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Gennaio 13, 2009 0:00 , by Unknown - | No one following this article yet.

Escolas Municipais do Pará vão ter Alimentação com produtos da Agricultura Familiar

Febbraio 24, 2015 12:51, by Instituto Marista de Solidariedade » Notícias - 0no comments yet
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Foto: Eduardo Aigner/MDA

O Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), em parceria com o Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição Escolar da Universidade Federal do Pará (Cecane – UFPA), vai investir na construção de cardápios para escolas municipais que estejam de acordo com a realidade local da agricultura familiar e, que consequentemente contribuam para o aumento do percentual de compra de alimentos. O investimento no Projeto Nutre Cecane no estado será de aproximadamente R$ 777 mil e terá duração de um ano.

Para dar início aos trabalhos e ampliar a discussão sobre a compra da agricultura familiar pelos gestores das entidades executoras (EEx) do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), será realizado um encontro do Projeto Nutre Cecane. A reunião com a equipe técnica do projeto ocorre, em Belém, de 23 a 25 de fevereiro, com o objetivo de capacitar, orientar e esclarecer dúvidas sobre as atividades, assim como promover a integração entre as equipes envolvidas.

De acordo com o coordenador de Apoio à Comercialização do Departamento de Geração de Renda e Agregação de Valor (Degrav/MDA), Igor Teixeira, essa iniciativa vem para melhorar a vida de quem produz e de quem compra. “Como já temos uma relação antiga com o FNDE, surgiu a oportunidade de estreitar e parceria com os Cecanes. O projeto visa utilizar a experiência acumulada de profissionais de nutrição dos centros para nos ajudar a preparar estudos de demandas robustos, que dialoguem com a oferta local da agricultura familiar, sempre ampliando e dinamizando o acesso da compra da agricultura familiar pelo Pnae”, explica ao salientar que a lei nº. 11.947/09, que institui o Pnae, estabelece que, pelo menos, 30% dos recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) devem ser utilizados na aquisição de alimentos da agricultura familiar.

Igor Teixeira acrescenta que essa é uma realidade que será possível a partir deste ano. “Esperamos que os cardápios que serão elaborados, a partir de 2015, estejam o mais adequado possível à oferta da agricultura familiar e das organizações da agricultura familiar com DAP jurídica.”

Projeto Nutre Pará

O Projeto Nutre Cecane Pará prevê, ainda, estudos de demanda que valorizem a oferta de produtos regionais, a exemplo do açaí, castanha do Pará, do pescado, polpas de frutas, entre outros. Em sua segunda fase, prevista para 2016, o projeto visa oferecer serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) para as organizações da agricultura familiar nos moldes do Programa Mais Gestão.

O coordenador acredita que essa iniciativa também dará mais oportunidade aos agricultores familiares de gerarem renda e de se organizarem melhor produtivamente. “O objetivo final é que os cardápios que hoje estão em desacordo com o que é ofertado sejam mais qualificados sobre o ponto de vista da qualidade nutricional e da sazonalidade de produtos regionais com alto apelo de consumo. Queremos que o cardápio de fato dialogue com aquilo que é produzido localmente”, finaliza Igor Teixeira.

O Projeto Nutre é uma iniciativa do MDA, desde 2009, que visa aproximar os gestores das secretarias de educação de estados e municípios e organizações da agricultura familiar munidos de DAPs jurídicas habilitados para vender seus produtos para a alimentação escolar. Trata-se da primeira vez que um Cecane contribuirá com essa estratégia Nutre.

 Jalila Arabi – Ascom/MDA

IMS atua no Pará na Assessoria à Empreendimentos da Economia Solidária de Agricultura Familiar: 

Um dos empreendimentos que o IMS assessora é a Rede Bragantina no Pará que reúne atualmente vinte e sete organizações membros que trabalham por uma cultura de sustentabilidade a partir de novas relações econômicas, afetivas, de gênero e etnia, no sentido da existência humana. A missão da Rede é produzir com respeito as culturas, as sinergias da natureza, valorizando os agroecosistemas locais, na perspectiva da segurança alimentar e desenvolvimento sustentável.

