<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) Economia Solidária na Cúpula dos Povos Rio +20</title><link>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012</link><description>Conteúdo do(a) Economia Solidária na Cúpula dos Povos Rio +20 publicado no CIRANDAS</description><item><title>a Sociobiodiversidade e a Economia Solidária</title><description>&lt;p&gt;Tive em março deste ano a oportunidade de contribuir no meu estado desenvolver atividade de formulação política para povos e comunidades tradicionais do estado do Amazonas. Dentre as atividades está o acompanhamento de comitês técnicos, câmara setorial da Sociobiodiversidade e Conselho de Povos e Comunidades Tradicionais que aqui no estado é desenvolvido por lei. Um aspecto intriseco nem sempre abordado é a questão da economia solidária enquanto abordagem, método para o desenvolvimento para essas políticas. Ha ai, como diriam alguns outros companheiro(a)s de luta um espaço nosso da ecosol ai.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 25 Sep 2012 00:29:19 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/a-sociobiodiversidade-e-a-economia-solidaria</link><guid>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/a-sociobiodiversidade-e-a-economia-solidaria</guid></item><item><title>DINÂMICA PARA ESTUDO: " TRÊS CAFÉS DA MANHÃ DIFERENTES"</title><description>&lt;p&gt;OBJETIVO:Sentir vivencialmente o problema social, especialmente a &lt;strong&gt;fome&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;exclusão&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quantidades de pessoas: Grupos com mais de 20 participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Material necessário: Para um terço do grupo deve-se preparar um café da manhã completo(com frutas, suco, frios), para outro terço, um café da manhã normal e para o outro terço um café da manhã fraco e em quantidade que não seja suficiente para todos. Havendo mais de três mesas, somente uma deverá ter o café da manhã completo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Descrição da dinâmica: Antes dos participantes do curso chegarem para o café da manhã, prepara-se as mesas com o café da manhã completo, o café da manhã normal e o café da manhã em pouca quantidade( inclusive faltando talheres, guardanapos, etc). Deve haver alguém previamente acertado para ser o "conciliador" nas mesas onde vai faltar comida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Quando as pessoas chegarem para tomar o café da manhã, podem sentar onde quiserem. Normalmente as pessoas não se dão conta do que estar acontecendo até que os "marginalizados" querem ir até a cozinha para pedir o que falta. o "conciliador" deve oferecer para ir até lá e ao regressar procura acalmar as pessoas sem resolver o problema da fome.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É bom que alguém grave ou anote discretamente o que está se passando.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Logo no primeiro momento de trabalho após o café da manhã, analisa-se:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;1. O que aconteceu?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;2. Como as pessoas se sentiram?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;3. O que disseram?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;4. Qual a relação disso com o que acontece no dia a dia?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O observador que fez as anotações deve intervir quando constatar que coisas se passaram de um jeito diferente do que está sendo dito.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na sequência, o coordenador faz uma reflexão sobre o tema, chamando atenção para a necessidade das pessoas se comprometerem diante da injustiça social.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte:www.jura emprosa e verso.com.br&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 27 Dec 2011 22:07:00 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/dinamica-para-estudo-tres-cafes-da-manha-diferentes</link><guid>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/dinamica-para-estudo-tres-cafes-da-manha-diferentes</guid></item><item><title>DINÂMICA: "Auxílio Mútuo"</title><description>&lt;p&gt;OBJETIVO: Para reflexão da importância do próximo em nossa vida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Material: Pirulito para cada participante, e os seguintes comandos: todos devem segurar o pirulito com a mão direita, com o braço estendido. Não pode ser dobrado, apenas levado para a direita ou esquerda, mas sem dobrá-lo. A mão esquerda fica livre. Primeiro solicita-se que desembrulhem o pirulito, já na posição correta(braço estendido, segurando o pirulito e de pé, em círculo). Para isso, pode-se utilizar a mão esquerda. O mediador da dinâmica recolhe os papeis e em seguida, dá a seguinte orientação: sem sair do lugar em que estão todos devem chupar o pirulito! Aguardar até que alguém tenha a iniciativa de imaginar como executar esta tarefa, que só há uma oferecer o pirulito para a pessoa ao lado! Assim automaticamente, os demais irão oferecer e todos poderão chupar o pirulito. Encerra-se a dinâmica, cada um pode sentar e continuar chupando se quiser, o pirulito que lhe foi oferecido. Enquanto isso o mediador da dinâmica lê a seguinte reflexão:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;CÉU E INFERNO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Deus convidou um Rabino para conhecer o céu e o inferno. Ao abrirem a porta do inferno, viram uma sala em cujo centro havia um calderão onde conzinhava uma suculenta sopa. Em volta dela, estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Cada uma delas segurava uma colher de cabo tão comprido que lhe permitia alcançar o calderão, mas não suas próprias bocas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O sofrimento era imenso.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em seguida, Deus levou o rabino para conhecer o céu.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Entraram em uma sala idêntica à primeira: havia o mesmo calderão, as pessoas em volta, as colheres de cabo comprido.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A diferença é que todos estavam saciados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;-" Eu não compreendo"- disse o Rabino.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;-"Por quê aqui as pessoas estão felizes, enquanto na outra sala morrem de aflição, se é tudo igual"?.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Deus sorriu e respondeu:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;-"Você não percebeu? É porque eles aprenderam a dar comida uns aos outros".&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Obs: Ao termino da leitura. Abre-se a discussão que tem como fundamento maior dar abertura sobre a reflexão de quanto precisamos do outro para chegar a algum objetivo e de que é ajudando ao outro que seremos ajudados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Fonte: Mensagens e Poemas.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 20 Dec 2011 11:44:19 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/dinamica-auxilio-mutuo</link><guid>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/dinamica-auxilio-mutuo</guid></item><item><title>DINÂMICA: "O TREM"</title><description>&lt;p&gt;Categorias - Quebra gelo - Respeito e Valores Pessoais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Objetivos: Possibilitar um aquecimento e intergração do grupo, antes de passar para assuntos referentes a competências, valores, pontos fortes, qualidades etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nº de Participantes:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não há limites&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Material: Musica Piui(Eliana), aparelho de som, bombons, pipocas e copia do texto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desenrolar: O facilitador convida o grupo a formar uma fila indiana dois a dois, com o seguinte perfil: os mais competentes, os mais bonitos, os bondosos, os inteligentes, os bem vestidos, os colecionadores de amores, os honestos, etc. Formada a fila, distribuir bombons, pipocas, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Convida-se um dos mais competentes para ser o condutor do trem.