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Notícias da Economia Solidária na região

January 13, 2009 0:00 , par Inconnu - | No one following this article yet.
Fonte: site do FBES (www.fbes.org.br)

Sem agência bancária, cidade do Piauí cria banco local e moeda própria

February 24, 2014 11:24, par Inconnu - 0Pas de commentaire

Fonte: http://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2014/02/sem-agencia-bancaria-cidade-do-piaui-cria-banco-local-e-moeda-propria.html

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Isolada dos maiores centros comerciais do Piauí, a cidade de São João do Arraial, a 253 km de Teresina, criou um banco local para contornar a falta de serviços bancários. Criado em dezembro de 2007, o "Banco dos Cocais" possibilitou o desenvolvimento econômico da região com a circulação de uma moeda própria, o "cocal".

Dados do Banco Central mostram que, dos aproximadamente 5,6 mil municípios brasileiros, 233 (68 deles no Piauí) não contam com dependências bancárias, ou seja, não têm nem mesmo lotéricas, caixas eletrônicos ou postos de atendimento. No caso das agências bancárias, 1.900 municípios do país não oferecem o serviço. O G1 esteve em cidades de três estados para mostrar as dificuldades dos moradores que sofrem com a ausência de serviços bancários. Além de São João do Arraial, repórteres do G1 foram a Lagoa de Velhos (RN) e Oliveira de Fátima (TO).

Emancipado em 1996 de Matias Olímpio, São João do Arraial não possuía agência bancária, o que obrigava os moradores a se deslocar até Esperantina, Região Norte do estado, a 20 km de distância. "Era difícil para se locomover, pagar uma conta e receber o pagamento. Sempre ficávamos dependendo de ir a outra cidade até mesmo para comprar roupa e alimentação, já que o comércio aqui era escasso", diz a moradora Maria Antônia.

Quando assumiu o cargo em 2005, o ex-prefeito Francisco das Chagas Lima disse que viu a necessidade de aumentar a circulação de dinheiro na cidade. Após consultar os moradores, a prefeitura constatou que a maioria das mercadorias consumidas eram compradas e produzidas fora da região, já que não havia bancos no município.

"Nessa pesquisa nós percebemos também que as pessoas necessitavam de pouco capital e isso não era interessante para os grandes bancos. Criamos primeiramente um Fundo Municipal de Apoio a Economia Solidária para arrecadar 40% da receita monetária, gerando em torno de R$ 20 mil. Em seguida, tomei conhecimento do Banco de Palmas (CE), primeira agência comunitária do país. Levei a ideia à população de São João do Arraial e, em dezembro de 2007, inauguramos o Banco dos Cocais e a moeda local", explicou.

O banco é de responsabilidade da sociedade civil, mas a prefeitura e entidades locais fazem parte do Conselho. Além da distribuição da moeda, a instituição funciona para pagar os servidores da região, arrecadar taxas públicas, como de água e energia, e distribuir benefícios como o Bolsa Família. "Ele hoje tem reconhecimento do Banco Central, desde que circule o dinheiro somente naquela cidade. As notas distribuídas vão de C$ 0,50 a C$ 20", comentou Lima.

De acordo com a prefeitura, o crescimento da economia do município coincide com a entrada em circulação do Cocal. Somente nos dois primeiros anos de implantação da nova moeda no mercado, o banco comunitário movimentou R$ 3 milhões em cocais, o que representa 25% dos R$ 12 milhões que foram movimentados em todo o município.

O coordenador do Banco Comunitário dos Cocais, Mauro Rodrigues, destaca que, além do aumento na renda da cidade, a implantação da moeda ajudou na geração de trabalho e facilitou a vida dos moradores.

"Hoje percebemos a movimentação de dinheiro na cidade e isso faz diferença para o comércio local, para a população. Outro fator importante é investimento feito pela instituição nos setores produtivos, especialmente com a liberação de microcrédito para a promoção de pequenos negócios. Hoje temos a certeza de pelo menos C$ 25 milhões circulando em São João do Arraial", explicou o coordenador.

Mauro Rodrigues lembra que, além de implantar o banco e a nova moeda, a Câmara de Vereadores aprovou na época uma lei estabelecendo que 25% dos servidores públicos do município recebessem seus salários em cocais. A medida foi proposta para evitar que servidores concursados, que vieram de outros municípios, gastassem seus vencimentos fora da cidade. Quem quiser trocar o cocal por real basta direciona-se ao banco.

Segundo o atual prefeito, Adriano Ramos, atualmente 25 milhões em cocais circulam em São João do Arraial, o que equivale a mesma quantia em real. Mesmo com instalação de uma Lotérica, de outros correspondentes bancários e surgimentos de pontos comerciais que aceitam cartão de crédito, o cocal continua sendo a moeda mais utilizada na cidade, e todos os estabelecimento o aceitam.

