<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) Rede Brasileira de Grupos de Consumo Responsável</title><link>http://cirandas.org/rgcr</link><description>Conteúdo do(a) Rede Brasileira de Grupos de Consumo Responsável publicado no CIRANDAS</description><item><title>Criando um Grupo de Consumo Responsável: Um passo a passo para começar e estabelecer um GCR</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fonte: &lt;a href="http://institutokairos.net/portfolio-items/criando-um-grupo-de-consumo-responsavel-um-passo-a-passo-para-comecar-a-estabelecer-um-gcr/"&gt;http://institutokairos.net/portfolio-items/criando-um-grupo-de-consumo-responsavel-um-passo-a-passo-para-comecar-a-estabelecer-um-gcr/&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://institutokairos.net/wp-content/uploads/2016/07/Cartilha-GCR-2016-Final.pdf" target="_blank"&gt;&lt;img style="width: 100%;" src="http://institutokairos.net/wp-content/uploads/2016/07/1_pdfsam_CARTILA_GCR_final3-page-001-1-500x352.jpg" alt=""&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Os grupos de consumo responsável (GCR) são iniciativas de pessoas organizadas para acessar produtos que estejam alinhados com seus valores, representando uma alternativa aos principais canais de comercialização do mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Esta cartilha foi desenvolvida a partir das experiências e reflexões de pessoas que atuam em diferentes GCR, articulados na &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=1OiMdvwEVR8"&gt;Rede Brasileira de Grupos de Consumo Responsável&lt;/a&gt;. O Instituto Kairós já havia publicado &lt;a href="http://institutokairos.net/portfolio-items/organizacao-de-grupos-de-consumo-responsavel/"&gt;material&lt;/a&gt; sobre o tema em 2011, com abordagem mais conceitual. A versão atualizada, lança agora um olhar cuidadoso para a prática, apresentando questões concretas envolvidas na organização de um GCR e alternativas para enfrentá-las. O objetivo é propor ferramentas e explicações sobre como formar um GCR. Seus elementos foram pensados para abranger ao máximo as necessidades do leitor, mas todos os passos podem e devem ser adaptados à realidade local.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O conteúdo está dividido em duas partes, o presente documento e uma extensão virtual que será lançada em breve. O material impresso explora de maneira mais sucinta a criação de um GCR. A versão digital visa aprofundar e complementar informações, curiosidades e exemplos relacionados à formação de um GCR.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://institutokairos.net/wp-content/uploads/2016/07/Cartilha-GCR-2016-Final.pdf" target="_blank"&gt;Baixe aqui a cartilha gratuitamente.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Boa leitura!&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 22 Aug 2016 17:17:56 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rgcr/blog/criando-um-grupo-de-consumo-responsavel-um-passo-a-passo-para-comecar-e-estabelecer-um-gcr</link><guid>http://cirandas.org/rgcr/blog/criando-um-grupo-de-consumo-responsavel-um-passo-a-passo-para-comecar-e-estabelecer-um-gcr</guid></item><item><title>III Encontro da Rede Nacional dos Grupos de Consumo Responsável fortalece ações coletivas</title><description>&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://institutokairos.net/2015/08/iii-encontro-da-rede-nacional-dos-grupos-de-consumo-responsavel-fortalece-acoes-coletivas/"&gt;http://institutokairos.net/2015/08/iii-encontro-da-rede-nacional-dos-grupos-de-consumo-responsavel-fortalece-acoes-coletivas/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0031/7315/III%20Encontro%20RGCR.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste último fim de semana, de 7 a 9 de agosto de 2015, aconteceu o III Encontro da Rede Nacional de Grupos de Consumo Responsável, em São Pedro, interior de São Paulo. O evento foi muito rico e contou com representantes de 22 Grupos de Consumo Resposável (GCR) dos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Ceará, Bahia, Amazonas e Mato Grosso. Muita diversidade e muita coisa em comum, principalmente a vontade de fazer do consumo um ato político e transformador em busca de uma sociedade mais justa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento foi organizado pelo Kairós e contou com várias atividades, dentre as quais:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Apresentação do resgate sobre o histórico da Rede Nacional de GCR;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Trocas de experiências e debates sobre os desafios e conquistas dos GCRs ao longo do tempo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Apresentações de trabalhos realizados pelo Kairós em parceria com alguns GCRs que atuam como “Bases de Serviço em economia solidaria”, dentro do projeto com a Senaes/MTE, como estudos de viabilidade econômica, plano de logística e pesquisa comparativa de preços de hortalicas em cidades de diversas regiões do pais, esta última a ser lançada em breve;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Bate-papo com produtores do Rede Guandu (GCR de Piracicaba) sobre como é participar de um GCR;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Avaliação e continuidade do software para os GCR, disponível no Cirandas.net a partir da criação de uma comunidade, utilizado pelos GCRs: Bem da Terra/RS, Uilikandé/SP, Rede Agroecologica Caiçara/SP; ComerAtivaMente/SP e RedeMoinho/BA;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Apresentação do Portal