<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) Pegada Ecológica em Campo Grande - MS</title><link>http://cirandas.org/pegadaeco</link><description>Conteúdo do(a) Pegada Ecológica em Campo Grande - MS publicado no CIRANDAS</description><item><title>Audiência pública discute a Pegada Ecológica de Campo Grande - MS</title><description>&lt;h3 style="vertical-align: baseline; text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #003300; font-size: medium;"&gt;Audiência Pública descute a Pegada Ecológica de Campo Grande-MS.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p style="vertical-align: baseline;" class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="vertical-align: baseline;" class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="date"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-family: Georgia; color: #777777; padding: 0cm;"&gt;26 Setembro 2013&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-family: Georgia; color: #777777;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 10.0pt; font-family: Georgia; color: #777777;"&gt; | &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong style=""&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt; font-family: Helvetica; color: #222222; padding: 0cm;"&gt;Geralda Magela&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt; font-family: Helvetica; color: #222222;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; (Campo Grande - MS) Com o objetivo de ampliar o debate sobre o trabalho com a Pegada Ecológica de Campo Grande, foi realizada, na tarde desta quinta-feira (26) uma audiência pública na Câmara Municipal da capital sul-mato-grossense.  A audiência foi proposta pelo presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal de Campo Grande, vereador Eduardo Romero (PT do B).&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Além dos integrantes da Comissão, o debate teve a participação de representantes do WWF-Brasil, das secretarias de Meio Ambiente e de Planejamento Urbano da prefeitura de Campo Grande, da OAB e do grupo gestor da Pegada Ecológica.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Na abertura do evento, a analista de Conservação do WWF-Brasil, Terezinha Martins, fez uma apresentação sobre a Pegada Ecológica, explicando o que é essa metodologia, usada para medir os impactos do consumo sobre os recursos naturais. Também  mostrou os  resultados do trabalho realizado em Campo Grande com o cálculo da Pegada Ecológica e as ações de mobilização  e de mitigação em curso na cidade.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Campo Grande foi a primeira cidade brasileira a fazer o cálculo. O trabalho foi realizado pelo WWF-Brasil em parceria com a prefeitura da capital do Mato Grosso do Sul, Global Footprint Network (GFN), a empresa social Ecossistemas e a Universidade Privada Anhanguera.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; O estudo, lançado em 2012, revelou uma Pegada Ecológica de 3,14 hectares por pessoa. " Isso significa que se todas as pessoas do mundo tivessem o mesmo consumo do morador de Campo Grande, seriam necessários 1,7 planeta. Ou seja, já estamos gastando além da conta", Disse a técnica do WWF-Brasil.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Terezinha Martins ressaltou a importância do envolvimento de todos os segmentos - sociedade civil, poder público e empresas – para promover ações que reduzam a Pegada Ecológica. “O cidadão pode fazer a sua parte adotando uma postura crítica e melhorar seus hábitos de consumo. O poder público, por sua vez, é responsável por planejar e implementar  políticas públicas de mitigação para reduzir esses impactos. Na outra ponta, as  empresas têm o papel de melhorar suas cadeias produtivas, oferecendo aos consumidores produtos mais sustentáveis “.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Com o objetivo de desenvolver ações de mobilização e de mitigação (redução de impactos), foi criado um grupo gestor da Pegada Ecológica. O grupo é composto por representantes do WWF- Brasil, Secretaria Municipal de Educação, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul (FMS), Universidade Católica Dom Bosco, Instituto de Permacultura, Coletivo Jovem- Kairós e Rede de Economia Solidária.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Nos últimos dois anos 45% dos educadores da rede municipal foram capacitados com a ferramenta da Pegada Ecológica. O trabalho de mobilização está sendo ampliado com a implantação de onze escolas sustentáveis, apoiadas pelo WWF-Brasil na rede municipal de Campo Grande.  