1ª Feira de Economia Solidária de comunidades indígenas começa quinta-feira
October 29, 2013 15:10 - Pas de commentaireFonte: http://www.folhabv.com.br/noticia.php?id=160586
A Comissão Indígena de Economia Solidária da Região Alto São Marcos e o Fórum Estadual de Economia Solidária de Roraima promovem, de 30 de outubro a 1o. de novembro, a 1a. Feira de Economia Solidária das Comunidades indígenas que compreendem a Região do Alto São Marcos e o município de Pacaraima.
Com o tema "Feira indígena de Makunaima", o evento busca apresentar a diversidade produtiva econômica dessas comunidades, resgatando a economia solidária como um modo de produção sustentável. O evento será realizado no Centro Makunaima, na BR-174, altura do km 180.
Entre os principais objetivos da Feira estão: comercializar, dar visibilidade a produção agrícola, cultural e artesanal das comunidades e reunir parceiros, gestores públicos, entidades de fomento e do movimento indígena para discutirem a economia solidária como alternativa de trabalho e renda.
Para Elielma Coelho, uma das organizadoras a Feira, a expectativa é que a iniciativa mostre à sociedade as potencialidades e a diversidade econômica das comunidades indígenas da Região do Alto São Marcos.
"Será um momento de encontro para a troca de experiências e de saberes", diz. A programação do evento contará com palestras, oficinas, vivências e uma Audiência Pública de Economia Solidária, direcionada às lideranças indígenas, gestores públicos e convidados.
Durante o dia serão realizadas competições como: corrida com tora, arco-e-flexa, corrida de saco, entre outras. Já à noite, haverá apresentação de bandas locais e danças indígenas. O local da comercialização será organizado de acordo com os diferentes segmentos, com área da alimentação, área da produção agrícola, área do artesanato. Os expositores serão credenciados e receberão camisetas do evento e crachá.
Apoiam a iniciativa as seguintes instituições Organização das Mulheres Indígenas de Roraima (OMIR), Associação dos Povos Indígenas da Terra de São Marcos, Organização dos Indígenas da Cidade, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Fundação Nacional do Índio (Funai), Rede de Educação Cidadã, Prefeitura de Pacaraima, Câmara dos Vereadores de Pacaraima e Secretaria Estadual do Índio.
Caravana Agroecológica ocorreu em Santarém-PA
October 23, 2013 12:23 - Pas de commentaireFonte: Lívia Duarte, da FASE - Solidariedade e Educação*
A Caravana Agroecológica e Cultural de Santarém foi realizada nos dias 22 a 25 de outubro, com a participação de cerca de 100 pessoas e dois roteiros envolvendo sete comunidades: um passa pela Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns e o outro pela Floresta Nacional do Tapajós (Flona), incluindo a BR-163 e o município de Belterra.
O evento foi uma das etapas preparatórias do III Encontro Nacional de Agroecologia que será realizado em maio de 2014 em Juazeiro, na Bahia. A interlocução entre agroextrativistas, agricultores, lideranças dos movimentos sociais do campo e organizações da sociedade civil de todas as regiões do Brasil faz parte da metodologia da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), que busca agir politicamente a partir das práticas e desafios dos agricultores e agricultoras nos territórios.
ATUALIDADE - A Caravana Agroecológica e Cultural de Santarém ocorreu, coincidentimente, na semana seguinte ao lançamento do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica - Brasil Agroecológico, que prevê, até o final do ano de 2015, um investimento de R$ 8,8 bilhões em 125 iniciativas. O objetivo é articular políticas e ações de incentivo ao cultivo de alimentos orgânicos e de base agroecológica e a conservação dos recursos naturais. A solenidade realizada durante a II Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário contou com a participação da presidenta Dilma Rousseff e diversos ministros, além de representantes da sociedade civil e parlamentares, no dia 17 de outubro.
"Vamos seguir trabalhando juntos por uma agricultura sustentável, uma vida mais saudável e um campo onde as pessoas gerem renda, emprego e possam criar seus filhos e os jovens possam se manter. O plano não é perfeito, temos que olhar para ele com muito carinho e aperfeiçoá-lo sistematicamente", destacou a presidenta durante a cerimônia.
