<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) FBES - Fórum Brasileiro de Economia Solidária</title><link>http://cirandas.org/fbes</link><description>Conteúdo do(a) FBES - Fórum Brasileiro de Economia Solidária publicado no CIRANDAS</description><item><title>III Feira Viva: alimentos sem veneno em Novo Hamburgo/ RS</title><description>#&lt;Proc:0x00006551faea15d0@/app/app/models/event.rb:110&gt;</description><pubDate>Fri, 17 Feb 2017 12:34:22 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/iii-feira-viva-alimentos-sem-veneno-em-novo-hamburgo-rs</link><guid>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/iii-feira-viva-alimentos-sem-veneno-em-novo-hamburgo-rs</guid></item><item><title>Economia Solidária como alternativa e crítica ao capitalismo</title><description>&lt;pre&gt;[+] Texto de autoria de &lt;span class="author"&gt;&lt;a href="/shirleisilva/blog" target="_blank"&gt;Shirlei A. A. Silva&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; - (14.dez.16)&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;Estamos vivendo um momento crucial da humanidade, onde construímos um sistema de valores e crenças, baseado na opressão, na guerra e na tirania, tanto entre os seres humanos quanto entre estes e todos os demais seres que habitam o planeta terra. Temos chamado este sistema de capitalismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Compreendendo um pouco melhor, vamos a força das palavras: &lt;strong&gt;capitalismo é&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;um substantivo masculino.&lt;/strong&gt; A palavra capital vem do latim&lt;em&gt;&lt;strong&gt; capitale&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, derivado de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;capitalis &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;(com o sentido de "&lt;strong&gt;principal, primeiro, chefe&lt;/strong&gt;"), e vem do proto-indo-europeu&lt;em&gt;&lt;strong&gt; kaput &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;significando "&lt;strong&gt;cabeça&lt;/strong&gt;"&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt; Este, nomeia um sistema socioeconômico tendo como base a legitimação da apropriação privada de tudo que é considera &lt;em&gt;bens&lt;/em&gt; e a irrestrita liberdade do comércio e da indústria, seu principal objetivo é a acumulação de riquezas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste sistema, a centralidade está na posse individual do "cabeça", do chefe, numa visão claramente patriarcal, hierárquica opressora. Este visualiza todo o seu entorno, como possíveis &lt;strong&gt;&lt;em&gt;bens, coisas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que podem ser apropriadas para a promoção da maximização do lucro, nesse sentido, faz parte do sistema se relacionar com o planeta (seres humanos, bichos, rios, solo, montanhas, plantas ou o próprio planeta) como coisas, mercadorias que devem ser racionalmente negociadas no mercado, gerando cada vez mais lucro e acumulação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este sistema valoriza e promove a competição, a disputa, a luta, as hierarquias opressoras, o mando, o autoritarismo, a obediência cega ao chefe, ao poder, a apropriação de recursos, a destruição, a morte e o medo e portanto a guerra, pois estes são parte estruturante do próprio sistema e de onde ele se alimenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O capitalismo gera seres humanos, medíocres, medrosos, covardes e infantilizados, limita o pensamento crítico e libertário, impõe a opressão as mulheres, as crianças, as artes e a literatura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em contraponto, entendemos que&lt;strong&gt; Economia&lt;/strong&gt; é um &lt;strong&gt;substantivo&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;feminino&lt;/strong&gt;, o elemento "eco" vem do grego oikos e significa "casa, lar, domicílio, meio ambiente". Na sua origem, portanto, &lt;strong&gt;Economia&lt;/strong&gt; é a arte de bem administrar a casa + &lt;strong&gt;Solidária&lt;/strong&gt; que é por sua vez um &lt;strong&gt;adjetivo, também feminino&lt;/strong&gt;, vem do Francês SOLIDAIRE, "interdependente, completo, inteiro" e do Latim SOLIDUS, "firme, inteira, completa" que acrescenta, qualifica o substantivo Economia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt;Economia Solidária se constitui por princípios e práticas fundadas em relações interdependentes, sólidas e altivas de colaboração, trocas e partilhas, apoiadas em um princípio matrilinear&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então, &lt;strong&gt;Economia Solidária&lt;/strong&gt; se constitui por princípios e práticas fundadas em relações interdependentes, sólidas e altivas de colaboração, trocas e partilhas, apoiadas em um princípio matrilinear, onde as relações entre os seres humanos deve ser fundamentalmente horizontais, fundadas no reconhecimento da outra pessoa como parte de mim e do todo. Estas práticas por sua vez são inspiradas por valores culturais que colocam o cuidado com a casa comum, portanto com a vida em todas as suas dimensões, expressões e formas e a promoção da felicidade da pessoa humana e suas coletividades, como sujeitos e finalidade da atividade econômica, cultural e política.