<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) NEPPA</title><link>http://cirandas.org/neppa</link><description>Conteúdo do(a) NEPPA publicado no CIRANDAS</description><item><title>Juventude do Subúrbio</title><description>&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;Da pagina do &lt;a href="http://ceas.com.br/?p=1423"&gt;CEAS&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;31 de Maio 2013&lt;/p&gt;
&lt;div style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;" class="entry clearfloat"&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;a href="http://ceas.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Juventude-do-suburbio.jpg" style="color: #3c78a7; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;" title="Juventude do suburbio" class="fancybox"&gt;&lt;img style="cursor: move;" title="Juventude do suburbio" width="400" height="300" src="http://ceas.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Juventude-do-suburbio-300x225.jpg" class="aligncenter size-medium wp-image-1437" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;“Juventude do Subúrbio: Lutando pelos nossos Direitos”. Este foi o nome escolhido para o grupo de adolescentes da ocupação Paraíso, pertencente ao Movimento de Sem Teto da Bahia (MSTB) e ao bairro de Colinas de Periperi III. O encontro, realizado no ultimo domingo, 26/05, fortaleceu os elementos de identidade, com a elaboração de palavras de ordem, música e votação do nome para o grupo. O CEAS e o Núcleo de Estudos e Práticas em Políticas Agrárias (NEPPA) facilitaram a atividade.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sat, 15 Jun 2013 00:28:53 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/neppa/blog/juventude-do-suburbio</link><guid>http://cirandas.org/neppa/blog/juventude-do-suburbio</guid></item><item><title>Juventude organizada</title><description>&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent;"&gt;Da página do &lt;a href="http://ceas.com.br/?p=1390"&gt;CEAS&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="background-color: transparent;"&gt;07 Maio 2013&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h2 class="title" style="font-family: 'Times New Roman';"&gt;&lt;a class="fancybox" href="http://ceas.com.br/wp-content/uploads/2013/05/DSC01630.jpg" title="DSC01630" style=""&gt;&lt;img src="http://ceas.com.br/wp-content/uploads/2013/05/DSC01630-300x225.jpg" alt="" class="alignleft size-medium wp-image-1391" title="DSC01630" style="cursor: move;" height="225" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h2&gt;
&lt;div class="entry clearfloat" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Adolescentes e jovens das ocupações Paraíso e Colinas de Periperi III se reuniram no Colégio Estadual Professora Maria Anita, no dia 27 de abril,  para um dia de formação de lideranças do Movimento Sem Teto da Bahia (MSTB). O encontro contou com a mediação do Núcleo de Estudos em Práticas de Políticas Agrárias (NEPPA), que fomentou a necessidade de organização da juventude e mostrou como a luta pode se multiplicar. O documentário &lt;em style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Hiato&lt;/em&gt;, que mostra as contradições da sociedade capitalista a partir de uma ocupação organizada por diversos movimentos sociais em um shopping carioca integrou a programação.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;O debate contou com as presenças de Pedro Cardoso, um dos coordenadores do MSTB e Rita Ferreira, coordenadora da Ocupação Paraíso. Pedro falou sobre a importância de fortalecer a identidade sem-teto como elemento fundamental para a luta de classe a partir de alguns questionamentos: “por que somos sem-teto? por que em um bairro rico tem toda a infraestrutura e na periferia tem menos segurança pública, escolas, hospitais etc?&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;“É importante entender que a sociedade é divida em classe: o dominado e o que domina, e nessa luta não é só a minha casa que importa, e sim o nosso direito, que inclusive é garantido no artigo 5° da Constituição que diz que somos iguais. E se a gente investir na formação da juventude vamos consolidar um grupo e fortalecer o movimento”, ressaltou Pedro Cardoso.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;a class="fancybox" href="http://ceas.com.br/wp-content/uploads/2013/05/DSC01639.jpg" title="DSC01639" style="color: #3c78a7; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;"&gt;&lt;img src="http://ceas.com.br/wp-content/uploads/2013/05/DSC01639-300x225.jpg" alt="" class="alignleft size-medium wp-image-1392" title="DSC01639" style="cursor: move;" height="225" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;Rita Ferreira iniciou sua fala explicitando as desigualdades produzidas por uma sociedade dividida em classe, destacando que menos de 1% da população corresponde aos ricos e o restante da população está dividida entre classes média e a sua maioria os pobres. “O modelo de sociedade dividida em classes traz uma visão individualista das coisas. Nós temos que acabar com isso e nos unir, quebrar com o preconceito e discriminação, para ter uma vida melhor. Lutar não só pelo direito de moradia, mas por outros direitos”, observou Rita.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sat, 15 Jun 2013 00:28:14 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/neppa/blog/juventude-organizada</link><guid>http://cirandas.org/neppa/blog/juventude-organizada</guid></item><item><title>Movimentos de luta pela terra ocuparam órgãos públicos em todo o Estado</title><description>&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;Da página do &lt;a href="http://ceas.com.br/?p=1378"&gt;CEAS&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;29 Abril 2013&lt;/p&gt;
