Inauguração do Ponto Fixo de Economia Solidária “Feira Terra Viva” em MG
Maggio 15, 2014 10:13 - no comments yet
A Rede Terra Viva é um empreendimento de economia solidária que estabelece alianças entre produtores e consumidores de alimentos e produtos que respeitam a saúde, as relações humanas e o meio ambiente. Em oito anos de existência a Terra Viva vem fortalecendo suas bases e se reformando para proporcionar cada vez mais benefícios às pessoas envolvidas, sejam elas consumidores, produtores ou colaboradores.
Fonte:http://redeterraviva.org/about/
O ponto fixo de comercialização solidária da “Terra Viva” foi selecionado pelo edital do IMS, em agosto de 2013, destinado a aquisição e instalação de equipamentos para o Ponto Fixo de Comercialização Solidária, contribuindo para a promoção e o estímulo para a comercialização de bens e serviços produzidos pelos empreendimentos da economia solidária e agricultura familiar na região metropolitana de Belo Horizonte, estado de Minas Gerais, a partir de uma relação comercial baseada nos princípios da economia solidária e do Comércio Justo e Solidário. Os recursos são oriundos da emenda parlamentar do Deputado Estadual André Quintão.
O lançamento do Ponto Fixo de Economia Solidária Feira Terra Viva será realizado no dia 17de maio de 2014, às 12:00h, na sede do Terra Viva, situado na Rua Capitão Procópio, 18 – Santa Tereza – MG.
Rede ComSol Participa do III Encontro Nacional de Agroecologia em Juazeiro/BA
Maggio 14, 2014 11:28 - no comments yetA Rede Brasileira de Comercialização Solidária (Rede Comsol) estará participando do III ENA – Encontro Nacional de Agroecologia, com os seus representantes de Pontos Fixos de comercialização solidária, principalmente as feiras agroecológicas. A Rede Comsol também realizará, durante o Encontro, a oficina “Economia Solidária: organização coletiva nas práticas agroecológicas”, com o objetivo de dialogar sobre a economia solidária no contexto agroecológico, debatendo com os participantes sobre suas experiências, avanços, limites e como essas práticas podem somar esforços rumo a uma nova sociedade. Um ponto importante é o debate sobre as práticas de comercialização solidária agroecológicas com as experiências presentes, além de apresentar a organização política nacional da Economia Solidária e seu contexto atual. Esta oficina é promovida pelo Instituto Marista de Solidariedade (IMS) e pelo Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) responsáveis pela execução do Projeto da Rede Brasileira de Comercialização Solidária no Brasil, em parceria com o Governo Federal.
Juazeiro (BA) recebe agricultores de todo o Brasil para discutir agroecologia
Edna Marinho dos Santos e Valmir Bezerra de Souza estão na feira agroecológica de Afogados da Ingazeira e vendem para o PAA e o PNAE | Foto: Ripper/ArquivoASAcom
O III Encontro Nacional de Agroecologia (III ENA) será realizado de 16 e 19 de maio de 2014, em Juazeiro (BA), com o lema “Cuidar da Terra, Alimentar a Saúde, Cultivar o Futuro”. Cerca de 2 mil pessoas de todo o país, dentre elas 70% agricultoras e agricultores, e diversos segmentos da sociedade, participarão de seminários, debates e atividades culturais. Encontros como este são espaço de organização e pressão política fundamentais para a expressão democrática de uma significativa parcela da sociedade brasileira.
O evento organizado pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), com a participação de diversas entidades que compõe esta rede, além de movimentos sociais do campo, da saúde, da economia solidária e do feminismo, é o resultado de um processo de mapeamento e visita a experiências concretas por meio de Caravanas Agroecológicas e Culturais, que começaram em 2013.
PROGRAMAÇÃO VARIADA
O centro do III ENA será a “Feira de Saberes e Sabores”, espaço aberto aos moradores de Juazeiro e região, com produtos agroecológicos da agricultura familiar e das populações tradicionais de todo o país. Lugar ideal para a troca de mercadorias, para conversa e amizade, e sobretudo ambiente propício à troca de conhecimento, a Feira será instalada na Universidade Federal do Vale São Francisco (Univasf) e vai narrar também a diversidade das práticas agroecológicas a partir dos territórios por onde passaram as Caravanas e a interlocução das diversas práticas com as políticas públicas existentes – e que garantem ou deveriam garantir a ampliação da produção de alimentos agroecológicos.
