Nota de solidariedade ao Banco Tupinambá - PA
августа 13, 2013 2:47 - no comments yetFonte: Banco Palmas (bancopalmas@uol.com.br)
O Instituto Palmas e o FBES se solidarizam ao Instituto Tupinambá e seus trabalhadores e trabalhadoras pelo violento assalto que sofreu o Banco Comunitário Tupinambá no ultimo dia 05 de agosto.
Situada em uma pacata vila de pescadores na comunidade da Bahia do Sol, na ilha do mosqueiro em Belém-PA, o Banco Tupinambá é um serviço imprescindível para as famílias que ali moram distante de tudo e bem perto da natureza, entre a floresta e o mar.
Quando um Banco Comunitário é assaltado, além do dinheiro, a violência chega direto aos diretores da instituição, que também são da comunidade e estão diariamente no Banco servindo a comunidade. Foi o caso do Tupinambá onde o companheiro Marivaldo teve seus pertences levados e a companheira Ivoneide foi agredida fisicamente.
A violência sem limite, fruto da brutal desigualdade em que vivemos, permitem barbáries dessa espécie. Ninguém escapa.
Aos companheiros do Tupinambá nosso carinho de sempre e que tenham a raiva profética de resistir bravamente.
Mas, além do carinho, temos também de cobrar ações concretas dos bancos comerciais, para os quais a Rede Brasileira de Bancos Comunitários trabalha como correspondente.
Estamos em avançada discussão com a CAIXA para formatação de uma nova modelagem de correspondência bancária, que leve em conta as características próprias dos Bancos Comunitários e sua inserção nos locais mais longínquos das periferias urbanas e rurais. Há de se pensar na segurança, numa remuneração mais adequada, em previsões de perdas por sinistros e outros benéficos. Afinal, esse outro modelo de banco não visa lucro, seu único objetivo é o desenvolvimento do território para inclusão solidária das pessoas.
Força Tupinambá!
Para contatos e apoios ao Banco Tupinambá:
Amapá lança carta da plenária estadual
октября 20, 2012 0:00 - no comments yetPor forum-amapaense-ecosol@hotmail.com
O Fórum Amapaense de Economia Solidária no Amapá - FAES, realizou nos dias 11 e 12 a V Plenária Estadual de Economia Solidária, onde com muita militância dos Empreendimentos e parceria da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego no Amapá - SRTE -AP, Prefeitura Municipal de Macapá, Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo - SETE, Rede de Educação Cidadã - RECID, Rotari Club Macapá, e Colônia Z1.
onde garantiu a participação da representação dos Municípios de Macapá, Santana, Laranjal do Jarí, quilombo do Santo Antonio do Matapi, Comunidade de Campina Grande, Ilha de Santana e Distrito do Bailique. A V Plenária elegeu proposições e garantiu a permanência dos delegados (as) eleitos nas preparatórias, respeitando os critérios da V Plenária Nacional. Os delegados (as) eleitos contam com a Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo - SETE na disponibilidade das passagens para participar V Plenária Nacional que ocorrerá no período de 09 a 13 de dezembro em Goiânia uma vez que esta já havia se comprometido com o FAES por disponibilizar de recurso orçado em seu Núcleo de Economia Solidária e convênios com a Secretária Nacional de Economia Solidária - SENAES. Desta forma reiteramos este compromisso junto a SETE e solicitamos o apoio de FBES e SENAES como forma de garantia da nossa participação.
A Comissão da V Plenária disponibilizará e seu relatório final com as proposições apresentadas nas mini plenárias e suas prioridades. E aponta como avanço a tramitação da Lei Municipal de Macapá que Dispõe sobre a Política de Economia Solidária do Município de Macapá: cria o Programa Municipal de Economia Solidária, o Sistema Municipal de Economia Solidária, o Centro Público Municipal de Economia Solidária, o Fundo Municipal de Economia Solidária, O Conselho Municipal de Economia Solidária e dá outras providências.
E ainda a sua organização enquanto Movimento de economia solidária, com a implementação dos Forins nos Municípios de Macapá, Santana,Serra do Navio e mais a criação de um colegiado que vai articular o fórum regional no vale do Jarí.
Fórum Amapaense de Economia Solidária
Macapá - AP 12 de Outubro de 2012
Encontro Estadual do Projeto Brasil Local - Economia Solidária e Feminista
октября 17, 2012 0:00 - no comments yetFonte: Guayí (www.guayi.org.br)
Acontecerá em Belém no dia 26 de outubro de 2012, o Encontro Estadual do Projeto Brasil Local. O evento é um momento de celebração e também de finalização da etapa de construção do projeto de economia solidária e feminista e do acúmulo das perspectivas a partir do desenvolvimento do Projeto: REDE DE ECONOMIA SOLIDÁRIA E FEMINISTA. O encontro visa propor uma forma de sustentabilidade para os empreendimentos participantes do processo e para a Rede.