O projeto, desenvolvido pelo  Ministério da Educação (MEC), tem por objetivo estimular a produção de espaços educadores e sustentáveis nas escolas públicas. O trabalho é acompanhado pelo grupo gestor, que também divulga a Pegada Ecológica em feiras e outros espaços da cidade.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; O presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara Municipal, Eduardo Romero, destacou que o estudo da Pegada Ecológica traz informações muito importantes para o planejamento da cidade e as ações em andamento são muito positivas. Mas é preciso avançar  e criar as condições para ampliar esse trabalho em todas as áreas da cidade de forma permanente e continuada. “Precisamos elaborar a Lei da Pegada Ecológica e buscar sinergias  para garantir a implementação de políticas públicas que reduzam esses impactos”, defendeu.  De acordo com ele, a audiência pública teve por objetivo promover esse diálogo com a sociedade.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;strong style=""&gt;&lt;span style="padding: 0cm;"&gt;Juventude cidadã&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Entre o público da plateia, estava um grupo de alunos do Instituto Educap, de Campo Grande. A escola já tem um histórico de envolvimento com temas ambientais e utiliza a calculadora da Pegada Ecológica nas aulas, estimulando os alunos a adotarem hábitos mais sustentáveis. Felipe Silva Castro, aluno do nono ano da escola, chamou a atenção dos presentes ao ocupar a tribuna do plenarinho da Câmara.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Com apenas 15 anos, ele já demonstra  uma postura crítica em relação ao apelo consumista que os jovens são expostos constantemente.  “A toda hora aparece uma nova tecnologia de celular e a gente fica com a sensação de que se não trocar o aparelho, vai ficar desatualizado. Como  fazer para mudar isso?” questionou.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Felipe disse  que calculou a sua Pegada Ecológica e ficou assustado com o resultado. Então começou a mudar uma porção de coisas no seu dia a dia. “Hoje tenho a noção de que todos os meus atos têm  impactos sobre o meio ambiente e  procuro mudar meus hábitos” afirmou.  &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; O estudante disse que na escola não usam mais copos plásticos e aprenderam muitas técnicas de reaproveitamento, como fazer sabão com óleo de fritura.  E o conhecimento não fica só para ele. “Não adianta fazer só a minha parte. É preciso que mais gente também faça. Então tudo que eu aprendo eu passo para a minha família e meus amigos”, salientou o jovem.&lt;span class="apple-converted-space"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?36262/Audincia-pblica-discute-a-Pegada-Ecolgica-de-Campo-Grande"&gt;wwf Brasil&lt;/a&gt;/Geralda Magela&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size: 11.5pt; font-family: Helvetica; color: #222222;"&gt;&lt;span class="apple-converted-space"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 03 Oct 2013 20:16:05 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/pegadaeco/blog/audiencia-publica-discute-a-pegada-ecologica-de-campo-grande-ms</link><guid>http://cirandas.org/pegadaeco/blog/audiencia-publica-discute-a-pegada-ecologica-de-campo-grande-ms</guid></item><item><title>Lançamento do Livro Pegada Ecológica de Campo Grande e a Família de Pegadas na IV Mostra de Soluções Sustentáveis</title><description>&lt;h2 style="margin-top: 0px; margin-bottom: 5px; padding: 5px 0px 0px 10px; border: 0px; font-size: 32px; vertical-align: baseline; width: 920px; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #2a7fdc; float: left; text-align: left; background-position: 0% 100%;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Livro A Pegada Ecológica de Campo Grande&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;h2 style="margin-top: 0px; margin-bottom: 5px; padding: 5px 0px 0px 10px; border: 0px; font-size: 32px; vertical-align: baseline; width: 920px; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #2a7fdc; float: left; text-align: left; background-position: 0% 100%;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;           será lançada durante a IV&lt;/span&gt; Mostra&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;&lt;big style="margin: 0px 0px 20px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 