<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) Marcelo Inácio de Sousa</title><link>http://cirandas.org/marceloinacio</link><description>Conteúdo do(a) Marcelo Inácio de Sousa publicado no CIRANDAS</description><item><title>Webinar aborda novo plano de vida para o Cirandas</title><description>&lt;p&gt;O nome pode parecer estranho para muita gente, mas faz parte do contexto do que está sendo preparado para a apresentação: &lt;strong&gt;Webinar&lt;/strong&gt; nada mais é do que um seminário online, geralmente transmitido ao vivo, sobre um tema específico. Sendo assim, no próximo &lt;strong&gt;dia 16/JAN&lt;/strong&gt; (quarta), a partir das &lt;strong&gt;19h30&lt;/strong&gt; (horário de Brasília/DF), será apresentado &lt;strong&gt;ao vivo&lt;/strong&gt; o novo Plano de Vida do Cirandas.net, preparado pela Aldeia Mundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para participar é bem simples, porque a plataforma utilizada para webinar será o Zoom (um aplicativo disponível para computadores, tablets e celulares). Qualquer pessoa pode criar uma &lt;strong&gt;conta gratuita&lt;/strong&gt; na plataforma – basta ter um e-mail ou uma conta no Facebook. Se você ainda não tem conta Zoom, acesse a página &lt;a href="https://zoom.us" target="_blank"&gt;zoom.us&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://fbes.org.br/wp-content/uploads/2019/01/1oPasso-1024x530.png" alt="print da página do Zoom" width="100%"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Após fazer o cadastro e acessar com o login pessoal, é possível participar de reuniões e webinar clicando diretamente no link &lt;a href="http://zoom.us/join" target="_blank"&gt;zoom.us/join&lt;/a&gt;. A página seguinte pedirá o número ID da reunião. O webinar agendado tem o &lt;strong&gt;ID 505 451 759&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://fbes.org.br/wp-content/uploads/2019/01/2oPasso-1024x386.png" alt="print da página do Zoom" width="100%"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pergunta motivadora é &lt;strong&gt;Qual o plano para 2019?&lt;/strong&gt; A conversa partirá daí para apresentar as linhas centrais e o cronograma pensado no processo de desenvolvimento do Cirandas.net.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde seu nascimento, o Cirandas.net foi baseado em quatro (4) pilares fundamentais, que definem bem a sua natureza e potencialidade. O primeiro deles era a Rede Social e o Sistema de Gestão de Conteúdos (CMS); depois a organização em campos ou “espaços” – o territorial, o econômico e o temático; o terceiro pilar estava relacionado à inteligência econômica, coletiva e solidária; por fim, o pilar da interoperabilidade e protocolos de comunicação com outros sistemas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Cirandas 2.0 tem seu plano de vida articulado a partir de quatro dimensões estratégicas: da economia; do crescimento e aprendizagem; dos processos internos; e do relacionamento. O plano visualiza a geração de valores e remuneração compartilhadas por meio de ecossistemas recíprocos entre empreendimentos enredados e comunidades colaborativas. A missão desenhada busca empreender em redes e cadeias, promovendo impactos cultural, social, ambiental e econômico, através de princípios e valores da Economia Solidária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ficou curiosa(o)? Quer ouvir mais um pouco para entender? Programe-se para participar da roda de conversa e marque sua presença. Logo no início da transmissão, nos primeiros 5 minutos, serão feitos orientações e cuidados para a participação e convivência. O diálogo será conduzido por Marcelo Inácio de Sousa e Diogo de Castro Lopes (Aldeia Mundo). O Cirandas.net é uma iniciativa do Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) e a Aldeia Mundo é a parceira técnica no desenvolvimento e inovação.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 10 Jan 2019 11:46:35 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/webinar-aborda-novo-plano-de-vida-para-o-cirandas</link><guid>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/webinar-aborda-novo-plano-de-vida-para-o-cirandas</guid></item><item><title>FBES convida para audiência pública pelo avanço da Política Nacional de ES</title><description>&lt;p&gt;O Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) promove na próxima quarta (dia 28/9), juntamente com a Frente Parlamentar Federal em Defesa da Economia Solidária e Economia Criativa, a Audiência Pública "Pelo Avanço da Política Nacional de Economia Solidária". A atividade está programada para acontecer no Plenário 2, Anexo II da Câmada dos Deputados, a partir das 10 horas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A participação de todos e todas as militantes do movimento de Economia Solidária é de imensa importância, neste momento de debate sobre as ações necessárias para o avanço da Política Nacional diante das investidas do governo Temer. As mudanças na gestão da Secretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES) do Ministério do Trabalho são a face mais evidente da dinâmica que afeta diretamente os movimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A audiência pública foi requerida pelo deputado federal Angelim Vasconcelos (PT/AC) que preside a Frente Parlamentar. Ela será promovida na Comissão de Integração Nacional, Desenvolvimento Regional e da Amazônia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O eixo central para a criação da Política Nacional de Economia Solidária e do Sistema Nacional de Economia Solidária é o &lt;a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=559138" target="_blank"&gt;Projeto de Lei 4685/2012&lt;/a&gt;, que tramita no Congresso há quatro (4) anos e hoje está em discussão na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJC), aguardando parecer da relatora, deputada federal Maria do Rosário (PT/RS).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PLANO NACIONAL DE ECONOMIA SOLIDÁRIA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2014, o governo federal realizou a 3ª Conferência Nacional de Economia Solidária (CONAES) que reuniu representantes da sociedade civil e da gestão pública do campo da Economia Solidária. Fruto deste momento foi a elaboração do I Plano Nacional de Economia Solidária, assinado pelo ex-ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, em junho de 2015. O Plano prevê apoiar e fortalecer 20 mil empreendimentos econômicos e promover a formação de 200 mil pessoas nos próximos cinco (5) anos. O documento serviu de base para as prioridades que foram incluídas no Plano Plurianual do Governo Federal 2016/2019.&lt;br&gt;&lt;br&gt;São 20 mil EES organizados em redes e cadeias de produção, comercialização e consumo, bancos comunitários, fundos rotativos solidários, clubes de troca, centrais e pontos fixos de comercialização, feiras de produtos e serviços, processos educativos baseados na pedagogia da autogestão, entre tantas outras iniciativas, que devem ser apoiados pelos recursos previstos no PPA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outras metas envolvem a participação de 80.000 mulheres em empreendimentos solidários, com o acesso à educação e qualificação profissional; o fomento e o fortalecimento de 300 empreendimentos compostos majoritariamente por jovens e de 1.000 cooperativas e associações de catadores de material reciclado; além de 2.000 iniciativas de finanças solidárias em bancos comunitários, fundos solidários e cooperativas de crédito solidário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a Senaes precisa ainda estabelecer um marco legal que ofereça segurança jurídica à atuação das cooperativas e associações, além de reconhecimento aos empreendimentos. Por isso a importância da aprovação do PL 4685/2012 no Congresso Nacional e de mais outros três (3) projetos de lei sobre o tema: o PLS 03/2007, que regula e incentiva a criação de sociedades cooperativas; o PL 3723/2008 e o PLP 386/2008, que tratam sobre os tributos aplicáveis às cooperativas. &lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;&lt;strong&gt;[+] SERVIÇO&lt;/strong&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Audiência Pública "Pelo Avanço da Política Nacional de Economia Solidária"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;DIA: 28/9/2016 (quarta), às 10 horas&lt;br&gt;LOCAL: Plenário 2, Anexo II da Câmada dos Deputados.&lt;br&gt;TRANSMISSÃO: O evento será transmitido ao vivo pela internet pelo portal:&lt;br&gt;&lt;a href="http://edemocracia.camara.gov.br/web/eventosinterativos" target="_blank"&gt; edemocracia.camara.leg.br&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 23 Sep 2016 22:55:26 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/fbes-convida-para-audiencia-publica-pelo-avanco-da-politica-nacional-de-es</link><guid>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/fbes-convida-para-audiencia-publica-pelo-avanco-da-politica-nacional-de-es</guid></item><item><title>Amanhã é dia de Feira! Nova edição do Circuito Ecosol DF</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0032/5171/Circuito-ECOSOL-DF_2016_Card01.jpg" alt="Copie esta imagem e divulgue também o Circuito" width="100%"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira atividade do Circuito Ecosol DF neste ano de 2016 é a Feira, que acontece entre os dias 7 e 8 de abril (amanhã e sexta), no Setor Bancário Norte, em frente ao Edifício Central Brasília.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ação abre uma temporada muito específica do Circuito Ecosol DF, que este ano adotará uma diversidade de atividades: cursos, oficinas, diálogos, mutirões. Tudo intercalado com os momentos de feira, tratando as finanças, a comercialização, a formação, a produção e o consumo como fatores contínuos de uma só rede: a Rede Solidária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este entendimento foi debatido em reunião com empreendimentos, entidades de apoio e fomento e gestores públicos realizada no último dia 31/março, quando os principais detalhes da feira foram abordados pelos participantes. A reunião aconteceu na &lt;a href="/caritas-arquidiocesana-de-brasilia/" target="_blank"&gt;Cáritas Arquidiocesana de Brasília&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;[+] Conheça outros materiais que integram a identidade visual do Circuito Ecosol DF.