<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) Renata</title><link>http://cirandas.org/profrenatinhamat</link><description>Conteúdo do(a) Renata publicado no CIRANDAS</description><item><title>EJA EM SEGUNDO PLANO</title><description>&lt;p style="text-indent: 27pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt;Como  em diversas áreas descritas nesta edição especial, a Educação de Jovens  e Adultos (EJA) passou por muitas mudanças, com importantes conquistas  na legislação nos últimos 25 anos. Porém é difícil fugir da conclusão de  que essa modalidade de ensino está relegada ao segundo plano na agenda  dos governantes e da &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-c0DTqv4rGbA/TWuKMR6owhI/AAAAAAAAAg8/mUXUfIDmgAQ/s1600/DSC00569.JPG"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-c0DTqv4rGbA/TWuKMR6owhI/AAAAAAAAAg8/mUXUfIDmgAQ/s320/DSC00569.JPG" border="0" alt="" style="float: right; margin: 0pt 0pt 10px 10px; cursor: pointer; width: 251px; height: 188px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt;própria  sociedade. Basta ver as alarmantes estatísticas sobre analfabetismo:  14,1 milhões de brasileiros com mais de 15 anos (9,7% da população) que  não sabem ler nem escrever e mais de 38 milhões de analfabetos  funcionais, incapazes de entender um texto mais complexo que um bilhete  simples.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os  especialistas são unânimes em afirmar que a única forma de melhorar os  indicadores é respeitar as especificidades desse público - gente que não  terminou, ou nem sequer iniciou, o ensino regular. Entre os problemas  apontados, estão o currículo (muitas vezes uma adaptação dos conteúdos  do Ensino Fundamental), a formação inadequada dos professores, a prática  de convocar voluntários (muitos sem preparo) para alfabetizar jovens e  adultos e a polêmica em torno da idade mínima para matricular-se na EJA  (hoje é 15 anos, há quem lute para aumentar para 18 anos, numa tentativa  de forçar os mais jovens a permanecer nas redes regulares de ensino).&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De  um lado, a EJA passou a receber mais recursos graças ao Fundo de  Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos  Profissionais da Educação (Fundeb), ainda que os valores pagos sejam os  menores do sistema. De outro, há uma variedade de programas surgidos nos  últimos anos, como Brasil Alfabetizado, Programa Nacional de Inclusão  de Jovens (Projovem) e Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária  (Pronera), que concorrem com a EJA e revelam as dificuldades de apontar  um caminho eficaz para o setor.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-indent: 27pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt;O  resultado dessa falta de consenso são altos índices de evasão: 42,7%  dos 8 milhões de brasileiros que frequentaram classes de EJA até 2006  não concluíram nenhum segmento do curso, segundo a Pesquisa Nacional por  Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007. E, tão preocupante quanto, a  redução no total de matrículas nesse segmento: de 3,5 milhões de  estudantes, em 2006, para 2,8 milhões, no ano passado, apenas no Ensino  Fundamental. Mudar essa realidade é essencial para garantir que o Brasil  ocupe um lugar de mais destaque no cenário internacional.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt;Professora da Universidade de São Paulo (USP) e especialista em Educação de Jovens e Adultos (EJA).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quais são os desafios da EJA?&lt;/strong&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;Pensar  em um modelo mais flexível de escola, conectado com a vida. Além disso,  investir na formação docente, com mais disciplinas obrigatórias e  optativas na graduação. Afinal, o papel desses professores não é  preparar os estudantes para o futuro, como ocorre com as crianças, mas  ter um olhar mais sensível a tudo que é relevante para esses jovens e  adultos, da saúde à religiosidade.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 27pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;FONTE: REVISTA NOVA ESCOLA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt;&lt;span class="apple-style-span"&gt;EDITADO POR RENATA DE SOUSA PINHEIRO.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 21 Mar 2011 15:29:17 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/profrenatinhamat/renata-ensinando/eja-em-segundo-plano</link><guid>http://cirandas.org/profrenatinhamat/renata-ensinando/eja-em-segundo-plano</guid></item></channel></rss>