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Economia Solidária busca bases diferentes e antagônicas ao capitalismo, não se baseia na acumulação, mas no cuidado com o planeta e todos os seres que nele habitam, na perpetuação das condições para gerar vida e isto requer a tomada de consciência, criatividade e responsabilidade dos indivíduos e a solidariedade entre os cidadãos e cidadãs, que se reconhecem como parte e não comerciantes da natureza e que com ela e entre ela está em total conexão e interdependência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Economia Solidária se coloca também como propulsora de um (des)envolvimento endógeno, vindo a partir das necessidades das comunidades humanas, no diálogo franco e direto, onde a definição do que produzir, vem a partir das necessidades reais também do planeta e todas as criaturas, onde a produção, a distribuição, as finanças e o consumo são ações responsáveis e contextualizadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, é importante ficar alerta: a força militante e propositiva da Economia Solidária não pode se bastar em si mesma, não pode ficar somente no mundo das ideias, em fundamentalismos, tristes e rancorosos, que se envenenam com a disputa pequena, cada vez mais adoecidos em grupos fechados de militontos &lt;a href="#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;(¹)&lt;/a&gt;, onde pessoas fracas e débeis se encontram somente para criar intriga, apontar defeitos uns dos outros, para reclamar e se lamentar, debatendo ardorosamente para saber quem é do dono da razão, ou quem são os donos da Economia Solidária, numa ação antropofágica se consomem a si mesmos, afastam quem poderia chegar, somar e enriquecer o debate. &lt;strong&gt;Afirmo: isto não é economia solidária&lt;/strong&gt;, não promove o bem viver e na verdade serve ao projeto Capitalista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É preciso ter coragem para ir além, romper o lugar comum, o que já está dado, se tornar prática e práxis. Ser espaço gerador de felicidade, beleza, leveza, esperança, lugar da ética, da estética, da poética e também da patética.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #ff6600;"&gt;A Economia Solidária não se forma com pessoas dependentes, frágeis e débeis. Mas, com mulheres e homens, jovens e velhos, crianças e adolescentes, de todas as raças e credos, conscientes do seu papel no mundo&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Economia Solidária não se forma com pessoas dependentes, frágeis e débeis. Mas, com mulheres e homens, jovens e velhos, crianças e adolescentes, de todas as raças e credos, conscientes do seu papel no mundo, seres políticos, que estrategicamente se colocam, se questionam, se auto organizam, não esperam por projetos ou políticas externas aos seus coletivos, tem a coragem de olhar de frente e respeitam e tentam compreender suas diferenças e conflitos fazendo destas sua força, recriam reinventam as maneiras e significados do trabalho, dos produtos e serviços gerados, da vida comunitária, constroem comunidades autônomas e altivas, determinadas e propositivas para todos os campos da ação humana, baseados nos princípios do cuidado e da vida plena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Economia Solidária, neste momento histórico, considero como um fronte de resistência, um possível contraponto, frente às imposições do sistema capitalista, que tenta cada vez mais ferozmente transformar tudo em mercadoria, até mesmo a mercantilização das relações, a ameaça de destruição do planeta em mais de 23 diferentes formas simultâneas. A Economia Solidária deverá estar de mãos dadas e em sintonia com outros movimentos sociais, apontando a necessidade urgente de um outro paradigma não capitalista, que promova uma sociedade cuidadora e saudável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, a própria existência e a necessidade de uma economia do cuidado, vem do fato que a economia capitalista não atende, não preenche as necessidades da vida, dos sujeitos e do planeta, ao contrário coloca este em risco. A Economia