Para Fábio Pacheco, coordenador da Associação Agroecológica Tijupá, no Maranhão, o lançamento do Plano é um momento histórico para as organizações que lutam para ampliação das práticas agroecológicas no país. "Sem dúvida é um reconhecimento à agroecologia. Claro que estamos esperançosos em poder ampliar as possibilidades de ação a partir da estrutura do Plano. No entanto, vemos nele muitas limitações. A começar por não explicitar questões como a regularização fundiária e a reforma agrária, problemas muito sérios também no contexto amazônico", comentou por telefone.
No lançamento, Pepe Vargas, ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), anunciou 100 decretos para desapropriações de terras destinadas à reforma agrária até o fim do ano, atendendo 5 mil famílias, e comentou que uma das faces mais importantes do Brasil Ecológico está na área do crédito, onde se concentra a maior parte do investimento (R$ 7 bilhões entre investimentos do MDA e do Ministério da Agricultura). O valor mal, se comparado ao crédito disponível para o agronegócio, é bastante baixo. No plano Safra 2013/2014 foi anunciado que o orçamento da agricultura empresarial será de R$ 136 bilhões.
Na avaliação de Pacheco, da Tijupá, uma questão a ser considerada quanto ao crédito para a agricultura familiar é a dificuldade de acesso pelo agricultures ao e adequações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Aqui se impõe mais uma vez a questão da regularização fundiária. Sem registro, o acesso ao crédito é limitado. A dificuldade em responder à burocracia é outra barreira para os pequenos agricultores agroecológicos.
Ele comentou ainda que o edital de Assessoria Técnica e Extensão Rural que atenderá a 75 mil agricultores e agricultoras (50% mulheres) é um ponto positivo no Plano. No caso do agroextrativismo, no entando, há previsão para manejo de recursos não madeireiros para 345 famílias, apenas. Pacheco também elogiou o Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica - Ecoforte, que prevê R$ 175 milhões para melhorias na produção e processamento, apoio para acesso aos mercados convencionais, alternativos e institucionais e para ampliação da renda dos agricultores familiares e extrativistas. "É importante partir da lógica de apoio às redes", destacou, explicando que a venda de produtos e melhoria da renda é um grande desafio em comunidades da Amazônia, inclusive naquelas por onde vai passar a Caravana Agroecológica de Santarém.
CAMINHOS - A visita às comunidades da Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns e da Floresta Nacional do Tapajós (Flona) permitiu conhecer a economia e a vida das comunidades e as experiências que já cumprem papel importante para melhorar as condições de vida na floresta. São exemplos as Oficinas Caboclas (produção de moveis e artefatos com aproveitamento de resíduos de madeira), os micro-sistemas de abastecimento de água, o beneficiamento de produtos da mandioca e do extrativismo, os viveiros de mudas para reposição florestal, entre outros. A oportunidade ampliou o debate sobre o novo plano lançado pelo governo federal e também outros programas federais, como o Bolsa Verde, que tem impacto sobre a vida dos povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas da região.
Na oportunidade, os participantes da caravana puderam conhecer novos e antigos conflitos territoriais que ameaçam os modos de vida das comunidades, impedindo o avanço da agroecologia. São exemplos, o projeto de construção de usinas hidrelétricas no Tapajós, o interesse os projetos das empresas de mineração na região, a expansão da fronteira agrícola na Amazônia, incluindo questões como o escoamento da produção de soja e a ação das madeireiras. Outro tema importante são as vitórias e desafios das comunidades para gestão de seus territórios.
De volta a sede do município de Santarém foi realizado um seminário de encerramento com debates sobre Os Desafios do Agroextrativismo na Amazônia e sobre Economia Verde e Serviços Ambientais (PSA).
As entidades responsáveis pela organização da Caravana são: Centro de Apoio a Projetos de Ação Comunitária (CEAPAC), Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santatém, Terra de Direitos, Casa Familiar Rural de Santarém (CFR), FASE e Associação Agroecológica Tijupá.
*Com informações de Eduardo Sá, da Articulação Nacional de Agroecologia.