&lt;div style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;" class="entry clearfloat"&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;em style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;A mobilização começou nesta manha de segunda-feira, 29/09, e segue até que as propostas sejam ouvidas pelos governos Estadual e Federal&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="float: left; margin: 0px; padding: 0px; width: 310px;" class="wp-caption alignleft"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;a href="http://ceas.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Codesvasf.jpg" style="color: #3c78a7; margin: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;" title="Codesvasf" class="fancybox"&gt;&lt;img alt="" height="225" style="cursor: move;" title="Codesvasf" src="http://ceas.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Codesvasf-300x225.jpg" class="size-medium wp-image-1379" width="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;" class="wp-caption-text"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Protesto contra a interrupção da Reforma Agráriana área da Chesf, no Sul da Bahia&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;O Movimento dos Acampados e Assentados e Quilombolas da Bahia (CETA), Movimento dos Trabalhadores Desempregados (MTD), Pastoral Rural, Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Articulação Estadual de Fundos e Fechos de Pasto e Povos Indígenas ocuparam desde a madrugada desta segunda-feira, 29/04, em Senhor do Bonfim, Ubaitaba, Bom Jesus da Lapa, Cícero Dantas, Adustina, Esplanada, além de paralisações das BRs 116 entre Ribeira do Pombal e Cícero Dantas e a BR 116 entre Tucano e Euclides da Cunha. A mobilização integra a jornada de luta dos movimentos para denunciar o descaso dos poderes públicos baianos e nacionais em relação (1) aos efeitos da seca, que já dizimou quase todo nosso rebanho; (2) a desmontagem da reforma agrária, recentemente equiparada a medida do Programa Brasil sem Miséria; (3) a aposta governamental no desenvolvimento excludente baseado na exploração mineral, agronegócio,  monocultura de eucaliptos, em grandes obras de infraestrutura para exportação de matérias-primas, estádios de futebol etc., e, por fim, a fragilidade do apoio à produção de alimentos da agricultura familiar e reforma agrária.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Apenas denunciar, porém, não basta. Apresentamos reivindicações gerais em pautas unificadas às diversas autoridades nacionais e estaduais, procurando informar à sociedade os motivos que nos impele à ação. Do governo esperamos respostas às reivindicações, diálogo e negociação.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;hr style="border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: dashed; border-color: #666666; height: 8px; background-color: #dddddd;" class="more" /&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;MANIFESTO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;AÇÃO IMEDIATA CONTRA A SECA, A FAVOR DA REFORMA AGRÁRIA E TERRITÓRIOS TRADICIONAIS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Bahia, 29 de abril de 2013.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Os movimentos sociais CETA, MTD e PASTORAL RURAL decidiram realizar contundentes ações de protesto em quatro regiões da Bahia (Sul, Lapa, Senhor do Bonfim e Cícero Dantas) para denunciar o descaso dos poderes públicos baianos e nacionais em relação (1) aos efeitos da seca, que já dizimou quase todo nosso rebanho; (2) a desmontagem da reforma agrária, recentemente equiparada a medida do Programa Brasil sem Miséria; (3) a aposta governamental no desenvolvimento excludente baseado na exploração mineral, agronegócio,  monocultura de eucaliptos, em grandes obras de infraestrutura para exportação de matérias-primas, estádios de futebol etc., e, por fim, a fragilidade do apoio à produção de alimentos da agricultura familiar e reforma agrária.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Apenas denunciar, porém, não basta. Apresentamos reivindicações gerais em pautas unificadas às diversas autoridades nacionais e estaduais, procurando informar à sociedade os motivos que nos impele à ação. Do governo esperamos respostas às reivindicações, diálogo e negociação.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Não aceitamos que a política Nacional de Reforma Agrária seja equiparada às medidas emergenciais do Programa Brasil sem Miséria. Ela deve ser tratada como elemento estratégico de um projeto de desenvolvimento econômico e social para o campo brasileiro.  Nosso país não pode pensar seu desenvolvimento apenas pela ótica do agronegócio, das grandes obras projetadas por empreiteiras, da mineração, da celulose, energia etc., a exemplo do que ocorre com  a Bahia. Neste estado, dos R$ 63 bilhões de investimentos públicos e privados previstos para ocorrer entre 2013 e 2015, 65% do total estão alocados nos setores de energia, mineração e papel-celulose.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;A política de Reforma Agrária hoje sofre um duro golpe com a edição de portarias e instruções normativas que visa sepultar qualquer promessa de distribuição de terras aos trabalhadores rurais no Brasil. Por essas normativas, a reforma agrária está sendo inviabilizada como instrumento da soberania alimentar e política dos camponeses e se tornando mais alinhada com o modelo de desenvolvimento excludente em curso, baseado na expansão do agronegócio, na concentração de terras e recursos naturais,   conforme projetos públicos e do capital.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;É nesse contexto que se inserem obras como a transposição do Rio São Francisco, a Ferrovia de Integração Leste-Oeste, o Porto Sul, em Ilhéus, o estaleiro naval na Baía do Iguape, as extensas áreas destinadas ao plantio de eucalipto, a exploração mineral em diversos territórios de identidade da Bahia e do Brasil, sobretudo a exploração de ferro, urânio etc. e, mais recentemente, os parques eólicos.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;A titulação de territórios indígenas está ameaçada pela possibilidade de aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) n.º 215, que busca retirar o poder do Executivo em demarcar territórios e transferi-lo ao Congresso Nacional,  dominado por ruralistas e organizações contrárias à reforma agrária. Assim se organizam para retirar direitos já consagrados e negar a dívida histórica e social para com os povos indígenas e quilombolas.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Nossas comunidades no semiárido concebeu a ideia de convivência com os biomas caatinga e cerrado, desenvolvendo tecnologias apropriadas para a permanência das famílias na região, mesmo com longos períodos de estiagem. No entanto, o Estado tem tratado a questão da seca como um problema superficial e não tem formulado, ao longo dos anos, políticas sérias de tratamento da questão, ao contrário, tem fomentado a indústria da seca, beneficiando oligarquias locais e regionais, o que hoje pode ser percebido através da implantação de cisternas de plástico, em que o principal beneficiado é a empresa de Fernando Coelho, atual Ministro da Integração Nacional, a qual, em sociedade com o mexicano Carlos Slin, o homem mais rico do mundo, construirá 300 mil cisternas de plástico ao custo de 1,5 bilhão de reais. O Estado brasileiro não enfrentou até agora a tragédia socioeconômica que representa a perda de quase todo os nossos rebanhos e sementes nativas, por morte ou venda a preços irrisórios. É necessário que os governos revejam suas políticas emergenciais,  lentas e ineficazes.