20px !important; border: 0px; font-size: 17px; vertical-align: baseline; background-color: transparent;"&gt;O livro relata os estudos realizados em Campo Grande, onde são avaliados os hábitos de consumo da população&lt;/big&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;O lançamento do livro será no dia 5 de junho, às 18h30, na abertura da VI Mostra de Soluções Sustentáveis. O evento é organizado pela prefeitura de Campo Grande como parte das comemorações da Semana do Meio Ambiente. A publicação apresenta o estudo da Pegada Ecológica de Campo Grande, primeira cidade brasileira a realizar este cálculo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;O trabalho foi realizado pelo WWF-Brasil em parceria com a prefeitura da capital do Mato Grosso do Sul, Global Footprint Network (GFN), a empresa social Ecossistemas e a Universidade Privada Anhanguera. O objetivo foi ter uma ferramenta de gestão para ajudar no planejamento e na gestão pública, mobilizar a população para rever seus hábitos de consumo e escolher produtos mais sustentáveis, além de estimular empresas a melhorarem suas cadeias produtivas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;A pegada ecológica de um país, cidade ou pessoa corresponde ao tamanho das áreas produtivas de terra e mar necessárias para sustentar determinado estilo de vida. É uma forma de traduzir, em hectares, a extensão de território que uma pessoa ou uma sociedade “usa”, em média, para se alimentar, morar, se locomover e afins. A metodologia vem sendo testada em algumas cidades do mundo e começa também a ser desenvolvida nas cidades.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;Os estudos realizados pela Global Footprint Network (GFN), rede mundial responsável pelos cálculos da pegada ecológica, mostram que a humanidade já excedeu bastante essa capacidade. Hoje a pegada ecológica média mundial é 2,7 hectares globais por pessoa, enquanto a biocapacidade  disponível para cada ser humano é de apenas 1,8 hectares globais, o que  coloca a humanidade em um grave déficit ecológico de 0,9 hectares globais por pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;Para realizar o estudo em Campo Grande, foram avaliados os hábitos de consumo da população. O resultado apontou uma pegada ecológica de 3,14 hectares globais por pessoa, o que pode ser traduzidos em 1,7 planetas. Isso significa que se todas as pessoas do mundo tivessem o mesmo consumo do morador de Campo Grande, seriam necessários quase dois planetas para sustentar esse estilo de vida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;Se comparada à média brasileira, Campo Grande tem uma pegada 8% maior que a média nacional, que é de 2,9 hectares globais por pessoa. Ela também é 10% maior que a do Mato Grosso do Sul e 14% maior que a Pegada média mundial, que é de 2,7 hectares globais por pessoa. O Mato Grosso do Sul, por sua vez, tem uma Pegada Ecológica 3% menor que a média brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;Pastagens, agricultura e florestas somam 75% da Pegada Ecológica de Campo. Em classes de consumo, o maior impacto foi na alimentação, com 45%, com destaque para o consumo de carne. O estudo apontou que o consumo de carne de campo grande é 13% maior que a média nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;Além de trazer dados sobre a Pegada Ecológica, a publicação também mostra o trabalho de mobilização com os parceiros locais para buscar soluções que ajudem a reduzir os impactos e assim, diminuir a Pegada Ecológica de Campo Grande.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;O exemplo da capital sul-mato-grossense já está servindo de inspiração para outras cidades. O cálculo está sendo feito também na cidade e no Estado de São Paulo e em breve os resultados serão lançados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; background-color: transparent;"&gt;Sobre a Pegada Ecológica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;A Pegada Ecológica é uma metodologia de contabilidade ambiental que avalia a pressão do consumo das populações humanas sobre os recursos naturais. Expressada em hectares globais (gha), permite comparar diferentes padrões de consumo e verificar se estão dentro da capacidade ecológica do planeta.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;Um hectare global significa um hectare de produtividade média mundial para terras e águas produtivas em um ano. Já a biocapacidade, representa a capacidade dos ecossistemas em produzir recursos úteis e absorver os resíduos gerados pelo ser humano.