<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) Rosiler Santos</title><link>http://cirandas.org/rosilersantos</link><description>Conteúdo do(a) Rosiler Santos publicado no CIRANDAS</description><item><title>TRABALHO DA DISCIPLINA TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000; font-size: large;"&gt;TECNOLOGIA SOCIAL, ESTRATÉGIA DE CONVIVÊNCIA COM O SEMIÁRIDO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;img src="/articles/0010/0542/PPM.jpg?1315534537" height="300" alt="Ppm" width="343" /&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;        A palavra convivência segundo o dicionário significa: Ato ou efeito de conviver; convívio diário. Com porte desta informação é que nós, sujeitos de direitos que presenciamos e sentimos as problemáticas diárias, não devemos perder de vista a luta por políticas públicas que possibilitem a convivência sustentável com nosso Semiarido.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;    Nessa perspectiva, é que vislumbramos a necessidade de outras possibilidades de ver e dizer o Semiárido. Possibilidades essas que estão vinculadas a outras formas de enunciados, que vão além da terra rachada, animais mortos e pessoas miseráveis, que compõem o imaginário popular associado à região, são pensamentos e ações voltados à convivência permanente com o Semiárido, tendo como parâmetro o desenvolvimento solidário e sustentável das “GENTE” que aqui vivem. Até por que está comprovado que as práticas de combate a seca são inadequadas e ineficazes, e não contemplam as necessidades das sertanejas e sertanejos, quanto ao acesso à água e alimentação, direitos que estão garantidos por lei.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;       Esse novo jeito de perceber o Semiarido, tem como carro chefe duas questões fundamentais; A educação contextualizada, que tem como princípio metodológico a produção do conhecimento local e trabalha a realidade da região, valorizando o contexto social, econômico, político, ambiental e cultural. E as tecnologias sócias, que tem a questão da água e na descentralização da terra suas sustentações. Elas captam água da chuva para consumo e produção, estocam ração para alimentar os animais e pessoas, associadas ao manejo adequado da terra e dos recursos hídricos, desconstruindo o mito de terra improdutiva e subsistência, além de serem simples inovadoras, que se adaptam facilmente a realidade de cada município e de cada comunidade. A cisterna é um exemplo disso, é uma tecnologia social barata que além de levar a água as famílias rurais, favorece para a quebra do monopólio da água pelas elites rural. Essas duas questões são indissociáveis, uma é inerente a outra, uma vez que as duas se propõem a potencializar o empedramento sócio-político e econômico das agricultoras e agricultores familiares, fortalecendo assim a sua auto- estima.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;        Nessa caminhada, em que se busca a construção de outro imaginário do Semiarido brasileiro, onde os protagonistas são os sujeitos que os compõem, as entidades sociais tornaram-se fundamentais. Aqui porem, merece destaque a Articulação no Semiarido – ASA que vem contribuindo para a consolidação desse processo, através das sensibilizações e reflexões sobre cidadania, política publica e convivência com o Semiarido. E ainda, ela desenvolve uma serie de ações que extrapolam o universo das intervenções emergenciais e de assistências sociais, visando a soberania e a segurança alimentar e nutricional no Semiarido.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;        Nesse contexto, o Movimento de Organização Comunitária - MOC vem dando sua contribuição na construção de uma nova política para o Semiarido, na execução do Programa de Formação e Mobilização Social para a Convivência com o Semiárido – P1MC, esse que articula e sensibiliza sujeitos na perspectiva de realizar formação cidadã, promovendo sua emancipação político-social, através do acesso a água de qualidade para consumo e produção, que por sua vez garante a sobrevivência no campo, evita o êxodo rural e melhora consideravelmente a qualidade de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;        Essa Tecnologia Social, P1MC, também fortalece os laços das Políticas Publicas com as famílias e entidades, a medida que o processo que a envolve garante a participação efetiva desses sujeitos. Isto porque as ações desenvolvidas tem como princípios questões relacionadas o direito a água, saúde das famílias beneficiadas, segurança alimentar, cuidados com o meio ambiente e responsabilidade comunitária e social. Esses princípios possibilitam a socialização entre os conhecimentos e vivencias tanto das agricultoras (os) familiares quanto de quem facilita e conduz esse processo, como também dá oportunidade de troca de experiência entre os atores sociais, fortalecendo os vínculos comunitários e a ampliação da visão humanitária.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;       A seguir reforço o que foi supracitado com um vídeo onde famílias e lideranças trazem suas experiências.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/RKp-wJRHNSQ" frameborder="0" height="345" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 08 Sep 2011 23:29:40 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rosilersantos/blog/trabalho-da-disciplina-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao</link><guid>http://cirandas.org/rosilersantos/blog/trabalho-da-disciplina-tecnologias-de-informacao-e-comunicacao</guid></item><item><title>MÁRIO QUINTANA</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-size: large; color: #ff0000; text-decoration: underline;"&gt;Poeminha do Contra&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;em&gt;Todos esses que aí estão&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;em&gt;Atravancando meu caminho,&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;em&gt;Eles passarão....&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;em&gt;Eu passarinho!&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;(Prosa e verso, 1978)&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 06 Sep 2011 22:12:54 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rosilersantos/blog/mario-quintana</link><guid>http://cirandas.org/rosilersantos/blog/mario-quintana</guid></item><item><title>Software Livre</title><description>&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/H6hBs0yjeUE" frameborder="0" height="345" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 03 Sep 2011 17:10:40 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rosilersantos/blog/software-livre</link><guid>http://cirandas.org/rosilersantos/blog/software-livre</guid></item><item><title>Espaço de trocas de experiências.</title><description>&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;img src="/articles/0010/0191/DSC07813.JPG?1315076446" height="256" alt="Dsc07813" width="376" /&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large; color: #ff6600;"&gt;Por uma Política Pública de acesso a Água&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 03 Sep 2011 16:26:24 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rosilersantos/blog/espaco-de-trocas-de-experiencias.</link><guid>http://cirandas.org/rosilersantos/blog/espaco-de-trocas-de-experiencias.</guid></item></channel></rss>