Amazônia: Caravana Agroecológica começa manhã (22)
October 23, 2013 12:23 - Pas de commentaireFonte: Lívia Duarte, da FASE - Solidariedade e Educação*
A Caravana Agroecológica e Cultural de Santarém será realizada nos dias 22 a 25 de outubro, com a participação de cerca de 100 pessoas e dois roteiros envolvendo sete comunidades: um passa pela Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns e o outro pela Floresta Nacional do Tapajós (Flona), incluindo a BR-163 e o município de Belterra.
O evento é uma das etapas preparatórias do III Encontro Nacional de Agroecologia que será realizado em maio de 2014 em Juazeiro, na Bahia. A interlocução entre agroextrativistas, agricultores, lideranças dos movimentos sociais do campo e organizações da sociedade civil de todas as regiões do Brasil faz parte da metodologia da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), que busca agir politicamente a partir das práticas e desafios dos agricultores e agricultoras nos territórios.
ATUALIDADE - A Caravana Agroecológica e Cultural de Santarém ocorre, coincidentimente, na semana seguinte ao lançamento do Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica - Brasil Agroecológico, que prevê, até o final do ano de 2015, um investimento de R$ 8,8 bilhões em 125 iniciativas. O objetivo é articular políticas e ações de incentivo ao cultivo de alimentos orgânicos e de base agroecológica e a conservação dos recursos naturais. A solenidade realizada durante a II Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário contou com a participação da presidenta Dilma Rousseff e diversos ministros, além de representantes da sociedade civil e parlamentares, no dia 17 de outubro.
"Vamos seguir trabalhando juntos por uma agricultura sustentável, uma vida mais saudável e um campo onde as pessoas gerem renda, emprego e possam criar seus filhos e os jovens possam se manter. O plano não é perfeito, temos que olhar para ele com muito carinho e aperfeiçoá-lo sistematicamente", destacou a presidenta durante a cerimônia.
Para Fábio Pacheco, coordenador da Associação Agroecológica Tijupá, no Maranhão, o lançamento do Plano é um momento histórico para as organizações que lutam para ampliação das práticas agroecológicas no país. "Sem dúvida é um reconhecimento à agroecologia. Claro que estamos esperançosos em poder ampliar as possibilidades de ação a partir da estrutura do Plano. No entanto, vemos nele muitas limitações. A começar por não explicitar questões como a regularização fundiária e a reforma agrária, problemas muito sérios também no contexto amazônico", comentou por telefone.
No lançamento, Pepe Vargas, ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA), anunciou 100 decretos para desapropriações de terras destinadas à reforma agrária até o fim do ano, atendendo 5 mil famílias, e comentou que uma das faces mais importantes do Brasil Ecológico está na área do crédito, onde se concentra a maior parte do investimento (R$ 7 bilhões entre investimentos do MDA e do Ministério da Agricultura). O valor mal, se comparado ao crédito disponível para o agronegócio, é bastante baixo. No plano Safra 2013/2014 foi anunciado que o orçamento da agricultura empresarial será de R$ 136 bilhões.
Na avaliação de Pacheco, da Tijupá, uma questão a ser considerada quanto ao crédito para a agricultura familiar é a dificuldade de acesso pelo agricultures ao e adequações do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). Aqui se impõe mais uma vez a questão da regularização fundiária. Sem registro, o acesso ao crédito é limitado. A dificuldade em responder à burocracia é outra barreira para os pequenos agricultores agroecológicos.
Ele comentou ainda que o edital de Assessoria Técnica e Extensão Rural que atenderá a 75 mil agricultores e agricultoras (50% mulheres) é um ponto positivo no Plano. No caso do agroextrativismo, no entando, há previsão para manejo de recursos não madeireiros para 345 famílias, apenas. Pacheco também elogiou o Programa de Fortalecimento e Ampliação das Redes de Agroecologia, Extrativismo e Produção Orgânica - Ecoforte, que prevê R$ 175 milhões para melhorias na produção e processamento, apoio para acesso aos mercados convencionais, alternativos e institucionais e para ampliação da renda dos agricultores familiares e extrativistas. "É importante partir da lógica de apoio às redes", destacou, explicando que a venda de produtos e melhoria da renda é um grande desafio em comunidades da Amazônia, inclusive naquelas por onde vai passar a Caravana Agroecológica de Santarém.