do Consumo Responsável, em desenvolvimento pela Cooperativa EITA, que pretende ser um espaço para busca de práticas, portal de notícias e acervo de materiais sobre o tema, além de estar linkado à um aplicativo de celular – o Responsa – para integração das práticas e busca de produtos e serviços em todo o país, que segue em pré-teste;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Participação dos GCRs no Sistema Nacional do Comércio Justo e Solidário (SCJS) e cadastro no CADSol (Cadastro Nacional de Empreendimentos Econômicos Solidários);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Debate sobre a identidade nos termos consumo responsável e Grupo de Consumo Responsável, buscando um vínculo mais permanente e a possibilidade de mais ações em conjunto;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;E ao final do encontro houve uma plenária de encaminhamentos, em temas como: agendas, logística conjunta; coordenação, continuidade e modo de integração à Rede.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Dentre os destaque dos debates, além da interação constante, foi a percepção de que a Rede já acumula diversas ações em conjunto e pretende aprofundar as mesmas, como a realização de outras pesquisas e levantamentos conjuntos sobre o tema; e a troca de experiências e aprendizados frente aos desafios comuns relacionados à continuidade e crescimento das práticas. A reflexão sobre as identidades presentes tambem abriu um quadro amplo que contempla uma transversalidade de lutas e de ações junto à movimentos sociais diversos (como economia solidária, agroecologia e reforma agrária). Durante a discussão afloraram aspectos como a critica ao padrão de consumo e produção dominantes, ao monopólio e contaminação na agricultura pelas grandes empresas e a necessidade de buscar aproximar mais aliados para a proposta do consumo responsável, popularizando-o, sejam consumidores, grupos e agricultores, num exercicio político de pratica diária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os 22 GCR presentes foram: de São Paulo – Coletivo de Consumo Rural Urbano (CCRU), Coletivo de Consumo Rural Urbano – Solidariedade Organica (CCRU Solo), ComerAtivaMente, Consumo Consciente ABC, CSA Brasil, Direto da Roça, Movimento de Integração Campo Cidade (MICC), Rede Agroecológica Caiçara, Rede Agroecológica de São Carlos, Rede Guandu, Rede Trem Bão, Trocas Verdes, Uilikandé; do Rio de Janeiro – Rede Ecológica; do Ceará – Grupo de Consumidores Responsáveis do Benfica; do Rio Grande do Sul – Feira Virtual Bem da Terra; da Bahia – RedeMoinho; do Amazonas – Rede Tapiri; de Minas Gerais – Rede Terra Viva, Raízes da Mata; do Mato Grosso – Sistema Canteiros de Comercialização Sociossolidária Agroecologica (Cantasol), Sistema de Comercialização Solidária (SISCOS); além da participação do Faces do Brasil e Cooperativa Eita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.flickr.com/photos/122387362@N02/albums/72157657196502661/with/20355454129/"&gt;Confira as fotos do III Encontro da Rede Nacional de GCRs.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mais informações acesse:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/channel/UCO-AGfv1bIL2SqU5jI_DM_w/videos"&gt;Canal no youtube com acervo de vídeos dos GCRs&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://goo.gl/4C7Hx5"&gt;Mapa atualizado da Rede&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://institutokairos.net/2015/05/acervo-sobre-grupos-de-consumo-responsavel/"&gt;Compilado com notícias e materiais sobre os GCRs&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 20 Oct 2015 22:04:14 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rgcr/blog/iii-encontro-da-rede-nacional-dos-grupos-de-consumo-responsavel-fortalece-acoes-coletivas</link><guid>http://cirandas.org/rgcr/blog/iii-encontro-da-rede-nacional-dos-grupos-de-consumo-responsavel-fortalece-acoes-coletivas</guid></item><item><title>Oficina de comercialização reúne grupos de consumo responsável do país</title><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Fonte: http://institutokairos.net/2014/04/oficina-de-comercializacao-reune-grupos-de-consumo-responsavel-do-pais/&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Grupos de Consumo Responsável são organizações autônomas de pessoas que apoiam a produção agroecológica e se juntam para viabilizar a compra conjunta de alimentos que são produzidos, distribuídos e comercializados levando em conta preocupações com o meio ambiente, a sociedade e a saúde. Dessa maneira, esses grupos buscam facilitar a chegada principalmente de hortaliças e não-perecíveis até as famílias na cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Entre os dias 3 e 7 de abril de 2014 estiveram reunidos na &lt;a href="http://institutokairos.net/2014/02/instituto-kairos-lanca-livro-sobre-praticas-de-comercializacao/"&gt;Oficina de Comercialização de Produtos da Agricultura Familiar e da Economia Popular Solidária&lt;/a&gt;, organizada pelo Instituto Kairós e pela &lt;a href="http://www.capina.org.br/"&gt;Capina&lt;/a&gt;, representantes de 19 grupos de consumo responsável, vindos das 5 regiões do país. O objetivo dessa oficina foi trabalhar questões sobre comercialização, em diálogo com a prática dos participantes, apresentando ferramentas para a realização das compras coletivas, bem como trazendo à tona discussões acerca da sustentabilidade desses grupos e temas afins.