Solidária, necessariamente vai mais além da crítica, pois traz no seu bojo, no seu âmago, uma proposta de reflexão, ação, reflexão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitas iniciativas que nos fazem saborear a sociedade dos nossos sonhos já estão em prática, baseadas em uma nova lógica, distante do modelo capitalista, são organizações comunitárias em ecovilas, ocupações urbanas, produção agroecológica, biodinâmica, permacultura, feiras orgânicas, lojas solidárias, fundos rotativos, bancos comunitários com moeda social, redes e cadeias produtivas. Nestes espaços se busca o exercício de uma democracia direta e não representativa, muito além de uma categoria produtiva. Esta perspectiva está gerando novas concepções e formas da escola, de espiritualidade, de relação com o tempo, com o trabalho e até mesmo redefinindo as reais necessidades humanas e apontando para novas forma de se fazer política voltadas a valores éticos e responsáveis e uma economia da vida verdadeira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nascemos para sermos cuidados e cuidadores, e podemos enquanto seres em evolução aprender cada vez mais a dimensão do verbo AMAR. Não somente como um sentimento melancólico, mas como um verbo regular, transitivo direto. Enquanto verbo exige ação. Não tão somente contemplação, ou falsa passividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desta maneira a Economia Solidária se transforma não somente numa crítica, mas verdadeiramente uma antítese do capitalismo.&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;"Economia é todo dia e a nossa vida não é mercadoria"&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[¹]&lt;/a&gt; Ver texto do Frei Betto - &lt;a href="http://www.revolucoes.org.br/v1/sites/default/files/dez_conselhos_para_os_militantes_de_esquerda.pdf" target="_blank"&gt;Dez Conselhos para os Militantes de Esquerda&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 09 Feb 2017 01:50:24 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/economia-solidaria-como-alternativa-e-critica-ao-capitalismo</link><guid>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/economia-solidaria-como-alternativa-e-critica-ao-capitalismo</guid></item><item><title>Feira GAIOLA ATMOSFÉRICA, 5 de fevereiro de 2017</title><description>#&lt;Proc:0x00006551fa396dc0@/app/app/models/event.rb:110&gt;</description><pubDate>Sat, 04 Feb 2017 03:19:42 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/feira-gaiola-atmosferica-5-de-fevereiro-de-2017</link><guid>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/feira-gaiola-atmosferica-5-de-fevereiro-de-2017</guid></item><item><title>Vale do Sinos presente no Fórum Social das Resistências</title><description>&lt;p&gt;De 17 a 21 de janeiro aconteceu o Fórum Social das Resistências, em Porto Alegre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Fórum Gaúcho de Economia Popular Solidária foi um dos mobilizadores do evento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante todos os dias aconteceu a Feira de Economia Solidária que contou com o Mercado de Trocas Solidárias, promovido pela Rede de Trocas Solidárias do Rio Grande do Sul.  O Kilombo Morada da Paz, de Triunfo, também foi feirante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O debate Velhos e Novos Sistemas de Resistência Econômica, dia 19 de janeiro, contou com Paul Singer, Katiucia do Banco da Cascata e o pessoal do Kilombo, que é participante da Feira Viva que acontece em Novo Hamburgo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4091/IMG_20170121_151158473.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4090/IMG_20170121_124858861.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4089/IMG_20170121_150918222.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4088/IMG_20170118_180929285.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4092/IMG_20170121_151356979.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4093/IMG_20170121_145357367.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4094/IMG_20170121_151423724.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4095/IMG_20170121_151706510.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4096/IMG_20170121_151639223.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4086/IMG_20170118_125847982.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4087/IMG_20170118_091857302.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4083/IMG_20170121_101210289_HDR.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4085/IMG_20170121_122801313.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/4084/IMG_20170118_202228042.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 24 Jan 2017 12:55:40 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/vale-do-sinos-presente-no-forum-social-das-resistencias</link><guid>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/vale-do-sinos-presente-no-forum-social-das-resistencias</guid></item><item><title>Novo tempo para o exercício da autonomia</title><description>&lt;pre&gt;[+] Texto de autoria de &lt;a href="/marceloinacio" target="_blank"&gt;Marcelo Inácio de Sousa&lt;/a&gt; (08.nov.16)&lt;/pre&gt;
