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Notícias da Economia Solidária na região

13 de Janeiro de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Fonte: site do FBES (www.fbes.org.br)

Inauguração do Banco Comunitário dos Extrativistas de Canavieiras/BA

5 de Dezembro de 2013, 14:30, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Divulgado por Leonardo Leal

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A Associação Mãe dos Extrativistas da RESEX de Canavieiras com imensa satisfação lhe convida a participar da inauguração do Banco Comunitário da dos Extrativistas de Canavieiras - BAMEX.

Acontecerá no dia 07/12/2013 às 19h, na sede da AMEX. Será muito bom tê-lo (a) conosco em mais uma de nossas vitórias. O Banco Comunitário tem o objetivo de fortalecer a economia das comunidades pesqueiras extrativistas através do comercio solidário, viabilizando que os recursos oriundos da pesca circulem no comércio local através do uso da moeda social extrativista - MOEX.



Audiência Pública reúne parlamentares e movimento social para debater Marco Regulatório das OSC

5 de Dezembro de 2013, 14:26, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte ONG Vida Brasil

Foi realizado no último dia 25 de novembro, em Salvador, a Audiência Pública promovida pela Abong, CESE e Cáritas, que discutiu "As Organizações da Sociedade Civil (OSC) e a Democracia: por novas relações com o Estado". Em pauta, a necessidade de um Marco Regulatório para as OSCs e os projetos de lei em tramitação no Congresso. O evento foi realizado no auditório do Ministério Público do Trabalho da 5a. Região e contou com a participação de cerca de 200 pessoas, de diversos segmentos do movimento social da capital e interior, além de parlamentares baianos.

Na mesa de abertura, participaram José Carlos (Cáritas/Conselho de Segurança Alimentar-BA) e o promotor de Justiça Luiz Eugênio Miranda, representando o Procurador Geral do Ministério Público do Estado. Quem deu início à audiência foi Renato Cunha (Gambá/Abong-BA). José Carlos destacou a importância do evento, como forma de debater a necessidade de um arcabouço legal para a segurança jurídica das OSCs, enquanto que o promotor Luiz Eugênio afirmou que não é do interesse do Ministério Público criminalizar os movimentos sociais, ainda que a grande mídia só dê visibilidade para casos de escândalos e crimes.

Damien Hazard (Vida Brasil/Abong), Eliana Rolemberg (CESE/CLAI), e Daniel Rech (UNICAFES/Plataforma das Organizações da Sociedade Civil), mediados por Isadora Salomão (ELO/Abong) e José Carlos Zanetti (CESE), deram continuidade à mesa principal da Audiência.

Damien iniciou as apresentações trazendo um histórico dos movimentos sociais no Brasil, o cenário atual e a relevância do setor para a democratização do país. Ele chamou a atenção para o processo de criminalização sofrida pelas organizações - "há um risco de consolidação de um ambiente hostil e desfavorável para a atuação das OSCs".

Eliana deu seguimento, introduzindo as dificuldades e insegurança jurídica que afetam as organizações, devido a falta de um Marco Regulatório. Ela apresentou o processo de construção da Plataforma das OSCs e lamentou a falta de diálogo e cumprimento dos acordos por parte do governo federal da presidenta Dilma. Já Daniel Rech trouxe o panorama atual dos projetos de lei que circulam no Legislativo federal, em especial o substitutivo ao PL 649/2011, apresentado pelo senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) e que se encontra em um estágio de tramitação mais avançado, podendo ser votado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado a qualquer momento.

Daniel também criticou algumas propostas do Congresso, que acaba beneficiando as grandes organizações, em detrimento das de pequeno porte. Elementos como obrigatoriedade da contrapartida; prestações de contas complexas; exigência do patrimônio do gestor como garantia para a captação de recursos; e obrigatoriedade no cumprimento de metas e prazos independente do atraso na liberação dos recursos, foram alguns dos pontos apontados por Daniel que, segundo ele, não respeitam a realidade das organizações e prejudica as de pequeno e médio porte.

Após as apresentações da mesa, a fala foi aberta ao público, que contou com a participação dos parlamentares presentes e dos representantes do movimento social.