A Rede Bragantina está em sete Municípios do Território Nordeste Paraense, tendo como referencia a articulação Santa Luzia do Pará – Pará – Maranhão, com os municípios de Cachoeira do Piriá, Viseu e Capitão Poço, sendo 1 Cooperativa de Agricultores familiares; 4 – Associações de Agricultores familiares; 9 Associações de Remanescente de Quilombo; 1 Associação de Mulheres; 5 Grupos de Mulheres Quilombola; 1 Feira de Agroecologia e Agricultura Familiar; 1 Conselho local. Entidade de promoção deste coletivo, Centro CEDIAM (Centro de Educação e Desenvolvimento Integrado na Amazônia)  e  CEDENPA (Centro de Estudos e Defesa do Negro do Pará)

A Rede Bragantina faz parte do Projeto da Rede Brasileira de Comercialização Solidária – Rede ComSol , projeto do Governo Federal executado pelo IMS. 



IMS visita mais de 100 Empreendimentos Solidários no Brasil

Febbraio 19, 2015 18:03, by Instituto Marista de Solidariedade » Notícias - 0no comments yet

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Depois de percorrer vários estados do Brasil, o Projeto Rede Brasileira de Comercialização Solidária – a Rede ComSol  tem um retrato real dos empreendimentos que fazem parte da Rede. O Instituto Marista de Solidariedade como executora do Projeto está assessorando e acompanhando diversos Pontos Fixos de comercialização solidária por meio das visitas técnicas realizadas desde Julho de 2014. O objetivo principal destas atividades é informar sobre o andamento das ações da Rede ComSol e construir uma matriz de planejamento de negócios para os empreendimentos, propondo elementos para o Plano de sustentabilidade dos pontos fixos de comercialização solidária.

A metodologia participativa utilizada pelo IMS nas visitas técnicas, assegura a valorização das ideias do grupo acerca do processo de comercialização implementado pelo Ponto Fixo e procura identificar as suas principais necessidades para o assessoramento e articulação de parcerias que viabilizem o fortalecimento destes empreendimentos.

Atualmente a Rede ComSol é composta por 145 Pontos Fixos, sendo 75 lojas, 65 feiras e 10 Centrais/Centros Públicos de Economia Solidária presentes em todo o Brasil, sendo 54 pontos localizados no Nordeste, 36 no Sudeste, 19 no Sul, 19 no Norte e 13 no Centro Oeste.

O IMS continua com as visitas pelas diversas regiões do Brasil. De Junho de 2014 até Janeiro de 2015 já foram visitados 104 empreendimentos em todo o país. Neste ano o objetivo também é promover intercâmbios entre os empreendimentos comerciais para a troca de saberes e experiências bem-sucedidas sobre a comercialização dos produtos e expansão dos negócios.

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Orgânicos da Agricultura Familiar Nordestina têm Destaque em Feira Alemã

Febbraio 12, 2015 17:59, by Instituto Marista de Solidariedade » Notícias - 0no comments yet
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Foto: Ascom/MDA

Conhecida como a maior feira de orgânico do mundo, a Biofach 2015 expõe na Alemanha produtos tradicionais do Nordeste brasileiro. Consumidores europeus podem conferir, até sexta-feira (14), polpa de fruta, doces e mel produzidos por cooperativas da Bahia e do Piauí. Todos os produtos são certificados.

A Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc), na Bahia, e a Central de Cooperativas Apícolas do Semiárido Brasileiro (Casa Apis), no Piauí, são as representantes nordestinas. Elas integram a lista dos 10 empreendimentos da agricultura familiar brasileira selecionados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para divulgar seus produtos no evento, que ocorre no Centro de Exposições de Nuremberg.

A gerente comercial da Coopercuc, Jussara Dantas, vê a participação como uma oportunidade de ampliar os negócios internacionais. Essa é a sétima vez que a cooperativa participa da Biofach. Para este ano, a novidade é a polpa de fruta de umbu. “Abrimos uma nova fábrica de polpas de fruta e queremos inserir a polpa de umbu no mercado internacional”, destaca. A cooperativa já exporta os doces para a Áustria e França.

Segunda representante do Nordeste brasileiro, a Central de Cooperativas Apícolas do Semiárido Brasileiro, Casa Apis, participa pela quarta vez da feira. De acordo com o gerente comercial do empreendimento, Wellington Dantas, a cada edição os associados conquistam mais parcerias. “Temos contato com pessoas do mundo inteiro”, acrescenta.

