu texto completo em CD ROM.

Certificado

Será conferido certificado de participação a todos os inscritos. Autores de trabalhos aceitos receberão certificados de autoria, desde que formalizarem suas inscrições no evento e apresentem o trabalho. Para o esclarecimento de dúvidas ou informação adicional, enviar mensagem para nesolusp_encontro@yahoo.com.br

Comissão Organizadora - Equipe Nesol-USP nesolusp_encontro@yahoo.com.br

[1]Valor sujeito à alteração mediante a concessão de bolsa



Sexta: coletiva da Cúpula dos Povos rumo à Rio + 20

July 1, 2011 0:00, by Unknown - 0no comments yet

Fonte: http://www.ciranda.net/wsf-dakar-2011/article/sexta-coletiva-da-cupula-dos-povos

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Organizações do Brasil e do mundo estão no Rio de Janeiro preparando participação na Cúpula dos Povos para a Rio + 20 por Justiça Social e Ambiental. Nesta sexta-feira, às 11, há coletiva de imprensa.

Representantes de organizações e movimentos sociais do Brasil e do mundo anunciarão em entrevista coletiva, nesta sexta-feira, dia 1° de julho, às 11h, no Instituto Bennett, a realização e os detalhes da Cúpula dos Povos da Rio + 20 por Justiça Social e Ambiental, o encontro da sociedade civil mundial paralelo à conferência das Nações Unidas Rio + 20, no Rio de Janeiro, em 2012. A Cúpula será aos moldes do Fórum Global, da ECO-92.

Cerca de 150 organizações e movimentos sociais de todo o mundo estão no Rio de Janeiro até este sábado participando no Instituto Bennett de um seminário sobre a Rio + 20 e a Cúpula dos Povos, organizado pelo Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio + 20.

Representantes de organizações e movimentos sociais do Brasil e do mundo anunciarão em entrevista coletiva, nesta sexta-feira, dia 1° de julho, às 11h, no Instituto Bennett, a realização e os detalhes da Cúpula dos Povos da Rio + 20 por Justiça Social e Ambiental, o encontro da sociedade civil mundial paralelo à conferência das Nações Unidas Rio + 20, no Rio de Janeiro, em 2012. A Cúpula será aos moldes do Fórum Global, da ECO-92.

Cerca de 150 organizações e movimentos sociais de todo o mundo estão no Rio de Janeiro até este sábado participando no Instituto Bennett de um seminário sobre a Rio + 20 e a Cúpula dos Povos, organizado pelo Comitê Facilitador da Sociedade Civil Brasileira para a Rio + 20.

Na entrevista coletiva desta sexta-feira, representantes dessas entidades falarão sobre como será a Cúpula, onde se planeja realizá-la, entre outras informações. A Cúpula dos Povos vai reunir organizações e iniciativas ligadas tanto ao meio ambiente como a outras temáticas. O objetivo é apresentar experiências e projetos alternativos ao atual modelo de desenvolvimento e pressionar pela ampliação da pauta de discussões da Rio + 20 oficial.

Entre as organizações que discutem no Rio de Janeiro até sábado a Rio + 20 e a Cúpula, estão CUT, Via Campesina, Ibase, Fase, Vitae Civilis, ETC Group, SOS Mata Atlântica, Social Watch, Plataforma DHESCA, Instituto Paulo Freire, Iser, Oxfam, Attac - França, Greenpeace, FBES e outros.

Coletiva de Imprensa

Cúpula dos Povos da Rio + 20 por Justiça Social e Ambiental (anúncio de evento paralelo à Rio + 20):

Dia: 1° de julho de 2011, sexta-feira

Horário: 11 horas

Local: Instituto Bennett

Endereço: Rua Marquês de Abrantes, 55 - Flamengo - Rio de Janeiro

Fontes da entrevista coletiva:

Fátima Melo (Rebrip), Marcos Terena (KARI-OCA, La Voz de la Madre Tierra), Artur Henrique (CUT), Luiz Zarref (Via Campesina), Silvia Ribeiro (ETC Group), Brian Ashley (Amandla-África do Sul).

Para confirmar participação e agendar entrevistas exclusivas, contate a assessoria de comunicação do Ibase: Talitha Ferraz Tel.: (21) 8030-9865 E-mail: talitha.assessoriacom@gmail.com

Augusto Gazir Tel.: (21) 8030-9865 * (21) 2178-9452 E-mail: agazir@ibase.br

Compreenda mais da iniciativa em: http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=1419&Itemid=18



Poços de Caldas finaliza circuito de feiras apoiadas pelo Projeto de Comercialização Solidária

June 28, 2011 0:00, by Unknown - 0no comments yet

Fonte: IMS

Ocorreu, de 22 a 26 de junho, na cidade de Poços de Caldas (MG), o último evento realizado pelo edital 01/2010, que selecionou propostas de 23 feiras microrregionais e/ou temáticas de economia solidária. A programação da feira contou com exposição pública de artigos produzidos por empreendimentos econômicos solidários, rodas de conversa sobre economia solidária com Leopoldo, Paulo Cézar e com o professor Carlos Rodrigues Brandão.