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 06 Apr 2016 23:24:14 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/amanha-e-dia-de-feira-nova-edicao-do-circuito-ecosol-df</link><guid>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/amanha-e-dia-de-feira-nova-edicao-do-circuito-ecosol-df</guid></item><item><title>Soluções sociais podem ser premiadas pela Fundação BB</title><description>&lt;p&gt;&lt;img style="float: right; margin-left: 15px;" src="http://www.fbb.org.br/data/files/CE/72/31/07/DE7DC410BF329CC4BD983EA8/img_entnomapeamento1_md.jpg" alt="" width="300" height="200"&gt;A 8ª edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil 2015 irá reconhecer boas práticas voltadas para &lt;strong&gt;comunidades tradicionais, agricultores familiares e assentados da reforma agrária&lt;/strong&gt;. O valor total do Prêmio FBB de Tecnologia Social é de R$ 600 mil, sendo que, desses, R$ 100 mil são exclusivamente para as soluções que levam à inclusão socioprodutiva desses povos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de Comunidades Tradicionais, Agricultores Familiares e Assentados da Reforma Agrária, serão premiadas também iniciativas em outras &lt;strong&gt;cinco categorias&lt;/strong&gt;: Tecnologias Sociais para meios urbanos; Juventude; Mulheres; Gestores Públicos; Instituições de Ensino, Pesquisa e Universidades. &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Serão R$ 50 mil para as iniciativas vencedoras em cada uma das seis categorias e mais R$ 25 mil para cada uma das outras duas finalistas de cada categoria&lt;/span&gt;. Em sete edições realizadas, de 2001 a 2013, foram concedidos mais de R$ 3 milhões ao aprimoramento das tecnologias sociais vencedoras, por meio de projetos apresentados à Fundação Banco do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os projetos inscritos passam por um processo de triagem que inclui as fases de certificação, seleção das finalistas, julgamento das vencedoras e premiação, observados os critérios e parâmetros estabelecidos no Regulamento. As iniciativas finalistas e as certificadas vão para o Banco de Tecnologias Sociais da Fundação BB, com o objetivo de facilitar reaplicação em outras comunidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As inscrições estão abertas &lt;strong&gt;até 31 de maio&lt;/strong&gt; e podem se inscrever, pelo site &lt;a href="http://www.fbb.org.br/tecnologiasocial"&gt;www.fbb.org.br/tecnologiasocial&lt;/a&gt;, instituições sem fins lucrativos, de direito público ou privado. A categoria "Comunidades Tradicionais, Agricultores Familiares e Assentados da Reforma Agrária" foi incluída no Prêmio a partir de 2013 e três iniciativas foram vencedoras naquela edição: Etnomapeamento em Terras Indígenas do Acre para a Gestão Territorial e Ambiental, de Rio Branco (AC), Agrofloresta Baseada na Estrutura, Dinâmica e Biodiversidade Florestal, de Barra do Turvo (SP) e Pescando com Redes 3G, de Brasília (DF).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;BANCO DE TECNOLOGIAS SOCIAIS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As tecnologias sociais certificadas pela Fundação Banco do Brasil, por meio do Prêmio, passam a integrar o Banco de Tecnologias Sociais (BTS), uma base de dados on-line disponível no site &lt;a href="http://www.fbb.org.br/tecnologiasocial"&gt;www.fbb.org.br/tecnologiasocial&lt;/a&gt; que contém informações sobre as tecnologias e instituições que as desenvolveram. O BTS é o principal instrumento utilizado pela Fundação BB para disseminar, promover e fomentar a reaplicação de tecnologias sociais. Ao todo, a plataforma online reúne, hoje, 696 dessas tecnologias, todas elas certificadas em edições anteriores do Prêmio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O PRÊMIO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realizado a cada dois anos pela Fundação Banco do Brasil, o Prêmio tem como objetivo identificar tecnologias sociais inovadoras, que promovam o envolvimento da comunidade, transformação social efetiva e possibilidade de serem reaplicadas, implementadas em âmbito local, regional ou nacional e que sejam efetivas na solução de questões relativas à alimentação, educação, energia, habitação, meio ambiente, recursos hídricos, renda e saúde. O Prêmio é realizado em parceria com a Petrobras,  Banco Interamericano de Desenvolvimento BID, a KPMG Auditores Independentes, além da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;[+] FONTE: FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL&lt;/pre&gt;</description><pubDate>Mon, 27 Apr 2015 19:26:23 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/solucoes-sociais-podem-ser-premiadas-pela-fundacao-bb</link><guid>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/solucoes-sociais-podem-ser-premiadas-pela-fundacao-bb</guid></item><item><title>Regula Já!