"O Banco de Cocais estimula a economia solidária e segura o dinheiro no município. Por conta dessas e outras vantagens vamos continuar utilizando o cocal, é um benefício que atinge a todos. Além disso, a instituição ajuda a arrecadar dinheiro da receita da prefeitura para o Fundo Municipal de Apoio a Economia Solidária, que é usado como microcrédito", declarou o prefeito.

A comerciante Giseia Maria dos Santos, proprietária de uma padaria local, contou que no início a moeda chegou a ser rejeitada por receio, mas, com o passar do tempo, percebeu a melhoria no comércio. "Muitos desconfiavam da ideia, mas, após insistência e ver que era para o desenvolvimento da cidade, acabaram aceitando. É bom trabalhar com o cocal, saber que isso movimenta a renda local e beneficiou todo mundo, especialmente nós comerciantes", lembrou.

Outro que comemora a circulação da moeda é Jean Santana. Dono de um pequeno armarinho, ele destacou não ter diferença entre real e cocal, e que prefere receber o dinheiro local por questão de segurança. "Como só tem valor aqui em São João do Arraial, o número de assaltos aos estabelecimentos é quase escasso", destacou.

O crescimento econômico contribuiu também para a abertura de novos pontos comerciais, como a instalação da loja de uma das maiores redes de departamento do Nordeste. O gerente Antônio Carlos conta que o cocal nunca gerou problema nas vendas e que a empresa já sabia do uso da moeda quando decidiu implantar o empreendimento na cidade.

O cocal

A moeda tem o mesmo valor do real, mas com maior poder de compra graças aos descontos oferecidos em todos os estabelecimentos comerciais do município. Se um produto custa R$ 10, pagando com a moeda social, custará C$ 9. O desconto é possível porque, para cada cocal emitido, há um lastro de um real garantido pela organização financeira comunitária.

As cédulas são estampadas com ícones da cultura e economia local, além possuir um selo que dificulta a sua falsificação. De acordo com o coordenador Mauro Rodrigues, o banco tem o custo de R$ 0,15 por moeda fabricada, além de arcar com o transporte desde Fortaleza, onde está a gráfica de confiança do Instituto Palmas, gestor e certificador de bancos comunitários no Brasil, e responsável pela impressão das notas.

"Hoje, para emitir dez mil cédulas, o custo chega a ser de R$ 5 mil. É um recurso bastante caro. Se a moeda fosse fabricada pela Casa da Moeda, nós teríamos redução dos custos, o material seria de maior qualidade. Caso tivéssemos este apoio, teríamos um avanço gigantesco tanto do ponto de vista institucional como financeiro", acrescentou Mauro.



Arapiraca sediará 3ª Conferência Regional de Economia Solidária

February 20, 2014 7:13, par Inconnu - 0Pas de commentaire

Fonte: http://www.arapiraca.al.gov.br/v3/noticia.php?notid=6962

Na manhã desta segunda-feira (17), a secretária Municipal de Indústria, Comércio e Serviços, Myrka Lúcio, se reuniu com membros do Governo do Estado, para debater assuntos relacionados a 3a. Conferência Regional de Economia Solidária, que acontecerá em abril, no município arapiraquense.

O encontro aconteceu no Centro Administrativo Antônio Rocha, e contou com a presença da secretária de Estado de Trabalho, Emprego e Qualificação Profissional, Stella Albuquerque, a subsecretária, Betânia Jatobá, e do coordenador de Economia Solidária, Eugênio Dantas.

Com o pensamento de garantir o fortalecimento de empreendimentos de economia solidária, o evento que faz parte do projeto "Produzir Juntos" colaborará com a fomentação e escoamento de ações inerentes aos produtos e serviços das comunidades contempladas.

De acordo com o coordenador Eugênio Dantas, o projeto visa a inclusão de pequenos e médios empreendedores no comércio para que possam implantar uma estrutura organizacional com a obtenção de crédito.

Já no próximo mês, em março, acontecerá um seminário preparatório para a introdução dos assuntos e ações aplicadas por cada comunidade com o decorrer do projeto.

Confira abaixo a lista das comunidades contempladas:

Baixa da Onça - Culinária Amprabolos;

Baixa da Hora - artesanato com sabonetes;

Bálsamo - doces e defumados;

Batingas - confecções;

Pau Ferro - costura, cama, mesa e banho;

Carrasco - bolos e broas;

Mercado do Artesanato - artesanatos em geral.



Parque Metropolitano do Abaeté sedia 1ª Feira Itinerante de Economia Solidária

February 11, 2014 20:51, par Inconnu - 0Pas de commentaire

Fonte: http://www.inema.ba.gov.br/noticias/parque-metropolitano-do-abaete-sedia-1%C2%AA-feira-itinerante-de-economia-solidaria.html

Oferecer à população de Salvador mais uma opção de lazer dentro do Parque Metropolitano do Abaeté. Esse foi o intuito da 1a. Feira Itinerante de Economia Solidária, realizada pela Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte - Setre, que contou com o apoio do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos - Inema através da APA Lagoas e Dunas do Abaeté. O evento, que aconteceu no último domingo (09), das 10h às 18h, atraiu o público que variou de crianças a adultos.