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O facilitador coloca a musica indicada e alterna os participantes à medida que a musica for tocando, pedindo ser condutor a cada momento os mais bonitos, bondosos, bem vestidos, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao final, sentados em circulo (preferencialmente no chão) questiona-se como foi a atividade. Deve-se ouvir a fala do grupo e fazendo-se a pontuação necessária com base no que trazem a atividade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para finalizar o facilitador lê a mensagem indicada e traballhando o conteúdo fundamentação teórica sobre competências, pontos fortes, valores, qualidades talentos, perfil etc.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;TEXTO: &lt;strong&gt;"Antes de tudo você"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   Antes de ser o mais bonito, seja autêntico e triunfará. Antes de ser o mais inteligente esforce-se mais e conseguirá. Antes de ser o mais bem vestido seja simples e encantará. Antes de colecionar amores procure o verdadeiro e encontrará. Antes de ofender na hora da raiva seja dedicado e convencerá....&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Antes de se acabar por um amor perdido, valorize-se mais, goste mais de você e não mais sofrerá. Antes de mostrar que é um gênio, mostre que é capaz de fazer o que os outros tem preguiça e vencerá. Antes de sentir-se derrotado, pense que muitos desistem antes de começar. E se você chegou onde está, e até agora não conseguiu o que deseja, não desanime. Pois Deus fez abismos para que o homem compreendesse as montanhas. Fez obstáculos para que o homem louvasse os prazeres. E fez você para que com Ele descobrisse a vida que há pela frente e encontrasse a felicidade...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Portanto, seja feliz...seja amigo...seja amável...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Seja antes de tudo....Você!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Autor do texto: João Adolfo&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 18 Dec 2011 19:35:39 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/dinamica-o-trem</link><guid>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/dinamica-o-trem</guid></item><item><title>Fórum Social Temático 2012: Crisa Capitalista Justiça Social e Ambiental</title><description>&lt;p align="center" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; text-align: center;"&gt;&lt;span class="style3" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="style4" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;CONVOCAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fórum Social Temático - &lt;em&gt;Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;24 a 29 de janeiro de 2012 - Porto Alegre e Região Metropolitana&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Preparatório para a Cúpula dos Povos da Rio+20&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="style3" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;span class="style4" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;img src="http://www.fstematico2012.org.br/imagens/cidades.png" alt="" /&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="style1" align="justify" style="font-weight: bold;"&gt;Os povos se colocam em movimento. &lt;em&gt;Occupy Wall Street&lt;/em&gt; se espalha pelos Estados Unidos. Protestos e mobilizações indígenas produzem uma grande efervescência na usualmente tempestuosa região andina. Um nível inusitado de atividade de movimentos de massas atinge até mesmo países conhecidos por sua estabilidade social. Em 15 de outubro tivemos manifestações em quase mil cidades de 82 países. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A indignação com as desigualdades e injustiças políticas e sociais aparece como uma marca comum à maioria destes movimentos que questionam o “sistema” e “poder”, se confronta com sua destrutividade e rompem com a passividade das décadas neoliberais. A política de austeridade promete mais miséria e levam os jovens a se mobilizarem por seu futuro. Em todos os continentes, setores antes apáticos se colocam em movimento de forma pacífica, democrática, pluralista, unitária e autônoma em relação ao poder. &lt;br /&gt;Estes movimentos nascem das necessidades e aspirações do presente, depois de três décadas de globalização neoliberal. São mobilizações portadoras de valores como a empatia pelo sofrimento alheio, a solidariedade, defesa da igualdade, busca de justiça, reconhecimento da diversidade, critica a supremacia do mercado sobre a vida, valorização da natureza – &lt;em&gt;ideias centrais para a urgente reconstrução de um novo mundo possível.  &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem é uma só: Precisamos reinventar o mundo. Nenhuma resposta efetiva parece estar emergindo dos poderes estabelecidos. A crise ambiental está sendo ignorada pela ONU e pelos grandes poderes e arrasta a humanidade para um cenário catastrófico. A mercantilização da vida e a apropriação de parcela crescente da biomassa do planeta exerce uma pressão cada vez mais destrutiva sobre os diferentes ecossistemas e reduzem rapidamente a biodiversidade. O agravamento da crise social nas economias centrais e a indignação contra a desigualdade crescente não encontraram nenhuma resposta senão mais privatizações e a defesa dos privilégios por parte de governos e empresas multinacionais. O avanço do extrativismo e a compra de terras continuarão a alimentar as lutas de resistência em defesa da natureza, dos bens comuns e dos modos de vida. Aumenta o número de pessoas que acredita ser impossível enfrentar estas questões separadas de uma resposta global para um sistema cuja crise atinge toda humanidade. Se trata de mudar o sistema para defender 99% da humanidade dos 1% que quer jogar sua crise sobre as costas dos demais. Precisamos reinventar o mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este parece ser um momento único para resgatarmos o acúmulo do altermundialismo e do Fórum Social Mundial. Avançamos em Belém, em 2009, para a busca de alternativas ao desenvolvimentismo e ao consumismo a partir do terreno socioambiental. Mas agora a luta social é oxigenada e enriquecida pelo movimento em busca de autonomia e controle do poder no mundo árabe e pelas vastas expressões da indignação com o capitalismo financeiro e as corporações na Europa e Estados Unidos. Se outro mundo é possível, o será a partir da convergência destes sujeitos políticos, favorecendo que criem um sentido de propósito comum, identidade e visão de futuro.  &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porto Alegre e Região Metropolitana podem, em 2012, ser o ponto de encontro d@s indignad@s, das expressões dos povos originários e dos movimentos anti-sistêmicos de todos os quadrantes, capaz de afirmar uma saída para a crise, construindo as diretrizes e campanhas globais. Mais ainda, isso só será efetivo se conseguirmos afirmar e transmitir um paradigma alternativo de sociedade, se construir um vocabulário comum capaz de articular as demandas difusas de grande parcela das populações. Por ser temático, o FST pode construir uma reflexão estratégica e programática, capaz também de ser apresentada por ocasião da Rio+20 que, em maio e junho de 2012, atrairá multidões para o Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando estes objetivos, nós convidamos a todas e todos que compareçam ao Fórum Social Temático - Crise Capitalista, Justiça Social e Ambiental que se realizará em Porto Alegre e Região Metropolitana nos dias 24 a 29 de janeiro de 2012. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Fórum diferente que se vê como processo. Para isso, estabelecemos &lt;strong&gt;Grupos Temáticos&lt;/strong&gt; num processo capaz de acolher a multiplicidade de experiências e contribuições dos diversos sujeitos sociais em torno destes temas abrangentes e mobilizadores capazes de articular atores dos mais variados movimentos. Os Grupos Temáticos estão sendo constituídos dos temas relacionados com a &lt;strong&gt;agenda da sustentabilidade e da justiça social e ambiental&lt;/strong&gt;; da existência de redes em condições de facilitar política e operacionalmente os debates e de sistematizar a discussão realizada nos fóruns eletrônicos; viabilizando as discussões em diferentes línguas para seus participantes, tornando-as abrangentes. Os &lt;strong&gt;Grupos Temáticos&lt;/strong&gt; se encontrarão em Porto Alegre nos primeiros dias (25 e 26 de janeiro de 2012) para a sistematização dos debates do FST e nos dias seguintes (27 e 28 de janeiro de 2012) haverá uma articulação dos vários diálogos entre si ao redor de quatro eixos transversais, quais sejam:&lt;/p&gt;
&lt;ol class="style1" style="font-weight: bold;"&gt;