</title><description>&lt;p&gt;&lt;img style="float: right; margin-left: 15px;" src="/articles/0030/3850/FNDC_BH.png" alt="II ENDC, Em Belo Horizonte/MG"&gt;O 2º Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação (ENDC) aprovou, na tarde do último domingo (dia 12/4), a Carta de Belo Horizonte. O documento reafirma a luta pela democratização da comunicação como pauta aglutinadora e transversal, além de conclamar as entidades e ativisitas a unirem forças para pressionar o governo a abrir diálogo com a sociecidade sobre a necessidade de regular democraticamente o setor de comunicação do país. Dá uma olhada:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2 style="text-align: center;"&gt;CARTA DE BELO HORIZONTE&lt;/h2&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;REGULA JÁ! POR MAIS DEMOCRACIA E MAIS DIREITOS&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nós, ativistas pelo direito à comunicação, militantes das mais variadas organizações do movimento social brasileiro (sindical, juventude, cultural, estudantil, moradia, do campo e da cidade, mulheres, negros, LGBT, meio ambiente, academia, ativistas digitais, trabalhadores da comunicação etc.), presentes em Belo Horizonte no 2º Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação, organizado pelo Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação, que reuniu quase 700 pessoas vindas das cinco regiões do país, demos mais uma demonstração de força e unidade do nosso movimento. Durante três dias debatemos propostas e projetos, trocamos experiências e construímos coletivamente uma estratégia comum de luta pela democratização da comunicação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A defesa da democracia é uma das principais bandeiras de luta da sociedade brasileira. E a construção de uma sociedade efetivamente democrática só se realiza se houver liberdade de expressão para todos e todas, o que pressupõe a garantia do direito à comunicação. Reafirmamos, nesse sentido, que o Brasil precisa enfrentar o desafio de atualizar os instrumentos de regulação democrática dos meios de comunicação. Nos mantemos mobilizados, nas ruas e redes, para exigir que o governo cumpra o seu compromisso de abrir publicamente esse debate com a sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Em um momento em que o povo brasileiro e suas instituições democráticas enfrentam uma conjuntura política e econômica adversa, mais do que nunca, levantamos a bandeira: Regula Já! Por mais diversidade e pluralidade de vozes na mídia.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A direita brasileira derrotada nas eleições presidenciais sai às ruas defendendo a quebra da legalidade democrática. Nesse cenário, a mídia privada manipula a informação, distorce os fatos, fabrica crises, invisibiliza temas e criminaliza movimentos e atores sociais progressistas. O principal porta-voz desse discurso – a Rede Globo de Televisão – completa 50 anos em abril dando provas da sua falta de compromisso com o interesse público e com a democracia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Congresso Nacional, o mais conservador desde a ditadura militar, tem mostrado que a agenda da direita (redução de direitos trabalhistas, sociais, ataque aos direitos humanos) dará a tônica da atividade legislativa. O próprio presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, afirmou que qualquer projeto de regulação dos meios de comunicação só será encaminhado para votação por cima do seu cadáver. Nesta mesma linha, o Poder Judiciário continua agindo de forma seletiva e parcial, refratário à agenda da democratização da comunicação, blindado pela caixa preta de sua estrutura institucional inquestionável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Presidenta Dilma Rousseff – que só foi eleita porque assumiu o compromisso de adotar políticas que aprofundassem direitos sociais e democráticos, com uma plataforma de reformas estruturais – dá sinais contraditórios de que essa agenda será aplicada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Neste cenário, é preciso buscar uma ampla unidade dos movimentos sociais para barrar a direita e pressionar o governo, exigindo o cumprimento dos compromissos firmados.&lt;/strong&gt; Lutas de cunho democrático, como a Reforma Política com o fim do financiamento empresarial das campanhas; a taxação de grandes fortunas; a defesa da Petrobras; o combate às terceirizações; contra a redução da maioridade penal; em defesa dos direitos dos indígenas; do meio ambiente; contra o extermínio da juventude negra; pela reforma agrária e urbana; pelos 10% do PIB para a educação e a defesa do SUS, precisam ser abraçadas pelo conjunto dos movimentos populares, entre eles o da comunicação. Nossa luta é por Mais Democracia e Mais Direitos!