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Noticias do Fórum Baiano de Economia Solidária

13 de Janeiro de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.

Certificação de orgânicos dificulta chegada de produtos no mercado

26 de Junho de 2014, 17:54, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: racismoambiental.net Por Mariana Melo* Da Carta Capital

Em Arataca, no sul da Bahia, é feito o "chocolate rebelde". Produzido por 55 famílias em um assentamento do Movimento Sem Terra localizado em meio a grandes propriedades exportadoras de cacau, o chocolate Terra Vista levou oito anos para ganhar a certificação de "orgânico", que indica um cultivo sem agrotóxicos e com técnicas sustentáveis. O longo e penoso período dificulta, e pode até inviabilizar, a criação de novos produtos orgânicos para o mercado brasileiro, especialmente no caso de pequenos produtores.



Feira de Economia Solidária Junina acontece até o próximo dia 24 - See more at: http://www.pmvc.ba.g

11 de Junho de 2014, 13:04, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: http://www.pmvc.ba.gov.br

Como acontece todos os anos, durante a programação do Forró Pé de Serra do Periperi, os empreendedores dos grupos de Economia Solidária de Vitória da Conquista têm espaço garantido. Nesta edição do evento, a tradicional Feira de Economia Solidária Junina acontece em três espaços da cidade - Praça 9 de Novembro, Praça Barão do Rio Branco e no Centro Cultural Glauber Rocha - Educação e Cultura - e vai beneficiar, diretamente, mais de 150 famílias que irão comercializar seus produtos, artesanais e alimentícios. "O Centro Cultural é mais um espaço que o Governo Municipal disponibiliza para que os empreendedores da Economia Solidária tenham condições de ampliar suas rendas", explica o coordenador municipal de Economia Solidária, Geovane Viana.



Visita do prof. Jean-Louis Laville à EUAFBA

10 de Junho de 2014, 5:07, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Divulgado por Leonardo Leal (leopratesleal@gmail.com)

Jean Louis Laville, é Sociólogo, Professor do CNAM- Paris e Coordenador Europeu do Instituto Karl Polanyi de Economia Política. Autor de mais de 20 obras no campo da sociologia econômica, entre as quais o Dicionário Internacional da Outra Economia. Ele é o principal responsável pela elaboração do conceito de Economia Solidária na França.

" Precisamos romper com a idéia segundo a qual só existe uma forma de empresa: a sociedade de capitais. Não há um único princípio de mercado; não há um único tipo de empresa; não há uma única motivação humana baseada no material e no lucro. Existem outras motivações que podem ser incluídas, como a solidariedade que pode representar um fator organizador da produção ".



Oficina de Economia Solidária e Software Livre para multiplicadores do Casa Brasil

8 de Junho de 2014, 7:53, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: http://softwarelivre.org

Hoje (07/01/2006) foi realizada no município de Camaçari/Bahia numa Associação de Bairro que sedia um ponto do "Casa Brasil" a Oficina de Integração de Economia Solidária e Software Livre. Foi uma experiência única com duas dinâmicas: (1) sobre Economia Solidária com foco no princípio que cooperando consegue-se suprir as barreiras impostas pela lógica de mercado (capitalista) e (2) sobre um exemplo/sugestão de autogestão de telecentros comunitários com foco que a associatividade e cooperação na comunidade pode SIM vencer a dificuldade financeira de manter um centro de computadores, mesmo sem financiamento de governos, empresas ou outras instituições.



Carta Política do III ENA

28 de Maio de 2014, 15:23, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: www.agroecologia.org.br

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"Cuidar da Terra, Alimentar a Saúde e Cultivar o Futuro". Com este lema, o III Encontro Nacional de Agroecologia (ENA) reuniu-se entre os dias 16 e 19 de maio de 2014 na cidade de Juazeiro-BA. Com o público de mais de 2.100 pessoas vindas de todos os estados brasileiros, fizeram-se representar trabalhadores e trabalhadoras do campo, portadores de diferentes identidades socioculturais (agricultores familiares, camponeses, extrativistas, indígenas, quilombolas, pescadores artesanais, ribeirinhos, faxinalenses, agricultores urbanos, geraizeiros, sertanejos, vazanteiros, quebradeiras de côco, catingueiros, criadores de fundos em pasto, seringueiros) , técnicos, pesquisadores, professores, extensionistas e estudantes, além de gestores convidados. Com a presença majoritária de trabalhadores e trabalhadoras rurais, nosso encontro alcançou participação paritária entre homens e mulheres, contando também com expressiva participação das juventudes.



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Bahia, Organização do movimento
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