Go to the content
Show basket Hide basket
Full screen Suggest an article

Notícias da Economia Solidária na região

January 13, 2009 0:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
Fonte: site do FBES (www.fbes.org.br)

VI seminário internacional Desenvolvimento Rural Sustentável, Cooperativismo e Economia Solidári

August 22, 2013 8:08, by Unknown - 0no comments yet

Divulgado por Adebaro Alves dos Reis (adebaroreis@yahoo.com.br)

Image

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará - IFPA Campus Castanhal, em cooperação com a Universidade Federal do Pará e Universidad de Alicante (Espanha), realizará o VI Seminário Internacional Desenvolvimento Rural Sustentável, Cooperativismo e Economia Solidária: Tecnologias Sociais para a Sustentabilidade da Agricultura Familiar, que acontecer? nos dias 02 a 04 de setembro de 2013, no Auditório Central do IFPA Campus Castanhal.



VI Seminário Internacional Desenvolvimento Rural Sustentável, Cooperativismo e Economia Solidári

August 22, 2013 3:08, by Unknown - 0no comments yet

Divulgado por Adebaro Alves dos Reis (adebaroreis@yahoo.com.br)

Image

O Instituto Federal de Educa??o, Ci?ncia e Tecnologia do Par? - IFPA Campus Castanhal, em coopera??o com a Universidade Federal do Par? e Universidad de Alicante (Espanha), realizar? o VI Semin?rio Internacional Desenvolvimento Rural Sustent?vel, Cooperativismo e Economia Solid?ria: Tecnologias Sociais para a Sustentabilidade da Agricultura Familiar, que acontecer? nos dias 02 a 04 de setembro de 2013, no Audit?rio Central do IFPA Campus Castanhal.



1º Encontro de gestores públicos municipais e estadual voltado para inclusão de catadores

August 21, 2013 2:56, by Unknown - 0no comments yet

Divulgado por Tatiane Valente

Image

PROGRAMAÇÃO

Dia 22/08

08h15min - Credenciamento;

08h30min - Composição da Mesa

09h - Abertura

09h às 09h30 - Exposição sobre a Política Nacional de Resíduos sólidos -

Comitê Interministerial de Inclusão Social Econômica;

09h30min às 10h30min Apresentação das linhas gerais dos Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Estado do Amazonas. - SDS

10h30min às 11h - As Experiências dos Catadores e sua realidade no Estado do Amazonas - Representante dos Movimentos dos Catadores;

11h às 12h30min - O Encerramento dos Lixões E Inclusão dos Catadores De Materiais Recicláveis - IPAAM;

12h30min às 14h - almoço;

14h às 14h40min - A Coleta Seletiva com contratação dos Catadores De Materiais Recicláveis. SEMUSP;

14h40min às 15h - Apresentação do Projeto Econômico Solidário Pró-Catador do Amazonas ( SENAES/MTE) SETRAB

15h20min às 16h30min - Apresentação do CATAFORTE I,II,III - Comitê Interministerial de Inclusão Social Econômica.

16h30min às 17h - Debate

Dia 23/08

09h- Abertura

9h às 10h30min - Planejamento das ações de inclusão dos catadores- Representantes dos (26) Município Comtemplados No Projeto Econômico Solidário Pró-Catador Do Amazonas ( SENAES/MTE).

10h30min às 12h - Apresentação dos Planos de Ação - Representantes dos (26) Município comtemplados no projeto Econômico Solidário Pró-Catador do Amazonas (SENAES/MTE).



Marcadas para morrer: Essa é Maria Raimunda, líder do MST no Pará, ameaçada de morte

August 14, 2013 0:28, by Unknown - 0no comments yet

Por Ismael Machado, Diário do Pará/ Agência Pública*

Image

Edinaldo SouzaA frase foi dita em uma reunião entre latifundiários de Marabá, a 685 quilômetros de Belém: para enfraquecer o movimento dos Sem Terra no sudoeste do Pará bastava tirar quatro pessoas do caminho. Uma delas era Maria Raimunda César de Souza.

Maria Raimunda não ficou surpresa ao ouvir o veredito dos fazendeiros dias depois da reunião. Aos 39 anos, já foi ameaçada de morte e teve a prisão decretada em algumas ocasiões e sabe que é uma pedra no sapato deles. Afinal, ela é a diretora nacional do MST no Pará.

Em 2008 recebeu de um amigo um recado era para se afastar de ações no município vizinho de Parauapebas. Um policial militar havia sido sondado para executar Maria Raimunda e outras três lideranças do MST na região. O policial a conhecia e não topou a empreitada. Pediu para avisá-la do risco que corria.

Viver sob esse tipo de tensão não é novidade para Maria Raimunda. Ela nasceu em Marabá, mas cresceu em Brejo Grande do Araguaia, a 100 km de Marabá. Era o auge da Guerrilha do Araguaia e a cidadezinha vivia com medo. "Quem mandava era o Exército. Toda a cidade era vigiada. Todos tinham que dormir em esconderijos subterrâneos por causa dos ataques de bomba. Eu fui crescendo nesse ambiente", lembra.

No auge do conflito, a casa de farinha no quintal da casa em que morava com os pais foi escolhida pelo Exército para servir de alojamento aos soldados. Com o fim dos combates a residência passou a ser apoio de padres e freiras, principalmente dominicanos. O temido major Curió era presença constante em Brejo Grande do Araguaia. Junto aos ex-guias do Exército durante a campanha de combates aos guerrilheiros, Sebastião Curió impunha o terror.