CAMINHOS - A visita às comunidades da Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns e da Floresta Nacional do Tapajós (Flona)vai permitir conhecer a economia e a vida das comunidades e as experiências que já cumprem papel importante para melhorar as condições de vida na floresta. São exemplos as Oficinas Caboclas (produção de moveis e artefatos com aproveitamento de resíduos de madeira), os micro-sistemas de abastecimento de água, o beneficiamento de produtos da mandioca e do extrativismo, os viveiros de mudas para reposição florestal, entre outros. A oportunidade vai ampliar o debate sobre o novo plano lançado pelo governo federal e também outros programas federais, como o Bolsa Verde, que tem impacto sobre a vida dos povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas da região.
Na oportunidade, os participantes da caravana também poderão conhecer novos e antigos conflitos territoriais que ameaçam os modos de vida das comunidades, impedindo o avanço da agroecologia. São exemplos, o projeto de construção de usinas hidrelétricas no Tapajós, o interesse os projetos das empresas de mineração na região, a expansão da fronteira agrícola na Amazônia, incluindo questões como o escoamento da produção de soja e a ação das madeireiras. Outro tema importante são as vitórias e desafios das comunidades para gestão de seus territórios.
De volta a sede do município de Santarém será realizado um seminário de encerramento com debates sobre Os Desafios do Agroextrativismo na Amazônia e sobre Economia Verde e Serviços Ambientais (PSA).
As entidades responsáveis pela organização da Caravana são: Centro de Apoio a Projetos de Ação Comunitária (CEAPAC), Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santatém, Terra de Direitos, Casa Familiar Rural de Santarém (CFR), FASE e Associação Agroecológica Tijupá.
*Com informações de Eduardo Sá, da Articulação Nacional de Agroecologia.
Agricultura que preserva a floresta motiva Caravana à Amazônia
October 16, 2013 11:19 - Pas de commentairePor Livia Duarte (liviadmduarte@gmail.com)
Agroextrativistas, agricultores, lideranças dos movimentos sociais do campo e organizações da sociedade civil de todas as regiões do Brasil viajarão a comunidades de Santarém para descobrir o que significa fazer agroecologia na floresta Amazônica.
A Caravana Agroecológica e Cultural de Santarém será realizada nos dias 22 a 25 de outubro, com a participação de cerca de 100 pessoas e dois roteiros envolvendo sete comunidades: um passa pela Reserva Extrativista (Resex) Tapajós-Arapiuns e o outro pela Floresta Nacional do Tapajós (Flona), incluindo a BR-163 e o município de Belterra.
A visita vai permitir conhecer a economia das comunidades, seus projetos para melhorar as condições de vida na floresta - como as Oficinas Caboclas (produção de moveis e artefatos com aproveitamento de resíduos de madeira), micro-sistemas de abastecimento de água, beneficiamento de produtos da mandioca e do extrativismo, viveiros de mudas para reposição florestal, entre outros. Debaterão com os povos da floresta - indígenas, ribeirinhos, quilombolas - os impactos de programas federais, como o Bolsa Verde.
Na oportunidade, os participantes da caravana também poderão conhecer novos e antigos conflitos territoriais que ameaçam os modos de vida das comunidades, impedindo o avanço da agroecologia. São exemplos, o projeto de construção de usinas hidrelétricas no Tapajós, o interesse os projetos das empresas de mineração na região, a expansão da fronteira agrícola em direção à Amazôni a, incluindo questões como o escoamento da produção de soja e a ação das madeireiras. Outro tema importante são as vitórias e desafios das comunidades para gestão destes territórios.
De volta a sede do município de Santarém será realizado um seminário de encerramento com debates sobre Os Desafios do Agroextrativismo na Amazônia e sobre Economia Verde e Serviços Ambientais (PSA).
As entidades responsáveis pela organização:Centro de Apoio a Projetos de Ação Comunitária (CEAPAC), Sindicato de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Santatém, Terra de Direitos, Casa Familiar Rural de Santarém (CFR), FASE e Associação Agroecológica Tijupá.
