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Notícias

13 de Janeiro de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Projeto chega a última etapa em Goiânia com 38 jovens participantes

4 de Setembro de 2012, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Na virada do mês de agosto ocorreu em Goiânia, na Casa da Juventude Padre Burnier (Caju), a última etapa das oficinas Juventude e Economia Solidária. Desde junho vários jovens se reuniam para discutir e aprender sobre economia solidária num projeto promovido pela Caju em parceria com o Fórum Goiano de Economia Solidária, Cáritas Brasileira, IMS (Instituto Marista de Solidariedade) e Recid (Rede de Educação Cidadã).

No total foram quatro oficinas em 2012 que contou com a participação de 38 jovens de 16 a 29 anos, em situação de vulnerabilidade econômica, com marcante atuação em grupos como comunidades eclesiais de base, universidades, culturais, circo social, movimentos sociais e conselhos estaduais e municipais de juventude. Nessa última etapa (31 de agosto, 1 e 2 de setembro), o IMS, por meio da analista social, Claudia Lima, participou da formação, contribuindo com o coletivo que integra o projeto.

“As oficinas proporcionaram espaços de produção de saberes por meio de estudos grupais de textos, cartilhas e artigos relacionados com a temática, assim como a utilização de recursos audiovisuais e lúdicos”, explicou a analista do IMS.  O IMS integra   projeto desde o ano de 2010,   por meio de assessorias durante as etapas da Oficina de Juventude e Economia Solidária e distribuição de materiais produzidos pelo Projeto Nacional de Comercialização Solidária executado pelo IMS em parceria com SENAES (Secretaria Nacional de Economia Solidária/ MTE) e Fbes (Fórum Brasileiro de Economia Solidária).

Nas oficinas os jovens aprofundaram seus conhecimentos sobre economia solidária a partir dos conceitos e princípios pautados em uma proposta de desenvolvimento socioeconômico sustentável. Nas quatro etapas as oficinas desenvolveram os temas: “A gestão e a produção na perspectiva da Economia Solidária”; “Comercialização solidária e consumo consciente”; “Juventude na Sustentabilidade dos Empreendimentos Econômicos Solidários”; e, nesta última, “Juventude vivenciando a Economia Solidária e autogestão”, que contou com a assessoria de Rita Kallabs, economista e mestra em Desenvolvimento Econômico (Unicamp) que aprofundando os conceitos sobre capital, economia e economia solidária.

No domingo, última dia de oficinas, ocorreu o Seminário dos Projetos de Intervenção. Foram apresentados os seguintes projetos:

  1. I Encontro de Economia Solidária da Cultura – Samambaia/DF;
  2. (Re)Pensando a Saúde do Agricultor Familiar na Região de Itapuranga – Goiás;
  3. Projeto Saúde Pública – Iporá/GO;
  4. Abordagem e Levantamento de Informações Contra o Extermínio de Jovens, região de Goiânia/GO e Marataízes/ES;
  5. Projeto de Intervenção Circo Social Itinerante – Goiânia/GO.

Os projetos apresentados foram elaborados pelos próprios jovens de acordo com o diagnóstico realizado no local onde atuam e serão acompanhados com apoio das instituições parceiras das oficinas durante o ano de 2013. Em continuidade dos projetos ocorrerão no próximo ano dois Seminários Nacionais com os temas: Políticas Públicas de Juventude, Participação e Controle Social; Economia solidária, soberania alimentar, comércio justo e consumo responsável.

 



MT: Rondonópolis sedia feira apoiada pelo Projeto Nacional de Comercialização Solidária

4 de Setembro de 2012, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Teve início hoje em Rondonópolis (MT) a 4ª Feira Economia Solidária e Agricultura Familiar da Região Sul de Mato Grosso (Fecosol), organizada pelo Fórum Microrregional de Economia Solidária da Região Sul de Mato Grosso, em parceria com a Associação Dando as Mãos e da Diocese de Rondonópolis.  A feira conta, também, com o apoio financeiro do Projeto Nacional de Comercialização Solidária, executado pelo IMS (Instituto Marista de Solidariedade).