Todos os deputados baianos da Assembléia Legislativa do Estado e da Câmara Federal, além dos dois Senadores e a Câmara de Vereadores de Salvador foram convidados para a Audiência, já que um dos objetivos era sensibilizar e mobilizar os parlamentares para a discussão sobre o Marco. Compareceram os deputados federais Zezéu Ribeiro (PT), Luiz Alberto (PT), Nelson Pelegrino (PT), além da assessoria de Afonso Florence (PT); os deputados estaduais Marcelino Galo (PT), Neusa Cadore (PT) e Carlos Brasileiro (PT); a senadora Lídice da Matta (PSB); e a Secretária de Políticas Públicas para as Mulheres, Vera Lúcia Barbosa (Lucinha).

Os deputados Zezéu, Luiz Alberto e Pelegrino foram unânimes em suas falas ao criticar a atitude do governo federal de suspender todos os convênios com OSCs, por conta de escândalos de irregularidades cometidos por algumas entidades. Zezéu lamentou o critério adotado e ainda provocou "então, vamos suspender os contratos com todas as empreiteiras". O deputado ainda salientou que o Governo precisa pôr em prática o diálogo com os movimentos sociais e não apenas criar documentos e pactos conceituais.

Já Luiz Alberto trouxe a necessidade de discutir uma Reforma Política urgente - "podemos até reeleger a presidenta Dilma, mas ela continuará refém do Congresso conservador", destacando as dificuldades que as pautas ligadas ao movimento social encontram ao se esbarrarem em um Legislativo sem compromisso com essa questão. Ele também destacou o intencional processo de criminalização dos movimentos sociais, com a conivência do Congresso: "CPI das ONGs pode, mas CPI para investigar os órgãos de controle do Estado não pode".

Pelegrino alertou o movimento social sobre a importância de "ir para dentro do Congresso", pois, segundo ele, o parlamento só funciona sob pressão. O deputado também criticou os técnicos do Ministério Público e do Tribunal de Contas que muitas vocês trabalham desconhecendo a realidade do terceiro setor e sem dialogar com as organizações. Ele ainda se comprometeu em sugerir uma emenda no orçamento específica para o setor e a propor uma Comissão Especial para centralizar as discussões sobre o Marco Regulatório. A deputada estadual Neusa Cadore, que ficou do início ao fim da Audiência, destacou a importância do movimento social, afirmando que o Poder Público não tem competência, nem capacidade para substituir os trabalhos desenvolvidos pelas OSCs. Já a assessoria do deputado Afonso Florence, representado por Matheus Cotrim, destacou que os governos continuam reféns do poder econômico, que têm o interesse de estigmatizar os movimentos sociais. Ele ainda propôs a criação de um GT baiano de parlamentares, para debater o Marco Regulatório.

Já a senadora Lídice da Matta sugeriu não deixar que o Marco seja votado agora, "às pressas, para não resultar em um projeto que piore a situação". Ela apresentou algumas experiências internacionais, onde a relação das organizações da sociedade civil com os órgãos do Estado se dá de forma direta e conjunta, com pouca burocracia e muita eficiência.

Os representantes das organizações presentes também se posicionaram. Beto, do Movimento Popular de Rua, pontuou que diversos segmentos da sociedade estão em busca de seus respectivos marcos legais. Tânia Palma, oriunda de movimentos por moradia e atualmente Ouvidora da Defensoria Pública do Estado, afirmou que as pequenas organizações, sobretudo entidades-bairro, estão sendo perseguidas pela Prefeitura de Salvador, que as tratam como se fossem empresas.

Célia Regina, do Grupo de Jovens Liberdade Já, cobrou um maior poder de fala para os movimentos sociais na Audiência. Edmundo Kroeger, do CECUP, lembrou que o país precisa realizar não só uma Reforma Política, mas também travar o debate pela democratização da comunicação.

Representando o Fórum Baiano de Economia Solidária, Débora Rodrigues, coordenadora da Vida Brasil, fez uma análise sobre a legislação atual, afirmando que as cooperativas são as que mais sofrem o processo de exclusão, devido à incompreensão sobre o papel social delas. De acordo com Débora, as leis atuais para as cooperativas atrapalham a formalização e o acesso a recursos. Ela ainda condenou a criminalização dos movimentos sociais: "somos tratados como bandidos até que se prove o contrário, e quando se prova a mídia não divulga".

