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Notícias

January 13, 2009 0:00 , by Unknown - | No one following this article yet.

Chá com Prosa na Paraíba Contou com a Presença de Jovens Estudantes do Ensino Médio

September 24, 2014 11:18, by Unknown - 0no comments yet

 

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O Chá com Prosa trouxe para a roda de conversa o direito a Participação Cidadã e contamos com a participação efetiva de jovens estudantes do  9º e dos 1º ao 3º ano do ensino médio, alguns colaboradores do Colégio Colégio Marista Pio X e representantes do Fórum de Economia solidária da Paraíba.

Com a colaboração para animar o debate de Matheus Firmino, Coordenador de Articulação Política pelo Município de João Pessoa e estudante de Ciências Sociais na UFPB  cuja área de pesquisa é sobre a  participação social no MERCOSUL; da Drª em Psicologia, Gilberta Santos de Souza, também Socióloga e  Integrante do Coletivo Artístico Cultural do Alto do Matheus – atualmente ocupa o cargo de Secretaria de Estado da Mulher e diversidade Humana.

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A participação dos alunos foi um grande momento, interagindo e dialogando, expondo seus pontos de vistas sobre a temática e outros assuntos transversais, enriqueceram o debate. Um ponto que teve bastante destaque foi sobre a participação popular nas manifestações de junho de 2014 em todo o país, a democratização da participação popular nos movimentos, os avanços deste processo no Brasil, mas também a falta da cultura de participação cidadã, da luta pela defesa dos direitos, falou-se muito da importância da participação para o desenvolvimento social e político do cidadão, das lutas pelo direitos políticos, das leis de cota, do valor do voto, da qualidade do  serviço público que depende de fiscalização de cada um.

Sobre o Chá com Prosa

O Chá com Prosa é uma iniciativa do Instituto Marista de Solidariedade (IMS) e do Instituto Marista de Assistência Social (IMAS), que mensalmente reúnem lideranças sociais para juntos aprofundarem o conhecimento e iluminar melhor as práticas e lutas pelos Direitos Humanos. Uma temática é debatida mensalmente criando uma rede de reflexão, aproximando diversos atores por meio do diálogo. A prosa acontece no formato de roda de conversa, possibilitando diálogos interativos entre os participantes. O objetivo do Chá com Prosa é contribuir para fomentar redes de troca de saberes e fazeres, ajudando a consolidar a cultura dos Direitos Humanos.



23 de setembro – Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças

September 24, 2014 9:49, by Unknown - 0no comments yet

trafico de pessoasPara marcar o Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças, celebrado todos os anos no dia 23 de setembro, vários estados brasileiros promovem, ao longo desta semana, ações de mobilização para prevenção à exploração sexual e o tráfico de pessoas. Dentre as ações, destacam-se as realizações de reuniões, seminários e atos públicos.

A Campanha Coração Azul, promovida no mundo todo pela Organização das Nações Unidas, é apoiada pelo Ministério da Justiça. A iniciativa busca conscientizar a sociedade e serve de inspiração para medidas que ajudem a acabar com o tráfico de pessoas. A ação também permite que todas as pessoas demonstrem sua solidariedade com as vítimas do tráfico de pessoas, usando o Coração Azul.

O Coração Azul representa a tristeza das vítimas do tráfico de pessoas e nos lembra da insensibilidade daqueles que compram e vendem outros seres humanos. O uso da cor azul das Nações Unidas também demonstra o compromisso da Organização com a luta contra esse crime que atenta contra a dignidade humana.

Da mesma forma que a fita vermelha se tornou o símbolo internacional da conscientização sobre o HIV/aids, esta campanha busca fazer do Coração Azul o símbolo internacional da luta contra o tráfico de pessoas.

O Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças surgiu a partir da promulgação da Lei Palácios, há 95 anos, exatamente no dia 23 de setembro de 1913, na Argentina. A lei foi criada para punir quem promovesse ou facilitasse a prostituição e corrupção de menores de idade e inspirou outros países a protegerem sua população, sobretudo mulheres e crianças, contra a exploração sexual e o tráfico de pessoas. Assim, guiado pelo exemplo argentino, no dia 23 de setembro de 1999, os países participantes da Conferência Mundial de Coligação contra o Tráfico de Mulheres escolheram a data como o Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças.

O Ministério da Justiça aderiu à iniciativa em parceria com o Escritório da ONU sobre Drogas e Crime (UNODC). A campanha mundial agora tem a sua versão brasileira para mobilizar a sociedade contra esse crime. Relatórios oficiais mostram que há mais de dois milhões de vítimas traficadas no mundo.

Para o ministro da Justiça, a campanha põe em prática um dos principais compromissos do II Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, recentemente lançado: “O mais importante é sempre evitar o crime. A prevenção será estimulada com a campanha, para que as pessoas tomem consciência, denunciem e permitam ao Estado articular suas ações de repressão e de proteção às vítimas”.