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Através de metodologia participativa, os grupos puderam olhar para o caráter político-educativo de suas práticas e para o tipo de abordagem que costumam utilizar quando realizam atividades nessa esfera. Para além disso, tal metodologia possibilitou a troca de informações a respeito das experiências de cada grupo, assim como a reflexão sobre suas potencialidades enquanto Rede de Grupos de Consumo Responsável.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O reencontro entre os grupos que haviam participado do &lt;a href="http://institutokairos.net/2013/08/ii-encontro-de-grupos-de-consumo-responsavel/"&gt;II Encontro Nacional&lt;/a&gt;, realizado no mês agosto de 2013 em Parelheiros (São Paulo/SP) e a presença de novos coletivos deram a liga aos momentos de discussão sobre a Rede que renderam encaminhamentos mais consistentes, como organização para logística integrada e reconhecimento da importância de compartilhar sistematizações e tecnologias.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A oficina ainda contou com uma visita ao mutirão para entrega de produtos secos da &lt;a href="http://redeecologicario.org/"&gt;Rede Ecológica&lt;/a&gt;, grupo de consumo responsável situado no Rio de Janeiro. A experiência se revelou proveitosa na medida em que os participantes puderam constatar a importância do engajamento e a força da cooperação entre os consumidores da Rede Ecológica, assim como a complexidade da logística desses mutirões, que exige grande organização e comprometimento entre seus membros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Participaram da oficina os seguintes grupos de consumo responsável:&lt;br&gt; Compras Coletivas Ecossolidárias (Florianópolis/SC), SISCOS (Alta Floresta/MT), Rede Ecológica (Rio de Janeiro/RJ), ComerAtivaMente (São Paulo/SP), Associação de Integração Campo Cidade – MICC (São Paulo/SP), Consumo Consciente ABC (S. Bernardo do Campo/SP), Coletivo de Consumo Rural Urbano (Diadema/SP), CSA Brasil (Bauru/SP), CSA São Carlos (São Carlos/SP), Recore (Limeira/SP), Rede Guandu (Piracicaba/SP), Direto da Roça (Piracicaba/SP), Trocas Verdes (Campinas/SP), Rede Agroecológica Caiçara (Ubatuba/SP), Rede Terra Viva (Belo Horizonte/MG), Raízes da Mata (Viçosa/MG), RedeMoinho (Salvador/BA), Feira Agroecológica do Benfica (Fortaleza/CE), Rede Tapiri (Manaus/AM).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O evento, que foi apoiado por projeto desenvolvido pelo Instituto Kairós com a Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES/MTE), ainda contou com a participação de representante do &lt;a href="http://www.fbes.org.br/"&gt;Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES)&lt;/a&gt; e com a colaboração de representante do &lt;a href="http://www.facesdobrasil.org.br/"&gt;Faces do Brasil&lt;/a&gt; em momento de apresentação e debate sobre o tema Comércio Justo e Solidário.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 08 Jun 2014 20:37:43 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rgcr/blog/oficina-de-comercializacao-reune-grupos-de-consumo-responsavel-do-pais</link><guid>http://cirandas.org/rgcr/blog/oficina-de-comercializacao-reune-grupos-de-consumo-responsavel-do-pais</guid></item><item><title>Debate sobre viabilidade e sensibilização de consumo responsável ocorre no Rio de Janeiro</title><description>&lt;p&gt;&lt;img title="Image" width="300" align="left" hspace="6" src="http://www.fbes.org.br/images/stories/foruns_estaduais/rj/Oficina_GCR.jpg" alt="Image" height="225" border="0"&gt;O que é a viabilidade no contexto dos Grupos de Consumo Responsável (GCR)? Quais as etapas para consumir um produto, seja ele com uso de intermediários ou diretamente do produtor/a? Qual o cálculo para formar o preço de venda de um produto? Estas e outras questões foram debatidas entre representantes de Grupos de Consumo do país nesta quinta, sexta-feira e sábado, na cidade do Rio de Janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em muitas das experiências dos GCR as parcerias para espaço de entrega e a militância para o trabalho de gestão dos coletivos encobrem alguns custos que não são desembolsados, mas existem no fluxo de atuação dos Grupos de Consumo. Tais custos merecem serem conhecidos para a adequada viabilidade e conhecimento da dimensão econômica e da gestão dos GCR.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O preço justo entra neste debate, sendo qualificado como uma busca a ser praticada num mercado injusto e desigual, aonde a plena realização da proposta é um desafio e uma imperfeição. Os princípios e valores de comunicação, transparência, justiça, democracia, entre outros, foram destacados para a prática do preço justo, além do respeito aos trabalhadores e ao meio ambiente este processo de produção, comercialização e consumo. A proposta de financiar a produção dos agricultores familiares e empreendimentos de economia solidária é uma proposta dos GCR que foge da lógica no mercado capitalista, com o desafio de levantar a prática do preço justo junto as políticas públicas, além da sensibilização e conscientização de mais consumidoras/es, tanto urbanas, quanto rurais para o consumo responsável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi destacado que é fundamental realizar atividades formativas com as/es agricultoras/es familiares sobre a compreensão e composição de preço, para consciencização do valor e dos custos de produção e de vendas, facilitando o processo informativo e de autonomia da agricultura familiar e economia solidária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste sentido, a sensibilização e conscientização de sair