<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) Mônica</title><link>http://cirandas.org/monicavilaca</link><description>Conteúdo do(a) Mônica publicado no CIRANDAS</description><item><title>Uma História Severina</title><description>&lt;div style="border-color: initial; background-color: transparent; border-width: 0px; padding: 0px; margin: 0px;"&gt;
&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: auto; margin-bottom: 0px; margin-left: auto; border-color: initial; background-color: transparent; width: 970px; border-width: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;div style="padding-top: 10px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; border-color: initial; background-color: transparent; float: left; width: 640px; border-width: 0px; margin: 0px;"&gt;
&lt;div style="margin-top: 0px; margin-right: 0px; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; border-color: initial; background-color: transparent; width: 640px; border-width: 0px; padding: 0px;"&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, sans-serif;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;Severina é uma mulher que teve a vida alterada pelos ministros do Supremo Tribunal Federal. Ela estava internada em um hospital do Recife com um feto sem cérebro dentro da barriga, em 20 de outubro de 2004. No dia seguinte, começaria o processo de interrupção da gestação. Nesta mesma data, os ministros derrubaram a liminar que permitia que mulheres como Severina antecipassem o parto quando o bebê fosse incompatível com a vida. Severina, mulher pobre do interior de Pernambuco, deixou o hospital com sua barriga e sua tragédia. E começou uma peregrinação por um Brasil que era feito terra estrangeira - o da Justiça para os analfabetos. Neste mundo de papéis indecifráveis, Severina e seu marido Rosivaldo, lavradores de brócolis em terra emprestada, passaram três meses de idas, vindas e desentendidos até conseguirem autorização judicial. Não era o fim. Severina precisou enfrentar então um outro mundo, não menos inóspito: o da Medicina para os pobres. Quando finalmente Severina venceu, por teimosia, vieram as dores de um parto sem sentido, vividas entre choros de bebês com futuro. E o reconhecimento de um filho que era dela, mas que já vinha morto. A história desta mãe severina termina não com o berço, mas em um minúsculo caixão branco.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt; &lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/65Ab38kWFhE?rel=0" frameborder="0" height="284" width="500"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 17 Nov 2011 09:51:30 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/monicavilaca/blog/uma-historia-severina</link><guid>http://cirandas.org/monicavilaca/blog/uma-historia-severina</guid></item><item><title>Simone de Beauvoir</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="http://a5.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/382608_312371905444962_100000164649638_1379892_2077087936_n.jpg" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 07 Nov 2011 19:02:26 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/monicavilaca/blog/simone-de-beauvoir</link><guid>http://cirandas.org/monicavilaca/blog/simone-de-beauvoir</guid></item><item><title>Manifesto pela despatologização das identidades trans</title><description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h4 align="center" style="display: block; font-weight: bold; margin-top: 1.33em; margin-right: 0px; margin-bottom: 1.33em; margin-left: 0px;"&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;Católicas Pelo Direito de Decidir, junto com o CRP-SP, apoia a Campanha Internacional Stop Trans Patholigization-2012 e por isso faz do Manifesto pela Despatologização das Identidades Trans seu editorial de outubro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zmVM5Jtv9kI/TqHZU9NMmxI/AAAAAAAADS8/wyPJccvXhi4/s1600/meninos%2Be%2Bmeninas.jpg" target="_blank" style="text-decoration: underline; color: #234786;"&gt;&lt;span style="color: #5b1e00; text-decoration: underline;"&gt;&lt;img src="http://3.bp.blogspot.com/-zmVM5Jtv9kI/TqHZU9NMmxI/AAAAAAAADS8/wyPJccvXhi4/s400/meninos%2Be%2Bmeninas.jpg" border="0" height="120" alt="" style="border-color: initial; border-width: 0px;" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;Manifesto pela despatologização das identidades trans&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;O Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (CRP SP) apoia a Campanha Internacional Stop Trans Pathologization-2012, pela despatologização das identidades trans (travestis, transexuais e transgêneros) e a sua retirada dos catálogos de doenças, o DSM - Manual Diagnóstico e Estatístico das Doenças Mentais, da Associação Americana de Psiquiatria, cuja versão revista surgirá em 2012, e a CID - Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde, da Organização Mundial de Saúde, que sairá em 2014.