&lt;li&gt;fundamentos éticos e filosóficos: subjetividade, dominação e emancipação;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;direitos humanos, povos, territórios e defesa da Mãe-Terra;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;produção, distribuição e consumo: acesso à riqueza, bens comuns e economia de transição;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;sujeitos políticos, arquitetura de poder e democracia.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p class="style1" align="justify" style="font-weight: bold;"&gt;Todo este processo será facilitado pelo Comitê Organizador (GRAP + Comitê Local) e pelos facilitadores dos grupos temáticos. A este coletivo caberá tomar as decisões sobre a organização do FSTemático e os desdobramentos da metodologia. Outras iniciativas apoiarão esta elaboração coletiva, tais como, um painel sobre a conjuntura e a sistematização de indicadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A plataforma &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;a href="http://www.dialogos2012.org/" target="_blank"&gt;www.dialogos2012.org&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; estará no ar no dia 20 de novembro, com subsídios iniciais para o debate dos vários grupos temáticos e aqueles que se inscreveram nos grupos temáticos poderão acompanhar as discussões nas quatro línguas do Fórum: inglês, espanhol, francês e português. Até esta data, estaremos recebendo as propostas de inscrições dos grupos temáticos através do e-mail &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;grupostematicosfst@gmail.com&lt;/span&gt;. Após a verificação do cumprimento das pré-condições e eventuais aglutinações, enviaremos um e-mail confirmando a formação do GT e disponibilizando a plataforma para uso do grupo.   &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Informe-se sobre o processo de preparação do Fórum Social Temático, inscrições de atividades autogestionárias e outras questões no site &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;www.fstematico2012.org.br&lt;/span&gt; ou escreva para&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;fstematico2012@gmail.com&lt;/span&gt;. Participe e prepare-se para vir a Porto Alegre e Região Metropolitana.&lt;/p&gt;
&lt;p class="style1" align="center" style="font-weight: bold;"&gt;Vamos continuar reinventando o mundo!&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;COMITÊ ORGANIZADOR&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="style1" align="center" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;strong&gt;-------------------------------&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="style1" align="center" style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="http://www.fstematico2012.org.br/index.php?link=1"&gt;http://www.fstematico2012.org.br/index.php?link=1&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 17 Dec 2011 15:21:17 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/forum-social-tematico-2012-crisa-capitalista-justica-social-e-ambiental</link><guid>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/forum-social-tematico-2012-crisa-capitalista-justica-social-e-ambiental</guid></item><item><title>REFLEXÃO: "NÃO HÁ SABER MAIOR OU SABER MENOR. EXISTEM SABERES DIFERENTES."Paulo Freire</title><description>&lt;p&gt;"Em um largo rio, de difícil travessia, havia um barqueiro que atravessava as pessoas de um lado para outro. Em uma das viagens, iam um advogado e uma professora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como quem gosta de falar muito, o advogado pergunta ao barqueiro: Companheiro, você entende de leis?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não, respondeu o barqueiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E o advogado compadecido: É pena, você perdeu a metade da vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A professora muito social entra na conversa:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seu barqueiro, você sabe ler e escrever?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também não, respondeu o barqueiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que pena! Condói-se a mestra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Você perdeu metade de sua vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nisso chega uma onda bastante forte e vira o barco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O barqueiro preocupado, pergunta:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vocês sabem nadar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não! Responderam eles rapidamente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Então é uma pena - Conclui o barqueiro. Vocês perderam toda a vida."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Autor desconhecido)&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 13 Dec 2011 20:27:03 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/reflexao-nao-ha-saber-maior-ou-saber-menor.-existem-saberes-diferentes.-paulo-freire</link><guid>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/reflexao-nao-ha-saber-maior-ou-saber-menor.-existem-saberes-diferentes.-paulo-freire</guid></item><item><title>DINÂMICA DE INTEGRAÇÃO: "O JARDIM ENCANTADO"</title><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Objetivo: Promover a integração do grupo mediante a reflexão acerca da necessidade da ajuda mútua e da importância da presença do outro.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Tamanho do grupo: Apartir de 20 pessoas&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Tempo: Aproximadamente 20 minutos&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ambiente: Amplo e agradável&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Material: Cordões de lã, linha ou pedaços de tecido nas cores azul, verde, lilás, amarelo e vermelho em quantidade suficiente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Estratégia: Todas as pessoas ficam em círculo e cada uma recebe um cordão colorido. A história abaixo será lida pela pessoa que orienta. Sempre que se chega à ação de uma das flores, a narração é interrompida e todas as pessoas que têm o fio de lã naquela cor realizam a ação nos demais participantes. A história segue somente depois que as pessoas realizarem a tarefa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;  "Era uma vez, um jardim encantado. Nesse jardim havia muitos canteiros. Em cada um deles, havia flores de todos os tipos, tamanhos, cores e os mais variados e deliciosos perfumes. Além dessas características, cada flor recebia um cordão de uma única cor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   No jardim encantado não chovia, embora todas as flores necessitassem de muita água para viver. Por essa razão, as próprias flores desenvolveram a capacidade de se transformar em jardineiras. Assim elas sobreviviam, regando umas as outras, e com gotas de água de diferentes tipos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   Umas gotas de água se chamavam OLHAR CARINHOSO. Elas eram produzidas e distribuídas pelas flores de CORDÃO AZUL. Todos os dias, de manhã bem cedinho, as flores de cordão azul se  transformavam em jardineiras e regavam cada uma de suas amigas com gotas de olhar carinhoso. Quando elas passavam, todo o jardim silenciava. Ninguém falava, ningém ria. Todas as flores, em silêncio, recebiam a quantidade necessária de gotas de olhar carinhoso para viver aquele dia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   Uma outra espécie de gotas de água chamava-se PALAVRAS DE ÂNIMO. Estas gotas eram produzidas e distribuídas pelas flores de CORDÃO VERDE. Da mesma forma como as anteriores, estas espalhavam entre as companheiras palavras de ânimo, que eram sussurradas ao ouvido de cada flor do jardim.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   Diariamente, todas as flores precisavam de gotas de águas chamadas UM APERTO DE MÃO. Eram produzidas e distribuídas pelas flores do CORDÃO LILÁS. À certa altura do dia, essas flores se transformavam em jardineiras e espalhavam apertos de mão carinhosos para cada uma das flores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   As flores do jardim encantado também eram regadas com gotas conhecidas como CARINHO NO ROSTO. Quem as produzia e distribuía eram as flores de CORDÃO AMARELO. Também estas, diariamente, cumpriam sua função de jardineiras, alimentando as amigas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   Havia ainda umas gotas muito especiais, de que as flores jardineiras precisavam muito. Estas eram produzidas pelas flores de CORDÃO VERMELHO. Todas as flores esperavam com ansiedade a visita das flores de cordão vermelho. As gotas que elas distribuíam chamava-se ABRAÇO CHEIO DE AMOR.