Até o dia 6, os visitantes encontrarão produtos e serviços da economia solidária e da agricultura familiar da região. Além disso, atividades culturais e educativas estão preparadas para os participantes. Está programada, também, uma troca solidária mediada pelo uso da moeda social Bacuri.

Amanhã das 9h ao meio-dia está programada a mesa temática “A construção da humanidade que queremos ter”, que contará com a participação da coordenadora do IMS, Shirlei Silva, que falará sobre Bem-viver, Cooperação e Autogestão para um Desenvolvimento Justo e Sustentável.

Fecosol de 2009, também apoiada pelo Projeto Nacional de Comercialização Solidária

A coordenadora pedagógica da Associação Dando as Mãos, organização solidária dos assentados e empreendedores em Geral, Shirley Borghi, disse que a perspectiva da feira é positiva. “Nossa expectativa é muito grande por contemplar todos os assentamentos, os produtores da agricultura familiar e também as pastorais da diocese”, afirmou. De acordo com a coordenadora, o evento pretende valorizar o dia 5 de setembro, quarta-feira, pois será o dia da participação dos pequenos produtores, que irão expor seus trabalhos artesanais e os produtos alimentícios.

Tem início na semana que vem a Feira de Economia Solidária e Agricultura Familiar da Região Sul de Mato Grosso, a 4ª FECOSOL, que tem o objetivo de movimentar e envolver os empreendedores de forma cooperativista. O evento, organizado pelo Fórum de Economia Solidária da Região Sul de Mato Grosso, faz parte da Semana Social da Diocese de Rondonópolis e será realizado na feira da Vila Aurora, do dia 04 a 06 de setembro.

A religiosa Franciscana, Elizabete Maria da Silva, uma das coordenadoras da Feira, conta que a proposta do evento é fortalecer a economia solidária da região, unindo os empreendedores da agricultura familiar e de outros setores, para organizar a economia local. “A economia solidária é um movimento social, fundado na valorização do trabalho. Trata-se também de uma forma inteligente de organizar a produção, a comercialização e o consumo de forma ética e sustentável, respeitando o meio ambiente”, explicou. A religiosa disse, ainda, que a Feira será um momento de fortalecimento das reivindicações da economia solidária junto ao poder público. “Queremos pedir para aos governantes políticas públicas para fortalecer a economia solidária da nossa região”.

Com informações do:
www.primeirahora.com.br
www.noticiasdematogrosso.com.br

 

 



Povos do Cerrado se encontrarão em Brasília

2 de Setembro de 2012, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Na semana em que é celebrado o Dia do Cerrado: 11 de setembro, o Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília, será palco do encontro dos Povos do Cerrado, de suasmanifestações culturais e da feira de produtos da sociobiodiversidade. Com o objetivo geral de mobilizar os povos do Cerrado e a sociedade para implementação de ações voltadas para a conservação e o uso sustentável do Cerrado, o VII Encontro e Feira dos Povos do Cerrado será uma excelente oportunidade para dar visibilidade ao Cerrado, incluindo as ricas manifestações culturais dos seus povos e comunidades tradicionais.

Deverá reunir cerca de mil representantes indígenas, quilombolas, geraizeiros, vazenteiros, quebradeiras de coco,agricultores familiares, além de organizações da sociedade civil das unidades da federação onde há Cerrado brasileiro (DF, Goiás, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso, Piauí, São Paulo e Bahia).

O Encontro dos Povos do Cerrado, realizado desde 2001, se consolidou como um espaço para troca de experiências que resultem na conservação do Cerrado e na promoção demeios de vida sustentáveis; valorização das tradições culturais dos Povos do Cerrado; discussão e formulação de posições políticas conjuntas; e divulgação pública dos problemas socioambientais que afetam o bioma, como também das alternativas existentes para o uso sustentável de sua biodiversidade.