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;Historicamente, o Conselho Regional de Psicologia de São Paulo tem buscado a promoção e a garantia dos Direitos Humanos. Em 1999, o Conselho Federal de Psicologia publicou a Resolução CFP 01/99, que normatiza a atuação d@s psicólog@s em relação à questão da orientação sexual, considerando que a &lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;A Psicologia é uma ciência que lida com a sexualidade humana e @s psicólog@s são frequentemente chamad@s a responder sobre o tema. A Resolução 01/99 coloca o compromisso ético d@s psicólog@s em contribuir para a extinção do preconceito contra lésbicas, gays e bissexuais. Porém, &lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;travestis, transexuais e transgêneros&lt;/strong&gt; também são vítimas da discriminação homofóbica (ou transfóbica) e as questões referentes à identidade de gênero têm sido apresentadas para a Psicologia, que se depara com a necessidade de refletir sobre o tema e se posicionar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;A décima revisão da Classicação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10, Organização Mundial da Saúde, 1993), a mesma que retirou a homossexualidade da categoria das doenças, incluiu os "transtornos da identidade sexual" (F64), dentre os quais encontram-se o "travestismo" e o "transexualismo". As mais recentes versões do Manual Diagnóstico e Estatístico das Doenças Mentais (DSM - IV, APA, 1994; DSM-IV-TR, APA, 2000) também patologizam as manifestações de gênero que fogem ao binômio homem/mulher, classicando-as dentro do diagnóstico amplo de "transtorno da identidade de gênero" (F64.x). &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;Em 1997, o Conselho Federal de Medicina (CFM) aprovou a resolução 1.482/97, autorizando as chamadas "cirurgias de transgenitalização" para o tratamento de transexuais no Brasil. Em 2008, o então ministro da Saúde, José Gomes Temporão, instituiu, no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), o "Processo Transexualizador", da portaria MS 1.707, regulamentado pela portaria 457 (Ministério da Saúde, 2008). Em 2010, o CFM publicou uma nova resolução sobre a assistência a transexuais no Brasil (Resolução 1.955/2010), passando a considerar que os procedimentos de retiradas de mamas, ovários e útero no caso de homens transexuais deixam de ser experimentais e podem ser feitos em qualquer hospital público e/ou privado que sigam as recomendações do Conselho. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;Embora a instituição do chamado "Processo Transexualizador" no SUS tenha sido uma grande conquista, entendemos que o&lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;acesso à saúde é um direito de tod@s&lt;/strong&gt; e que a assistência médica e psicológica a pessoas trans, o tratamento hormonal e cirúrgico pelos serviços públicos de saúde não devem estar condicionados a um diagnóstico psiquiátrico. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;Defendemos o princípio da &lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;integralidade do SUS&lt;/strong&gt;, considerando uma concepção positiva de saúde, em que a mesma não é sinônimo de ausência de doença, e, sim, do bem estar bio-psíquico-social das pessoas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;Os Estudos de Gênero e as próprias experiências vividas por pessoas trans demonstram que a concepção binária de gênero presente no ocidente e o &lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;alinhamento entre sexo, gênero e desejo não são algo "natural"&lt;/strong&gt;. A idéia da existência de dois gêneros opostos, feminino e masculino, baseada na diferença entre os sexos, é algo construído culturalmente. A realidade de sexo, de gênero e do corpo não pode ser imposta. Ela tem que ser observada nas formas e nas experiências do indivíduo e do grupo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;As sexualidades, os gêneros e os corpos que não se encaixam no binarismo convencional (masculino/feminino, macho/fêmea) não podem servir de base para uma classicação psicopatológica. A normatividade do binarismo de sexo e de gênero só permite aos deslocamentos, como a transexualidade, a travestilidade, o crossdressing, as drag queens, serem vistos como maneiras de existir desviantes, criando-se categorias linguísticas e psiquiátricas que conferem inteligibilidade à vivência destas pessoas. Portanto, numa concepção que desnaturalize o gênero, &lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;a pluralidade das identidades de gênero refere possibilidades de existência, manifestações da diversidade humana, e não transtornos mentais.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;Ser considerad@ um@ "doente mental" só traz sofrimento à vida de quem possui uma identidade de gênero trans. Apesar de considerar que vivências como a transexualidade e a travestilidade podem e, em geral, geram muito sofrimento, entendemos que isto tem mais a ver com a discriminação do que com a experiência em si. &lt;strong style="font-weight: bold;"&gt;A patologização das identidades trans fortalece estigmas, fomenta posturas discriminatórias e contribui para a marginalização das pessoas. A "doença" trans é social: é a ausência de reconhecimento destas pessoas como cidadãs, é a ausência de reconhecimento de seu direito de existir, de amar, de desejar e de ser feliz.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;Retirar o rótulo de "doente mental" das pessoas trans, signicará devolver a elas uma potência perdida na idéia de que são "seres desviantes", proporcionando uma abertura para que possam se apropriar de suas identidades e desenvolver sua autonomia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;Defendemos:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;- A não medicalização da sociedade;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;- A retirada do "transtorno de identidade de gênero" dos manuais internacionais de&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;diagnóstico;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;- Que o direito à mudança de nome e sexo nos documentos de identificação não seja condicionado a um tratamento obrigatório ou diagnóstico;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;- O investimento na formação de profissionais qualificad@s para o atendimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #5b1e00;"&gt;integral para tod@s.