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   E assim, as flores do jardim encantado viviam felizes. Todas davam e recebiam gotas necessárias para viver, numa troca ilimitada."&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 12 Dec 2011 20:18:42 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/dinamica-de-integracao-o-jardim-encantado</link><guid>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/dinamica-de-integracao-o-jardim-encantado</guid></item><item><title>El lobo se viste con piel de cordero</title><description>&lt;p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 5px; text-align: justify; font-size: small; color: #444444; font-family: Tahoma, Arial, sans-serif; line-height: 15px; background-color: #7ea601;"&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;I. La Cumbre de la Tierra de Río de Janeiro 1992: el desarrollo sostenible&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;En el año 1983, cuando la crisis ecológica del planeta Tierra se hacía cada vez más evidente, la Asamblea General de las Naciones Unidas decidió la creación de una comisión internacional (Comisión Mundial para el Desarrollo del Ambiente) con el fin de realizar un diagnóstico global de la situación ambiental del planeta y sus relaciones con los objetivos del desarrollo. A partir de esto, debía presentar un conjunto de recomendaciones de acción. Dicho informe, Nuestro Futuro Común[1], fue entregado en el año 1987 y ha sido conocido como el Informe Brundtland, el nombre de su coordinadora general. Este informe fue la plataforma básica que acotó las negociaciones de la Cumbre de la Tierra realizada en Río de Janeiro en el año 1992. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Se trata de un documento atravesado por severas contradicciones. Por un lado, este informe documentó muy ampliamente los severos problemas ambientales que confrontaba el planeta. Fue, sin embargo, incapaz de abordar las causas fundamentales de éstos. No se planteó la exploración de opciones fuera del marco dominante de la lógica capitalista del crecimiento económico sin fin. El informe sostiene que la mejor forma de responder a los retos planteados por la destrucción ambiental y la pobreza, ampliamente diagnosticados, es mediante más crecimiento. Proponen la necesidad de “revivir el crecimiento” con tasas anuales de entre 5 y 6% para el conjunto de los países del Sur. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Ante cuestionamientos cada vez más amplios a la idea de que es posible un crecimiento sin fin en un planeta limitado, el Informe Brundtland realiza un extraordinario malabarismo conceptual orientado a darle nueva vida a la noción de desarrollo, bajo la nueva denominación de desarrollo sostenible. Esta nueva categoría permitiría, según el informe, relanzar el crecimiento en todo el planeta, eliminar la pobreza, y hacer todo esto en un modo sostenible en la medida en que las transformaciones tecnológicas permitirían producir cada vez más con menos insumos materiales y energéticos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;El concepto de desarrollo sostenible tuvo una extraordinaria eficacia política e ideológica. Respondió en términos que parecían tomar en cuenta los cuestionamientos al desarrollo, mientras que en realidad lo que hacía era reforzarlo. Operó como un dispositivo tranquilizador en la medida en que logró crear la ilusión de que se estaban tomando medidas efectivas en respuesta a la crisis diagnosticada. Al no cuestionar la lógica de la acumulación capitalista y el modelo de la sociedad industrial como causas fundamentales de la destrucción de las condiciones que hacen posible la vida, operó como mecanismo legitimador de la globalización neoliberal, que de ese modo pasó a presentarse como sostenible, a pesar de su avasallante dinámica devastadora. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Dado que éste fue el marco de referencia a partir del cual se abordó la crisis ambiental, no es de extrañar que 20 años después, cada uno de los problemas caracterizados en este informe sea mucho más severo, y que la vida en el planeta se encuentre cada vez más amenazada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Hoy, ante la evidencia de los límites del planeta y la crisis terminal de este patrón civilizatorio de crecimiento sin fin y de guerra permanente en contra de las condiciones que hacen posible la vida, es cada vez más urgente detener la maquinaria de destrucción sistemática del capitalismo, de la sociedad industrial y del imaginario del desarrollo. Luchas populares en todo el mundo resisten a la ampliación de las fronteras de la acumulación por desposesión, la minería a cielo abierto, la extracción de petróleo, las grandes represas, el monocultivo transgénico, vistas como amenazas tanto a sus propios territorios como a la vida en el planeta Tierra. Ante el pleno control que ejercen los gobiernos del Norte industrial y las corporaciones transnacionales sobre las negociaciones de las Conferencia de las Partes de la Convención Marco de las Naciones Unidas sobre el Cambio Climático, cada una de estas conferencias se ha convertido en una oportunidad para el encuentro, la movilización, la articulación y la denuncia de una muy amplia convergencia de movimientos de todo el mundo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Exigiendo simultáneamente medidas radicales destinadas a detener las dinámicas destructivas dominantes y exigiendo el pago de la deuda ecológica, equidad y justicia, rechazan respuestas como las de los mercados de carbono que -como la experiencia ha demostrado- lejos de reducir las emanaciones de gases de efecto invernadero, lo que han hecho es avanzar en la mercantilización de la atmósfera y la creación de nuevas fuentes de acumulación/especulación para el capital financiero. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;II. Río+20: la economía verde&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Al cumplirse dos décadas de la cumbre anterior, en junio del año 2012 se celebrará en Río de Janeiro la Conferencia de las Naciones Unidas sobre Desarrollo Sostenible, Río +20. En preparación para esa conferencia se han puesto nuevamente en marcha todos los dispositivos científicos y de producción de conocimiento e imaginarios con los que cuentan los gobiernos, los organismos multilaterales y las instituciones científicas y académicas cómplices. Se trata de una nueva y sofisticada ofensiva destinada a acotar los problemas de la crisis terminal de este patrón civilizatorio hegemónico en términos tales que no ponga en cuestión la operación global de las relaciones políticas y económicas hoy dominantes en el planeta. Más allá de las muy buenas intenciones que puedan tener muchos de sus contribuyentes, es ésto lo que está en juego.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;El Programa de las Naciones Unidas para el Medio Ambiente (PNUMA), con la contribución de expertos de todo el mundo, ha producido un documento de más de 600 páginas en el cual se exploran con gran detalle los problemas ambientales[2], así como una síntesis para “los encargados de la formulación de políticas”.[3] Estos documentos y el concepto mismo de economía verde definen el nuevo marco conceptual dentro del cual se dan en la actualidad los debates, negociaciones y procesos de formulación de políticas de prácticamente todos los organismos multilaterales. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;¿Se trata de la disposición efectiva de producir las profundas transformaciones requeridas para salvar la vida en el planeta? ¿O es, por el contrario, la economía verde un nuevo dispositivo de los poderes globales, como lo fue el desarrollo sostenible, que opera mediante la incorporación (aparente) de las críticas que se formulan al modelo civilizatorio destructor, pero con la condición de que los supuestos y lógicas fundamentales de ese modelo no sean cuestionados, especialmente la confianza en el crecimiento económico, la fe ciega en el progreso, la ciencia y la tecnología, el technological fix y la magia de los mercados? ¿Busca este informe ser un llamado a la acción urgente requerida para frenar las dinámicas devastadoras dominantes o, por el contrario, tiene por objetivo tranquilizarnos, intentando convencernos no sólo de que contamos con soluciones que harán posible la transición hacia una economía verde, sino que, de hecho, esa transición ya ha comenzado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Una lectura detallada de los textos nos permite responder, sin lugar a dudas, que no estamos ante la presencia de los diagnósticos y las respuestas urgentemente requeridas, sino ante un sofisticado esfuerzo por demostrar que es posible resolver los problemas de la crisis ambiental del planeta sin alterar la estructura global del poder en el sistema mundo, ni las relaciones de dominación y explotación existentes en éste. Se argumenta a lo largo del informe que con los mismos mecanismos de mercado y patrones científicos y tecnológicos, con la misma lógica del crecimiento sostenido, será posible salvar la vida en el planeta. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;De acuerdo al PNUMA, mediante la transición hacia la economía verde se podrá relanzar la economía global con tasas de crecimiento muy superiores a las que serían posibles con el modelo actual. Se lograría generar más y mejores empleos, se reduciría la pobreza, se alcanzarían mayores niveles de equidad y las metas del milenio, todo ello de un modo sostenible, esto es, reconociendo el valor de la naturaleza, reduciendo la emisión de gases de efecto invernadero, y la presión sobre el entorno natural, permitiendo así su recuperación. [4] Todo esto, por supuesto, creando nuevas y rentables áreas de inversión que harían posible al capital global salir de su crisis actual y aumentar sus tasas de ganancia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;III. ¿Cómo sería la transición hacia una economía verde?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Para el PNUMA uno de los sustentos fundamentales de la propuesta de la economía verde está en el rechazo a lo que denominan el mito de que exista una disyuntiva entre progreso económico y sostenibilidad ambiental.[5]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;De acuerdo a esto, no se trata de cuestionar la posibilidad de un crecimiento económico sostenido, ni la noción del progreso, sino de reorientar las inversiones y la innovación tecnológica en dirección de la economía verde. Después de afirmar que durante la última década se han acelerado “crisis concurrentes de diversa índole” (la crisis del clima, de la diversidad biológica, del combustible, alimentaria, del agua y, finalmente, del sistema financiero y del conjunto de la economía), afirman que la causa fundamental de todo esto ha sido el resultado de “la asignación evidentemente incorrecta del capital”:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Si bien las causas de estas crisis son diversas, básicamente todas comparten un mismo elemento: la asignación evidentemente incorrecta del capital. Durante las dos últimas décadas, una gran cantidad de capital se destinó a propiedades, combustibles fósiles y activos financieros estructurados con los instrumentos consecuentes; comparativamente, se invirtió muy poco en energías renovables, eficiencia energética, transporte público, agricultura sostenible, protección de los ecosistemas y de la diversidad biológica, y conservación del suelo y el agua.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;La mayoría de las estrategias de desarrollo y crecimiento económico promueven una rápida acumulación de capital físico, financiero y humano, a costa de un agotamiento y una degradación excesivos del capital natural, del cual forman parte nuestros recursos naturales y ecosistemas. Al agotarse las reservas mundiales de riqueza natural, a menudo de forma irreversible, este patrón de desarrollo y crecimiento ha afectado negativamente al bienestar de las generaciones actuales, planteando enormes riesgos y desafíos a las generaciones futuras. Las recientes crisis múltiples son sintomáticas de este modelo. (PNUMA, pp. 1-2)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Se trata, para el PNUMA, de lo que denomina “fallas del mercado”. Pero la constatación de estas severas “fallas del mercado” y sus extraordinariamente peligrosas consecuencias para la vida en el planeta no lleva siquiera a pensar en la posibilidad de que ésta sea consecuencia del creciente poder de los mercados financieros, del creciente sometimiento de toda otra lógica social, sea la democracia, la equidad, la solidaridad, o incluso la preservación de la vida, a un criterio único: la maximización de la ganancia a corto plazo para el capital. De acuerdo al informe en cuestión, el problema es mucho más acotado, problema que puede ser resuelto sin necesidad de transformaciones estructurales en la operación del sistema. Se trata sólo que de que “los mercados” han estado operando sobre la base de “fallas de información”, la no-incorporación del costo de “las externalidades”, y sobre la base de políticas públicas inadecuadas como los “subsidios perversos o perjudiciales para el medio ambiente”. Por ello, las soluciones que propone el informe son un conjunto de “directrices relacionadas con las políticas necesarias” para lograr que el contexto regulatorio, los incentivos y las condiciones de acceso a la información en las cuales operan los mercados cambien. De esta manera, mediante “incentivos basados en el mercado” se lograría reorientar las inversiones de capital en dirección de inversiones verdes e innovaciones verdes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Sobre la base de sus modelos económicos, llegan a la conclusión de que la transición hacia la economía verde sería posible mediante un incremento de inversiones “verdes” del orden de 2% del PIB del planeta. Esto “corresponde a menos de la décima parte de la inversión mundial anual”, lo que implica reasignaciones de inversiones por un monto de 1.3 billones de dólares anuales (PNUMA, p. 5). De acuerdo al informe:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;El sector de la inversión y los servicios financieros controlan billones de dólares, estando por lo tanto en condición de proporcionar la mayor parte de la financiación necesaria para la transición a una economía verde. (Op cit., p. 35)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;De acuerdo a este análisis, el futuro del planeta dependerá de que los Estados, mediante políticas impositivas, regulaciones, incentivos e inversiones, logren reorientar este monto de inversiones privadas de la “economía marrón” a la “economía verde”. Operando al interior de los dogmas del libre mercado, que la era de la globalización neoliberal han consolidado como único imaginario posible en los organismos multilaterales y en los “encargados de formulación de políticas”, el PNUMA advierte que para que estos instrumentos de políticas públicas logren los objetivos propuestos, es necesario que los inversionistas perciban que estas inversiones verdes aumentarán su competitividad. (UNEP, p. 249) Esa parece ser la razón por la cual, a todo lo largo del texto, se insiste una y otra vez, en que las tasas de crecimiento y las ganancias pueden ser mayores con una economía verde. Así, por ejemplo, con relación a la necesidad de acelerar el desarrollo de energías renovables, uno de los temas centrales del informe, afirman:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;El sector financiero trata las inversiones en energía renovable como cualquier otra. Si de un proyecto o de una compañía espera una tasa de rendimiento que, ajustada de acuerdo al riego, sea suficientemente elevada, es considerada como una inversión interesante. (UNEP, p. 226)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;En vista de este reconocimiento del capital como completamente amoral (le da lo mismo invertir en tecnologías verdes o en tecnologías destructoras en función de la tasa de ganancia esperada), la conclusión a la cual parecería llegar el PNUMA es que el futuro del planeta depende de que sea posible la formulación de políticas públicas capaces de sobornar a los inversionistas, garantizándoles tasas de ganancia suficientemente elevadas como para que se comporten como buenos ciudadanos planetarios. Todo esto tiene que hacerse, por supuesto, al interior de las reglas del libre comercio que ha impuesto el neoliberalismo a escala global. De acuerdo al informe, no sería aceptable, por ejemplo, el estímulo a desarrollos de inversiones e innovaciones en tecnologías y productos verdes si éstos generan alguna ventaja para productores nacionales que pueda ser interpretada como de carácter proteccionista. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Por lo tanto, es esencial que los países combinen y equilibren la protección del medio ambiente con la garantía del acceso a los mercados. (PNUD, p. 34)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Las políticas destinadas a la defensa del planeta tendrían cómo límite la necesidad de respetar los sagrados derechos del libre mercado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;IV. Sobre el reduccionismo de la economía&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;El informe reconoce que el modelo económico actual es inadecuado en la medida en que no incorpora en su cálculo de costos las externalidades, y con ello, el impacto ambiental de los procesos productivos[6]. Sin embargo, incapaces de mirar un poco mas allá del fundamentalismo neoliberal, no pueden siquiera plantearse la posibilidad de que puedan existir otras formas de relación de los seres humanos con su entorno, y explorar el significado de otras cosmovisiones y/o patrones culturales como los basadas en el reconocimiento de los derechos de la naturaleza o de la Madre Tierra.  Por el contrario, radicalizando el antropocentrismo instrumental que recorre todo el informe, buscan que los mercados incorporen todos estos otros “factores” en su cálculo económico. No se trata por lo tanto de cuestionar el que las decisiones fundamentales de la sociedad sean tomadas por “el mercado”, sino de ampliar el ámbito de información y acción del mercado para que éste incorpore a la naturaleza expresamente en su lógica de valorización. Esto exige la superación de todo los obstáculos y resistencias a la plena mercantilización de la naturaleza. Para el buen funcionamiento de los mercados todo tiene que tener un precio. Con esto se abren nuevos ámbitos de especulación y valorización del capital. Desde estos supuestos, no debe llamarnos la atención que defiendan el papel fundamental que deberían desempeñar los mercados de carbono y REDD+, con relación a los cuales ni siquiera se reconoce la existencia de polémicas, desacuerdos y resistencias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;V. Las múltiples ausencias&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;A lo largo de sus centenares de páginas, el informe del PNUMA presenta muchas reflexiones valiosas sobre posibilidades de alteraciones en los patrones productivos, en la industria, en la agricultura, en la organización de las ciudades, en los sistemas constructivos, en el transporte. Recoge igualmente una amplia gama de ricas experiencias de tecnologías alternativas, del uso de energías renovables, y de novedosos regímenes regulatorios que existen en diferentes partes del mundo. Esto permite reconocer que hay hoy en todo el planeta procesos de búsqueda de alternativas a la lógica destructora de los modelos productivos y de consumo hoy hegemónicos. Esto debe ser reconocido como una importante contribución del informe a los debates sobre las alternativas. Sin embargo, son mucho más notorias las ausencias. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Correspondiendo a la lógica “light” que caracteriza a la mayor parte de los documentos de este tipo, en este informe se obvian por completo todos los asuntos más polémicos creando así una ficción de un mundo que no opera en base a intereses, sino sobre la posibilidad de construcción de consensos que beneficien a todos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Un ejemplo de los temas ausentes es el caso de la guerra y de la industria bélica, una de las dinámicas más humana y ambientalmente devastadoras existentes en el mundo actual. Tanto en términos de los masivos insumos materiales y energéticos utilizados para la fabricación y transporte de los equipos militares, como de los impactos, con consecuencias a largo plazo, de su utilización en los conflictos bélicos, se trata de una dimensión central de la lógica destructiva hoy imperante. Aparentemente se trata de un tema tabú que no pueden abordar los organismos internacionales sin ofender a los Estados Unidos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Pero aún más esencial es la ausencia absoluta de toda consideración del significado de las extraordinariamente desiguales relaciones de poder existentes en el mundo contemporáneo, y los intereses que están en juego en la operación de este sistema mundo. Habla el informe reiteradamente de políticas, pero nunca de política, nunca del poder. Con relación a la política, los autores se declaran neutrales, afirman que la “economía verde no favorece a una u otra corriente política, ya que es pertinente para todas las economías, tanto las controladas por el Estado como las de mercado” (PNUD, p. 5). Los redactores de este informe parecen vivir en un mundo de fantasía en que los gobiernos son democráticos y toman sus decisiones sobre la base de la voluntad de las mayorías y de las necesidades del bienestar de las presentes y futuras generaciones. Parecen creer que los regímenes políticos contemporáneos y los “formuladores de políticas”, cuentan con la capacidad para imponer normas de comportamiento a las corporaciones y a los mercados financieros. Parecen suponer que el capital financiero y las empresas transnacionales que están operando como agentes activos de la acelerada devastación del planeta, no lo hacen porque esto corresponda a las formas en que buscan maximizar sus tasas de ganancia a corto plazo, sino porque no cuentan con suficiente información, o porque no reciben señales suficientemente claras por parte de los marcos regulatorios dentro de los cuales operan. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Estos redactores optan por ignorar que la capacidad de los sistemas políticos contemporáneos para establecer regulaciones y restricciones a la libre operación de los mercados -aunque estás sean exigidas por una muy amplia mayoría de la población- está severamente limitada por el poder político y financiero de las corporaciones. Esto es particularmente evidente en los Estados Unidos. Ninguna política de regulación ambiental, y ningún compromiso internacional, puede ser asumido por el gobierno de dicho país si no cuenta previamente con el visto bueno de las grandes corporaciones potencialmente afectadas. Estas, que, de hecho, tienen capacidad de vetar las políticas con las cuales no están de acuerdo. Esto lo han demostrado en forma contundente en el freno a todo compromiso de los Estados Unidos a reducir las emisiones de gases de efecto invernadero en las negociaciones de cambio climático de las Naciones Unidas, y la forma como han impedido la aprobación hasta de las normas ambientales más tímidas que se han propuesto en estos últimos años. Para los gobernantes, el costo político de afectar los intereses corporativos es, simplemente, demasiado elevado. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Las políticas de ajuste estructural con las cuales los gobiernos europeos han respondido a la actual crisis, llegando inclusive a una reforma constitucional en España, se realizan con el fin de responder a las exigencias cada vez más precisas que formulan “los mercados”. Con esto se vienen dando nuevos pasos en el socavamiento de toda noción de democracia y en la dirección de niveles crecientes de concentración, tanto de la riqueza, como del poder de toma de decisiones a escala global. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;En estas condiciones, el listado de recomendaciones, el conjunto de propuestas de políticas que el PNUMA pide a los gobiernos del mundo que negocien e implementen, no pasa de ser la expresión ingenua de muy buenos deseos, sin posibilidad alguna de alterar el rumbo actual del planeta. Ninguna propuesta que parta de ignorar por completo las realidades de la geopolítica contemporánea tiene posibilidad alguna de realizar aportes significativos a los retos globales que hoy enfrentamos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Esto lo tienen claro los movimientos de resistencia que luchan hoy en todo el mundo. Por ello es poco probable que se dejen entrampar con las falsas promesas de la economía verde.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;- Edgardo Lander es sociólogo, profesor de la UniversidadCentral de Venezuela.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 5px; text-align: justify; font-size: small; color: #444444; font-family: Tahoma, Arial, sans-serif; line-height: 15px; background-color: #7ea601;"&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;[1]. Report of the World Commission on Environment and Development: Our Common Future, [&lt;a href="http://upload.wikimedia.org/wikisource/en/d/d7/Our-common-future.pdf" style="text-decoration: none; font-weight: bold; color: #5c8526;"&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;http://upload.wikimedia.org/wikisource/en/d/d7/Our-common-future.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-top: 0px; margin-bottom: 5px; text-align: justify; font-size: small; color: #444444; font-family: Tahoma, Arial, sans-serif; line-height: 15px; background-color: #7ea601;"&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;Publicado en América Latina en Movimiento, No. 468-9: &lt;a href="http://alainet.org/publica/468-9.phtml" style="text-decoration: none; font-weight: bold; color: #5c8526;"&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;http://alainet.org/publica/468-9.phtml&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 17 Nov 2011 15:47:14 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/el-lobo-se-viste-con-piel-de-cordero</link><guid>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/el-lobo-se-viste-con-piel-de-cordero</guid></item><item><title>Rede Latinoamericana sobre Deuda Desarrollo y Derechos - Latindadd se manifesta no G20</title><description>&lt;div style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 16px;"&gt;&lt;strong&gt;De Seúl a Cannes&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 12pt;"&gt;