Estão previstas, ainda, palestras com intelectuais brasileiros e estrangeiros, e um grande show na noite de sábado. A programação vai ajudar a responder: “por que interessa à sociedade apoiar a agroecologia?”. Os diversos seminários temáticos ajudarão a compreender o emaranhado de relações entre a produção de alimentos e o cotidiano de toda a população. Estão em pauta temas como o acesso universal e livre às sementes em contraposição aos transgênicos; agrotóxicos, contaminação e saúde; reforma agrária e direitos territoriais; acesso à mercados locais e institucionais; agricultura nas cidades e ainda os direitos das mulheres e à comunicação. Ao final do evento será entregue aos representantes do governo uma carta política sobre as discussões nas atividades e demandas do movimento agroeocológico.
CARAVANAS AGROECOLÓGICAS E CULTURAIS
Para a ANA, as experiências concretas dos agricultores e agricultoras são fundamentais e é por meio delas que encontramos caminhos para a produção de alimentos saudáveis e sem agrotóxicos, a partir da agricultura familiar, que fortalece as redes locais da economia e se importa com a igualdade de gêneros e a vida do trabalhador e do consumidor. É por causa deste método de trabalho que as Caravanas Agroecológicas e Culturais ganharam centralidade no processo de mobilização do III Encontro Nacional de Agroecologia entre 2013 e 2014.
Planejadas pela ANA com organizações locais, foram pelo menos 12 territórios visitados em todo o país, envolvendo mais de 2,5 mil pessoas. Divididas por rotas, as visitas às experiências promoveram uma troca de saberes intensa entre os agricultores, técnicos, estudantes, gestores públicos, dentre outros.
As variadas experiências mostraram a capacidade da agroecologia de promover o desenvolvimento dos territórios e o bem-estar da população. Também evidenciaram que há uma série de projetos oposto aos princípios postulados pela agroecologia disputando os territórios, como é o caso do perímetro irrigado a ser implantado na Chapada do Apodi (RN-CE), o crescimento da mineração na Zona da Mata (MG), as hidrelétricas previstas para o rio Tapajós, em Santarém (PA) e o uso intenso de agrotóxicos no Mato Grosso, inclusive na região de Cáceres. Assim como em todo o país, entre outros projetos que impossibilitam a existência da agricultura familiar agroecológica. As atividades garantiram um panorama de realidades muito distintas e que traduzem, em sua diversidade o que é agroecologia. Foi documentada a agricultura no modo de vida na beira dos rios na Amazônia, os mercados de alimentos orgânicos na região Sul e as lutas pela terra no Tocantins e em tantos territórios que ainda sofrem com a dívida histórica da reforma agrária.
Fonte: http://enagroecologia.org.br/
Projeto Estruturação da Cadeia Produtiva do Pequi Implanta Sistema de Germinação e Produção de Mudas
Maggio 13, 2014 9:14 - no comments yetO Projeto Estruturação da Cadeia Produtiva do Pequi, realizado pelo Instituto Marista de Solidariedade (IMS) e Tropical Forest Conservation Act (TFCA), em parceria com Fundo Brasileiro para Biodiversidade (FUNBIO), Rede Cerrado, Central de Comercialização de Economia Solidária, realizou nos dias 08 e 09 de maio de 2014, no assentamento Nova Aliança em Terenos-MS, o curso de manejo florestal do pequi , com a implantação do sistema de germinação e produção de mudas de pequi. O curso contou com a presença do instrutor Osvaldo Augusto, agricultor especialista em germinação e produção de mudas de Pequi, do município de Iporá-GO. Participaram do curso em torno de 35 pessoas, representantes das aldeias da Terra Indígena de Nioaque (Aldeias Cabeceira, Brejão, Água Branca e Taboquinha); Aldeias de Aquidauana,( Ipegue, Embiruçu, Água Branca, Limão Verde e Retomada), participaram também Assentamento Santa Lúcia de Bonito, Vale Verde de Jaraguari, Nova Aliança de Terenos, acadêmicos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). A implantação do sistema de germinação e produção de mudas de pequi, contou com informações teóricas, a preparação da área (abertura das caixas), para semeadura da semente, informações sobre germinação, monitoramento, transplante da muda do berçário para os saquinhos e o plantio propriamente no campo. Foram semeadas 18.000 sementes nas 3 caixas de areia.