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;Sendo assim, a Pegada Ecológica contabiliza os recursos naturais biológicos renováveis (grãos e vegetais, carne, peixes, madeira e fibras, energia renovável etc.), segmentados em Agricultura, Pastagens, Florestas, Pesca, Área Construída e Energia e Absorção de Dióxido de Carbono (CO2).&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px;"&gt;A publicação está disponível no seguinte link &lt;a href="http://www.wwf.org.br/informacoes/bliblioteca/?31302/Estudo-avalia-a-Pegada-Ecolgica-de-Campo-Grande" style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; background-color: transparent; color: #414e57;"&gt;http://www.wwf.org.br/informacoes/bliblioteca/?31302/Estudo-avalia-a-Pegada-Ecolgica-de-Campo-Grande&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px; text-align: right;"&gt;&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; background-color: transparent;"&gt;Assessoria WWF Brasil&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px; text-align: right;"&gt;&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; background-color: transparent;"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style="background-color: transparent; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;Fontes: www.wwf.org.br&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; font-size: 17px !important; vertical-align: baseline; background-color: transparent; font-family: 'PT Sans Narrow', sans-serif; color: #414e57; line-height: 28px; text-align: right;"&gt;&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px; border: 0px; vertical-align: baseline; background-color: transparent;"&gt;www.mostrasustentavel.com.br&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 02 Jun 2012 02:27:13 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/pegadaeco/blog/lancamento-do-livro-pegada-ecologica-de-campo-grande-e-a-familia-de-pegadas-na-iv-mostra-de-solucoes-sustentaveis</link><guid>http://cirandas.org/pegadaeco/blog/lancamento-do-livro-pegada-ecologica-de-campo-grande-e-a-familia-de-pegadas-na-iv-mostra-de-solucoes-sustentaveis</guid></item><item><title>A Pegada ECOlógica na III Mostra Sustentável em Campo Grande/MS</title><description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ff00ff;"&gt;&lt;span style="color: #003300;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Por Geralda Magela&lt;br /&gt; De Campo Grande (MS)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0009/4985/dsc00149_35191.jpg?1307221343" alt="Dsc00149_35191" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #ff00ff;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt; Ações interativas  realizadas pelo WWF-Brasil e parceiros da Pegada Ecológica  na Mostra de Soluções Sustentávieis em Campo Grande (MS) estimulam público a refletir e buscar  soluções para um planeta mais sustentável.&lt;br /&gt; &lt;/em&gt;&lt;br /&gt; Trocar meu carro por uma bicicleta, reciclar, não jogar lixo nas ruas, plantar árvores, consumir menos energia e aproveitar melhor a água. As mensagens, escritas em pezinhos feitos de papel (símbolo da pegada ecológica) encheram o mural instalado no estande da Pegada Ecológica, durante a Mostra de Soluções Sustentáveis realizada em Campo Grande (MS). &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Com o objetivo de estimular o público a refletir sobre a necessidade de construir um planeta mais sustentável o WWF-Brasil e os parceiros do projeto da Pegada Ecológica colocaram um mural no estante com a pergunta: O que você pode fazer para conservar o nosso planeta?  A montagem atraiu o público e em pouco tempo, o mural ficou cheio de pezinhos, com centenas de pezinhos formando uma corrente de boas atitudes para um planeta mais saudável. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; As estudantes Miriã Pereira de Oliveira e Gabriela Moreira Rodrigues gostaram da iniciativa. Estudantes da sétima série do ensino fundamental, as meninas estão preocupadas em melhorar o planeta e esperam vê-lo melhor quando forem adultas. Por isso, também  colaram pezinhos de papel no mural da Pegada Ecológica com sugestões de iniciativas que podem ser feitas para melhorar o planeta. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; E já estão fazendo sua parte, na prática. Na escola Municipal Antônio José Paniago, onde estudam,  elas participam de um projeto de reciclagem e aprenderam a transformar o papel em todo tipo de objeto. Foram dar uma oficina de reciclagem para outras crianças e me convidaram para ver o resultado da oficina. As jovens instrutoras mostram com orgulho o resultado do trabalho que produziram na oficina. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; “Olha só como ficou bonito. Com o papel que ensinamos a reciclar aqui fizemos este porta-retrato gigante”, apontam para o painel de papel reciclado com fotos pendurado na parede da sala. E falam sobre a importância de conservar o meio ambiente. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Para Miriã, é importante começar esse trabalho desde cedo. “Quero ver um planeta melhor quando crescer porque este que estamos vendo hoje não está nada bom. As pessoas estão destruindo o meio ambiente com o desmatamento, as queimadas e todo tipo de destruição”, diz a jovem que quer ser pediatra,  com uma consciência de fazer vergonha a muitos adultos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; A colega Gabriela diz que com a destruição da natureza o futuro da ciência também está sendo ameaçado. “Como os cientistas vão poder pesquisar as plantas e os animais se eles estão acabando? questiona. Pergunto se ela quer ser cientista. Ela responde que não. “Vou ser  advogada”.  E explica: como advogada posso contribuir muito com o meio ambientais estudando bem as leis  ambientais. “E processar aqueles que não cumprem as leis e destroem o meio ambiente”, completa. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: www.wwf.org.br&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 04 Jun 2011 18:11:02 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/pegadaeco/blog/a-pegada-ecologica-na-iii-mostra-sustentavel-em-campo-grandems</link><guid>http://cirandas.org/pegadaeco/blog/a-pegada-ecologica-na-iii-mostra-sustentavel-em-campo-grandems</guid></item><item><title>PEGADA ECOLÓGICA É TEMA DE DEBATE NA USP - Baseado no estudo da Pegada Ecológica em Campo Grande - MS</title><description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;embed src="http://iptv.usp.br:80/portal/Id.do?instance=0&amp;amp;id=uspaN9sLwg3tA7xc27MWMsg_ePpnnEZ9OEJFEseWUqz7xE.&amp;amp;type=video" type="application/x-mplayer2" height="288" width="352"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apresentação do Sr. Michael Backer na USP.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 22 Apr 2011 22:32:48 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/pegadaeco/blog/pegada-ecologica-e-tema-de-debate-na-usp-baseado-no-estudo-da-pegada-ecologica-em-campo-grande-ms</link><guid>http://cirandas.org/pegadaeco/blog/pegada-ecologica-e-tema-de-debate-na-usp-baseado-no-estudo-da-pegada-ecologica-em-campo-grande-ms</guid></item><item><title>Cálculo da Pegada Ecológica em Campo Grande.</title><description>&lt;h1&gt;Campo Grande calcula sua pegada ecológica&lt;/h1&gt;
&lt;div class="container tertiary-container"&gt;
&lt;p class="meta"&gt;&lt;span class="addthis"&gt;&lt;a href="http://www.addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;amp;pub=wwfint" class="addthis_button"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="highlight nopadding"&gt;&lt;img title="Campo Grande é a primeira cidade brasileira a ter o cálculo da pegada ecológica - © WWF-Brasil/ Allison Ishy" src="http://assets.wwfbr.panda.org/img/dsc_0465_34529.jpg" height="201" alt="Campo Grande Pegada Ecológica" width="300" /&gt;
&lt;div class="prose"&gt;
&lt;p class="copyright"&gt;© WWF-Brasil/ Allison Ishy&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Campo Grande é a primeira cidade brasileira a ter o cálculo da pegada ecológica&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="highlight"&gt;
&lt;h2&gt;Links relacionados&lt;/h2&gt;
&lt;div class="prose"&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;a href="http://www.wwf.org.br/wwf_brasil/pegada_ecologica/"&gt;Saiba mais sobre a pegada ecológica&lt;/a&gt; &lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;a href="http://www.wwf.org.br/informacoes/bliblioteca/?26162/Relatrio-Planeta-Vivo-2010"&gt;Relatório Planeta Vivo&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.pegadaecologica.org.br/" title="cálculo da pegada ecológica."&gt;QUIZ da sua pegada ecológica, CLIQUE AQUI E FAÇA O CÁLCULO DA SUA PEGADA ECOLÓGICA&lt;/a&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="highlight"&gt;
&lt;h2&gt;Download&lt;/h2&gt;