&lt;div style="font-size: 12pt; font-family: times, serif;"&gt;
&lt;div&gt;
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&lt;div style="font-size: 12pt; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;
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&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="color: #0000bf; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Sigue la incertidumbre en la economía global y se&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="color: #0000bf; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;siguen perdiendo derechos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;Noviembre 2011&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;Considerando que tanto los Derechos Humanos y los Derechos del Medio Ambiente siguen &lt;/span&gt;sin hacerse vigentes y lo avanzado en ellos se va perdiendo o está en alto riesgo de perderse debido, tanto al desarrollo de la crisis sistémica como a la forma que se le enfrenta desde las instancias de decisión mundial, nos pronunciamos planteando lo siguiente como parte de los movimientos de la región Latinoamericana con motivo de la reunión que el G20 tendrá en Cannes:&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;• Desde que se empezó a convocar al G20 para enfrentar la crisis en el 2008 ha &lt;/span&gt;habido una falta de decisión de regular y controlar el flujo de capitales que vaya más allá de los intereses del capital transnacional, de detener la especulación y de enfrentar de manera decidida los desequilibrios globales. Se &lt;span class="yiv347770031"&gt;han dejado de lado las propuestas de la comisión Siglitz, que se formó con &lt;/span&gt;motivo de la Conferencia de Naciones Unidas sobre la crisis financiera y su impacto en el Desarrollo, así como los aportes de los movimientos sociales globales.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;Las instituciones financiera internacionales que fallaron en sus políticas de &lt;/span&gt;“prevención de crisis”, pues sólo las exigieron a los países en desarrollo y no a las economías desarrollada, cuentan con nuevas atribuciones y funciones y promueven la profundización de las mismas medidas conocidas por su fracaso &lt;span class="yiv347770031"&gt;en mantener la estabilidad financiera y económica y por impedir que los &lt;/span&gt;países en desarrollo logren el control de sus recursos, los cuales drenan de manera permanente hacia el exterior. Estas medidas promueven en última instancia que los Estados aseguren un nivel de ganancia extraordinaria para el capital y el sostenimiento de los déficit en las economías desarrolladas. Esto es reforzado además por marcos institucionales y normativos que en los países permiten los flujos ilícitos y del capital golondrino como un mecanismo de aprovechamiento del corto plazo.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;• Los desequilibrios globales de los que hablan los economistas son &lt;/span&gt;finalmente la expresión del funcionamiento de la economía global de acuerdo a las necesidades del capital que tiene como principales instrumentos a las políticas financieras, fiscales y monetarias en curso y los acuerdos de libre comercio e inversión que están vigentes y que siguen promoviendo.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;• Por otra parte existe un espejismo en América Latina con el crecimiento de &lt;/span&gt;sus economías debido al gran flujo capitales que se ha tenido el 2010 para inversiones en cartera, especulación e inversión en materias primas e infraestructura. América Latina recibió cerca 214.000 millones de dólares en flujos de capital. Este flujo de capitales a la vez que produce crecimiento ha &lt;span class="yiv347770031"&gt;producido una distorsión en el tipo de cambio con consecuencias en la toma &lt;/span&gt;de decisiones soberanas referidas a la producción y el comercio. Asimismo el aumento en el flujo de capitales ha acentuado la explotación indiscriminada de nuestros recursos naturales, el desplazamiento de personas y destrucción&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;de nuestros sistemas ecológicos. La interrupción repentina de la afluencia de &lt;/span&gt;capitales por la agudización de la crisis en Europa o la recesión en los países en desarrollo y la caída consecuente del precio de las commodities, cuyo nivel es generado en buena parte por la especulación, llevaría de manera inmediata a la &lt;span class="yiv347770031"&gt;reducción de las exportaciones, de los ingresos fiscales, del empleo, terminaría &lt;/span&gt;con el espejismo del crecimiento.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;• El G20 se convocó para reforzar las decisiones del G7 para plantear salidas &lt;/span&gt;para la crisis del 2008 y para superar falta de fondos que este grupo tenía para superar la crisis. Pero no ha podido cumplir con lo que se propuso en su pronunciamiento del año pasado terminada la reunión de Seúl de “apoyar y &lt;span class="yiv347770031"&gt;estabilizar la economía mundial y, al mismo tiempo, a establecer las bases de &lt;/span&gt;reforma para asegurar que el mundo no volviese nunca a sufrir otro episodio igual otra vez”.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;• En discursos y declaraciones no se ha querido asumir con contundencia que &lt;/span&gt;la crisis evidenciada el año 2008, no se ha resuelto ni en Europa ni en Estados Unidos y que va empeorando en el viejo continente pues vienen aplicando ajustes que afectan a los derechos de sus trabajadores y pobladores en beneficio del capital y hay peligro de una recesión mundial. Los decisores &lt;span class="yiv347770031"&gt;relacionados a las transnacionales viejas y nuevas siguen con negocios y no &lt;/span&gt;toman en cuenta lo mencionado como problema que concierne a la seguridad humana y del planeta.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;• La creación del G20 ha afectado a los esfuerzos de integración regional:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;Fondos de países emergentes grandes comienzan a dirigirse a los fondos &lt;/span&gt;mundiales en vez de incrementar a los fondos regionales o subregionales. Se dan salidas como el acuerdo del Arco del Pacífico, que promueve acuerdo del libre comercio e inversión entre México, Colombia, Perú y Chile. Se plantea que &lt;span class="yiv347770031"&gt;os políticas de unos países son mejores que de otros: Se contrapone eficacia &lt;/span&gt;de medidas de políticas de México, Colombia, Perú, Brasil y Chile versus las de Argentina, Ecuador, Venezuela, y Bolivia, que tener gestiones económica más autónomas.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;• Es llamativa la gestión económica de China en contraposición de otros países &lt;/span&gt;en relación a controles de su sistema financiero y planificación de su producción y comercio y la gestión de su tipo de cambio. Asimismo hay que tener muy en cuenta el rol de los BRICS como poseedor de reservas y de mercados y todos los demás países emergentes. En América Latina se poseen &lt;span class="yiv347770031"&gt;546.000 millones de dólares en reservas actualmente debido al crecimiento &lt;/span&gt;por aumentos precios de commodities. Todo esto puede generar una tensión en las viejas economías y las emergentes con repercusiones que pueden generar más inseguridad.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;Por el escenario previamente expuesto, las organizaciones sociales de la región &lt;/span&gt;venimos impulsando medidas autónomas como:&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;• La asunción y puesta en marcha de una Nueva Arquitectura Financiera &lt;/span&gt;Regional junto a sentar las bases de una economía sustentable es un problema de sobrevivencia y geopolítico pues se trata de tener un peso como región en las decisiones mundiales referidas al cuidado de nuestra gente, de &lt;span class="yiv347770031"&gt;nuestros recursos naturales y financieros y de asegurar la subsistencia &lt;/span&gt;inmediata y futura en un mundo con gran tensión.