A Audiência Pública terminou com a leitura de uma Carta Compromisso assinada por diversas entidades do movimento social, se posicionando sobre o Marco Regulatório das OSCs e cobrando uma resposta do governo federal e do Estado.

Para ler a íntegra da Carta Compromisso: http://blogdavidabrasil.blogspot.com.br/2013/11/carta-compromisso-audiencia-publica.html



Fórum potiguar de economia solidária divulga sua programação para o FAFEST

5 de Dezembro de 2013, 14:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Por Samara Francione. Secretaria Executiva FPES (http://www.edigarabencoado.com/2013/12/forum-potiguar-de-economia-solidaria.html)

O Fórum Potiguar de Economia Solidária, divulgou nesta quarta feira a programação para a Epocaju e 1a. FAFEST, uma programação recheada de novidades para região confira.

"O FPES trás a proposta para formação para a I FAFEST - I Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Trairi"

• Oficina para Mulheres (confirmada)

Sábado: 14 de dezembro, das 09:00 as 15:00h

Facilitadora: Rejane Cleide de Medeiros/ CF8 Mossoró/RN;

• Oficina Moeda Social da Economia Solidária (confirmada)

Sábado: 14 de dezembro, as 09:00h

Facilitador: José Priciano Barbosa de Araújo/Banco Solidário Gostoso São Miguel do Gostoso/RN;

• Oficina Marco Legal da Economia Solidaria (confirmada)

Sábado: 14 de dezembro de 2013, as 14:00h

Facilitador: Francisco Navegantes/GT Formação do FPES

• Oficina Juventude e Cultura (confirmada)

Domingo: 15 de dezembro, as 09:00h

Educadora Social: Maria Leoneide da Silva - RECID/RN;

• Oficina Agricultura Familiar e Agroecologia

Domingo: 15 de dezembro 2013, as 09:00h

Educador Social: Alexandre José de Oliveira Lemos - RECID/RN



Ceará sedia Seminário Internacional de Economia Social e Solidária

5 de Dezembro de 2013, 13:23, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: http://www.mst.org.br/node/15512

Por Marcelo Matos Da Página do MST

Entre os dias 7 a 11 de dezembro o MST junto à Solidariedade Socialista (SOLSOC) realizam o Seminário Internacional de Economia Solidária, em Fortaleza (CE).

A atividade, que acontece pelo programa Fundo de Apoio ao Desenvolvimento das Organizações Comunitárias (FADOC), visa fortalecer a construção e o compartilhamento de concepções e práticas de economia solidária, além das estratégias de incidência em políticas públicas, por meio de troca de experiências, intercâmbio e articulação internacional.

Representantes de diversos países das Organizações Comunitárias de Base (OCB's) do FADOC, como Brasil, Colômbia, Bolívia, Nicarágua, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Marrocos, Burundi, República do Congo e Bélgica, além de instituições parceiras, participam do seminário.

Outros convidados são os representantes de articulações de movimentos de economia solidária e de instituições do poder público, que atuam diretamente com a temática da Economia Solidária.

Assentamentos da Reforma Agrária do Ceará e a Associação Comunitária de Mulheres Dendesol do bairro do Dendê em Fortaleza atendidas pelo FADOC também participam da atividade.

O evento será realizado no Hotel Iracema Travel, na Praia de Iracema, em Fortaleza.

Visitas de campo

Durante o seminário serão realizadas visitas de campo em quatro áreas para conhecer as experiências de organização e produção.

Uma dessas localidades é a Associação dos Moradores do Conjunto Palmeira, um bairro popular da periferia de Fortaleza, onde acumula uma experiência de organização comunitária e economia social e solidária, sendo pioneira na implementação de um Banco Comunitário no Brasil, o Banco Palmas.

No Conjunto Palmeira há algum tempo está sendo construído um sistema integrado de crédito, produto, comercialização e consumo solidário no bairro.

Outro local é a Associação de Mulheres Dendesol, no bairro do Dendê, na periferia de Fortaleza. Lá existe uma experiência de organização e fortalecimento de mulheres para a promoção do desenvolvimento local, sustentável e solidário, por meio da formação, geração de trabalho e renda e mobilização comunitária.

Já no Assentamento Zé Lourenço, no município de Chorozinho (70 km da capital), os visitantes poderão conhecer a experiência da Reforma Agrária e a organização coletiva de produção.