&lt;p&gt;O dia 3 de novembro passado amanheceu com a notícia do final de um ciclo de cozimento de mais de um ano. O rebaixamento da Secretaria Nacional de Economia Solidária (Senaes), criada em 2003, estava em processo deste o anúncio da reforma ministerial feito pela presidenta Dilma Rousseff em outubro de 2015. A meta do governo era encolher a estrutura e os gastos governamentais – lógica que permaneceu após o golpe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas a efetivação do rebaixamento com o Decreto 8.894 não é o cerne do ataque à política de Economia Solidária. O encolhimento vem acontecendo gradativamente, com redução de recursos e ameaças políticas. Basta lembrar que ainda em setembro do ano passado uma entrevista com o ex-secretário nacional Paul Singer, veiculada pelo portal da Fundação Rosa Luxemburgo, especulava sobre sua substituição para aplacar a crise política com o Partido Democrático Trabalhista (PDT).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Fórum Brasileiro de Economia Solidária (FBES) já tratava da pauta do rebaixamento desde a reunião da Coordenação Executiva em janeiro deste ano. Desta atividade – e das demais, posteriores – saiu a firme convicção que o caminho agora é fortalecer a atuação e a incidência do FBES, destacando como bandeira a centralidade da Economia Solidária como a política transversal democraticamente construída, capaz de articular outras políticas setoriais rurais e urbanas. Nosso campo sempre foi esse e o caminho para sua efetivação ainda demanda anos de muito trabalho. Porém, é preciso ficar bastante atento para impedir que haja retrocessos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do ponto de vista técnico, a Subsecretaria de Economia Solidária deve continuar como "unidade gestora", ou seja, ela deve manter sua autonomia estrutural para prestação de contas e pagamento de parcelas. Mas do ponto de vista político, existe o grande desafio de implementar o Plano Nacional da Economia Solidária, de garantir a paridade de forças no Conselho Nacional de Economia Solidária (CNES) e de aprovar a Lei Nacional de Economia Solidária, que se arrasta há quatro anos na Câmara dos Deputados. Do ponto de vista econômico, nenhuma novidade: a luta pela emancipação das pessoas passa pelo enfrentamento da política econômica que sempre esteve aí. Ela continua.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;(*) &lt;strong&gt;Marcelo Inácio de Sousa&lt;/strong&gt; é comunicador social, sócio da Aldeia Mundo e secretário executivo do FESDFE.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 09 Feb 2017 01:51:27 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/novo-tempo-para-o-exercicio-da-autonomia</link><guid>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/novo-tempo-para-o-exercicio-da-autonomia</guid></item><item><title>Réveillon Virada Viva DF</title><description>#&lt;Proc:0x00006551f7e84938@/app/app/models/event.rb:110&gt;</description><pubDate>Sat, 04 Feb 2017 03:19:01 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/reveillon-virada-viva-df</link><guid>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/reveillon-virada-viva-df</guid></item><item><title>Economia Solidária como alternativa e crítica ao capitalismo</title><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Estamos vivendo um momento crucial da humanidade, onde construímos um sistema de valores e crenças, baseado na opressão, na guerra e na tirania, tanto entre os seres humanos quanto entre estes e todos os demais seres que habitam o planeta terra. Temos chamado este sistema de capitalismo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Compreendendo um pouco melhor, vamos a força das palavras: &lt;strong&gt;capitalismo é&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;um substantivo masculino.&lt;/strong&gt; A palavra &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Capital"&gt;capital&lt;/a&gt; vem do &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Latim"&gt;&lt;strong&gt;latim&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; capitale&lt;/strong&gt;, derivado de &lt;strong&gt;capitalis &lt;/strong&gt;(com o sentido de "&lt;strong&gt;principal, primeiro, chefe&lt;/strong&gt;"), e vem do &lt;a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Proto-indo-europeu"&gt;&lt;strong&gt;proto-indo-europeu&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; kaput &lt;/strong&gt;significando &lt;strong&gt;"cabeça”.