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;• Los movimientos sociales y ciudadanos deben seguir teniendo un rol de &lt;/span&gt;vigilancia, presión e incidencia, desde la cercanía de la gente en la defensa de sus derechos, en sus movilizaciones, en los diálogos con los gobiernos que buscan lograr una mayor inclusión y equidad, en la construcción de relaciones y enlaces con ciudadanos del norte y con funcionarios nacionales e internacionales que buscan el cambio y la vigencia de los derechos.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;• Consideramos necesario reiterar las propuestas que los movimientos sociales &lt;/span&gt;regionales y globales vienen levantando como retomar parte de las recomendaciones de la Comisión Siglitz:&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;1. Impuesto a las transacciones financieras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ffffff;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;2. Liberar al comercio de alimentos de la especulación.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ffffff;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;3. La realización de auditorías de deuda y de las IFIS y la anulación de deuda de &lt;/span&gt;las deudas ilegítimas.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ffffff;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;4. El establecimiento de la justicia fiscal, que evite nuevos ciclos de &lt;/span&gt;endeudamientos que comprometa la soberanía de las economías de nuestros países y la desaparición de los paraísos fiscales.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ffffff;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;5. Regular las inversiones y romper las ataduras generados por los Tratados &lt;/span&gt;Bilaterales de Inversión, los contratos de estabilidad tributaria y la existencia del Centro Internacional de Acuerdo de Inversiones –CIADI.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ffffff;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;6. Crear una bolsa de monedas o desarrollar los derechos especiales de giro &lt;/span&gt;para sentar las bases de un nuevo sistema monetario internacional.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #ffffff;"&gt;*&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;7. El establecimiento de un ente Regulador Mundial y un Consejo Económico &lt;/span&gt;con rango de Consejo de Seguridad bajo las Naciones Unidas.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;*&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031" style="font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;8. Sentar las bases para lograr una economía solidaria y justicia ecológica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="yiv347770031"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.latindadd.org/"&gt;http://www.latindadd.org&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Mon, 14 Nov 2011 13:10:58 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/rede-latinoamericana-sobre-deuda-desarrollo-y-derechos-latindadd-se-manifesta-no-g20</link><guid>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/rede-latinoamericana-sobre-deuda-desarrollo-y-derechos-latindadd-se-manifesta-no-g20</guid></item><item><title>Rio +20: Posicionamento dos Governos ligados a ALBA</title><description>&lt;div style="line-height: 1.22em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;Acessem os documentos clicando nos links em azul.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em; text-align: justify;"&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;strong style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif;"&gt;Bolívia (&lt;a href="http://www.uncsd2012.org/rio20/content/documents/454Submission%20Plurinational%20State%20of%20Bolivia%20Rio20.pdf" target="_blank" style="color: #1e66ae; line-height: 1.22em;"&gt;documento completo&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;"At a global scale, the supposed objective of the Green Economy of disassociating economic growth from environmental deterioration is not viable. Those that promote the Green Economy promote a three- dimensional capitalism that includes physical capital, human capital, and natural capital (rivers, wetlands, forests, coral reefs, biological diversity and other elements). For the Green Economy, the food crisis, the climate crisis and the energy crisis share a common characteristic: the failed allocation of capital. As a result, they try to treat nature as capital – “natural capital.” (...)"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;strong style="line-height: 1.22em;"&gt;Cuba: (&lt;a href="http://www.uncsd2012.org/rio20/content/documents/91Uncubsutitled.pdf" target="_blank" style="color: #1e66ae; line-height: 1.22em;"&gt;documento completo&lt;/a&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;"El principal problema de la propuesta de la Economia Verde es que no significa auténticamente una proposición de rediseño de la economía, sino de “reverdecimiento de la tecnologia” y de ampliación de los mercados sobre essa base. La economia verde, como planteo superficial, no considera los necesarios cambios estructurales que hay que obrar em los modelos de desarrollo(...)”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;strong style="line-height: 1.22em;"&gt;Equador: (&lt;a href="http://www.uncsd2012.org/rio20/index.php?page=view&amp;amp;type=510&amp;amp;nr=281&amp;amp;menu=20" target="_blank" style="color: #1e66ae; line-height: 1.22em;"&gt;documento completo&lt;/a&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;"Con relación a la economía verde, no puede ser considerada como un concepto alternativo al desarrollo sostenible, o un nuevo paradigma. Pensar en una “economía verde” sin modificar los patrones de producción y consumo, es una forma de enverdecer el proteccionismo, las operaciones especulativas que han llevado a la crisis del sistema capitalista, el desconocimiento de los derechos de los pueblos ancestrales, la apropiación y privatización de los servicios ambientales, la dependencia tecnológica de los países en desarrollo.(...)" &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;strong style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;strong style="line-height: 1.22em;"&gt;Venezuela: (&lt;a href="http://www.uncsd2012.org/rio20/content/documents/43901%20Noviembre%202011%20Traduccion%20Aportes%20Venezuela%20CNUDS%20Rio20.pdf" target="_blank" style="color: #1e66ae; line-height: 1.22em;"&gt;documento completo&lt;/a&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em;"&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;The Green Economy is not a solution to the old and new threats that have deepened the environmental crisis because its ultimate goal is the imposition of expensive products and “green” technologies from developed countries to poor and developing countries, which budgets are already engaged in the struggle to eradicate poverty. This technological and patents neocolonialism must be rejected. (...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;strong style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;strong style="line-height: 1.22em;"&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;strong style="line-height: 1.22em;"&gt;Brasil: (&lt;a href="http://www.mma.gov.br/estruturas/182/_arquivos/rio20_propostabr_182.pdf" target="_blank" style="color: #1e66ae; line-height: 1.22em;"&gt;documento completo&lt;/a&gt;)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 1.22em;"&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: small;"&gt;"A economia verde, assim, deve ser um instrumento da mobilização pelo desenvolvimento sustentável e esse vínculo pode ser feito por meio do entendimento de “economia verde” como um programa para o desenvolvimento sustentável, ou seja: um conjunto de iniciativas, políticas e projetos concretos que contribuam para a transformação das economias, de forma a integrar desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental.(...)"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 1.22em; font-family: verdana, sans-serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Fri, 04 Nov 2011 13:37:59 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/rio-20-posicionamento-dos-governos-ligados-a-alba</link><guid>http://cirandas.org/sociedadecivil.rio2012/cupula-dos-povos-por-justica-social-e-ambiental/rio-20-posicionamento-dos-governos-ligados-a-alba</guid></item></channel></rss>