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No campo da comunicação, os desafios são ainda maiores, já que nos últimos 12 anos o governo não enfrentou essa pauta de forma estruturante. As importantes conquistas que foram a criação da EBC, a aprovação das leis de Acesso à Informação, regulação da TV por Assinatura (SeAc) e o Marco Civil da Internet, só foram possíveis em função da intensa mobilização social. No restante, o sistema permanece praticamente inalterado, caracterizado por uma forte concentração econômica e ausência de diversidade e pluralidade. O Capítulo V da Constituição Federal de 1988, da Comunicação Social, segue sem a regulamentação que garanta a sua aplicação. E a principal legislação da radiodifusão, o Código Brasileiro de Telecomunicações, já tem mais de 50 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O novo ingrediente desse cenário é que a Presidenta Dilma Rousseff e o ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini, têm dado declarações públicas de que a pauta da regulação dos meios de comunicação será tratada neste mandato.&lt;/strong&gt; É imperativo cobrar que esse discurso seja transformado em prática. De outro lado, o setor empresarial segue na sua cruzada para impedir que esse debate aconteça. Continua usando a mesma e velha tática de distorcer essa discussão, tachando qualquer tipo de regulação como censura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por isso, é indispensável ampliar a mobilização e pressão da sociedade para destravar esta agenda.&lt;/strong&gt; Desde a 1ª Conferência Nacional de Comunicação, temos ampliado a base social e consolidado propostas para um novo marco regulatório das comunicações. A principal delas é o Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Mídia Democrática, que em 33 artigos delineia um novo cenário para a comunicação no país. Inspirada nos tratados internacionais já ratificados pelo Brasil e em experiências regulatórias de países como França, Inglaterra, Estados Unidos, Portugal, Espanha e outros, a Lei da Mídia Democrática propõe mecanismos de implementação dos dispositivos constitucionais. Durante o 2º ENDC, reafirmamos essas propostas e a importância da estratégia de luta em torno da Lei da Mídia Democrática com a presença de convidados internacionais vindos do Canadá, Argentina e Uruguai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O trabalho de coleta de assinaturas para a Lei da Mídia Democrática e a divulgação de seu conteúdo para setores mais amplos da sociedade devem ser intensificados. Mas, além disso, precisamos avançar também em outras frentes&lt;/strong&gt;, como o fortalecimento do sistema público de comunicação; o fim da criminalização das rádios comunitárias e da mídia popular e alternativa (do campo e da cidade), com a criação de mecanismos para incentivar e fomentar a sua valorização; a universalização da Banda Larga; a garantia do respeito ao Marco Civil da Internet; a implantação dos Canais da Cidadania; a criação dos Conselhos de Comunicação nas três esferas da Federação; a defesa da Classificação Indicativa; o respeito aos direitos humanos nos meios de comunicação; a defesa do direito de resposta; o fim das concessões para os políticos; o combate ao arrendamento e transferência ilegal das outorgas; a democratização da distribuição das verbas publicitárias; mecanismos de incentivo à produção regional e independente (retomada da campanha Quero Me Ver na TV); o fortalecimento de políticas para a promoção da diversidade cultural e informativa (pontos de cultura e pontos de mídia livre) e de educação para a mídia; a defesa do software livre. Enfim, um conjunto de medidas urgentes que desde já podem ampliar o Direito à Comunicação e a verdadeira Liberdade de Expressão para todos e todas em nosso país. Todas as vozes, todas as cores, todas as ideias!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) e demais entidades que participaram do 2º Encontro Nacional pelo Direito à Comunicação convocam todos e todas comprometidos com essas bandeiras a se juntarem a nós nessa luta.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Não haverá uma verdadeira democracia em nosso país sem uma comunicação democrática.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Regula Já!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;Belo Horizonte, 12 de abril de 2015&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 14 Apr 2015 18:08:43 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/regula-ja</link><guid>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/regula-ja</guid></item><item><title>Coleta de sementes na floresta conquista jovens</title><description>&lt;p&gt;Hoje (20) à noite vai passar um programa na TV que deve "apresentar", segundo a chamada, o novo perfil do trabalhador do campo. Segundo o programa, eles são jovens, diplomados, conectados, modernizados e ganham bons salários para "viver na roça".