Para saber mais e efetuar sua inscrição de participação acesse: www.redecerrado.com.br



Chá com Prosa debateu preservação ambiental e o novo Código Florestal

2 de Setembro de 2012, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Jorg Zimmermann, provocador do debate

Na tarde de ontem (30), encerrando o dia de atividades do Seminário de Políticas Públicas e Comércio Justo e Solidário da Agricultura Familiar no Distrito Federal e Entorno, ocorreu mais uma edição do Chá com Prosa – Direitos Humanos em Pauta. O assunto chave da discussão foi a “Preservação Ambiental diante do Novo Código Florestal” e como convidado provocador contou com a contribuição do Engenheiro Agrônomo Jorg Zimmermann, que é, também, Superintendente do ISPN (Instituto Sociedade População e Natureza).

Contribuindo com a discussão estavam alguns gestores públicos e, também, empreendedores da economia solidária da agricultura familiar do Distrito Federal. Jorg iniciou a discussão fazendo uma reflexão de qual a necessidade que temos de uma legislação específica para proteção das florestas. “Nossa Constituição já define que ninguém tem direito absoluto sobre as florestas. Em todos os códigos anteriores sempre prevaleceram os interesses particulares de alguns e isso, a debate gerado em torno do Novo Código reflete o conflito que há entre uma dinâmica capitalista e uma dinâmica natural”, explicou Zimmermann.

Questionado sobre a situação da agricultura familiar diante do novo Código, Jorg afirmou que os interesses dos pequenos agricultores está resguardado. “A proteção da agricultura familiar neste novo Código é estratégica e defendida pela bancada ruralista. A intenção é não tirar direitos para não criar uma resistência e revelar a força política que a agricultura familiar possui”, avaliou. Porém, segundo Jorg, ao mesmo tempo em que resguarda os camponeses não impõe nenhuma restrição para a expansão do agronegócio.

Alguns dos agricultores presentes trouxeram a situação do extrativismo para o debate, sendo que estão no Cerrado, um dos biomas onde há mais densidade dessa atividade. Outro assunto foi a especulação de terras. Jorg trouxe exemplos em vários locais do País, onde as divisas agrícolas estão em plena expansão, tracionadas pela produção de commodity, como a soja. “Hoje há poucos lugares no mundo onde ainda há terras. Alguns lugares na Ásia, outros na África e grande maioria na América do Sul, sendo o Brasil o principal país. Nas situação que nos encontramos a especulação só vai aumentar”, disse.

O Chá com Prosa é um projeto executado pelo IMS (Instituto Marista de Solidariedade) e pelo IMAS (Instituto Maristas de Assistência Social). Todos os meses um tema dentro da esfera dos direitos humanos é debatido entre sociedade civil, governos e especialistas. Em setembro, o tema do debate será sobre o Cerrado.

 



Resultado da seleção do edital n.3/2012 para a vaga de Analista Social – Engenheiro

1 de Setembro de 2012, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

O Presidente da UNIÃO BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO E ENSINO – UBEE, por meio da Coordenação do Instituto Marista de Solidariedade – IMS, comunica o resultado da seleção para contratação de profissional (Analista Social – Engenheiro, edital n.3/2012) para desenvolver ações que contribuam para fortalecer a economia solidária em território nacional, por meio do “Projeto Comercialização Solidária no Brasil” conforme Convênio N° 702019/2008, firmado entre a UBEE e a Secretaria Nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego – SENAES/MTE.

Para este edital foram selecionados cinco currículos de profissionais interessados, sendo que quatro participaram de entrevistas e, após, duas candidatas, Lecir Peixoto e Elisa Carvalho Lauer, participaram de teste aplicado pelo Recursos Humanos da UBEE. Após esse processo foi selecionada a candidata Lecir Peixoto.

 



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