Na ocasião ocorreram exposições de artefatos artesanais, amostras culinárias, além de programação musical, que foi oferecida pela Casa da Música, espaço cultural da Secretaria de Cultura.

O gestor da Área de Proteção Ambiental Lagoas e Dunas do Abaeté, Tiago Marques, enfatizou a importância e o objetivo da feira em atrelar o evento a programação do final de semana dos soteropolitanos. ''Esta é a primeira edição e queremos que ela ocorra durante outros dias do ano aqui no Parque. É importante que a população coloque a Lagoa do Abaeté em suas diversões e lazer semanais'', disse Marques.

Para quem não pôde comparecer no local ontem, a Feira Itinerante de Economia Solidária também acontecerá no próximo domingo, às 10h, mas dessa vez no Parque Metropolitano de Pituaçu.

Viva Abaeté - Outro evento gratuito e aberto ao público será o ''Viva Abaeté''. Com o objetivo de passar a importância da preservação ambiental, vocação poética e a função de integração social para moradores do entorno da Lagoa de Abaeté, a Casa Música, organizadora do projeto, em parceria com a APA Lagoas e Dunas do Abaeté e o Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos - Inema, oferece, na próxima quinta-feira (13), diversas atividades de integração e valorização do local. Ao final das atividades será realizado um luau com os participantes.



Convite Seminário Marco Regulatório em Debate no RN

February 10, 2014 7:21, par Inconnu - 0Pas de commentaire

Divulgado por Lidiane Freire

O Fórum Potiguar de Economia Solidária e ASA Potiguar convidam você a participar e contribuir com o Seminário Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil em Debate no RN, a ser realizado dia 12 de fevereiro de 2014, das 09 às 13h, no auditório do IFRN Cidade Alta, na Av.: Rio Branco, Natal/RN.

Objetivo: mobilizar, informar e "enraizar" o tema do MR no conjunto das OSCs do RN, sensibilizando e motivando o envolvimento das organizações em ações permanentes no estado com articulação nacional.

Contaremos com a colaboração do Instituto Marista de Solidariedade, Cáritas Nordeste e SEAPAC/RN no debate político.

Durante o seminário realizaremos dois momentos coletivos:

1. Momento Místico: pedimos às organizações que tragam para atividade seus banners, cartilhas, folders, revistas, jornais, produtos dos grupos de produção (aos empreendimentos da economia solidária) que possam expressar nossa trajetória na construção da cidadania;

2. Lanche coletivo: tragam, se possível, algo para ser compartilhado, solidariamente, entre os participantes (sucos, leite, café, biscoitos, bolachas, bolos, salgados, frutas e etc.). Algo prático, pois não teremos estrutura de copa disponível. A atividade se estenderá até as 13h, e não há recurso para almoço.

Programação

8:30h - Acolhida dos/as participantes

9h - Abertura do seminário e saudação (FPES e ASA Potiguar)

9:30h - Momento místico: exposição da trajetória das organizações do terceiro setor do RN

10:15h - Mesa temática: Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil e sua plataforma (Desafios e estratégias para 2014) -

 Anderson Barcellos - Instituto Marista de Solidariedade/Comitê Facilitador

 Angelo Zanré - Cáritas Nordeste

 Teixeira - SEAPAC

Coordenação da Mesa: FPES

11h - Lanche solidário

11:20h as 13h - Debate e construção de proposições diante do cenário que envolve as organizações da sociedade civil no RN e no Brasil diante do Marco Regulatório.

13h - Avaliação e encerramento



Festival de Economia Solidária acontece sábado e domingo em Salvador

February 6, 2014 15:19, par Inconnu - 0Pas de commentaire

Fonte: http://www.comunicacao.ba.gov.br

Quarenta empreendimentos econômicos e solidários de Salvador e região metropolitana participam, sábado e domingo (8 e 9), da terceira edição do Festival Florescer de Economia Solidária. A partir das 16h de sábado, a Praça Wilson Lins, área do antigo Clube Português, no bairro da Pituba, será movimentada com atrações musicais, de dança e teatro, além da comercialização de produtos.

Organizado pela Avante - Educação e Mobilização Social, o evento vai ser realizado por meio de parceria com o Projeto Inter-Territorial de Redes e a Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), representada pela Superintendência de Economia Solidária (Sesol).

O festival terá ainda apresentações e dicas de primeiros socorros e sobre a preservação do meio ambiente com os Anjos Mirins - grupo de jovens formados e qualificados pelos Anjos Vermelhos (policiais militares do Corpo de Bombeiros).



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Região Nordeste, Comunicação, Organização do movimento