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este programa não é uma novela, mas vai vender uma figura de linguagem ao invés da realidade. Sabe quando alguém diz: "o brasileiro é apaixonado por futebol"? Pois é. O nome disso é &lt;strong&gt;sinédoque&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jovem no campo não é uma espécie em extinção. Muito pelo contrário! Cerca de oito milhões de jovens brasileiros residem no meio rural, segundo dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com idade entre 18 e 29 anos, eles foram responsáveis por acessar 37,4% dos recursos destinados ao Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), entre os anos de 2002-2013.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a realidade deles está muito longe do programa da TV. Ela é muito mais diversa e árdua. Manter os jovens no campo, com qualidade de vida e acesso às mesmas condições oferecidas ao jovem urbano é um imenso desafio. Não enfrentá-lo significa comprometer, inclusive, as ações pensadas para a agricultura familiar nos próximos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em meio às dificuldades, é possível encontrar histórias muito curiosas (e relevantes), como a de Milene Alves Oliveira. Ela foi entrevistada para contar sua rotina de "coletora" de sementes. A notícia verdadeira, não aquelas do Programa de TV, foi publicada no &lt;a href="http://sementesdoxingu.org.br/site/coleta-de-sementes-florestais-conquista-os-jovens/" target="_blank"&gt;site Sementes do Xingu&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="/articles/0030/1827/milene01.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tem sido um desafio envolver os jovens nas atividades rurais e florestais. Na Associação Rede de Sementes do Xingu (ARSX), não é diferente. A maioria dos coletores é formada por adultos e até idosos. Se jovens não entrarem na atividade, o futuro da Associação estará comprometido. Mas o trabalho tem despertado o interesse dos mais novos, que começam a seguir os passos dos mais experientes, garantindo que a região Xingu Araguaia mato-grossense continuará tendo coletores de sementes florestais por muitos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um desses jovens é Milene Alves Oliveira. Ela tem 16 anos e acompanha sua mãe na coleta de sementes florestais desde os 13. Reside em Nova Xavantina no Mato Grosso e é estudante da Escola Estadual Juscelino Kubitschek. A renda e a qualidade de vida de sua família melhoraram quando eles ingressaram na Rede. Além disso, com essa experiência ela adquiriu um vasto conhecimento sobre as espécies florestais da região. Para Milene, ser coletora significa fazer a diferença no seu meio. Ela incentiva outros jovens a se tornarem coletores de sementes florestais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Confira a entrevista que Milene concedeu:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – O que significa pra você ser uma coletora?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – Significa fazer a diferença. Significa uma porta que Deus abriu para mim e minha família. O que me satisfaz é saber que, o que eu faço hoje, provavelmente será o futuro de amanhã, que o tempo que passo manejando qualquer tipo de espécie não é perdido, pois com todo esse desequilíbrio da natureza, as sementes chegam para dar uma nova esperança de que ainda há uma solução e, pensando dessa forma, sinto-me feliz por ser uma coletora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – Como surgiu o interesse pela atividade?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – Bom, tudo começou quando minha mãe conheceu o Santino, que é o elo do grupo aqui de Nova Xavantina. Com o passar do tempo, nós começamos a ajudar no beneficiamento de algumas sementes para ele e, como a gente tinha muito interesse pelas sementes, ele nos convidou a participar da ARSX. Foi assim que cada vez mais fui me envolvendo na coleta de sementes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – Além de você e sua mãe, alguém mais de sua família coleta sementes?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – A ARSX meio que contaminou minha família. Primeiro a minha mãe, depois eu, meu irmão com a esposa dele e, neste ano, meu pai.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – Quais espécies que vocês mais coletam?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – São várias, como o cajazinho da mata, baru, jatobá, murici, jatobá de brinco, copaíba, garapa, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – Você também faz a coleta de sementes em locais distantes e de difícil acesso?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – Sim, sempre estou na companhia de minha mãe e, com toda segurança, coletamos em diferentes lugares dentro e fora da cidade, sendo alguns deles em áreas alagadas e de difícil acesso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – Qual a maior dificuldade em ser um coletor?