da lógica do ganha-perde, da concorrência e da exploração nas práticas comerciais e nos fluxos que ela envolve, é um requisito fundamental para expandir e ampliar a prática do consumo responsável, saindo de iniciativas de nicho de mercado e de pequenos grupos isolados. A estratégia da Rede de Grupos de Consumo Responsável é fundamental para isso, para articular, ampliar e fortalecer as iniciativas existentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro debate levantado foi relativo a formalização destas iniciativas, pois segundo a legislação vigente não é possível formalizar uma cooperativa que seja de consumidoras/es e de produtoras/es ao mesmo tempo. Por outro lado, foi colocado por alguns CGR que a não legalização é também uma forma de protesto perante a estrutura estatal e regulatória existente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, a oficina também contou com a visita à separação de produtos perecíveis (verduras, frutas e legumes) e produtos beneficiados da agroecologia e da economia solidária de núcleos da Rede Ecológica e feiras o que permitiu a interação e o conhecimento da experiência na cidade do Rio de Janeiro, num processo rico de troca, mutirão, conhecimento e reforço da proposta.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 08 Jun 2014 20:34:36 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rgcr/blog/debate-sobre-viabilidade-e-sensibilizacao-de-consumo-responsavel-ocorre-no-rio-de-janeiro</link><guid>http://cirandas.org/rgcr/blog/debate-sobre-viabilidade-e-sensibilizacao-de-consumo-responsavel-ocorre-no-rio-de-janeiro</guid></item><item><title>Rede de Grupos de Consumo Responsável está no mapa!</title><description>&lt;p class="autor"&gt;&lt;em&gt;Fonte: http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=7900&amp;amp;Itemid=62&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="300" height="156" title="Image" src="http://www.fbes.org.br/images/stories/foruns_estaduais/sp/mapa_gpconsumo.jpg" align="right" alt="Image" hspace="6" border="0"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os 16 grupos de consumo que integram a Rede de Grupos de Consumo Responsável estão agora visíveis no mapa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa integra a proposta da Rede para articulação, fortalecimento, troca de conhecimentos e experiências dos Grupos de Consumo Responsável no país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Integram o mapa, além das iniciativas autogeridas dos consumidor@s, os parceiros e apoiadores: FBES, Instituto Kairós, Cooperativa EITA e Preface.&lt;/p&gt;
&lt;p class="leiamais"&gt;Acesse em https://mapsengine.google.com/map/embed?hl=pt-BR&amp;amp;mid=zq_08AdWVTR8.k59MN_mqRYGo&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 29 Oct 2013 15:54:57 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rgcr/blog/rede-de-grupos-de-consumo-responsavel-esta-no-mapa</link><guid>http://cirandas.org/rgcr/blog/rede-de-grupos-de-consumo-responsavel-esta-no-mapa</guid></item><item><title>Grupos de Consumo Responsável planejam atuação nacional em rede</title><description>&lt;p align="JUSTIFY"&gt;Terminou no domingo (25 de Agosto), em Parelheiros, zona sul e rural da cidade de São Paulo, o II Encontro dos Grupos de Consumo Responsável. Estiveram presentes 16 grupos de consumo responsável de todas as regiões do país, além do Fórum Brasileiro de Economia Solidária, a cooperativa EITA e o Instituto Kairós, organizador da atividade.Os debates aprofundaram o significado e as ações da Rede de Grupos de Consumo Responsável, que teve seu processo de criação iniciado em 2011. Definiu-se como objetivo da Rede a articulação dos grupos de consumo responsável para o fortalecimento de suas ações, além da troca de conhecimentos e experiências e a construção de ações conjuntas para práticas de comercialização e consumo responsável e para atuação política e formativa.&lt;/p&gt;
&lt;p align="JUSTIFY"&gt;A troca de experiências e o debate sobre os desafios e conquistas dos grupos de consumo ocorreram nos três dias do encontro, que teve início na última sexta-feira (23/08). Dentre as experiências destacadas debatidas foram: estratégias de pedidos e entregas, com uso de softwares desenvolvidos especificamente para essa prática; organização de circuitos curtos com mais de 600 consumidores e produtores; atividades de assessoria técnica promovida por consumidores; desafios de uma campanha em massa para divulgar o consumo responsável de produtos da economia solidária, agroecologia e agricultura familiar; promoção local de atividades de divulgação, degustação e uso de produtos e debates entre produtores e consumidores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="JUSTIFY"&gt;&lt;img height="200" style="vertical-align: middle; border: 1px solid black; margin: 1px;" width="310" src="/articles/0015/4993/II-encontro-gcrs.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="JUSTIFY"&gt;A Rede tem como príncipio central a autogestão e, ao final do encontro, foram priorizadas ações e divididas as responsabilidades coletivamente. O primeiro passo para isso será a sistematização de características das experiências de cada grupo de consumo para troca de conhecimentos e tecnologias sociais, buscando o aprendizado mútuo. Em breve diversas informações estarão disponível na internet.&lt;/p&gt;
&lt;p align="JUSTIFY"&gt;Participaram da atividade os seguintes grupos de consumo responsável:&lt;/p&gt;
