PI: 106ª Feira apoiada pelo Projeto Nacional de Comercialização Solidária
Giugno 21, 2013 0:00 - no comments yet
A 106ª feira de Economia Solidária, apoiada pelo PNCS (Projeto Nacional de Comercialização Solidária) teve início ontem (20) em Teresina, Piauí. Com uma programação bastante diversificada, a I Feira do Comércio Justo e Solidário de Teresina conta com a presença de mais de 100 empreendimentos de 14 municípios do Estado que estão expondo e comercializando seus produtos na Praça Rio Branco até esta sexta-feira (21).
O evento realizado pelo Fórum Estadual de Economia Solidária (Feespi), e pelo Projeto Nacional de Comercialização Solidária, em parceria com vários órgãos governamentais e não governamentais, objetiva promover e estimular o consumo de bens e serviços produzidos pelos empreendimentos de economia solidária, tendo em vista a capacidade que possuem em gerar trabalho e renda, e ao mesmo tempo, distribuir de forma justa a riqueza que geram.
Dando as boas-vindas aos empreendedores e visitantes do evento, a secretária do Trabalho, Larissa Maia, esteve na praça, onde ressaltou a importância da feira. “A Economia Solidária é um negócio inclusivo, baseado no preço justo para quem produz e para quem compra e foi com esse critério que nós, junto ao Governo do Estado, nos organizamos para que a feira acontecesse, divulgando e promovendo os empreendimentos e provando que a economia solidária é uma alternativa de carreira e geração de renda” disse.
Durante os dois dias, a Praça Rio Branco será palco de exposição e comercialização de produtos da área de confecção, artesanato, biojoia e agricultura familiar. Dentre eles, os doces, a cajuína, o sabão líquido e os remédios caseiros produzidos pelo Coletivo de Mulheres Trabalhadoras Rurais (CMTR-PI), que trouxe ao evento representantes de 7 municípios. “O Coletivo tem como objetivo empoderar a mulher empreendedora e incentivá-la para que gere sua própria renda. Sendo assim, não poderíamos faltar a esse encontro que une grupos de objetivos em comum e dá uma grande visibilidade aos nossos produtos”, diz a coordenadora da Coletiva, Maria José.
O PNCS é executado pelo IMS (Instituto Marista de Solidariedade) em parceria com a Senaes-MTE (Secretaria Nacional de Comercialização Solidária – Ministério do Trabalho e Emprego). Até o fim do Projeto, que se encerra ainda neste ano, serão realizadas 108 feiras, ficando ainda por executar a II Feira Mundial de Economia Solidária, em Santa Maria (RS), e a uma na capital de Roraima, Boa Vista.
Com informações do site: http://www.cidadeverde.comAP – Fórum Amapaense de Ecosol convoca audiência pública
Giugno 21, 2013 0:00 - no comments yet
O Fórum Amapaense de Economia Solidária – FAES, convida os empreendimentos econômicos solidários, entidades de apoio, gestores públicos, movimentos sociais e a sociedade em geral de Macapá a participar da Audiência Pública Sobre a Proposta (minuta) de Lei de Iniciativa Popular para Institucionalização da Política de Economia Solidária no Município de Macapá.
Tal projeto propõe a criação do Programa Municipal de Economia Solidária, o Sistema Municipal de Economia Solidária, o Centro de Referência Municipal em Economia Solidária, o Fundo Municipal de Economia Solidária e o Conselho Municipal de Economia Solidária.
O objetivo do debate sobre o PL é sensibilizar os poderes legislativo e executivo, bem como a sociedade em geral. O movimento quer mostrar a iniciativa popular de economia solidária, pautada na realidade local das bases de produção e comercialização e referendada nos espaços de construção e deliberação das políticas públicas de economia solidária. O intuito é impulsionar os empreendimentos de economia solidária, contribuindo para o desenvolvimento de um ambiente socioeconômico livre, justo e solidário, gerando mais oportunidade de trabalho decente e de renda.