Horário: 8:30 ás 17:30
Local: Faculdade Mauricio de Nassau localizado (Av. Serzedelo Correa, no. 514, bairro Batista Campos)
Acesse a programação: http://e.eita.org.br/blf
Convocatória da Plenária Estadual de Rondônia
октября 4, 2012 0:00 - no comments yetFonte: Por Secretaria Executiva do FBES
O Fórum Rondoniense realiza de 09 a 11 de outubro de 2012, a Plenária Estadual de Economia Solidária. O evento ocorrerá no auditório Rondon Palace Hotel, situado à Av. Jorge Teixeira, 491 - Nossa Senhora das Graças, Porto Velho - RO. zzPara acesso ao convite: http://e.eita.org.br/convitero
Carta Política da Plenária Estadual do Acre
сентября 28, 2012 0:00 - no comments yetDivulgado por romulo.brando@ac.gov.br
Nós, delegados e delegadas participantes da V Plenária Estadual de Economia Solidária realizada no município de Rio Branco, no período de 20 a 21 de setembro de 2012, com representação dos três segmentos (empreendimentos, entidades de apoio e assessoria e gestores públicos) estamos novamente em marcha, na construção e no fortalecimento da economia solidária no Brasil.
Aprofundamos o debate a cerca da ECOSOL à luz do tema "Economia Solidária: bem viver, cooperação e autogestão para um desenvolvimento justo e sustentável", como estratégia de desenvolvimento territorial, diverso e solidário como opção de organização popular e luta emancipada dos (as) trabalhadores (as) associados (as). A economia solidária é assim, uma proposta transversal e articulada com diversos temas, sujeitos e iniciativas para o enfrentamento e superação do modelo capitalista vigente. E, considerando a realidade da ECOSOL no estado do Acre, debatida nas 04 plenárias microrregionais com a participação de 198 delegados, assumimos nessa carta como movimento de ECOSOL, sociedade civil que somos, e pretendemos junto ao poder publico em âmbito municipal, estadual e federal apresentar as seguintes diretrizes:
* Realização de feiras municipais e estadual mensal para facilitar a comercialização dos EES.
* Integração territorial e luta pela continuidade das políticas publicas Assegurar como prioridade da região norte as questões rurais (ramais, logística de escoamento) reivindicando ações prioritárias e integradas e inseridas no PPA dos municípios e governos estadual e federal;
* Destinação de no mínimo 10% dos recursos provenientes dos royalties do pré-sal e gás natural para as politicas publicas em economia solidária da região norte. Distribuição de no mínimo 10% dos recursos provenientes dos royalties das hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio para investimentos em políticas publicas de economia solidária na Amazônia ocidental.
* Agregar nas ações da Economia Solidária a interface com a economia criativa da cultura de forma a gerar valorização do produto cultural dentro das feiras e eventos como estratégia de comercialização dos produtos da Economia Solidária e do fazer cultural;
* Garantir a Sustentabilidade do fórum através da implementação de marcos legais, convênios, programas e projetos; Garantir a continuação dos trabalhos dos agentes de desenvolvimento nos Programas do Governo Estadual e Municipal;
* Mobilização e sensibilização para as bandeiras da ECOSOL junto aos atores políticos (governos, prefeitos, vereadores, bancada federal, bancada estadual e demais parceiros).
* Articular/garantir a matricialidade de projetos e ações dentro das estruturas de governo como forma de garantir sustentabilidade das ações de ECOSOL (conhecimento e envolvimento e execução por parte de secretários e técnicos dos diversos setores);
* Realizar e manter atualizado diagnóstico mapeando a ECOSOL no estado do Acre (quem somos, o que fazemos, a quanto tempo, qual o volume de renda gerado);
* Que o diagnóstico da ECOSOL (hoje mapeamento) pratique por edital o processo de tetra competência: governo federal, entidades conveniadas, fórum e governos locais (estados, territórios e municípios);
* Garantir linhas de crédito específico para mulheres da ECOSOL;
* Garantir que todas as discussões e ações de descentralização de recursos que envolvem PDC's, consórcios de desenvolvimento local, agências de desenvolvimentos dos municípios e outros programas que incluem a economia solidária como estratégia de desenvolvimento da economia local; Identificar e fortalecer as identidades produtivas dos territórios (por exemplo açaí em Feijó);
* Garantir a realização da Feira Internacional PANAMAZONIA de Economia Solidária a cada dois anos no Estado do Acre; Articular junto aos movimentos sociais, com bandeiras comuns à economia solidária e realizar processo de aproximação e diálogo;
Baixe a carta em: http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=1636&Itemid=99999999