Além do Assentamento Coqueirinho, no município de Fortim (140 km de Fortaleza), onde existe a experiência de turismo comunitário agroecológico, vinculada à Rede Cearense de Turismo Comunitário (Rede Tucum), tendo a Associação de produção agroecológica e turismo comunitário como estratégia de geração de renda e defesa do território.

O Programa FADOC

O Programa FADOC consiste numa estratégia de fortalecimento dos atores sociais do Sul e do Norte comprometidos em redes para promoção da democracia e dos direitos econômicos e sociais, com foco nas temáticas: saúde e sistemas de solidariedade para acesso à saúde, mutualidade, seguro social; soberania alimentar e agricultura familiar; trabalho decente e vida digna.

Em execução desde o início dos anos 1980, tem o intuito de fortalecer a dinâmica do trabalho da SOLSOC (Solidariedade Socialista) e de parceiros, apoiando projetos de fortalecimento das capacidades de organizações sociais de base na geração de mudança social em 13 países, por meio do Fundo de Apoio e Desenvolvimento das Organizações Comunitárias (FADOC).

No Brasil, o Programa FADOC vem sendo desenvolvido desde 2008, com a parceria entre a SOLSOC, o Instituto Florestan Fernandes (IFF ), o MST no Ceará, a Equipe Técnica de Assessoria e Ação Social (ETAPAS) e a Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional (FASE), fortalecendo as ações de 11 OCB e uma Federação de 56 OCB's nos estados do Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Bahia, apoiando ações em torno dos eixos temáticos "Segurança e soberania alimentar" e "Trabalho decente para uma vida digna".

O Programa tem como principal objetivo fortalecer seus protagonistas em suas capacidades para conceber e realizar atividades de desenvolvimento geradoras de transformação social em torno da segurança e soberania alimentar, acesso a um trabalho decente e uma vida digna, da democratização das políticas de desenvolvimento e das instituições e da desigualdade social entre mulheres e homens, em relação à juventude e às discriminações em geral.



Reunião da Coordenação Executiva do Fórum Potiguar

5 de Dezembro de 2013, 12:22, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Divulgado por Samara Francione (francionesilva@outlook.com)

Encontro da Coordenação Estadual do FPES, será dia 13 de dezembro de 2013, as 14:00h, Local: Sede do STRs - Jaçanã/Trairi. O Encontro será de três dias:

13/12/2013 - Politica: Reunião do FPES;

13, 14 e 15/12/2013 - Comercialização: I FAFEST - I Feira de Agricultura Familiar e Economia Solidaria do Trairi;

13,14 e 15/12/2013 - Formação: Oficinas.

PROPOSTA PARA PAUTA DA REUNIÃO DO FPES:

GTs;

GT Juventude: Socialização do I Encontro de Juventude e Economia Solidaria do FPES - São Miguel do Gostoso/RN;

UNICAFES RN - Presidente Ruberlanio Franco "Convidado a promover um dialogo com o FPES";

CONAES - Conferencia Nacional da Economia Solidaria.

OBS:

Dia 13/12, a partir das 08:30h, será realizada a reunião do Colegiado Território do Trairi, logo após será o almoço. Precisamos iniciar a nossa reunião, as 14:00h, pois esta proposto que a Abertura Oficial da Festa do Caju, seja as 17:00h, portanto, para otimizar o nosso tempo, proponho que os militantes cheguem a Jaçanã, pela manhã.Ressalvo,que desde já convido a todas e todos, a participarem do Colegiado do Trairi;

As oficinas, serão realizadas durante os horários que não estará ocorrendo a comercialização, portanto os EES, poderão participar;

A hospedagem será em uma escola, portanto tragam colchoes/colchonetes; Agasalhos serão necessários, pois a noite em Jaçanã é "fria";

A respeito do transporte, ainda não conversei com o coletivo da COOPERCACHO, estarei amanhã dia 03/12/2013, em Jaçanã, depois socializo algum encaminhamento a respeito,mas se alguém tiver proposta, socialize, por favor;

Por favor, confirmem presença, pois a COOPERCACHO, precisa articular a logística do almoço do dia 13/12/2013.

Envio de propostas de pauta e logística para secretaria executiva do FPES



Categorias

Região Nordeste, Comunicação, Organização do movimento

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