&lt;p align="JUSTIFY"&gt;Compras Coletivas Ecossolidárias (Florianópolis/SC), SISCOS (Alta Floresta/MT), Grupo Compras coletivas (Dourados/MS), Rede Ecológica (Rio de Janeiro/RJ), ComerAtivaMente (São Paulo/SP), Associação de Integração Campo Cidade – MICC (São Paulo/SP), Consumo Consciente ABC (S. Bernardo do Campo/SP), Rede Guandu (Piracicaba/SP), Direto da Roça (Piracicaba/SP), Trocas Verdes (Campinas/SP), Giramundo (Botucatu/SP), Rede Agroecológica Caiçara (Ubatuba/SP), Rede Terra Viva (Belo Horizonte/MG), RedeMoinho (Salvador/BA), Grupo de Consumidores Responsáveis do Benfica (Fortaleza/CE), Rede Tapiri (Manaus/AM).&lt;/p&gt;
&lt;p align="JUSTIFY"&gt;O Encontro, organizado pelo Instituto Kairós, foi apoiado pelo projeto com a Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES/MTE): “Produção e consumo responsável nas redes territoriais: cooperação, articulação federativa para o comércio justo e solidário¨, e realizado no Centro Paulus, na região de Parelheiros, São Paulo/SP.&lt;/p&gt;
&lt;p align="JUSTIFY"&gt;Fonte:&lt;a href="http://institutokairos.net/2013/08/ii-encontro-de-grupos-de-consumo-responsavel/"&gt;http://institutokairos.net/2013/08/ii-encontro-de-grupos-de-consumo-responsavel/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 26 Sep 2013 15:14:52 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rgcr/blog/grupos-de-consumo-responsavel-planejam-atuacao-nacional-em-rede</link><guid>http://cirandas.org/rgcr/blog/grupos-de-consumo-responsavel-planejam-atuacao-nacional-em-rede</guid></item><item><title>Novo site de consumo responsável está aberto para atender Salvador - BA</title><description>&lt;p&gt;A RedeMoinho - Cooperativa de Comércio Justo e Solidário inaugurou no dia 20.05.2011 sua loja virtual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora os consumidores de Salvador podem praticar o consumo responsável fazendo seus pedidos na RedeMoinho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para acessar o site o endereço é redemoinho.coop.br&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="/articles/0009/5024/logo.jpg?1307379196" height="284" alt="Logo" width="319"&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description><pubDate>Mon, 06 Jun 2011 13:54:14 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rgcr/blog/novo-site-de-consumo-responsavel-esta-aberto-para-atender-salvador-ba</link><guid>http://cirandas.org/rgcr/blog/novo-site-de-consumo-responsavel-esta-aberto-para-atender-salvador-ba</guid></item><item><title>ONU quer incentivar agroecologia para combater a fome</title><description>&lt;div&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium; font-family: tahoma,arial;"&gt;
&lt;div style="font-size: 10px;"&gt;&lt;em&gt;8/4/2011 - 10h20&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-size: 11px;"&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br&gt;&lt;small style="font-size: 10px; font-family: Tahoma,Geneva,sans-serif;"&gt;&lt;em&gt;por Jéssica Lipinski, do CarbonoBrasil&lt;/em&gt;&lt;/small&gt;&lt;br&gt;
&lt;div style="font-size: 12px; color: #414042;"&gt;
&lt;em&gt;Relatório das Nações Unidas afirma que os investimentos na técnica  ainda são tímidos por parte dos governos, que preferem financiar o  desenvolvimento de biotecnologias e melhoramento de plantas.&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p style="font-size: 11px; font-style: italic;"&gt;Plantação agroecológica da Universidade de Santa Cruz, na Califórnia.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
Esta  sexta-feira (15), Dia da Conservação do Solo, é um bom momento para a  reflexão e discussão sobre conceitos como agricultura orgânica e  agroecologia, termos cada vez mais correntes quando nos referimos ao  desenvolvimento sustentável. No entanto, apesar de terem características  em comum e serem normalmente associadas ou mesmo consideradas iguais,  essas expressões têm significados diferentes. &lt;br&gt;Enquanto a agricultura  orgânica está ligada a práticas de produção vegetal sem o uso de  aditivos ou fertilizantes sintéticos, a agroecologia é um conceito mais  amplo, baseado em um circuito fechado que recicla totalmente seus  componentes, também sem a utilização de produtos químicos, mas que, além  disso, prima pelo desenvolvimento da diversidade genética no espaço  agrário, condição não obrigatória ao conceito de agricultura orgânica.&lt;br&gt;Por  isso, a agroecologia têm se tornado peça chave na agricultura e no  desenvolvimento sustentável. No entanto, de acordo com documento da ONU  apresentado no início de março, apesar de ter um papel essencial para  aumentar o rendimento das safras e gerar crescimento econômico, a  agroecologia é subestimada por muitos governos.&lt;br&gt;Para Olivier De  Schutter, autor do estudo e relator especial do Direto à Alimentação das  Nações Unidas, tem sido muito difícil convencer os governos a investir  na agroecologia – em vez disso, estes preferem financiar o  desenvolvimento de biotecnologias e melhoramento de plantas.&lt;br&gt;“Isso é  um erro… porque precisamos desassociar a agricultura dos combustíveis  fósseis – como petróleo e gás na produção de fertilizantes – e fornecer  algo muito mais sustentável. Temos que nos preparar para quando ficarmos  sem combustíveis fósseis e ensinar os fazendeiros algo a mais;  ensiná-los a não usar recursos externos e em vez disso utilizar insumos  naturais”, disse.&lt;br&gt;O relatório, intitulado Agroecology and the right  to food (Agroecologia e o Direito à Alimentação), apresenta os  resultados dos últimos cinco anos de pesquisa na área de práticas  agroecológicas e defende o aumento da utilização da técnica, que tem  tido êxito em diversos locais do mundo.