Serviço:
Data: 26 de junho de 2013 Endereço: Av. Fab, S/N – Centro Horário: 09hEdital de Seleção de Consultoria Nº 004/2013
Giugno 19, 2013 0:00 - no comments yetContrata Consultoria Pessoa Jurídica na Modalidade Produto
CONVÊNIO UBEE/MTE N° 775193/2012 – Edital de Seleção de Consultoria no04/2013C
1) No de Lotes e Locais de Atuação: 04 (quatro)
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No Lote |
Unidade da Federação |
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01 |
Espírito Santo |
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Rio de Janeiro |
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São Paulo |
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Minas Gerais e Região Sudeste |
2) Experiência profissional:
a) Experiência em assessoria pedagógica na perspectiva da educação popular em atividades formativas de economia solidária, com comprovação em pelo menos 2 anos;
b) Experiência comprovada com a temática de economia solidária e temas afins (comercialização, finanças solidárias, redes de cooperação solidária e formação);
c) Experiência na facilitação de processos participativos e coletivos;
d) Experiência com sistematização de informações e de experiências na perspectiva da educação popular;
e) Conhecimento da realidade da economia solidária no Brasil e no âmbito do estado.
Saiba mais acessando o edital na íntegra clicando abaixo:
EDITAL ASSESSORIA PESSOA JURÍDICA REDE CFES SUDESTE
MG: Seminário promove debate sobre economia solidária e desenvolvimento social
Giugno 18, 2013 0:00 - no comments yet
Ainda no primeiro dia do Seminário de Lançamento dos Projetos “Rede Brasileira de Comercialização Solidária” e “Rede CFES Sudeste (Centro de Formação e Apoio a Assessoria Técnica em Economia Solidária)”, que foram oficialmente inaugurados no dia 13 de junho em Belo Horizonte (MG), ocorreu um painel sobre a “Economia Solidária como Estratégia para a Superação da Miséria e da Desigualdade Social”. A mesa foi conduzida por Manoel Vital de Carvalho Filho, diretor do departamento de fomento a Economia Solidária da Senaes (Secretaria Nacional de Economia Solidária – Ministério do Trabalho e Emprego), e por Sebastiana Almire, representante do FBES (Fórum Brasileiro de Economia Solidária).
Ambos os debatedores fizeram um paralelo entre a Economia Solidária e a superação das desigualdades em nosso País, trazendo elementos constituídos pelo movimento e, também, por políticas públicas que fomentaram o segmento. Vital Filho, relembrou a I Conferência Nacional de Economia Solidária, na qual ficou reforçada que a Economia Solidária é uma estratégia de desenvolvimento, seja local ou nacional.
“Fazer economia solidária é trabalhar desenvolvimento e é trabalhando com desigualdades sociais que se faz todo o sentido. Quando falamos em desenvolvimento não temos que se esquecer da economia. Analisando nossa realidade econômica no Brasil percebemos o quão social é a economia e sua face afirma claramente que a gente trabalha o econômico numa perspectiva da solidariedade. É trabalhando com a economia que temos como enfrentar a miséria e a pobreza, ela é realmente uma estratégia de desenvolvimento”, afirmou Vital Filho. “Dentro do Programa Brasil Sem Miséria falou-se de uma secretaria para criar esse objetivo. Na hora de dividir papeis, a economia solidaria foi para trabalhar inclusão produtiva. Vimos que tem campo e cidade e dentro do governo tem estruturas que trabalham nos dois campos. Quando olhamos nos centros urbanos e a Senaes é um protagonista para este trabalho”, continuou Vital.
Para Sebastiana, a formação é o desafio necessário para conseguir avançar ainda mais na conquista de novas lutas. “O urbano é o nosso grande desafio. Já conquistamos grandes apoios para o campo e temos que reconhecer a luta camponesa e daqueles que morreram por conta da luta. Nós, da cidade, acabamos nos acomodando, precisamos garantir a políticas. Quando Vital coloca que a formação é um processo”, finalizou.