Coopercuc

Com sede no município baiano de Uauá, a 430 quilômetros de Salvador, a cooperativa foi criada em 2004 e passou a integrar agricultores também de Curaçá e Canudos. Trabalha com extrativismo e tem como carro-chefe produtos derivados do umbu, fruto tradicional da região. 249 extrativistas integram a cooperativa. Eles produzem doces, geleias e polpas de frutas como maracujá, goiaba, manga, banana.

Casa Apis 

Fundada em 2005 no município de Picos, a 314 quilômetros de Teresina, a Casa Apis levou mel orgânico para a Biofach 2015.

Serviço
BioFach 2015
Data: 11 a 14 de fevereiro de 2015
Local: Pavilhões Nacionais, 2. 430 –  Centro de Exposições de Nuremberg – “Nuremberg Messe”, Alemanha.

Tássia Navarro
Ascom/MDA



Lanchas Levarão Mutirões de Documentação a mais de 9 mil Mulheres Rurais na Região Norte

Gennaio 30, 2015 16:55, by Instituto Marista de Solidariedade » Notícias - 0no comments yet

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Mais de nove mil mulheres rurais da Região Norte do Brasil poderão adquirir, gratuitamente, a documentação, devido à aquisição de duas embarcações pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).  As lanchas serão responsáveis pelo transporte da equipe e do material necessário para a realização dos mutirões do Programa Nacional de Documentação da Trabalhadora Rural (PNDTR). A expectativa é que as Lanchas de Apoio ao Desenvolvimento Agrário (LADA’s) sejam entregues em março – mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher (8 de março).

Para a diretora de Políticas para Mulheres Rurais do MDA, Karla Hora, as lanchas permitirão levar os mutirões de documentação à regiões ribeirinhas de difícil acesso. “A nossa perspectiva é ampliar consideravelmente a atuação do programa na região de Belém e Santarém (PA). Serão 29 munícipios atendidos, podendo chegar a 38, onde nossa meta é emitir 16 mil documentos e atender mais de 9 mil mulheres.”

O delegado Federal do MDA no Pará, Paulo Cunha, reforça a afirmação da diretora e diz que as LADA’s levarão cidadania e políticas públicas às comunidades ribeirinhas e igarapés do arquipélago de Marajó e para mais de 39 ilhas da região metropolitana de Belém, do baixo Tocantins e da região oeste do estado, cortadas pelos rios Amazonas e Tapajós.

“Existe um verso conhecido de um autor do Pará que diz ‘esse rio é a minha rua’, o que traduz bem certas regiões do nosso estado, que em alguns lugares só podem ser acessadas por rio. Este tipo de embarcação que iremos receber nos ajudará a levar os mutirões do PNDTR para essa importante parcela da população que antes precisava se deslocar para cidades de maior porte para poderem retirar a documentação”, observa o delegado federal.

Segundo a coordenadora de Acesso à Terra e Cidadania do MDA, Elisangela Bezerra, a região norte é a segunda com maior demanda em todo País, ficando atrás apenas do Nordeste, onde existe uma concentração urbana bem maior. “Desde a criação do PNDTR já emitimos mais de 600 mil documentos e atendemos a cerca de 290 mil mulheres na Região Norte. Com a chegada dos barcos iremos aumentar esses números”, assegura.

As representantes do MDA estiveram esta semana em Belém (PA), para acertarem os detalhes finais para o início da operação com as lanchas e realizarem a vistoria dos veículos. As embarcações foram adquiridas por meio do Ministério de Defesa e da Marinha do Brasil.

PNDTR

Criado em 2004, o programa percorre o País com mutirões que oferecem de forma gratuita toda documentação civil, jurídica e trabalhista, com o objetivo de efetivar a condição de cidadã das trabalhadoras rurais, fortalecendo a autonomia e a inclusão produtiva, além de possibilitar o acesso às demais políticas públicas do Governo Federal.

Durante os mutirões, coordenados pela Diretoria de Políticas para Mulheres Rurais do MDA e pelo Incra, também são oferecidas orientações sobre as políticas públicas da agricultura familiar e reforma agrária. O foco da ação são as mulheres, mas homens e crianças que necessitam de documentos também são atendidos.