&lt;br&gt;E outras pesquisas parecem  corroborar com o relatório de De Schutter. Uma análise realizada pelo  Relatório Foresight: o Futuro da Alimentação e da Agricultura Global em  40 projetos agroecológicos de 20 países africanos indicou que safras de  mais de dez milhões de fazendeiros mais do que dobraram em um período  entre três e dez anos.&lt;br&gt;Ramajita Tabo, diretor executivo do Fórum para  a Pesquisa Agrícola na África (FARA), concorda que é necessário  expandir bons serviços para a agricultura, como escolas agrícolas, onde  fazendeiros possam trabalhar junto a cientistas na área agroecológica,  mas acrescentou que a agroecologia é apenas parte da solução.&lt;br&gt;Já  Maurice Moloney, diretor do Instituto de Pesquisa de Rothamsted, no  Reino Unido, apesar de saudar o relatório em geral, criticou-o por  sugerir que a agroecologia seja mais um conjunto de práticas do que uma  ciência.&lt;br&gt;“A agroecologia é um tema científico. O que me preocupa um  pouco… é que [a agroecologia] se tornou muito ideológica. E não é  ideológica. A agroecologia é uma área legítima da investigação  científica”, assegurou.&lt;br&gt;Brasil&lt;br&gt;Apesar de ainda estar engatinhando,  a agroecologia já vem sendo aplicada em algumas regiões. Em São Paulo,  Rio Grande do Sul e Santa Catarina, por exemplo, agricultores já vêm  utilizando técnicas de agroecologia em suas colheitas.&lt;br&gt;Segundo dados  da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural, atividades  de extensão organizadas, que possibilitam uma rápida disseminação de  práticas agroecológicas, aumentaram de uma média de duas mil atividades  anuais entre 2004 e 2005 para cerca de 30 mil por ano entre 2007 e 2009.&lt;br&gt;Para  o professor do Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal de  Santa Catarina (UFSC) Rubens Onofre Nodari, no entanto, os recursos  despendidos para a agroecologia no Brasil ainda são insuficientes.&lt;br&gt;Segundo  ele, há esforço da sociedade civil em desenvolver a agroecologia e  auxílio de instituições externas, mas as fontes de financiamento ainda  são poucas e os técnicos que trabalham na área ainda são poucos e  insuficientemente preparados.&lt;br&gt;“Os princípios de reciclagem de  nutrientes, diversidade genética e compostagem são os mais aplicados e o  Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) financia alguns cursos  agroecológicos, mais ainda é pouco”, diz Nodari.&lt;br&gt;De acordo com o  professor, a certificação dos produtos orgânicos, que desde dezembro de  2007, quando entrou em vigor o decreto do governo federal de nº 6323, é  obrigatória, ajudará a desenvolver a agroecologia no país.&lt;br&gt;Por isso,  Nodari acredita que a Lei dos Orgânicos vai incentivar a produção de  safras orgânicas no Brasil, e que futuramente esta produção poderá  migrar para uma cultura agroecológica. O professor crê ainda que o  governo deveria criar políticas públicas, normas de financiamento e  organização da cadeia de comercialização para desenvolver a  agroecologia, do mesmo modo como têm ocorrido com o agronegócio e com os  orgânicos.&lt;br&gt;Já no setor privado, ele acredita que o papel mais  importante é o do consumidor, que deve privilegiar produtos  agroecológicos em detrimento dos itens de produção padrão, e que se o  preço do produto agroecológico é um pouco maior, o consumidor deve levar  em conta os benefícios que terá e proporcionará ao consumir um artigo  agroecológico.&lt;br&gt;Apesar de a agroecologia ser geralmente vinculada à  produção em pequena escala, Nodari acha que grandes empresas  agro-alimentares também podem desenvolver a agroecologia, mas diz que,  neste caso, essas empresas terão de deixar o lucro como um fator  secundário, priorizando a qualidade alimentar e o pagamento justo a seus  funcionários.&lt;br&gt;Para o professor, a agroecologia pode também  contribuir para a geração de mão-de-obra especializada e para a inclusão  social, pois exige mais conhecimento e trabalho, uma vez que a  mecanização da produção é menor, e porque desenvolve diversas práticas  conjuntas, como cadeias de comercialização, associações, cooperativas  etc.&lt;br&gt;“A agroecologia não é apenas um sistema de produção agrícola,  mas também um ato político contra a agricultura predatória e contra as  condições de trabalho injustas para o agricultor. Além disso, ajuda na  melhoria da qualidade de vida, permitindo tanto ao agricultor quanto ao  consumidor não terem contato com fertilizantes e pesticidas. Enfim, mais  que uma série de práticas, a agroecologia é uma filosofia de vida”,  reflete Nodari.&lt;br&gt;&lt;em&gt;*Publicado originalmente no site do Instituto &lt;a href="http://www.institutocarbonobrasil.org.br/reportagens_carbonobrasil/noticia=727320" target="_blank" style="color: #40ad4c; text-decoration: none;"&gt;CarbonoBrasil&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;br&gt;(CarbonoBrasil)&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 25 Apr 2011 17:23:14 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rgcr/blog/onu-quer-incentivar-agroecologia-para-combater-a-fome</link><guid>http://cirandas.org/rgcr/blog/onu-quer-incentivar-agroecologia-para-combater-a-fome</guid></item><item><title>Mulheres se unem para defender consumo consciente em Pernambuco</title><description>&lt;div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,'Times New Roman',Times,serif; color: #323232; font-size: large;"&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 13px;"&gt;“O que você  consome é essencial para sua vida?”. Essa é a pergunta que não quer  calar e lidera a campanha da Casa da Mulher do Nordeste, lançada na  manhã desta terça-feira (12), no Convento das Doroteias, no Alto da Sé,  em Olinda. O questionamento põe em xeque um padrão de consumo confirmado  por uma pesquisa dos Institutos Ethos e Akatu, em 2010, em que 37% dos  consumidores do país demonstraram indiferença quanto à adoção de  práticas sustentáveis relacionadas às compras.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Georgia,'Times New Roman',Times,serif; color: #323232; font-size: large;"&gt;&lt;span style="color: #333333; font-size: 13px;"&gt;