22/10
16h - Abertura no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santarém
Com sessões de apresentação da Articulação Nacional de Agroecologia, o III Encontro Nacional da entidade e o projeto das Caravanas Agroecológicas. Serão também apresentados o contexto local e os dois roteiros a ser visitados pelos participantes.
20h - deslocamento dos participantes do roteiro FLONA para o Centro de Formação Chico Roque
22h - saída do barco para Resex Tapajos-Arapiuns
23 e 24/10 - Visita às comunidades
25/10 - Seminário de encerramento "Desafios do Agroextrativismo" e avaliação
23 e 24/10
Roteiro 1 - Reserva Extrativista/RESEX-TAPAJOS ARAPIUNS
23/10 - Comunidade Solimões
- Conversa com lideranças locais (STTR, TAPAJOARA, lideranças comunitárias) sobre o processo de luta de terra para conquista da RESEX; os novos conflitos de terra na RESEX (impactos UHE Tapajos); as formas de organização comunitária; e a identidade indígena;
- Visita a experiências de viveiro comunitário de mudas, de reposição florestal, do Fundo Dema, de beneficiamento e comercialização da borracha.
24/10 - Comunidade Surucuá (Manhã)
- Conversa com lideranças comunitárias sobre a cultura da comunidade, economia, educação, saúde, impactos de programas governamentais, como o Bolsa Verde, e a atuação dos movimentos sociais na área;
- Visita às experiências de Oficinas Caboclas (produção de moveis e artefatos com aproveitamento de resíduos de madeira), trabalhos nos roçados, micro-sistema de abastecimento de água e comunicação;
24/10 - Comunidade Santo Amaro (tarde)
- Participação na atividade de capacitação do STTR de melhoramento da farinha de mandioca;
Roteiro 2 - FLONA TAPAJÓS E PLANALTO SANTARENO;
23-10 - FLONA DO TAPAJOS E BR-163
Manhã - Comunidade do Maguary (FLONA/Município de Belterra)
- Conversa com lideranças sobre o processo de luta de terra e as transformações na gestão da FLONA; os novos conflitos na FLONA; e a organização comunitária;
- Visita a experiência com artesanato de borracha, comercialização, beneficiamento, atividades com mulheres.
Tarde - Comunidade do Prata (BR-163/Município de Belterra) - Visita a Casa Família Rural/CFR e a experiência da pedagogia da alternância.
24-10 - PLANALTO/REGIÃO CURUÁ-UNA
- Visita a comunidade quilombola do Murumurutuba - Conversa com lideranças da Federação das Organizações Quilombolas de Santarém/FOQS;
- Visita a experiência com açaí e pesca;
- Comunidade de Bom Jardim, visita a experiência de extrativismo, casa da farinha e beneficiamento de peixe;
25/10 - Seminário de Encerramento, Avaliação e Ato Público ou Encerramento
08:30 as 09:30h - Reflexões sobre Os Desafios do Agro-extrativismo na Amazônia
11 as 12:30 - Reflexões sobre Economia Verde na Amazônia (serviços ambientais, REDD)
Primeira Feira de Economia Solidária do Alto São Marcos, em Pacaraima - Roraima!
October 8, 2013 10:49 - Pas de commentaireFonte: Fórum de Economia Solidária de Roraima
A 1a Feira Indígena de Makunaima, de 30 de Outubro a 01 de Novembro de 2013 em Pacaraima - RR, tem por objetivo mostrar as potencialidades e diversidades econômicas das comunidades indígenas da Região do Alto São Marcos através da exposição e comercialização das suas produções. Será um momento de encontro das Comunidades para a troca de experiências e disseminação da economia solidária como modo de produção coletiva e sustentável.
Durante o evento, serão realizadas palestras, oficinas, atividades culturais e uma Audiência Pública de Economia Solidária. A Feira é voltada para as lideranças indígenas, gestores públicos, indígenas credenciados para o evento e convidados.
O processo/evento será realizado pela Comissão Indígena de Economia Solidária Alto São Marcos e pelo Fórum Estadual de Economia Solidária de Roraima