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Os fundos e fechos de pasto da Bahia, comunidades tradicionais que ocupam áreas abertas para a criação de animais à solta, enfrentam, além da seca, o avanço das cercas de fazendeiros e empresas sobre suas terras. Esses frequentemente utilizam o expediente da grilagem de terras e a violência armada e legalizada. O governo do Estado da Bahia não respeita a diversidade de formas de uso da terra e não promove o reconhecimento dessas posses tradicionais, o que facilita a entrada de mineradoras e de grileiros. Além disso, de forma autoritária, quer impor uma limitação ao direito dessas comunidades de requererem a titulação de seus territórios ao estabelecer como data limite para tanto o dia 31 de dezembro de 2014, conforme o projeto de lei encaminhado à Assembleia Legislativa estadual.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Apesar desse cenário desanimador, nós dos movimentos sociais e povos e comunidades tradicionais nos mantemos em luta. Seguimos ocupando terra e órgãos públicos, fazendo retomadas, marchas, atos públicos, propondo novos caminhos e sugerindo políticas públicas estruturantes e necessárias à garantia de nossos direitos e autonomia.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Reivindicamos que a REFORMA AGRÁRIA não seja confundida com a condição de Programa Brasil sem Miséria, mas seja vista como uma política pública de desenvolvimento econômico e social e que se contraponha ao modelo de inserção no capitalismo mundial levado a cabo pelo governo brasileiro. Para tanto, é necessário que o órgão responsável seja fortalecido e equipado humana e financeiramente.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Reivindicamos o reconhecimento e titulação dos territórios tradicionais de indígenas, quilombolas, fundos e fechos de pasto e demais comunidades tradicionais.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Reivindicamos o não desmantelamento das propostas populares de convivência com o semiárido e sim a ampliação das ações, a exemplo da mobilização popular para a construção de cisternas de placa e demais alternativas, de políticas públicas de assessoria técnica e educacional continuada.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Movimento dos Acampados e Assentados e Quilombolas da Bahia – CETA&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Movimento dos Trabalhadores Desempregados – MTD&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Pastoral Rural&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Articulação Estadual de Fundos e Fechos de Pasto&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Povos Indígenas&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;strong style="margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Entidades de Apoio&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Comissão Indigenista Missionário – CIMI&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Comissão Pastoral da Pastoral da Terra – CPT&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Centro de Estudos e Ação Social – CEAS&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Associação de Advogados dos Trabalhadores Rurais – AATR&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;GEOGRAFAR&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Serviço de Assessoria Jurídica – SAJU&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Núcleo de Estudos e Práticas em Políticas Agrárias – NEPPA&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Fórum de Entidades e Movimentos Sociais do Sudoeste&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 15px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Levante Popular da Juventude – LPJ&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sat, 15 Jun 2013 00:27:41 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/neppa/blog/movimentos-de-luta-pela-terra-ocuparam-orgaos-publicos-em-todo-o-estado</link><guid>http://cirandas.org/neppa/blog/movimentos-de-luta-pela-terra-ocuparam-orgaos-publicos-em-todo-o-estado</guid></item><item><title>Parceria NEPPA e novo Coletivo de Agroecologia UFRB</title><description>&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 17px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;"&gt;Por NEPPA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 17px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;"&gt;29 Abril 2013&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 17px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 17px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;"&gt;Esse final de semana aconteceu na UFRB de Cruz das Almas a Primeira Capacitação do novo Núcleo/Coletivo de Agroecologia que vem se formando. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 17px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;"&gt;O objetivo das companheiras é provar na prática que Agroecologia é viável e pode ser uma referência de matriz produtiva para o campo brasileiro, produzindo alimentos saudáveis para os camponeses e o povo da cidade..&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 17px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;"&gt;Domingo, fizemos um trabalho em uma área experimental conseguida pelas alunas de Agroecologia da UFRB. A idéia é criar um Sistema AgroFlorestal - SAF - na área.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 17px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;"&gt;Plantamos mudas de moringa, bananeira, entre outras... E semente de diferentes tipos de feijão e milho!!! Eita que São João agente não passa mal...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="display: inline; font-size: 13px; line-height: 17px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;" class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="display: inline; font-size: 13px; line-height: 17px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;" class="text_exposed_show"&gt;&lt;img alt="" height="180" style="cursor: move;" src="https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-prn1/923555_168503303313896_1689340350_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;img alt="" height="180" style="cursor: move; background-color: transparent;" src="https://fbcdn-sphotos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/252259_168503349980558_131934855_n.jpg" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="display: inline; font-size: 13px; line-height: 17px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;" class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="display: inline; font-size: 13px; line-height: 17px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;" class="text_exposed_show"&gt;Nós do NEPPA, saudamos com muita felicidade os belos passos dados pelas Companheiras de Cruz. Vida longa ao Coletivo!