Fonte: Ascom/MDA

 



Governo Federal Construirá 600 bancos de sementes crioulas no Semiárido até 2016

Gennaio 29, 2015 14:12, by Instituto Marista de Solidariedade » Notícias - 0no comments yet
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fonte: cedasb.org.br

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vai investir R$ 21 milhões

Até fevereiro de 2016, serão construídos 600 bancos comunitários de sementes crioulas no Semiárido com o objetivo de beneficiar pelo menos 12 mil famílias de agricultores que fazem parte do Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Na ação, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) vai investir quase R$ 21 milhões.

Com os bancos comunitários, os agricultores familiares terão acesso a sementes de qualidade (crioulas, adaptadas e varietais). A expectativa é ampliar a produção de alimentos que garantam a segurança alimentar e nutricional das famílias que já têm acesso à água por meio do Programa Cisternas.

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O secretário nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Arnoldo de Campos, afirma que a medida faz parte de um conjunto de ações para incluir produtivamente as famílias pobres da área rural. “Este projeto vai ajudar a enfrentar um grande desafio no Semiárido que é a implantação de sistemas produtivos que convivam melhor com a realidade da região. A produção e a disponibilização de sementes e mudas adaptadas vão contribuir muito para isso”, disse.

Para a implantação dos bancos, o MDS firmou parceria com a Associação Programa Um Milhão de Cisternas para o Semiárido (AP1MC). O termo foi publicado na terça-feira passada (20), no Diário Oficial da União (DOU).

A entidade vai ser responsável pelo planejamento, identificação e seleção dos beneficiários e prospecção, definição e estruturação dos locais de implantaç ão dos bancos de sementes. Além disso, vai realizar ações de mobilização e de capacitação e garantir assistência técnica às famílias.

Saiba mais

Banco Comunitário de Sementes é a estrutura e o conjunto de ações capazes de promover o resgate, a seleção, a multiplicação e o armazenamento de sementes crioulas, assim como promover a multiplicação de sementes varietais.

O acesso às sementes crioulas e a variedades adaptadas às condições locais de produção é crucial para que os agricultores familiares possam ampliar sua produção e resistir às adversidades, como a estiagem.

Os recursos que o MDS vai repassar podem ser utilizados para:

  • Custeio das atividades do projeto;
  • Despesas administrativas como internet, transporte, aluguel, telefone, luz, água e outras similares;
  • Despesas com contratação de profissionais;
  • Despesas com elaboração e impressão de materiais didáticos e informativos;
  • Insumos diversos utilizados na produção de sementes e grãos;
  • Equipamentos, mobiliários e utensílios necessários à estruturação dos Bancos Comunitários de Sementes e eventuais adequações de infraestrutura para recepcioná-los e;
  • Máquinas de pequeno porte destinadas à limpeza e classificação de sementes.

Para constituir um arranjo que fortaleça o resgate, a multiplicação e ampliação do acesso às sementes crioulas e variedades, necessário identificar e organizar dois grupos de beneficiários:

  • Famílias multiplicadoras – agricultores e agricultoras que atuam no resgate, conservação e multiplicação de sementes.
  • Famílias produtoras – agricultores e agricultoras que desenvolvem lavouras de produção de grãos e demais espécies alimentares e forrageiras.

Portanto, há uma parcela de beneficiários com atuação mais intensa no âmbito do projeto (famílias multiplicadoras), a partir dos quais se espera irradiar não só as boas práticas relacionadas à produção de sementes, mas também parte de sua produção, seja para compor os estoques dos bancos comunitários, seja para alcançar os demais beneficiários do projeto (famílias produtoras).

Fonte: www.mds.gov.br

O Instituto Marista de Solidariedade (IMS) desenvolve ações junto às organizações de agricultores familiares em diversas regiões do semiárido brasileiro por meio do projeto Rede Brasileira de Comercialização Solidária. Atualmente várias cooperativas e associações estão sendo assessoradas pelo Instituto a fim de qualificarem principalmente seus processos de comercialização de produtos da agro biodiversidade como grãos produzidos a partir de sementes crioulas.  O apoio do Governo Federal visa promover a inclusão produtiva de pelo menos 12 mil famílias de agricultores somando esforços para a promoção do desenvolvimento local e territorial com bases justas e solidárias.

A importância dessas ações tem por objetivo fortalecer o acesso dessas famílias  aos programas de compras governamentais e institucionais de produtos da agricultura familiar, como  também, o apoio ao cooperativismo e demais empreendimentos da economia solidária.



IMS