&lt;/strong&gt; Este, nomeia um sistema socioeconômico tendo como base a legitimação da apropriação privada de tudo que é considera &lt;em&gt;bens&lt;/em&gt; e a irrestrita liberdade do comércio e da indústria, seu principal objetivo é a acumulação de riquezas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Neste sistema, a centralidade está na posse individual do “cabeça”, do chefe, numa visão claramente patriarcal, hierárquica opressora. Este visualiza todo o seu entorno, como possíveis &lt;strong&gt;&lt;em&gt;bens, coisas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, que podem ser apropriadas para a promoção da maximização do lucro, nesse sentido, faz parte do sistema se relacionar com o planeta (seres humanos, bichos, rios, solo, montanhas, plantas ou o próprio planeta) como coisas, mercadorias que devem ser racionalmente negociadas no mercado, gerando cada vez mais lucro e acumulação.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Este sistema valoriza e promove a competição, a disputa, a luta, as hierarquias opressoras, o mando, o autoritarismo, a obediência cega ao chefe, ao poder, a apropriação de recursos, a destruição, a morte e o medo e portanto a guerra, pois estes são parte estruturante do próprio sistema e de onde ele se alimenta.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O capitalismo gera seres humanos, medíocres, medrosos, covardes e infantilizados, limita o pensamento crítico e libertário, impõe a opressão as mulheres, as crianças, as artes e a literatura.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em contraponto, entendemos que&lt;strong&gt; Economia&lt;/strong&gt; é um &lt;strong&gt;substantivo&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;feminino&lt;/strong&gt;, o elemento “eco” vem do grego oikos e significa “casa, lar, domicílio, meio ambiente”. Na sua origem, portanto, &lt;strong&gt;economia&lt;/strong&gt; é a arte &lt;strong&gt;de&lt;/strong&gt; bem administrar a casa + &lt;strong&gt;Solidária&lt;/strong&gt; que é por sua vez um &lt;strong&gt;adjetivo, também feminino&lt;/strong&gt;, vem do Francês SOLIDAIRE, “interdependente, completo, inteiro” e do Latim SOLIDUS, “firme, inteira, completa” que acrescenta, qualifica o substantivo Economia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Então, &lt;strong&gt;Economia Solidária&lt;/strong&gt; se constitui por princípios e práticas fundadas em relações interdependentes, sólidas e altivas de colaboração, trocas e partilhas, apoiadas em um princípio matrilinear, onde as relações entre os seres humanos deve ser fundamentalmente horizontais, fundadas no reconhecimento da outra pessoa como parte de mim e do todo. Estas práticas por sua vez são inspiradas por valores culturais que colocam o cuidado com a casa comum, portanto com a vida em todas as suas dimensões, expressões e formas e a promoção da felicidade da pessoa humana e suas coletividades, como sujeitos e finalidade da atividade econômica, cultural e política.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Economia Solidária busca bases diferentes e antagônicas ao capitalismo, não se baseia na acumulação, mas no cuidado com o planeta e todos os seres que nele habitam, na perpetuação das condições para gerar vida e isto requer a tomada de consciência, criatividade e responsabilidade dos indivíduos e a solidariedade entre os cidadãos e cidadãs, que se reconhecem como parte e não comerciantes da natureza e que com ela e entre ela está em total conexão e interdependência.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Economia Solidária, se coloca também propulsora de um (des)envolvimento endógeno, vindo a partir das necessidades das comunidades humanas, no diálogo franco e direto, onde a definição do que produzir, vem a partir das necessidades reais também do planeta e todas as criaturas, onde a produção, a distribuição, as finanças e o consumo são ações responsáveis e contextualizadas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas, é importante ficar alerta, a força militante e propositiva da economia solidária, não pode se bastar em si mesma, não pode ficar somente no mundo das ideias, em fundamentalismos, tristes e rancorosos, que se envenenam com a disputa pequena, cada vez mais adoecidos em grupos fechados de militontos&lt;a href="#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;, onde pessoas fracas e débeis se encontram somente para criar intriga,  apontar defeitos uns dos outros, para reclamar e se lamentar, debatendo ardorosamente para saber quem é do dono da razão, ou quem são os donos da economia solidária, numa ação antropofágica se consumem a si mesmos, afastam quem poderia chegar, somar e enriquecer o debate. &lt;strong&gt;Afirmo: isto não é economia solidária&lt;/strong&gt;, não promove o bem viver e na verdade serve ao projeto Capitalista.