Carta Aberta do XIII Encontro Nacional do Fórum Brasileiro de Economia Solidária
21 de Março de 2016, 17:09 - sem comentários aindaPostado por Secretaria-Executiva do FBES
Diante da atual situação em que se encontra o país, para além de pensar as políticas públicas inclusivas que perderam espaço, hoje corremos o risco de ter nossa democracia brasileira tão jovem desfeita. Neste sentido, a Coordenação Nacional do Fórum Brasileiro de Economia Solidária, que esteve reunida de 15 a 17 de março de 2016, em Luziânia (GO), deixa sua posição em relação a este momento - vamos à luta pela democracia brasileira e pela democratização dos meios de comunicação.
CARTA ABERTA
XIII Encontro Nacional do Fórum Brasileiro de Economia Solidária
Luziânia, 17 de março de 2016.
Diante da atual conjuntura política que o país está vivenciando, nós Fórum Brasileiro de Economia Solidária nos posicionamos a favor da Democracia Participativa.
Fórum Brasileiro reúne nesta semana sua Coordenação Nacional e Executiva
15 de Março de 2016, 0:25 - sem comentários aindaPor Secretaria-Executiva do FBES
Fortalecer a atuação e incidência do Fórum Brasileiro de Economia Solidária-FBES - este é um dos objetivos pelo qual a Coordenação Executiva está reunida hoje em Luziânia, Goiás. A partir de amanhã (15/03) junta-se as/os representantes da Coordenação Nacional do FBES para refletir a conjuntura interna e externa e a condução de propostas para este período. Também será tema fundamental deste encontro a construção das bases da VI Plenária Nacional de Economia Solidária. Em linhas gerais o objetivo da reunião é:
Secretaria Nacional de Economia Solidária corre risco de ser extinta
4 de Março de 2016, 20:46 - sem comentários aindaPor Marcela Reis (http://abong.org.br/)
Reforma ministerial ameaça pôr fim à pasta. Movimentos ligados à pauta protestam
“Consideramos a Economia Solidária a novidade instaurada como uma nova política pública e uma agenda positiva frente às interrogações que a crise internacional e seus reflexos nacionais nos impõem, tais como a ofensiva reacionária e conservadora que vem produzindo as condições para um golpe.”
Curralinhos sedia I Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária
10 de Dezembro de 2015, 13:05 - sem comentários aindaEnviado por Solange Nascimento* - (solsecretaryo@hotmail.com)
Nos dias 18 e 19 de dezembro o município de Curralinhos, no Estado do Piauí, irá sediar a I Feira da Agricultura Familiar e Economia Solidária de Curralinhos no Território Entre Rios. O evento é realizado pela Prefeitura de Curralinhos com o apoio da Secretária de Desenvolvimento Rural (SDR), Sebrae, Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais de Curralinhos - Piauí, entre outros parceiros, e encerra o cronograma estadual de feiras para este ano.
Empreendedores sociais, representantes políticos e da Superintendência Regional do Trabalho e Previdência Social estarão presentes, além do Fórum Regional e a Coordenação Executiva do Fórum Estadual de Economia Solidária.
Na noite de sexta-feira, 18, ocorrerá a abertura oficial da feira, com visitas aos stands, e apresentações culturais. No sábado, 19, a programação, começa pela manhã, e conta com abertura dos stands, apresentações culturais, palestras realizadas pela Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (ADAPI), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) e Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Piauí (FETAG-PI) além da escolha da rainha da Agricultura Familiar do Território do Território Entre Rios.
* Solange Nascimento é do Fórum Estadual do Piauí e também do GT Nacional de Mulheres.
FEEPSPI participa da I Feira de Economia Solidária do Piauí
15 de Outubro de 2015, 20:41 - sem comentários aindaPor Letícia Sousa - ASCOM SRTE/PI
Na última semana, durante os dias 7,8 e 9 ocorreu a I Feira da Economia Solidaria do Piauí. O evento realizado pela Associação Piauiense de Apoio e Incentivo à ações e Estudos para o Desenvolvimento Sustentável (ASPAIEDES), com apoio do Governo do Estado, através da Secretaria de Estado do Trabalho e Empreendedorismo (Setre), do Fórum Estadual de Economia Popular e Solidária (FEEPSPI) e Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) contou com a presença da superintendente do Ministério do Trabalho e Emprego, Paula Mazullo e da Chefe do Núcleo da Economia Solidária (NES/SRTE/PI) e Membro da Coordenação Estadual do FEEPSPI, Francisca Andrade Soares, na solenidade oficial de abertura.
Na ocasião, a superintendente falou de sua satisfação em presenciar a concretização de eventos que apoiam essa economia justa e solidaria, "No Estado, temos mais de 1.100 empreendimentos econômicos solidários e ações como essa possibilitam o aumento desse número. A Setre e todos os organizadores estão de parabéns", afirmou Mazullo.
O evento também recebeu o apoio do Núcleo da Economia Solidária (NES/SRTE/PI), através da Francisca Andrade Soares, que aproveitou o momento para interagir com os empreendimentos que possuem assento e os não assentados no fórum, tanto da Capital como dos demais municípios piauienses presentes, "fiquei imensamente satisfeita pela participação dos grupos de empreendimentos solidário, que, nesse momento, se juntam, trocam ideias e crescem, passando a produzir mais e melhor, enquanto os visitantes tiveram a oportunidade de comprar de forma solidaria, gerando trabalho e renda", conclui a chefe do NES/SRTE/PI.
A feira que reuniu 100 empreendimentos solidários de 15 municípios piauienses expondo, divulgando e comercializando seus produtos, na Praça Pedro II, também teve diversas atividades de formação gratuitas, entre elas, a palestra do Agente, Conselheiro de Economia Solidária do FEEPSPI, Auditor Fiscal do Trabalho do MTE/PI e Suplente do FEEPSPI - representante da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego/PI, Rubervam Maciel du Nascimento.
Em sua palestra, aberta para participação popular, o agente questionou o discurso de crise, apresentando informações, que em sua opinião, compravam que a grande crise não é econômica, mas sim uma avalanche de pressão que busca atingir os programas sociais. Evidenciou a diferença entre o sistema econômicos desenvolvimentista e o ortodoxo, mostrando a economia solidária como uma ruptura da economia ortodoxa e não apenas como uma saída para o desemprego. O AFT concluiu dizendo que a ecosol é forte, não é em vão, mas sim uma resposta a todo o sistema econômico e social atual.