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="display: inline; font-size: 13px; line-height: 17px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;" class="text_exposed_show"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="display: inline; font-size: 13px; line-height: 17px; color: #333333; font-family: 'lucida grande', tahoma, verdana, arial, sans-serif;" class="text_exposed_show"&gt;É Agro, É Agro, É Agroecologia, Cuidando da Terra e Combatendo a Burguesia!!!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 15 Jun 2013 00:27:04 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/neppa/blog/parceria-neppa-e-novo-coletivo-de-agroecologia-ufrb</link><guid>http://cirandas.org/neppa/blog/parceria-neppa-e-novo-coletivo-de-agroecologia-ufrb</guid></item><item><title>Brigada de Agitação e Propaganda realiza debates sobre o MST em escola pública</title><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Da página &lt;a href="http://vozdomovimento.blogspot.com.br/2013/04/brigada-de-agitacao-e-propaganda.html"&gt;Voz do Movimento&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; text-align: right;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;19 de Abril de 2013&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="post-header" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div class="post-body entry-content" style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;a style="clear: left; color: #436590; float: left; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: none;" href="http://1.bp.blogspot.com/-15uvUSRIe5Q/UXEn0ofDz3I/AAAAAAAABUY/vSLslOAr8Ng/s1600/A17.jpg"&gt;&lt;img border="0" height="320" style="cursor: move; border-style: none;" src="http://1.bp.blogspot.com/-15uvUSRIe5Q/UXEn0ofDz3I/AAAAAAAABUY/vSLslOAr8Ng/s320/A17.jpg" alt="" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 18px; color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Tendo como objetivo levar a mensagem da luta do MST, contextualizando a história, objetivos, princípios organizativos e o que motiva cada trabalhador Sem Terra a lutar, a Brigada de Agitação e Propaganda Arte em Movimento foi até o Colégio Teixeira de Freitas localizado em Salvador, ontem (18), para realizar um momento de estudo sobre o Movimento junto aos alunos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 18px; color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A brigada foi recebida por 50 alunos que participaram do debate e questionaram muitas dúvidas referente à imagem que eles tinham do MST, informado pela mídia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 18px; color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De acordo com a Brigada de Agitação e Propaganda, “o nosso papel é levar a mensagem da luta do MST para outros espaços. A sociedade como um todo precisa saber sobre a real luta do movimento, já que os meios de comunicação não cumprem esse papel”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;hr class="more" style="border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: dashed; border-color: #666666; height: 8px; background-color: #dddddd;" /&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong style="color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;Debates&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 18px; color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify; color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O debate se dividiu em três momentos específicos: primeiro, o surgimento do MST a nível nacional e na Bahia; segundo, a organização do movimento e seus objetivos; e por fim, o que leva os trabalhadores marchar e lutar por uma sociedade mais justa e igualitária;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="separator" style="margin: 0px; clear: both; color: #666666; font-family: 'Trebuchet MS', Trebuchet, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: center;"&gt;&lt;a style="color: #436590; margin-left: 1em; margin-right: 1em; text-decoration: none;" href="http://4.bp.blogspot.com/-k39XeSAzoLQ/UXEn2PtSmkI/AAAAAAAABUg/yj0N4_9ttPg/s1600/a16.jpg"&gt;&lt;img border="0" height="180" style="cursor: move; border-style: none;" src="http://4.bp.blogspot.com/-k39XeSAzoLQ/UXEn2PtSmkI/AAAAAAAABUg/yj0N4_9ttPg/s400/a16.jpg" alt="" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 18px; color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;De acordo com Odete, Vice Diretora do Colégio, a visita da brigada de Agitação e Propaganda foi altamente proveitoso e produtivo. Os militantes proporcionaram uma aula maravilhosa onde toda a comunidade aprendeu muito. Este espaço, foi uma aula de vivência e experiências da luta do Movimento. Descobrimos que não sabemos absolutamente nada sobre o MST e que essa iniciativa deve ser levada para outros espaços que também estão carente de conhecer um pouco mais sobre o papel de luta deste Movimento em nossa sociedade”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;strong style="color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong style="color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify;"&gt;Brigada Arte em Movimento&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 18px; text-align: justify; color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A Brigada de Agitação e Propaganda Arte em Movimento surgiu nesta ultima marcha realizada por cinco mil trabalhadores Sem Terra de Camaçari até Salvador. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 18px; color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A mesma se contextualiza a partir de um oficina de Agitação e Propaganda organizada por militantes do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 18px; color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Núcleo de Estudos e Práticas em Políticas Agrárias (NEPPA), que já estão a 7 anos acompanhando o MST na Bahia nos momentos de formação e espaços culturais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; line-height: 18px; color: #666666; font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;A brigada é formada por 30 jovens das 9 regiões da Bahia. O grupo tem como proposta fazer com que esses jovens possam estar colocando em prática o que estão aprendendo junto com as tarefas práticas da brigada em suas respectivas regiões.