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sun, 06 Nov 2011 12:02:17 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/monicavilaca/blog/manifesto-pela-despatologizacao-das-identidades-trans</link><guid>http://cirandas.org/monicavilaca/blog/manifesto-pela-despatologizacao-das-identidades-trans</guid></item><item><title>Liberdade - Poema de Carlos Marighella</title><description>&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: 13px; line-height: 16px; color: #4f1a00;"&gt;&lt;strong&gt;Liberdade&lt;/strong&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Não ficarei tão só no campo da arte,&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;e, ânimo firme, sobranceiro e forte,&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;tudo farei por ti para exaltar-te,&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;serenamente, alheio à própria sorte.&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Para que eu possa um dia contemplar-te&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;dominadora, em férvido transporte,&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;direi que és bela e pura em toda parte,&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;por maior risco em que essa audácia importe.&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Queira-te eu tanto, e de tal modo em suma,&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;que não exista força humana alguma&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;que esta paixão embriagadora dome.&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;E que eu por ti, se torturado for,&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;possa feliz, indiferente à dor,&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;morrer sorrindo a murmurar teu nome"&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;P&lt;strong&gt;oema de Carlos Marighella&lt;/strong&gt;, escrito no Presídio Especial, em São Paulo, 1939.&lt;br style="line-height: 1.22em;" /&gt;Marighella morreu na noite de 4 de novembro de 1969 em uma emboscada na alameda Casa Branca, na capital paulista. Ele foi morto a tiros por agentes do DOPS, em uma ação comandada pelo delegado Sérgio Paranhos Fleury, um dos maiores carrascos da ditadura de 64.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 06 Nov 2011 11:27:08 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/monicavilaca/blog/liberdade-poema-de-carlos-marighella</link><guid>http://cirandas.org/monicavilaca/blog/liberdade-poema-de-carlos-marighella</guid></item><item><title>A crise do capitalismo </title><description>&lt;p&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; line-height: 18px;"&gt;As várias explicações para a crise mundial do capitalismo. O formato de apresentação é muito dinâmico e as legendas tornam-se insuficientes. Assim, topamos o desafio de adaptar as legendas à dublagem em português (desculpe o amadorismo) para a melhor compreensão desse importante tema a ser debatido em escala global&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/d5CzZqauTVs?rel=0" frameborder="0" height="284" width="500"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 06 Nov 2011 11:19:14 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/monicavilaca/blog/a-crise-do-capitalismo</link><guid>http://cirandas.org/monicavilaca/blog/a-crise-do-capitalismo</guid></item><item><title>Abaixo Assinado - pela gratuidade do Reconhecimento Paterno</title><description>&lt;div&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Olá a Tod@s&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;A Associação Pernambucana das Mães Solteiras&lt;/strong&gt; está em campanha pela garantia da gratuidade nos processos de reconhecimento paterno. Apenas em PE cerca de 12% das crianças nascidas anualmente não são reconhecidas por seus pais, ou seja, tem negado o reconhecimento paterno em seus registros civis. Dados de outras pesquisas apontam que cerca de 25% das crianças no país deixam de ser reconhecidas ou registradas pelo pai anualmente no país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Este abandono aceito pela nossa sociedade estabelece às mulheres a responsabilidade exclusiva por seus cuidados, constitui-se em um elemento discriminatório de mulheres e crianças. Em Pernambuco conseguimos garantir a partir de contínuas campanhas que o reconhecimento paterno seja gratuito, o que não ocorre em nenhum outro estado do país. Ou seja, quando o pai é convencido a reconhecer a criança são cobradas altas taxas que dificultam o reconhecimento paterno. Assim estamos realizando um abaixo assinado que faz parte de uma campanha nacional pelo direito ao reconhecimento paterno.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Divulguem, Participem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #000080;"&gt;&lt;a href="http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2011N14974" target="_self"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;Clique aqui para assinar o abaixo assinado!&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Mõnica Vilaça&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt; &lt;/div&gt;</description><pubDate>Sat, 05 Nov 2011 17:11:44 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/monicavilaca/blog/abaixo-assinado-pela-gratuidade-do-reconhecimento-paterno</link><guid>http://cirandas.org/monicavilaca/blog/abaixo-assinado-pela-gratuidade-do-reconhecimento-paterno</guid></item></channel></rss>