&lt;p class="yiv945404907MsoNormal"&gt;De acordo com a coordenadora geral da  iniciativa, Graciete Santos, a proposta visa sensibilizar a população  não apenas quanto os tipos de consumo, mas também sobre sua procedência e  influência na economia local. “Somos levados a consumir o que não é  necessário, um estilo de vida que não é saudável nem para a gente, nem  para o meio ambiente”, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p class="yiv945404907MsoNormal"&gt;Cerca de 300 mulheres da Região  Metropolitana do Recife e do Sertão do Pajeú participaram de um encontro  para discutir as premissas da campanha e passarem a atuar como  replicadoras do conhecimento adquirido. A produtora agrícola, Veneranda  Bulhões, do bairro de Jardim São Paulo, diz que a forma com que encarava  o consumo dentro de casa mudou e vem afetando também seus filhos.&lt;/p&gt;
&lt;p class="yiv945404907MsoNormal"&gt;“As merendas agora não são mais  industrializadas e até o iogurte é caseiro, evitamos usar plástico e  minhas filhas já não usam mais roupas caras, de marca, como queriam, mas  peças artesanais, que têm exclusividade, mas que promovem o  desenvolvimento regional”, ensina.&lt;/p&gt;
&lt;p class="yiv945404907MsoNormal"&gt;Segundo a secretária especial da  mulher, Rejane Pereira, o desafio da sensibilização é justamente fazer a  sociedade entender os âmbitos mais políticos e até sociais do consumo,  que não se finda no momento da compra. “Tudo deve ser pensado. Desde de  onde vem aquele produto até como ele será descartado, para evitar  transtornos a terceiros, como no caso do lixo que provoca enchentes  nesse período de chuvas”, conclui.&lt;/p&gt;
&lt;p class="yiv945404907MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="yiv945404907MsoNormal"&gt;Por Ed Wanderley&lt;/p&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 12 Apr 2011 20:28:06 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rgcr/blog/mulheres-se-unem-para-defender-consumo-consciente-em-pernambuco</link><guid>http://cirandas.org/rgcr/blog/mulheres-se-unem-para-defender-consumo-consciente-em-pernambuco</guid></item><item><title>Campanha nacional contra o uso de agrotóxicos</title><description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O Brasil está, desde 2009, em primeiro lugar no &lt;em&gt;ranking&lt;/em&gt; dos países que mais usam agrotóxicos no mundo. É como se cada brasileiro consumisse, ao longo do ano, cinco litros de veneno, com impactos gravíssimos na nossa saúde, no meio ambiente, na contaminação das águas e até no leite materno!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;da &lt;strong&gt;RadioagênciaNP &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;br&gt;Mais de 20 entidades da sociedade civil brasileira, movimentos sociais, entidades ambientalistas e grupos de pesquisadores lançam oficialmente no próximo dia 7 de abril a Campanha Permanente contra o Uso dos Agrotóxicos no Brasil.&lt;br&gt;A campanha pretende abrir um debate com a população sobre a falta de fiscalização, uso, consumo e venda de agrotóxicos, a contaminação dos solos e das águas e denunciar os impactos dos venenos na saúde dos trabalhadores, das comunidades rurais e dos consumidores nas cidades.&lt;br&gt;A campanha prevê a realização de atividades em todo o país. Em Brasília, mais de 2 mil pessoas  farão um ato para denunciar a responsabilidade do agronegócio pelo uso abusivo de agrotóxicos no país.&lt;br&gt;O Brasil está em primeiro lugar no &lt;em&gt;ranking&lt;/em&gt; dos países que mais usam agrotóxicos no mundo desde 2009. Para se ter uma ideia da dimensão, é como se cada brasileiro consumisse, ao longo do ano, cinco litros de veneno.&lt;br&gt;O secretário-executivo da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), Denis Monteiro, apresenta os objetivos da campanha.“A primeira questão é que nós precisamos estabelecer uma coalizão, uma convergência ampla dos movimentos da área da saúde, da agricultura, comunicação e direito, para fazer a denúncia permanente desse modelo baseado no uso de agrotóxicos e transgênicos que tornou o Brasil campeão mundial do uso de agrotóxicos; e os impactos são gravíssimos na saúde dos trabalhadores, no meio ambiente, na contaminação das águas. ’’&lt;br&gt;Segundo Monteiro, além do caráter de denúncia, a campanha pretende também apresentar à sociedade o modelo proposto pelas entidades, mais saudável, baseado na pequena agricultura. “Outro campo de articulação é mostrar para a sociedade e avançar na construção de outro modelo de agricultura, baseado na agricultura familiar, camponesa, em toda sua diversidade, dos povos e comunidades tradicionais, assentamentos de reforma agrária, e que este modelo sim pode produzir alimentos com fartura, alimentos de qualidade, com diversidade e sem uso de agrotóxicos. Temos estudos que mostram que a agroecologia é viável, produz em quantidade e em qualidade, e o local para a agroecologia