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sat, 15 Jun 2013 00:26:13 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/neppa/blog/brigada-de-agitacao-e-propaganda-realiza-debates-sobre-o-mst-em-escola-publica</link><guid>http://cirandas.org/neppa/blog/brigada-de-agitacao-e-propaganda-realiza-debates-sobre-o-mst-em-escola-publica</guid></item><item><title>JORNADA NA ALDEIA CARAMURÚ CATARINA PARAGUAÇÚ: É A TEIA NO TRECHO</title><description>&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/news/jornada-na-aldeia-caramuru-catarina-paragua%C3%A7u%3a-e-a-teia-no-trecho/"&gt;Da página I Jornada de Agroecologia Ba&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;26 Março 2013&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Nos dias 22, 23 e 24 de março de 2013 a TEIA AGROECOLÓGICA DOS POVOS DA CABRUCA E DA MATA ATLÂNTICA realizou mais uma ação. A atividade ocorreu na Aldeia Caramuru Catarina Paraguaçu, município de Pau Brasil - Bahia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: center;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;img height="300" style="cursor: move;" src="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000233-52d6b54ca8/ritual%20antes%20da%20atividade.jpg" alt="" width="400" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;O acampamento foi montado no dia 22 à noite. &lt;strong&gt;Nos dias seguintes ocorreram as seguintes atividades: a&lt;/strong&gt;implantação de viveiro, com as mudas doadas pelo Assentamento Terra Vista (MST) e as mais de 6 mil mudas doadas pela Biofábrica (mudas de açaí, palmito, cacau, banana, cana de açúcar, ingá, etc.), &lt;strong&gt;construção de 2 banheiros secos&lt;/strong&gt;, preparo da área para plantar, &lt;strong&gt;na implantação de uma área demonstrativa de &lt;/strong&gt;SAF (com bananeiras, ingás, milho, feijão etc), &lt;strong&gt;na construção de tambores de percussão e na limpeza e coleta de adubo no curral.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;hr class="more" style="border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: dashed; border-color: #666666; height: 8px; background-color: #dddddd;" /&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Nessa ação contamos com a participação de diversas instituições, segmentos e profissionais&lt;/strong&gt;: Tupinambás de Olivença da Serra do Padeiro, Pataxó Hã Haa Hãe (nossos anfitriões), Assentamento Terra Vista, Curso de Agronomia (MST), Ecobahia, Casa do Boneco, Quilombo Lagoa Santa, NEPPA, MPA, Associação Comunidade Ativa (ACATI), Mestre Lumumba, Mãe Nadja, a bióloga Quionat Tosta, a professora de Danças Circulares, Heloísa, a Terapeuta e parteira, Val Rocha, Cauê Rocha (estudante de cinema da UFRB) e divers@s colaboradores. Totalizando uma média de aproximadamente 200 participantes voluntários.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;A ação foi considerada exitosa e proporcionou um fortalecimento da rede que se formou após a I Jornada, oportunizou formação prática do processo colaborativo (quem pode levou alimentos, sementes, ferramentas, mudas etc.), serviu como base para o aprimoramento do conhecimento agroecológico, permitiu que os indígenas renovassem a esperança na possibilidade de melhoria do uso da terra e colaborou para fortalecer a identidade e cultura dos povos presentes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;img height="300" style="cursor: move; text-align: center;" src="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000234-5875d59f8f/viveiro.jpg" alt="" width="400" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Entretanto, o diagnóstico realizado da Aldeia, um recorte dos 54 mil hectares das terras indígenas, identificou que a terra está bastante degradada após os muitos anos de utilização pelos ex-proprietários (fazendeiros) dessa terra para criação de gado. Além disso, outra questão que impacta diretamente na ampliação da produção agrícola e da melhoria de vida dos índios que residem nessa área é a pouca água potável de fácil acesso aos índios. Nota-se ainda que a colonização portuguesa deixou marcas que perduram até hoje nas tradições indígenas e na perda de algumas práticas tradicionais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Contudo, é notável o desejo desse segmento em implementar as práticas agroecológicas em sua comunidade, fortalecer a identidade, cultura e resgatar as tradições . Todavia, é necessário uma ação continuada que auxilie na restauração florestal, na implantação de SAF, criação de quintais produtivos, na soberania alimentar, no empoderamento da comunidade entre outros. Para isso, é necessário um suporte técnico maior do que a TEIA já está oferecendo, ampliação do viveiro, na, criação do banco de semente, suporte financeiro para que estes possam adquirir ferramentas, insumos e outros instrumentos necessários para a ampliação das práticas agrícolas, formação e construções a partir da bioconstrução (tanques de captação de água da chuva, biodigestor etc.), formação continuada para jovens e crianças voltada para agroecologia, fortalecimento identitário e organização social.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Apesar, de compreendermos que muito ainda temos que caminhar, cada atividade que vivenciamos nos fortalece como TEIA colaborativa que acreditam nos diferentes saberes e que sabe que o caminho é continuar firme nessa jornada coletiva, colaborativa e solidária. Assim, agradecemos aos esforços individuais e coletivos dos diversos Elos dessa TEIA que fizeram dessa ação possível, PAA Ituberá, PAA de Itacaré, a Prefeitura de Camacan, a prefeita Angela Castro pelo auxílio e a ADESCT de Pau Brasil.