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É preciso ter coragem para ir além, romper o lugar comum, o que já está dado, se tornar pratica e práxis. Ser espaço gerador de felicidade, beleza, leveza, esperança, lugar da ética, da estética, da poética e também da patética.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Economia Solidária não se forma com pessoas dependentes, frágeis e débeis. Mas, com mulheres e homens, jovens e velhos, crianças e adolescentes,  de todas as raças e credos, conscientes do seu papel no mundo, seres políticos, que estrategicamente se colocam, se questionam, se auto organizam, não esperam por projetos ou políticas externas aos seus coletivos, tem a coragem de olhar de frente e respeitam e tentam compreender suas diferenças e conflitos fazendo destas sua força, recriam reinventam as  maneiras e significados do trabalho, dos produtos e serviços gerados, da vida comunitária, constroem comunidades autônomas e altivas,  determinadas e propositivas para todos os campos da ação humana, baseados nos princípios do cuidado e da vida plena.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Economia Solidária, neste momento histórico, considero como um fronte de resistência, um possível contraponto, frente as imposições do sistema capitalista, que tenta cada vez mais ferozmente transformar tudo em mercadoria, até mesmo a mercantilização das relações, a ameaça de destruição do planeta em mais de 23 diferentes formas simultâneas. A economia solidária deverá estar de mãos dadas e em sintonia com outros movimentos sociais, apontando a necessidade urgente de um outro paradigma não capitalista, que promova uma sociedade cuidadora e saudável.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Portanto, a própria existência e a necessidade de uma economia do cuidado, vem do fato que a economia capitalista não atende, não preenche as necessidades da vida, dos sujeitos e do planeta ao contrario coloca este em risco. A Economia Solidária, necessariamente vai mais além da crítica, pois traz seu bojo, no seu amago, uma proposta de reflexão, ação, reflexão.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Muitas iniciativas, que nos fazem saborear a sociedade dos nossos sonhos, já estão em prática, baseadas em uma nova lógica, distante do modelo capitalista, são organizações comunitárias em ecovilas, ocupações urbanas, produção agroecológica, biodinâmica, permacultura, feiras orgânicas, lojas solidárias, fundos rotativos, bancos comunitários com moeda social, redes e cadeias produtivas. Nestes espaços se busca o exercício de uma democracia direta e não representativa, muito além de uma categoria produtiva. Esta perspectiva está gerando, novas concepções e formas da escola, de espiritualidade, de relação com o tempo, com o trabalho, e até mesmo redefinindo as reais necessidades humanas e apontando para novas forma de se fazer política voltadas a valores éticos e responsáveis e uma economia da vida verdadeira.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nascemos para sermos cuidados e cuidadores, e podemos enquanto seres em evolução aprender cada vez mais a dimensão do verbo AMAR. Não somente como um sentimento melancólico, mas como um verbo regular, transitivo direto. Enquanto verbo exige ação. Não tão somente contemplação, ou falsa passividade.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Desta maneira a Economia Solidária se transforma não somente numa crítica, mas verdadeiramente uma antítese do capitalismo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;“Economia é todo dia e a nossa vida não é mercadoria”&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Ver texto do Frei Betto - Dez Conselhos para os Militantes de Esquerda. http://www.revolucoes.org.br/v1/sites/default/files/dez_conselhos_para_os_militantes_de_esquerda.pdf&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 04 Feb 2017 03:18:59 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/economia-solidaria-como-alternativa-e-critica-ao-capitalismo</link><guid>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/economia-solidaria-como-alternativa-e-critica-ao-capitalismo</guid></item><item><title>Começa amanhã o 1º Circuito de feiras e mostras culturais do DF e Entorno oferta variedade de alimentos