"Minha opção de vida foi escolher entre o medo de calar e a defesa dos direitos humanos. Optei pela segunda via", diz Maria Raimunda. A decisão veio cedo. Com menos de 12 anos, na primeira metade dos anos 80, já participava das comunidades eclesiais de base da igreja católica. Acompanhou marchas e mobilizações num período em que os crimes de pistolagem e a luta pela posse da terra atingiram o ápice no sul e sudeste do Pará.

Em 1993, Maria Raimunda mudou para Marabá para cursar Letras na Universidade Federal do Pará. Um ano depois ingressou no Diretório Central dos Estudantes (DCE). Era uma época de embates entre o MST e os latifundiários. Em Parauapebas, a fazenda Palmares era uma das primeiras ocupações em que o MST e as milícias organizadas pelos fazendeiros se enfrentaram. "Dávamos apoio a essas manifestações e aos poucos fui conhecendo o pessoal que fazia parte do movimento".

Em 1996 ocorreu o massacre de Eldorado dos Carajás. Sangue, retaliações, violências. Maria Raimunda sentia que havia algo se modificando dentro dela e na situação agrária do Pará. Em 1998 ingressou no MST e, de cara foi enviada a Belém para atuar no escritório político da organização. Ficou seis anos em Belém. Acompanhou de perto as tensões envolvendo os assentamentos João Batista, em Castanhal, distante a duas horas de carro de Belém e as diversas ações de despejo e resistência do assentamento Mártires de Abril, no distrito do Mosqueiro. Tornou-se forte, acostumada à tensão e à resistência.

"Em Marabá ficou mais pesado. As ameaças são mais fortes. E é uma ameaça a toda luta. Os fazendeiros 'fazem o serviço'. Eles querem ver o sangue derramar. Várias vezes recebi avisos de que poderia morrer. Muitas mensagens, gente dizendo para me cuidar, não viajar à noite, evitar ônibus, barzinhos, a não me expor". Às vezes o telefone toca e do outro lado, só o silêncio ou uma respiração profunda. Pressão psicológica.

E há a pressão oficial. Desde 2006 Maria Raimunda assumiu a direção do MST. Todos os processos de ocupação de terra, todos os embates e confrontos com a polícia, fazendeiros ou mesmo com a Justiça, têm o nome dela à frente. Por conta disso, já teve pelo menos três prisões decretadas. "Tive de passar três meses foragida, de canto em canto, com a minha prisão preventiva decretada na região.

A última foi no governo petista de Ana Júlia Carepa, depois do fechamento de pista na Curva do S, local do massacre de Eldorado dos Carajás, em protesto contra as milícias armadas nas fazendas do controverso banqueiro Daniel Dantas, espalhadas pelo sudeste do Pará.

Mas ela diz que sente ainda mais medo quando a situação parece mais tranquila. "Quando baixa a poeira dessas tensões é que eu tenho mais medo. É na calmaria que os pistoleiros agem mais, quando estamos de guarda baixa. Mas o que a gente pode fazer? Não dá para parar a vida, deixar de viver. Tem que seguir em frente e é isso que eu faço".



Nota de solidariedade ao Banco Tupinambá - PA

August 13, 2013 2:47, by Unknown - 0no comments yet

Fonte: Banco Palmas (bancopalmas@uol.com.br)

O Instituto Palmas e o FBES se solidarizam ao Instituto Tupinamb? e seus trabalhadores e trabalhadoras pelo violento assalto que sofreu o Banco Comunit?rio Tupinamb? no ultimo dia 05 de agosto.

Situada em uma pacata vila de pescadores na comunidade da Bahia do Sol, na ilha do mosqueiro em Bel?m-PA, o Banco Tupinamb? ? um servi?o imprescind?vel para as fam?lias que ali moram distante de tudo e bem perto da natureza, entre a floresta e o mar.

Quando um Banco Comunit?rio ? assaltado, al?m do dinheiro, a viol?ncia chega direto aos diretores da institui??o, que tamb?m s?o da comunidade e est?o diariamente no Banco servindo a comunidade. Foi o caso do Tupinamb? onde o companheiro Marivaldo teve seus pertences levados e a companheira Ivoneide foi agredida fisicamente.

A viol?ncia sem limite, fruto da brutal desigualdade em que vivemos, permitem barb?ries dessa esp?cie. Ningu?m escapa.

Aos companheiros do Tupinamb? nosso carinho de sempre e que tenham a raiva prof?tica de resistir bravamente.

Mas, al?m do carinho, temos tamb?m de cobrar a??es concretas dos bancos comerciais, para os quais a Rede Brasileira de Bancos Comunit?rios trabalha como correspondente.

Estamos em avan?ada discuss?o com a CAIXA para formata??o de uma nova modelagem de correspond?ncia banc?ria, que leve em conta as caracter?sticas pr?prias dos Bancos Comunit?rios e sua inser??o nos locais mais long?nquos das periferias urbanas e rurais. H? de se pensar na seguran?a, numa remunera??o mais adequada, em previs?es de perdas por sinistros e outros ben?ficos. Afinal, esse outro modelo de banco n?o visa lucro, seu ?nico objetivo ? o desenvolvimento do territ?rio para inclus?o solid?ria das pessoas.

For?a Tupinamb?!

Para contatos e apoios ao Banco Tupinamb?:

marivaldovale@hotmail.com



Categories

Comunicação, Organização do movimento, Região Norte

1 members