Em maio de 2013, o ministro José Eduardo Cardozo, o diretor-executivo do UNODC, Yury Fedotov, e a cantora Ivete Sangalo lançaram a campanha deste ano. A cantora foi escolhida embaixadora da campanha no Brasil. Uma das peças da campanha é um vídeo produzido pela Rede Globo com a participação da cantora.
Com o slogan “Liberdade não se compra. Dignidade não se Vende. Denuncie o Tráfico de Pessoas”, a campanha brasileira insere o Brasil na mobilização internacional contra esse crime.

Para o secretário Nacional de Justiça, Paulo Abrão, o uso do coração azul como símbolo comum e universal permite ampla mobilização social mas, principalmente, permite identificar onde existem centros de apoio e de denúncia. Paulo Abrão explica que as frases escolhidas para a marca da campanha no Brasil são a reafirmação da sociedade brasileira de que seres humanos não são mercadorias e a determinação do governo de combater o tráfico de pessoas.

Fonte: Agência MJ de Notícias
(61) 2025-3135/3315
acs@mj.gov.br
www.justica.gov.br

 



DF: Permacultura é tema do Chá com Prosa no CCBB

September 22, 2014 10:49, by Unknown - 0no comments yet

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Foi embaixo de uma árvore e com vista para a Ponte JK que no dia 18 de setembro universitários da Universidade de Brasília (UnB) e representantes do Instituto Federal de Brasília (IFB), da Pousada Rural Refazenda, Assentamento Marcia Cordeiro Leite e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER) se reuniram no Jardim do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, para dialogar acerca da “Permacultura Urbana no Cerrado”, tema do Chá com Prosa: Direitos Humanos em Pauta, promovido pelo Instituto Marista de Solidariedade (IMS) e o Instituto Marista de Assistência Social(IMAS), unidades de assessoramento da Província Marista Brasil Centro-Norte (PMBCN).

A geógrafa Andrea Zimmermann, do Instituto Matres, disse que a Permacultura é um convite que nos leva a viver de forma mais simples e sustentável incentivando a sociedade a ter uma relação mais próxima com a natureza. Para isso, ela pontuou os três pilares da Permacultura na sua versão contemporânea: O Cuidado com a Terra: Providência para que todos os sistemas de vida prossigam e se multipliquem. Este é o primeiro princípio, porque sem uma terra saudável, os seres humanos não podem desempenhar suas qualidades; O Cuidado com as Pessoas: Provisão para que as pessoas acessem os recursos necessários para sua existência e a Repartição dos excedentes: Trata-se da partilha justa. Ecossistemas saudáveis utilizam a saída de cada elemento para nutrir os outros. “Precisamos repensar o uso dos recursos naturais para vivermos de uma forma diferente”, sugeriu Zimmermann, que vive na Chácara Toca da Coruja, uma estação permacultural, próxima a Brasília, onde implementa a Permacultura por meio de diferentes tecnologias sociais. Ela planta a maior parte dos alimentos de sua família de forma agroecológica e em agroflorestal.

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Eduardo Lira, do Instituto IPOEMA, destacou que a Permacultura perpassa pelo formato da observância entre o homem e a natureza, o que propõe a organização de sistemas produtivos integrados à natureza, onde elimina o desperdício e reciclagem de insumos. Segundo ele, é preciso analisar o meio em que se vive e, a partir daí, desenvolver atitudes práticas para uma vida mais saudável, entre elas, a reciclagem do próprio lixo e o tratamento da água em pequenos sistemas. Lira afirmou ainda que a sociedade, na maioria das vezes, espera soluções vindas das políticas públicas e, no entanto a sociedade deve desenvolver ações cotidianas que antecedam a ação governamental. “Precisamos quebrar paradigmas e nos libertar dessa dependência. Nós mesmos devemos começar a fazer a diferença no espaço em que vivemos”, disse ele.

Aplicação do Modelo de Permacultura em Grandes Cidades

De acordo com Andrea Zimmermann aplicar a Permacultura em grandes cidades, exige muito mais movimentação das relações colaborativas e controle social, uma vez que nas grandes metrópoles, impera um modelo desenvolventista e empresarial. Uma alternativa, segundo ela, é que nestas regiões as pessoas iniciem a aplicação da Permacultura cultivando sua horta nas janelas de suas casas. Além disso, Andrea e Eduardo elencaram algumas atitudes práticas para uma vida mais sustentável nas grandes cidades: optar pelo uso da bicicleta, utilização da agricultura periurbana, mobilhar a própria casa com moveis de palha ou recicláveis, apagar as luzes dos cômodos da casa que não tenham a presença de pessoas e a valorização da produção alimentar local.