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sat, 15 Jun 2013 00:25:24 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/neppa/blog/jornada-na-aldeia-caramuru-catarina-paraguacu-e-a-teia-no-trecho</link><guid>http://cirandas.org/neppa/blog/jornada-na-aldeia-caramuru-catarina-paraguacu-e-a-teia-no-trecho</guid></item><item><title>Estudantes baianos participam de Estágio Interdisciplinar de Vivência e Intervenção - EIVI</title><description>&lt;div style="border: 0px; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, 'Liberation Sans', FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 20px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Da página do &lt;a href="http://www.mpabrasil.org.br/noticias/estudantes-baianos-participam-de-estagio-interdisciplinar-de-vivencia-e-intervencao-eivi"&gt;MPA&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, 'Liberation Sans', FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 20px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;28 Jan 2013&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, 'Liberation Sans', FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 20px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, 'Liberation Sans', FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 20px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Os movimentos sociais do campo junto com estudantes das universidades do Estado da Bahia realizaram entre os dias 6 e 20 de janeiro o VII Estágio Interdisciplinar de Vivência e Intervenção (EIVI), organizado pelo Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Núcleo de Estudos e Práticas em Políticas Agrárias (NEPPA) e o Coletivo Feminista do Vale do São Francisco. &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, 'Liberation Sans', FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 20px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;img style="cursor: move;" src="http://www.mpabrasil.org.br/sites/default/files/sdc10243_1.jpg" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, 'Liberation Sans', FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 20px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;O estagio é divido em três momentos: capacitação e formação política, vivência nas áreas e comunidades camponesas e avaliação.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, 'Liberation Sans', FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 20px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Aproximadamente 120 pessoas, passaram o período de 6 a 10 de janeiro na Escola João Câncio, em Santo Amaro – Bahia, se capacitando teoricamente com muita alegria e disciplina militante, sobre a questão agrária no Brasil, como funciona a sociedade, educação popular, dentre outros pontos.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, 'Liberation Sans', FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 20px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Logo após, os estagiários (universitários) se deslocaram no período 11 a 17 para as comunidades do MST localizadas na região de Santo Amaro e São Sebastião do Passé / Mata de São João e para as comunidades do MPA nos municípios no norte da Bahia: Jacobina, Caém e Ponto Novo. Os estagiários foram adotados pelas famílias camponesas que juntos compartilharam a vivência cotidiana em cada lar, assim como, contribuiu no fortalecimento da organização na comunidade, na luta pelos direitos básicos e na reafirmação da identidade camponesa.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, 'Liberation Sans', FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 20px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Nos dias 18 a 20 o EIVI completou seu ciclo na avaliação que foi um momento em que os participantes puderam compartilhar as experiências, as expectativas pós-estágio e de expressar o que significou esses dias vividos. “O estágio de vivência proporcionou conhecer a realidade a partir da vivência da mesma, permitindo ter o contato com uma verdade que nunca passará nos meios de comunicação burgueses, os quais sempre defenderão as versões dos fatos que beneficiam o sistema capitalista e aquelas pessoas que o fazem girar de forma atroz”, avaliou Érica Oliveira, militante do MPA.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, 'Liberation Sans', FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 20px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;O EIVI é um instrumento para a formação de profissionais populares, os quais necessitam viver com o povo para saber quais são as suas reais necessidades. A partir deste estágio, também é possível aprender a sabedoria popular que, como afirma Érica, vem sendo esmagada e desvalorizada pelo sistema capitalista ao alimentar conhecimentos burgueses e elitistas. “É nessa perspectiva de luta que nos juntamos, porque juntos sempre seremos mais fortes”, apontou.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="border: 0px; font-family: 'Helvetica Neue', Arial, 'Liberation Sans', FreeSans, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 19px; margin-bottom: 20px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;em style="border: 0px; margin: 0px; padding: 0px;"&gt;Produzido pela Comunicação do MPA&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sat, 15 Jun 2013 00:24:02 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/neppa/blog/estudantes-baianos-participam-de-estagio-interdisciplinar-de-vivencia-e-intervencao-eivi</link><guid>http://cirandas.org/neppa/blog/estudantes-baianos-participam-de-estagio-interdisciplinar-de-vivencia-e-intervencao-eivi</guid></item><item><title>NEPPA realiza formação de monitoras e monitores para o VII EIVI-Ba</title><description>&lt;div style="font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; text-align: center;"&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span style="font-size: 12px; color: #aaaaaa; font-family: Verdana, sans-serif;" class="date"&gt;25 de Dezembro de 2012&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12px; color: #aaaaaa; font-family: Verdana, sans-serif;" class="author"&gt;, por &lt;a href="http://cirandas.org/alantygel"&gt;Alan Freihof Tygel&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12px; color: #aaaaaa; font-family: Verdana, sans-serif;" class="comments"&gt; - &lt;a href="http://cirandas.org/neppa/noticias/neppa-realiza-formacao-de-monitoras-e-monitores-para-o-vii-eivi-bahia#comments_list"&gt;Um comentário&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana, sans-serif; height: 15px; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="color: #aaaaaa; float: left; font-size: 10px; text-align: left;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Visualizado 45 vezes&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #aaaaaa; float: left; font-size: 10px; text-align: left;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #aaaaaa; float: left; font-size: 10px; text-align: left;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #aaaaaa; float: left; font-size: 10px; text-align: left;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #aaaaaa; float: left; font-size: 10px; text-align: left;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="color: #aaaaaa; float: left; font-size: 10px; text-align: left;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Verdana, sans-serif; text-align: justify;" class="article-body article-body-tiny-mce-article"&gt;