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – No começo, pra gente foi muito difícil, pois minha mãe trabalhava de doméstica e a gente coletava de bicicleta. Era muito corrido. Ela saía do serviço e eu da escola para coletar e beneficiar as sementes. Também coletávamos nos finais de semana e nas férias. Talvez a maior dificuldade seja conciliar a escola com a parte de coleta, porque é frequente minha mãe fazer a coleta de sementes no meio da semana e, como estudo na parte da manhã e pelo menos três vezes na parte da tarde, só me sobram os finais de semana para coletar. Pra quem pensa que ser coletor é tudo um mar de rosas, está enganado, pois como tudo na vida, sempre há momentos bons e os momentos ruins. Ser coletor exige muita responsabilidade e dedicação. Pelo menos comigo, muitas das vezes vêm o cansaço, o desânimo, mas procuro sempre me lembrar do verdadeiro significado de estar ali e, sempre que há uma reunião ou uma coleta em grupo, recarrego minhas forças e vejo como é maravilhoso tudo isso que estou vivendo e o quanto ainda posso viver na Rede de Sementes do Xingu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – É possível obter uma boa renda coletando sementes florestais?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – Com certeza! Só com o dinheiro das sementes, hoje minha mãe possui uma moto e um carro próprio, fez a habilitação dela e parte da construção de nossa casa foi paga com essa renda. Para se ter noção de como a vida da minha família mudou, minha mãe, que sempre trabalhou como empregada doméstica, hoje trabalha para si mesma e nunca nos faltou nada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – Além de sementes, vocês coletam outros produtos?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – Quando começamos a ter uma intimidade maior com as sementes, vimos que havia algumas espécies de fruta com polpa. E, para não desperdiçar, começamos a aproveitar não só a semente, como também a polpa delas. A primeira que comercializamos foi a de murici, na feira de domingo, e, depois, tamarindo. Hoje extraímos a polpa de mais de dez frutas e entregamos para alguns restaurantes aqui da região. Assim, além da renda que vem da venda das sementes, temos a renda da venda de polpas e também da castanha de baru.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – Que tipos de conhecimento você tem adquirido depois que se tornou coletora?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – Bom, acho que o conhecimento que mais adquiri foi o reconhecimento de espécies florestais. Quando iniciei na Rede, não tinha a menor noção dos nomes das árvores. Parecia que tudo era a mesma coisa. Já hoje, vejo uma grande diferença. Quando me deparo com uma espécie, automaticamente, a reconheço. Também aprendi a cultivar algumas espécies de sementes em viveiro e a utilizar seus valores medicinais. Desta forma, tento sempre passar o que aprendi na Rede em alguns trabalhos de escola, como feira de ciências ou que tenha tema livre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – O que mais a Rede proporcionou a você?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – Essas sementes foram tão importantes em minha vida que, hoje, quando olho para trás, não consigo compreender como tudo aconteceu. Coisa que nunca imaginei fazer, a ARSX me proporcionou, como uma viagem para São Paulo e outra para São Felix do Araguaia no Mato Grosso. Algo inédito que marcou minha vida, além de várias outras coisas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – A maioria dos coletores são adultos e até idosos, com poucos jovens. Qual o seu recado para os jovens?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – Primeiramente, se você jovem que lida com sementes gosta do que faz, continue neste caminho. Você que ainda não participa, comece, pois a Rede de Sementes do Xingu veio abrir portas para uma vida melhor. Como a ARSX tem em sua maioria adultos e idosos, todo o conhecimento que eles adquirem tem que ser passado adiante. Aí que os jovens entram em ação: Aprendemos com eles e damos continuidade na Rede. Desta forma, convido vocês, nova geração, a fazer parte dessa grande iniciação em favor da natureza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – Pretende continuar na atividade?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – Sim e se tudo der certo, pretendo cursar uma faculdade de agronomia aqui em minha cidade pela Unemat. Mas na verdade, gostaria mesmo é de fazer engenharia florestal. Entretanto, esse curso pela Unemat só se encontra em Alta Floresta-MT.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – O que um jovem precisa para se tornar coletor?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – É um privilégio estar na ARSX pelo fato de que para poder participar, você não precisar ser doutor ou algo parecido. Basta ter força de vontade e perseverança. Assim, o mais vem como resultado do seu trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ARSX – Para concluir, qual seu recado?