&lt;div class="prose"&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://assets.wwfbr.panda.org/downloads/resumo_executivo_pegada_campo_grande_11_04_11.pdf" class="pdf"&gt;Resumo executivo - A Pegada Ecológica de Campo Grande&lt;/a&gt; &lt;span class="size"&gt;735 KB pdf&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Por Geralda Magela, de Campo Grande (MS)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Campo Grande é a primeira cidade brasileira a contar com o cálculo da  pegada ecológica. Os resultados do estudo foram apresentados em uma  oficina realizada pelo WWF-Brasil e pela prefeitura da capital  sul-mato-grossense, nos dias 7 e 8/4. O estudo avaliou os hábitos de  consumo da população de Campo Grande e apontou uma pegada ecológica de  3,14 hectares globais por pessoa. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; A pegada ecológica de um país, cidade ou pessoa corresponde ao tamanho  das áreas produtivas de terra e mar necessárias para sustentar  determinado estilo de vida. É uma forma de traduzir, em hectares, a  extensão de território que uma pessoa ou uma sociedade “usa”, em média,  para se alimentar, morar, se locomover, ter e afins.  A metodologia vem  sendo testada em algumas cidades do mundo, mas, no Brasil, pela primeira  vez é desenvolvida para uma cidade.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; O trabalho foi realizado pelo WWF-Brasil em parceria com a prefeitura da  capital do Mato Grosso do Sul, Global Footprint Network (GFN), a  empresa social Ecossistemas e a Universidade Privada Anhanguera. O  objetivo foi ter uma ferramenta de gestão para ajudar no planejamento e  na gestão pública, mobilizar a população para rever seus hábitos de  consumo e escolher produtos mais sustentáveis, além de estimular  empresas a melhorarem  suas cadeiras produtivas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pegada ecológica é uma  metodologia de contabilidade ambiental que  avalia de um lado o consumo e do outro a capacidade de recursos naturais  disponíveis no planeta. “É possível traduzir a pegada ecológica em  quantos e quais recursos são usados pela população e em quanto isso  excede a capacidade de recuperação natural dos ecossistemas”, disse  Michael Becker, coordenador do Programa Pantanal-Cerrado do WWF-Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E os estudos realizados pela Global Footprint Network (GFN), rede  mundial responsável pelos cálculos da pegada ecológica, mostram que a  humanidade já excedeu bastante essa capacidade. Hoje a pegada ecológica  média mundial é 2,7 hectares globais por pessoa, enquanto a  biocapacidade disponível para cada ser humano é de apenas 1,8 hectares  globais. “Isso coloca a humanidade em um grave déficit ecológico de 0,9  hectares globais per capita”, afirmou o  diretor da Escossistemas,  Fabrício de Campos, responsável pelo cálculo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A pegada de Campo Grande - &lt;/strong&gt;No caso de Campo Grande,  os 3,14 hectares podem ser traduzidos em 1,7 planetas. Isso significa  que se todas as pessoas do mundo tivessem o mesmo consumo do morador de  Campo Grande, seriam necessários quase dois planetas para sustentar esse  estilo de vida.  A questão é que existe um planeta. “Estamos no cheque  especial. Estamos drenando o crédito planetário e  exaurindo nosso  capital natural. Isso é muito sério", destacou o diretor da  Escossistemas, Fabrício de Campos, responsável pelo cálculo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se comparada à média brasileira, Campo Grande tem uma pegada 8% maior  que a média nacional, que é de 2,9 hectares globais por pessoa. Ela  também é 10% maior que a do Mato Grosso do Sul e 14% maior que a Pegada  média mundial, que é de 2,7 hectares globais por pessoa. O Mato Grosso  do Sul, por sua vez, tem uma Pegada Ecológica 3% menor que a média  brasileira.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Pastagens, agricultura e florestas somam 75% da Pegada Ecológica de  Campo. Em classes de consumo, o maior impacto foi na alimentação, com  45%, com destaque para o consumo de carne. O  estudo apontou que o  consumo de carne de campo grande é 13% maior que a média nacional. &lt;br /&gt; &lt;br /&gt; Michael Becker fe&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 21 Apr 2011 14:39:13 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/pegadaeco/blog/calculo-da-pegada-ecologica-em-campo-grande.</link><guid>http://cirandas.org/pegadaeco/blog/calculo-da-pegada-ecologica-em-campo-grande.</guid></item></channel></rss>