MG: IMS lança dois novos projetos em parceria com a Senaes
Giugno 17, 2013 0:00 - no comments yet
A capital mineira foi o palco, no dia 13, do lançamento de dois novos projetos que o IMS (Instituto Marista de Solidariedade) começará a executar para o próximo triênio. Os projetos “Rede Brasileira de Comercialização Solidária” e “Rede CFES Sudeste (Centro de Formação e Apoio a Assessoria Técnica em Economia Solidária)” foram oficialmente inaugurados com a presença do movimento da Economia Solidária brasileiro, de autoridades locais e federais e, também, com a presença da Umbrasil (União Marista do Brasil).
A mesa de abertura, que ocorreu no Anfiteatro do Colégio Marista Dom Silvério, contou com a presença da diretora do IMS, Shirlei Silva; do presidente da Umbrasil, Ir. José Wagner Rodrigues Cruz; do representante da Senaes (Secretaria Nacional de Economia Solidária), Manoel Vital de Carvalho Filho; e de representantes do Fórum Mineiro de Economia Popular e Solidária, FBES (Fórum Brasileiro de Economia Solidária), Superintendência Regional do trabalho e Emprego de Minas Gerais, Rede Sudeste das/os Educadoras/es, Prefeitura de Belo Horizonte, da Cáritas Brasileira e, por fim, do Conselho Estadual de Economia Solidária.
Para o presidente da Umbrasil e Conselheiro da PMBCN (Província Marista Brasil Centro-Norte), da qual o IMS faz parte, o lançamento destes dois projetos é o ponto culminante de uma caminha que começou em 1995 quando da fundação do IMS em Belo Horizonte. “Dentro da instituição Marista o IMS tem incidido internamente essa nova lógica de comercialização na base do comércio justo e solidário, ajudando os colégios a entender essa nova lógica, mas nas urbanidades dos nossos estudantes e educadores. Temas como a Economia Solidária, o ambiente rural e da cidade, entendimento de um mercado justo, entram em nossas disciplinas da matriz curricular. É preciso preparar o cidadão em novas lógicas mais sistemáticas, na percepção de contar com o novo que ainda desconhece”, explicou Cruz. “Todo esse movimento resulta no evento de hoje, e trago o exemplo do fundador da congregação Marista, que é São Marcelino Champagnat, que circulou o mundo inteiro, e, com certeza, se deparou com várias experiências como estas que estão aqui hoje”, finalizou.
Vital Filho, da Senaes, trouxe o exemplo dos cristãos mundo afora que se organizam em redes para caminhar juntos. “O que Marista fez nos últimos anos foi formar redes e temos, hoje, o coroamento, uma vitória para construir um trabalho de formação. Uma rede de formadores é um exercito da paz, de um mundo novo. Necessitamos trabalhar um elemento econômico, trabalhar mais fortemente para fazer de forma diferente e se organizando de forma coletiva”, afirmou Filho. Já para João Lopes, do FBES, “os dois projetos, para o movimento de ecosol, são como duas bandeiras de luta: acreditamos na luta de uma comercialização justa e solidária, diferenciada, e é por meio dela construímos outro modelo de sociedade e de economia, que já existe e já funciona”, pontuou.
Ambos os projetos lançados são voltados para a economia solidária, com o intuito de formação de redes: um de formadores e outra para o fortalecimento de uma rede nacional de comercialização solidária. Os dois desenhos serão executados por meio de convênio com a Senaes, ligada ao MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) e são uma estratégia do Governo Federal para o Programa Brasil Sem Miséria. O projeto Rede CFES Sudeste será executado nos quatro estados da região Sudeste e o Rede Brasileira de Comercialização Solidária em 24 estados mais o Distrito federal.