&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;MILENE – Bom, para concluir, tudo isso que eu disse é para que as pessoas vejam que se pode viver bem sem degradar a natureza.&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;[+] FONTE: Sementes do Xingu | Por Rafael Govari (ISA) | Foto: Milene Aves Oliveira&lt;/pre&gt;</description><pubDate>Fri, 20 Mar 2015 22:35:26 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/coleta-de-sementes-na-floresta-conquista-jovens</link><guid>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/coleta-de-sementes-na-floresta-conquista-jovens</guid></item><item><title>Marco Civil da Internet pode ser votado nesta semana</title><description>&lt;p&gt;&lt;img style="float: right; margin-left: 5px; margin-right: 5px;" width="250" src="http://observatoriodainternet.br/wp-content/uploads/2012/09/marco-civil-da-internet.jpeg" alt="" /&gt;Você já sabe o que é o Marco Civil? Se não, dá uma olhada neste link:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://marcocivil.com.br/o-que-e-o-marco-civil/" target="_blank"&gt;http://marcocivil.com.br/o-que-e-o-marco-civil/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre o assunto, esta semana o programa Revista Brasil (da Rádio Nacional de Brasília) entrevistou Patrícia Queiroz, professora de Direito da Faculdade Mackenzie do Rio de Janeiro. Confira o áudio no link:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://radios.ebc.com.br/revista-brasil/edicao/2014-03/marco-civil-da-internet-pode-ser-considerado-um-avanco-para-o-usuario" target="_blank"&gt;http://radios.ebc.com.br/revista-brasil/edicao/2014-03/marco-civil-da-internet-pode-ser-considerado-um-avanco-para-o-usuario&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje (25) a Agência Brasil publicou uma matéria indicando que o Marco Civil pode ser votado ainda esta semana:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;......&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com pouco mais de 18 anos no Brasil, a internet até hoje não tem qualquer regulamentação. O uso das informações de acesso à web, dados pessoais coletados em redes sociais e em outros sites, é feito livremente por empresas, sem qualquer penalidade ou garantia de privacidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Computadores, tablets, smartphones e eletrodomésticos, como a televisão e até mesmo a geladeira, conectam as pessoas à rede mundial de computadores, onde elas trocam informações, fazem compras, assistem a vídeos, filmes e entram em contato com outros internautas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preocupado com a falta de regulação desse novo ambiente, o governo propôs ao Legislativo a aprovação do Marco Civil da Internet. A expectativa é que a proposta seja aprovada nesta semana pela Câmara e depois encaminhada à apreciação do Senado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os principais pontos da proposta estão: a garantia do direito à privacidade dos usuários, especialmente à inviolabilidade e ao sigilo de suas comunicações pela internet; os provedores não poderão fornecer a terceiros as informações de acesso a usuários, a não ser que haja consentimento do internauta; os registros constantes de sites de buscas, os e-mails, entre outros dados, só poderão ser armazenados por seis meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também consta do projeto o princípio da neutralidade de rede, que impede discriminações de tráfego em função do conteúdo que transita na internet. Ou seja, os provedores de conexão não poderão tratar de forma diferente os conteúdos acessados ou enviados. O texto garante ainda a possibilidade de os provedores venderem planos com velocidades de acesso diferentes, como já é feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto do projeto é o que isenta os provedores de conexão à internet de serem responsabilizados civilmente por danos decorrentes de conteúdos gerados por terceiros. Isso só ocorrerá se, após ordem judicial específica, o provedor não tomar as providências para retirar o conteúdo da rede.&lt;/p&gt;
&lt;address&gt;[+] Fonte: Agência Brasil&lt;br /&gt;Luciano Nascimento e Iolando Lourenço - Repórteres&lt;br /&gt;Graça Adjuto - Edição&lt;/address&gt;</description><pubDate>Tue, 25 Mar 2014 11:35:37 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/marco-civil-da-internet-pode-ser-votado-nesta-semana</link><guid>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/marco-civil-da-internet-pode-ser-votado-nesta-semana</guid></item><item><title>Seminário Regional de Assistência Técnica para Economia Solidária</title><description>#&lt;Proc:0x00006551ec3eb0b8@/app/app/models/event.rb:110&gt;</description><pubDate>Mon, 21 Sep 2009 18:03:01 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/seminario-regional-de-assistencia-tecnica-para-economia-solidaria</link><guid>http://cirandas.org/marceloinacio/notas/seminario-regional-de-assistencia-tecnica-para-economia-solidaria</guid></item></channel></rss>