A realização das feiras, pelo Projeto Nacional de Comercialização Solidária, que desde 2009 já realizou cerca de 100 feiras de economia solidária, teve recursos garantidos na ação Organização Nacional de Comercialização dos Produtos e Serviços de Empreendimentos Econômicos Solidários do Programa Economia Solidária em Desenvolvimento (Plano Plurianual 2008-2011), sob a responsabilidade da Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego (Senaes/MTE).

Esses recursos foram executados pela União Brasileira de Educação e Ensino - Instituto Marista de Solidariedade - UBEE/IMS, que fez a gestão e viabilizou a realização dos eventos com a Senaes, além da ajuda de inúmeras parcerias locais e regionais. O Projeto apoiou a infraestrutura das feiras, serviços de sonorização, segurança, recepção e apoio a oficinas e seminários, além de divulgação, transporte, alimentação e hospedagem.

Para a realização dos eventos, foi fundamental a participação de empreendimentos econômicos solidários tanto na exposição quanto no processo de construção, divulgação, execução e avaliação da feira; estando representados os segmentos rurais, urbanos, de agricultura familiar, agroecologia, artesanato, confecção, serviços, finanças solidárias, alimentação, redes e cadeias, entre outros. Foi importante também o cuidado com o impacto ambiental, a partir da elaboração de um plano que previsse tratamento adequado de resíduos sólidos e uso racional de recursos naturais nas feiras, além de implantação de coleta seletiva, impedimento do desperdício de água, garantia do uso racional de energia elétrica etc.

As feiras devem agregar também atividades formativas sobre economia solidária, experiências de trocas solidárias (oficina ou feira de trocas, com ou sem uso de moeda social), atividades culturais, seminários, oficinas e debates. Em 2011, o Projeto Nacional de Comercialização Solidária irá realizar mais feiras de economia solidária.



8ª Caravana à Brasília - Continua a Luta pela Estatização da Fábrica Ocupada Flaskô

June 28, 2011 0:00, by Unknown - 0no comments yet

Fonte: www.fabricasocupadas.org.br

Fábrica quebrada é fábrica que deve ser tomada pelos/as trabalhadores/as!

Oito anos de muita luta para manter a Fábrica de pé, produzindo. Hoje não somente bombonas e tambores e sim, esporte, cultura, lazer, trabalho, formação, luta por moradia, luta por saúde e serviço público de qualidade, além de participar das lutas organizadas do movimento operário, estudantil, sindical, cultural, de comunicação popular, movimento de trabalhadores rurais e na luta internacional com centenas de fábricas ocupadas por toda América Latina.

Mas é preciso encontrar mecanismos que garantam o funcionamento da Flaskô e de todos os projetos dentro da fábrica, a reivindicação que está em pauta, é que a Flaskô seja decretada pública, que seja Estatizada, porém que continue sob controle democrático dos trabalhadores e da população. Uma fábrica gerida pelos trabalhadores e trabalhadoras pode ter muitas outras utilidades, principalmente quando existem espaços onde o povo usufrue, organizando diversas atividades, participando ativamente do dia a dia.

A situação que a fábrica se encontra hoje, com toda herança maldita deixada pelos bandidos dos patrões, é praticamente impossível manter qualquer empresa, milhões de reais em dívidas, sucateamento de todo parque fabril, sonegação dos direitos trabalhistas e impostos, milhares de processos tramitando na justiça, penhoras e mais penhoras inclusive até do faturamento da fábrica. Se passaram oito anos depois que os trabalhadores tomaram o controle da Flaskô, já passou da hora do Poder Público jogar a responsabilidade de todos os problemas causados pelos patrões nos próprios patrões e evitar o fechamento não só da Flaskô e sim todas as dezenas de fábrica que fecham suas portas quase que todos os dias aqui no Brasil.

Por isso é legitimo que os operários ocupem as fábricas, resistam e produzam sob seu próprio controle.

Dilma, os trabalhadores e trabalhadoras continuarão com mesma bandeira que levantaram no Governo Lula:

"FÁBRICA QUEBRADA É FÁBRICA QUE DEVE SER TOMADA PELOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS;

E FÁBRICA TOMADA DEVE SER ESTATIZADA SOB CONTROLE DOS TRABALHADORES E TRABALHADORAS".

Movimento das Fábricas Ocupadas do Brasil - Junho de 2011

Por: Fernando Martins



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