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Por fim, os convidados divulgaram o site www.sustentavelnapratica.net que traz dicas sobre o consumo consciente, produtos e serviços que contribuem para a sustentabilidade no DF, projetos ao seu alcance, para deixar sua vida mais sustentável e a amostra de atitudes cotidianas que fazem a diferença. Essa iniciativa é empreendida por voluntários que compartilham conhecimentos, por acreditar que a sustentabilidade está ao alcance de cada pessoa, família ou comunidade.

Por Fernanda Carmo, jornalista da Área Social PMBCN

Fotos: Webert da Cruz, Ascom IMS



IMS realiza hoje Chá com Prosa na Paraíba sobre Direito à Participação Cidadã

September 19, 2014 10:07, by Unknown - 0no comments yet

Com o objetivo de dialogar com os Jovens cidadãos e cidadãs, educadores e demais convidados do Colégio Marista Pio X, O CHÁ COM PROSA: Direitos Humanos em Pauta, na sua 3ª edição de 2014 na Paraíba, traz para roda de debate o tema: Direito a Participação Cidadã.

Por três séculos os segmentos populares foram alijados do exercício do poder, perpetuando historicamente processos de exclusão política e economia do povo brasileiro. Diversos aspectos remetem a essa questão entre eles a intimidação, a desqualificação somando-se a preconceitos, mantendo afastadas as pessoas do mundo da política. Esses antecedentes históricos causaram danos a formação social, política e econômica do País. A história do voto no Brasil é caracterizada pela luta de vários segmentos sociais para serem incluídos neste direito, que é o cerne da própria cidadania. A partir da conquista que conduziram a redemocratização e resgate para o País a condição de Estado de Direito, destacando-se a eleições livres e diretas, o fim da tortura política, a promulgação da constituição de 1988, livre existência dos partidos entre outras. Dentro desse novo contexto democrático começa a ser viabilizados os processos de participação cidadã, materializando-se em projeto de vida da sociedade, de modo a garantir os direitos fundamentais de cidadania e uma vida digna para todo e todas, igualmente a observância dos deveres de cidadania, concretizando-se a plena condição cidadã.

Daí a importância de promover a reflexão sobre a participação política dos/as Cidadãos/as, dos jovens, das mulheres a igualdade na participação política, a lei das cotas, mas também remetendo-se a história  e o direito ao voto no Brasil e o voto consciente.

O Chá com Prosa na Paraíba é promovido pelo Instituto Marista de Solidariedade e pelo Colégio Marista Pio X, no intuito de promover espaços de debates sobre temas que permeiam o universo dos direitos humanos com instituições afins e público em geral, dando visibilidade, fortalecendo redes de parceiros colaboradores e contribuir para a construção de políticas públicas com foco no tema.

Contaremos com a participação de Alunos de ensino médio do Colégio marista Pio X, do Fórum Regional de Economia Solidária da Mata, educadores e demais  colaboradores do Colégio Marista Pio X, e entidades parceiras da Economia Solidária da Paraíba.

Para animar o debate contaremos com o Matheus Firmino, Coordenador de Articulação Política pelo Município de João Pessoa; Estudante de Ciências Sociais na UFPB tendo como área de pesquisa a participação social no MERCOSUL; Integrante do Coletivo Artístico Cultural do Alto do Matheus – MULINGA

Chá com Prosa

Local: Anfiteatro do Colégio Marista Pio X

Data: 19 de Setembro

Horário: 10h

 



Vem aí a VIII Eco Feira do Mercado Sul

September 16, 2014 9:52, by Unknown - 0no comments yet

Eco feira

No próximo sábado, dia 20, tem a 8ª edição da Eco Feira do Mercado Sul. A partir das 15h, no Beco do Mercado Sul de Taguatinga. Muitos expositores com artesanatos, fitoterápicos e fitocosméticos, alimentos da agricultura familiar, produtos da economia solidária, entre outros. Entrada franca e livre!

NA PROGRAMAÇÃO CULTURAL:

15h: Roda de conversa sobre Tecnologia e Territórios Livres (Rádio Rua)
16h: Apresentação Chegança do Boi – Grupo Escola Livre do Teatro da Praça
17h: Roda de Capoeira com o grupo Semente Do Jogo De Angola Brasília
18h: Mamulengo Gratidão com a Cobra Madalena – Miguel Mariano Mariano e Trupe

Durante toda a EcoFeira, teremos palco aberto para quem quiser chegar, mediado por Sabrina Falcão.

Às 19h, a programação no Beco segue Sarau do Café FORA DE CENA.

SOBRE A ECOFEIRA

Promovida pela Oficina Tempo Eco Arte, amig@s e parceir@s solidári@s, a Eco Feira do Mercado Sul reúne artesãos e artistas que trabalham com o princípio da economia solidária, da sustentabilidade e da reutilização de resíduos sólidos. Além de um evento para exposição e venda de produtos ecológicos, a Eco Feira é um espaço de convívio, diálogo, oficinas, comunicação livre e manifestações culturais.

Fonte: Espaço Cultural Mercado Sul



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