agroecológicos</title><description>&lt;p&gt;O MST do Distrito Federal e Entorno realiza nos dias 09 a 11 de dezembro o 1º Circuito de feiras e mostras culturais do DF e Entorno. A atividade instalada na Praça São Sebastião, no centro histórico de Planaltina-DF, reúne mais de 500 agricultores oriundos do Distrito Federal, noroeste mineiro e nordeste goiano na comercialização de alimentos de base agroecológica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além de alternativa aos altos preços e à péssima qualidade dos alimentos dos mercados hegemônicos, a produção de base agroecológica faz uso de fertilizantes naturais e mantém o solo vivo, em oposição ao modelo convencional de agricultura sustentado no uso de fertilizantes industriais, na compactação do solo pelo uso excessivo de máquinas e químicos, e no controle imposto pela indústria da alimentação transgênica, que juntos causam o progressivo empobrecimento e contaminação da terra, dos lençóis freáticos e dos alimentos.Para debater com a população urbana sobre a importância da produção e consumo de alimentos saudáveis, o Circuito também oferece debates sobre direito humano à alimentação, consumo de alimentos contaminados, a importância da produção de informação de interesse popular para os temas da alimentação e reforma agrária e o papel das mulheres e juventude na estruturação de um campo fortalecido para a produção de alimentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Contaminação por agrotóxicos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A atividade está alinhada às denúncias de aumento da intoxicação da população do DF por agrotóxicos. Em sessão para o tema realizada no dia 01 de dezembro na Assembleia Legislativa do Distrito Federal, a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) revelou que o uso de agrotóxicos por unidade plantada (hectare) no DF subiu 63%, ao mesmo tempo em que o registro de intoxicações a cada 100 mil pessoas cresceu 3.519% entre 2008 e 2013.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a organização, registra-se uma variedade de impactos à saúde humana pela contaminação por agrotóxicos, tanto do trabalhador do campo quanto o consumidor. Os efeitos agudos tratam-se de irritação nos olhos, vômitos, diarreia, dificuldade respiratórias, convulsões, entre outros. Já o contato frequente com as agrotóxicos pode gerar infertilidade, impotência, abortos, malformações, desregulação hormonal, efeitos sobre sistema imunológico, câncer, etc. Para o meio ambiente as consequências da contaminação por uso de agrotóxicos são desequilíbrio biológico amplo, além da intoxicação de animais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Brasil é o maio consumidor de agrotóxicos desde 2009. Na análise de amostras coletadas em todas as 26 Unidades Federadas do Brasil, realizada pelo Programa de Análise de Resíduos de Agrotóxicos em Alimentos (PARA) da Anvisa (2011) um terço dos alimentos consumidos cotidianamente pelos brasileiros está contaminado pelos agrotóxicos,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Decreto nº 37.583/16&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a coordenação do MST no DF e Entorno, o Decreto 37.583, promulgado pelo Governo do Distrito Federal em 30 de agosto deste ano, terá impactos na produção de alimentos para consumo pelo brasileiro. O Decreto trata da regulamentação da Lei nº 1572, que institui o Programa de Assentamento de Trabalhadores Rurais (PRAT). Na avaliação do MST, ao desconsiderar as organizações sociais na defesa da Reforma Agrária, a normativa privilegia os interesses dos setores ligados ao agronegócio na produção de commodities (soja, milho, arroz, trigo) para exportação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o extinto Ministério do Desenvolvimento Agrário a pequena agricultura - representada por agricultores de pequeno porte, agricultores assentados pela reforma agrária, acampados e da agroecologia – são responsáveis pela produção de 70% do alimentos consumidos pela população brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Atividades culturais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O 1ª Circuito inclui também manifestações culturais diversas, entre elas a exibição de filmes, oficinas de stencil e percussão e apresentações musicais de viola, samba de roda, rap e coco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/1199/IMG-20161028-WA0010.jpg" alt=""&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: www.mst.org.br/&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 04 Feb 2017 03:18:57 