O objetivo do Projeto é estruturar a cadeia produtiva do Pequi no Corredor do Extrativismo, promovendo a integração das demais cadeias de produtos da Sociobiodiversidade, para incentivar o manejo florestal de base sustentável do Cerrado junto aos grupos e empreendimentos econômicos solidários de agricultores familiares e comunidades indígenas e quilombolas no Oeste de Mato Grosso do Sul. O Projeto faz parte do programa Convivência e Sustentabilidade no Cerrado do Instituto Marista de Solidariedade.
O IMS desenvolve seis programas que dão norte as nossas ações, entre eles está o de Convivência e Sustentabilidade do Cerrado, com a missão de impulsionar a promoção da convivência e sustentabilidade no Cerrado brasileiro, orientadas pelos princípios da Economia Solidária, da Agroecologia e do Comércio Justo e solidário aliados à preservação do bioma.
Projeto Estruturação da Cadeia Produtiva do Pequi, Implanta Sistema de Germinação e Produção de Mudas de Pequi.
Maggio 13, 2014 9:14 - no comments yetO Projeto Estruturação da Cadeia Produtiva do Pequi, realizado pelo Instituto Marista de Solidariedade (IMS) e Tropical Forest Conservation Act (TFCA), em parceria com Fundo Brasileiro para Biodiversidade (FUNBIO), Rede Cerrado, Central de Comercialização de Economia Solidária, realizou nos dias 08 e 09 de maio de 2014, no assentamento Nova Aliança em Terenos-MS, o curso de manejo florestal do pequi , com a implantação do sistema de germinação e produção de mudas de pequi. O curso contou com a presença do instrutor Osvaldo Augusto, agricultor especialista em germinação e produção de mudas de Pequi, do município de Iporá-GO. Participaram do curso em torno de 35 pessoas, representantes das aldeias da Terra Indígena de Nioaque (Aldeias Cabeceira, Brejão, Água Branca e Taboquinha); Aldeias de Aquidauana,( Ipegue, Embiruçu, Água Branca, Limão Verde e Retomada), participaram também Assentamento Santa Lúcia de Bonito, Vale Verde de Jaraguari, Nova Aliança de Terenos, acadêmicos da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS). A implantação do sistema de germinação e produção de mudas de pequi, contou com informações teóricas, a preparação da área (abertura das caixas), para semeadura da semente, informações sobre germinação, monitoramento, transplante da muda do berçário para os saquinhos e o plantio propriamente no campo. Foram semeadas 18.000 sementes nas 3 caixas de areia.
O objetivo do Projeto é estruturar a cadeia produtiva do Pequi no Corredor do Extrativismo, promovendo a integração das demais cadeias de produtos da Sociobiodiversidade, para incentivar o manejo florestal de base sustentável do Cerrado junto aos grupos e empreendimentos econômicos solidários de agricultores familiares e comunidades indígenas e quilombolas no Oeste de Mato Grosso do Sul. O Projeto faz parte do programa Convivência e Sustentabilidade no Cerrado do Instituto Marista de Solidariedade.
O IMS desenvolve seis programas que dão norte as nossas ações, entre eles está o de Convivência e Sustentabilidade do Cerrado, com a missão de impulsionar a promoção da convivência e sustentabilidade no Cerrado brasileiro, orientadas pelos princípios da Economia Solidária, da Agroecologia e do Comércio Justo e solidário aliados à preservação do bioma.
Edital Contratação de Profissional Analista Social – Rede CEFS Sudeste
Maggio 12, 2014 18:01 - no comments yetO IMS abriu processo seletivo para Analista Social. O profissional contratado irá trabalhar em Belo Horizonte para desenvolver ações que contribuam para fortalecer a economia solidária na região sudeste (Minas Gerais, Espirito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro),por meio do Projeto Centro de Formação e Apoio a Assessoria Técnica em Economia Solidária da Região Sudeste – Rede CFES Sudeste.
Para ver o edital completo clique aqui