acontecer são as áreas da agricultura familiar. Então outro campo de articulação importante é avançar na construção destas experiências em agroecologia que a gente já vem construindo, multiplicá-las pelo país, mostrando que este é o futuro da agricultura, e não vai ter futuro para o planeta se a gente não construir este modelo alternativo ao modelo que está aí’’&lt;br&gt;Monteiro aponta ainda que a atuação no âmbito das políticas públicas também se constituirá em um eixo importante da campanha. “A Anvisa tem um trabalho de análise de resíduos de agrotóxicos e alimentos, que precisa ser ampliado para mais culturas, ter aumentada sua abrangência; está também fazendo reavaliações de agrotóxicos que têm um impacto terrível na saúde, propondo restrição ao uso e banimento de produtos. Por outro lado, precisamos avançar nas políticas direcionadas à agricultura familiar, para que elas possam fomentar o resgate da biodiversidade, o resgate das sementes crioulas, possam fortalecer as experiências de comercialização direta dos agricultores familiares com os agricultores. O Programa Nacional de Alimentação Escolar precisa ser efetivado, uma alimentação de melhor qualidade nas escolas, que o dinheiro público usado para alimentação escolar seja destinado à compra da agricultura familiar – a lei aprovada ano passado obriga que no mínimo 30% seja destinado para a compra da agricultura familiar; temos que lutar para que esta conquista seja efetivada.’’&lt;br&gt;Para o integrante da Via Campesina Brasil e da coordenação do Movimento dos Trabalhadores Rurais  Sem Terra (MST), João Pedro Stedile, a campanha pretende propor projetos de lei, portarias e iniciativas legais e jurídicas para impedir a expansão dos agrotóxicos. “Seria uma boa iniciativa que os municípios começassem a legislar, porque é possível que as câmaras proíbam o uso de determinado veneno no seu município, e que a própria população fiscalize. Mas isso não basta ser iniciativa do vereador, é preciso que toda a sociedade se mobilize para garantir, inclusive, que o comércio não venda, que os fazendeiros não usem e que, afinal, nós vamos criando territórios livres de agrotóxicos, e vocês vão ver como a qualidade de vida vai melhorar muito nesses municípios.”&lt;br&gt;Stedile ainda avalia a natureza do uso dos agrotóxicos no Brasil e suas graves consequências. “Nós estamos aplicando um bilhão de litros por ano, e isso representa, em média, cinco litros de veneno por pessoa. Não há parâmetro similar em qualquer outra sociedade do planeta, nem sequer nos Estados Unidos, que são a matriz indutora de toda a utilização de venenos na agricultura a partir da Segunda Guerra Mundial.”&lt;br&gt;Para Stedile, a redução e a eventual erradicação do uso de agrotóxicos dependem, fundamentalmente, da conscientização da população. “Então nós esperamos que, daqui para diante, possamos congregar este conjunto de forças sociais, desde os movimentos sociais, dos trabalhadores, dos pesquisadores, dos médicos, das universidades, dos institutos de ciência, para fazermos uma grande articulação nacional e, de fato, conseguirmos paulatinamente ir diminuindo o consumo de venenos, até chegarmos, quiçá, em médio prazo, à eliminação total do uso de agrotóxicos na agricultura brasileira – o que seria uma grande conquista para toda a sociedade. Para que se tenha uma idéia, eu acho que a campanha contra os agrotóxicos é muito parecida com a campanha contra o fumo, porque no fundo o tabaco também usa muito agrotóxico, o tabaco é um veneno, causa gravíssimos problemas de saúde para a população, e somente de uns dez anos pra cá é que a sociedade brasileira começou a se conscientizar e fazer uma campanha contra o cigarro. E nós conseguimos reduzir: 30% da população eram fumantes e, hoje, só 12% são fumantes’’&lt;br&gt;De acordo com Letícia Silva, da Anvisa, é preciso que a campanha consiga promover uma grande consulta junto à sociedade brasileira sobre o tema.“Não sei o tempo: quando colocamos a possibilidade de retirada de um produto agrotóxico do mercado, muitas vezes a gente recebe poucas manifestações favoráveis à retirada daquele produto no mercado, e muitas manifestações pela manutenção do produto no mercado. Então acho que a primeira coisa, a mais simples – e que independe até de uma grande mobilização – são as organizações da sociedade mostrarem o que estão pensando a respeito, mostrar o seu desejo com relação aos produtos agrotóxicos. Querem realmente que sejam controlados? Que produtos precisariam ser banidos, quais estão causando intoxicação? “&lt;br&gt;A campanha nacional contra o uso de agrotóxicos também promoverá iniciativas ligadas à educação – com a produção de cartilhas para as escolas – e realizará seminários regionais e audiências públicas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt; &lt;strong&gt;Publicado em 21 março 2011 por Malagueta Comunicação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0.42cm;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;lt;&lt;a href="http://www.malaguetacomunicacao.com.br/2011/03/processo-por-rotulo-incorreto/" target="_blank"&gt;http://www.malaguetacomunicacao.com.br/2011/03/processo-por-rotulo-incorreto/&lt;/a&gt;&amp;gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="western" style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 05 Apr 2011 20:16:02 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/rgcr/blog/campanha-nacional-contra-o-uso-de-agrotoxicos</link><guid>http://cirandas.org/rgcr/blog/campanha-nacional-contra-o-uso-de-agrotoxicos</guid></item></channel></rss>