&lt;div style="line-height: 20px;"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="display: inline-block; vertical-align: middle;" class="zoomable-image"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;img alt="" style="cursor: move; height: auto;" src="https://lh5.googleusercontent.com/-MlaA15z6t_s/UNnU-fE6S9I/AAAAAAAAEHw/YjS4VsZOyB8/s640/IMG_1254.JPG" width="500" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="line-height: 20px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;O Núcleo de Estudos e Práticas em Políticas Agrárias - NEPPA - realizou neste fim de semana (21, 22 e 23) a formação de monitores para o VII Estágio Interdisciplinar de Vivência e Intervenção - EIVI, que será realizado a partir do dia 6 de janeiro de 2013 na Bahia. Além das militantes do NEPPA, participaram também representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e do Coletivo Feminista de Juazeiro. Este é o primeiro ano em que o estágio será realizado em parceria com outros movimentos, além do MST.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 20px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;a href="https://picasaweb.google.com/115942371623694437887/NEPPAFormacaoParaOVIIEIVI?authkey=Gv1sRgCPL-y8-RsqCA9wE#slideshow/5825907057142037378" style="color: #888a85;"&gt;Veja as fotos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 20px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;Durante os três dias de formação, as monitoras e monitores do estágio repassaram as oficinas que serão realizadas durante o estágio, divididas nos eixos: Feminismo e Luta das Trabalhadoras, Agroecologia, Questão Agrária, Trabalho de Base, Raça, Como Funciona a Sociedade e Educação Popular.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 20px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;O estágio de vivência terá duração menor este ano, devido à greve das universidades públicas. De 6 a 20 de janeiro, cerca de 100 estagários e 20 monitores passarão por um período de formação em uma escola em Santo Amaro, uma vivência em 9 assentamentos e comunidades rurais e um período de avaliação novamente Santo Amaro. Além dos assentamentos e acampamentos em que o estágio tradicionalmente acontece, em Santo Amaro e São Sebastião do Passé (Recôncavo Baiano), este ano foram incluídas três comunidades rurais organizadas pelo MPA na região de Jacobina, norte da Bahia. &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="line-height: 20px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;O NEPPA é um grupo de estudantes, trabalhadoras e trabalhadores que realiza trabalho de base em assentamentos e acampamentos do Recôncavo Baiano. Uma vez por ano, o grupo promove o Estágio de Vivência e Intervenção, que tem como objetivo dar continuidade aos trabalhos que são realizados nas áreas e inserir estudantes na luta pela pela Reforma Agrária. Atualmente, o trabalho permamente realizado pelo grupo tem como foco a produção agroecológica e a comunicação.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sat, 15 Jun 2013 00:23:12 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/neppa/blog/neppa-realiza-formacao-de-monitoras-e-monitores-para-o-vii-eivi-ba</link><guid>http://cirandas.org/neppa/blog/neppa-realiza-formacao-de-monitoras-e-monitores-para-o-vii-eivi-ba</guid></item><item><title>I Jornada de Agroecologia da Bahia discute perspectivas para a educação contextualizada no campo</title><description>&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;a href="http://jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/news/i-jornada-de-agroecologia-da-bahia-discute-perspectivas-para-a-educa%C3%A7%C3%A3o-contextualizada-no-campo-/"&gt;Da página I Jornada de Agroecologia Ba&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;29 Novembro 2012&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;A cabeça pensa onde os pés pisam&lt;/em&gt;, o adágio popular resgatado pelo educador pernambucano Paulo Freire, foi lembrado por Diego Silva do NEPPA-, para dar início a mesa &lt;strong&gt;Educação no Contexto da Agroecologia na Bahia e no Brasil, &lt;/strong&gt;além de Diego, estavam presentes Ilza Pataxó, Joelson Ferreira-MST, Jorge Rasta- Casa do Boneco e Raimundo Bomfim, pró-reitor de extensão da UESC.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Diego Silva atentou para o elevado número de fechamento de escolas no campo na última década, foram trinta e sete mil escolas desde 2002, segundo Censo Escolar do Ministério da Educação (MEC). Para Diego, este dado se deve ao fato do esvaziamento do campo por conta da migração forçada. Cada vez mais as verbas públicas são investidas em infraestrutura para o agronegócio e são pouquíssimas as políticas estruturantes que garantam de fato a permanência do agricultor familiar em sua terra. Diego Silva atenta para a necessidade de iniciativa de desenvolvimento da educação formal e não formal de forma autônoma, e concluiu sua fala afirmando que &lt;em&gt;a educação deve ser instrumento de multiplicação da luta.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p class="separator" style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000212-bd637bf485/DSC06981.JPG"&gt;&lt;img border="0" height="320" style="cursor: move; margin-top: 0px; padding: 0px;" src="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000212-bd637bf485/DSC06981.JPG" alt="" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Pensar uma educação diferenciada significa pensar também em todo o contexto étnico que envolve o universo rural brasileiro, já que os camponeses são principalmente afrodescendentes e indígenas, porém para Jorge Rasta, a escola tradicional não fala a língua do homem e da mulher do campo e o modelo educacional vigente não consegue construir diálogos com práticas agroecológicas ou até mesmo com a construção de uma mentalidade não racista e não sexista. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p class="separator" style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000210-f264e00bfd/DSCN3570.JPG"&gt;&lt;img border="0" style="cursor: move; height: 300px; margin-top: 0px; padding: 0px; width: 400px;" src="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000210-f264e00bfd/DSCN3570.JPG" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px;"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Segundo Ilza Pataxó, o processo educativo deve envolver todos os segmentos da comunidade, as crianças devem ter acesso a todo aparato de educacional contemporâneo, porém devem permanentemente estar em contato com informações acerca da cultura e das tradições, pois é o autoconhecimento, a identidade que vai definir o conceito de agroecologia que melhor se aplica aos povos indígenas, quilombolas, assentados e a&lt;/span&gt;&lt;span&gt;gricultores tradicionais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p class="separator" style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000213-e8ddbea42f/DSC07029.JPG"&gt;&lt;img border="0" style="cursor: move; height: 300px; margin-top: 0px; padding: 0px; width: 400px;" src="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000213-e8ddbea42f/DSC07029.JPG" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px; padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Joelson Ferreira fez o encerramento da mesa salientando &lt;em&gt;rompemos a cerca, quebramos a cerca, agora temos que ir além da cerca. &lt;/em&gt;E concluiu &lt;em&gt;uma nova perspectiva de humanidade não cabe no capitalismo. A barbárie já está aí, a miséria está tomando conta até dos lugares mai&lt;/em&gt;&lt;em&gt;s ricos do mundo.