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/comeca-amanha-o-1o-circuito-de-feiras-e-mostras-culturais-do-df-e-entorno-oferta-variedade-de-alimentos-agroecologicos</link><guid>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/comeca-amanha-o-1o-circuito-de-feiras-e-mostras-culturais-do-df-e-entorno-oferta-variedade-de-alimentos-agroecologicos</guid></item><item><title>Fórum promove Semana de Economia Solidária no DF</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/2479/CircuitoEcosolDF_04_web.jpg" alt="Feira de Economia Solidária" width="100%"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Fórum de Economia Solidária do Distrito Federal e Entorno (FESDFE) promove, em parceria com a Secretaria Adjunta do Trabalho (Seatrab/GDF), o Instituto Marista de Solidariedade e demais entidades que o compõem, a Semana da Economia Solidária 2016. Atividades culturais, de formação, diálogos e comercialização estão programadas para acontecer entre os dias 12 e 16 de dezembro. São atividades abertas ao público e totalmente gratuitas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos primeiros três dias, a programação está concentrada no período da tarde e acontece no Espaço Coworking, no 7º andar da Secretaria Adjunta do Trabalho (no Setor Comercial Sul - SCS, Quadra 6). Na segunda, dia 12, a partir das 14 horas, o FESDFE estrutura a última etapa do seu planejamento para o ano de 2017, processo construído com a participação de empreendimentos econômicos solidários, entidades de apoio e fomento e gestores públicos ligados ao Fórum.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na terça, dia 13, a partir das 15 horas, o Instituto Marista de Solidariedade realiza a última edição de 2016 do "Chá, Café e Prosa", tratando do tema Economia Solidária no Contexto Urbano: Desafios do DF e Entorno. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Semana segue na quarta, dia 14, com uma Oficina sobre "Comunidades que Sustentam a Agricultura (CSA)", facilitada por Renata Navega, consultora da Matres Socioambiental. O CSA é uma metodologia de agricultura solidária em que o agricultor deixa de vender seus produtos através de intermediários e conta com a participação de membros consumidores para a organização e o financiamento de sua produção - uma experiência baseada na confiança, no compromisso e na solidariedade. A oficina começa às 14 horas, também no Espaço Coworking.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;DIA NACIONAL E FEIRA DE ECONOMIA SOLIDÁRIA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A partir do dia 15 (quinta) os empreendimentos econômicos solidários (EES) participam da Feira de Economia Solidária no Setor Comercial Sul (SCS), em frente ao Banco de Brasília (BRB). Serão dois dias de comercialização solidária e apresentações culturais para fechar o ano de atividades do Circuito EcoSol DF em 2016. A feira será aberta a partir das 8 horas e segue até 17h30.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda na quinta celebraremos o Dia Nacional da Economia Solidária. A data, mesmo dia do nascimento do ambientalista Chico Mendes (assassinado em 1988 por sua resistência frente às degradações ambientais), marca o trabalho que tem sido feito pelos EES que resistem no país, mostrando que é possível produzir e comercializar em uma lógica que valoriza trabalhadores e trabalhadoras, praticando preços justos e responsabilidade socioambiental.&lt;/p&gt;
&lt;pre&gt;[+] &lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Sobre o CSA: assista o vídeo &lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=CVZwCC7AtOE" target="_blank"&gt;Comunidade que Sustenta a Agricultura&lt;/a&gt;&lt;/pre&gt;
&lt;pre&gt;Sobre o FESDFE: &lt;a href="mailto:secretaria.fes.dfe@gmail.com"&gt;secretaria.fes.dfe@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/pre&gt;</description><pubDate>Sat, 04 Feb 2017 03:18:56 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/forum-promove-semana-de-economia-solidaria-no-df</link><guid>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/forum-promove-semana-de-economia-solidaria-no-df</guid></item><item><title>Programação da 18ª Feira Estadual da Economia Popular solidária</title><description>&lt;p&gt;De 05 a 10 de dezembro, no Largo Glênio Peres, tem a Feira Estadual de Economia Popular Solidária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0034/2416/16%20Feira%20Estadual%20da%20Economia%20Solid%C3%A1ria%20RS.JPG" alt=""&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 06 Dec 2016 11:58:14 +0000</pubDate><link>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/programacao-da-18a-feira-estadual-da-economia-popular-solidaria</link><guid>http://cirandas.org/fbes/economia-solidaria-no-brasil/programacao-da-18a-feira-estadual-da-economia-popular-solidaria</guid></item></channel></rss>