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p class="separator" style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000042-dc8d1dd591/DSC01042.JPG"&gt;&lt;img border="0" style="cursor: move; height: 300px; margin-top: 0px; padding: 0px; width: 400px;" src="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000042-dc8d1dd591/DSC01042.JPG" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 15 Jun 2013 00:21:12 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/neppa/blog/i-jornada-de-agroecologia-da-bahia-discute-perspectivas-para-a-educacao-contextualizada-no-campo</link><guid>http://cirandas.org/neppa/blog/i-jornada-de-agroecologia-da-bahia-discute-perspectivas-para-a-educacao-contextualizada-no-campo</guid></item><item><title>Camponeses discutem estratégias para a construção do modo de vida agroecológico na I Jornada de Agroecologia da Bahia </title><description>&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span&gt;Da página&lt;a href="http://jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/news/camponeses-discutem-estrategias-para-a-constru%C3%A7%C3%A3o-do-modo-de-vida-agroecologico-na-i-jornada-de-agroecologia-da-bahia/"&gt; I jornada de Agroecologia Ba&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="font-size: 13px; font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif;"&gt;27 Nov 2012&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px; font-family: 'Times New Roman'; font-size: medium;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div class="text" style="font-family: Arial, Tahoma, Verdana, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
&lt;div style="padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;O primeiro dia de Jornada de Agroecologia foi aberto com uma mística celebrada com várias intervenções artísticas, cheias de cânticos indígenas e ao som de percussões de quilombolas, conduzida pelos representantes da Casa do Boneco e pelos povos indígenas da tribo pataxó-hã-hã-hãe, recheado de danças tradicionais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="padding: 0px;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&lt;img height="240" style="cursor: move; margin: 0px; padding: 0px;" src="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000205-cd6caceb1e/DSC01074.JPG" alt="" width="320" /&gt;&lt;img height="240" style="cursor: move; margin: 0px; padding: 0px;" src="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000206-a9271ab5c8/DSC01101.JPG" alt="" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;hr class="more" style="border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; border-style: dashed; border-color: #666666; height: 8px; background-color: #dddddd;" /&gt;&lt;span&gt;Logo em seguida aconteceu a mesa com o tema: “O papel da agroecologia na agricultura brasileira”, com Tailane Rocha da ONG Terra Viva, Davi Montenegro do Núcleo de Estudos e Práticas em Políticas Agrárias –NEPPA,  e o engenheiro florestal, Daniel Dourado, representando a Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola, EBDA. As falas caminharam no sentido de ressaltar o papel da agroecologia como modelo de desenvolvimento para o campo, enfocando suas diferentes dimensões, econômica, social, política, ambiental e cultural. Foi apresentado um resgate histórico da questão agrária brasileira, os conflitos de terra e luta pela reforma agrária, além disso, abordou-se os dois modelos de desenvolvimento que se apresentam no campo brasileiro, a agroecológia e o agronegócio. Foram levantados os impactos da “Revolução Verde” no âmbito das mudanças nas políticas agrícolas, desde as políticas de credito agrícola às extensões rurais – essas cada vez mais &lt;em&gt;precarizadas pelo regime de contrata&lt;/em&gt;&lt;em&gt;ção do REDA, &lt;/em&gt;segundo Daniel Dourado.&lt;/span&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Após a mesa, foram levantadas três questões para serem debatidas nos Grupos de Trabalho: 1) Fazer um mapeamento das práticas agroecológicas desenvolvidas nas comunidades e nos assentamentos; 2) Quais soluções coletivas pode-se utilizar para a produção agroecológica; 3) Como potencializar odiálogo com a sociedade a partir da venda de produtos agroecológicos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="padding: 0px;"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&lt;img style="cursor: move; height: 300px; margin: 0px; padding: 0px; width: 400px;" src="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000208-e4e85e7aed/DSCN9322.JPG" alt="" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style="padding: 0px; text-align: justify;"&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;Os grupos de trabalho foram estruturados em regionais, acontecendo as reuniões de três grandes grupos, cada grupo composto por diversas comunidades que debateram essas questões, socializando experiências e traçando estratégias para a construção do modo de vida agroecológico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin: 0px;"&gt;&lt;span&gt;&lt;img height="240" style="cursor: move; margin: 0px; padding: 0px;" src="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000207-3b6b33f266/DSCN9318.JPG" alt="" width="320" /&gt;&lt;img height="240" style="cursor: move; margin: 0px; padding: 0px;" src="http://files.jornadadeagroecologiadabahia.webnode.com/200000209-03bc404b80/DSCN9324.JPG" alt="" width="320" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sat, 15 Jun 2013 00:20:09 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/neppa/blog/camponeses-discutem-estrategias-para-a-construcao-do-modo-de-vida-agroecologico-na-i-jornada-de-agroecologia-da-bahia</link><guid>http://cirandas.org/neppa/blog/camponeses-discutem-estrategias-para-a-construcao-do-modo-de-vida-agroecologico-na-i-jornada-de-agroecologia-da-bahia</guid></item></channel></rss>