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Borges da Silveira apresenta números do Banco do Povo e Plano na Economia Solidária

27 de Fevereiro de 2013, 0:00 , por Desconhecido - 0sem comentários ainda | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
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Fonte: Prefeitura de Palmas (http://portal.palmas.to.gov.br)

O Banco do Povo possui 1.402 contratos vigentes, sendo que 939 já estão vencidos, 213 contratos foram encaminhados à dívida ativa e estão pendentes de encaminhamento outros 585. Os números relativos à instituição municipal estiveram entre os assuntos apresentados pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, Luiz Carlos Borges da Silveira, na reunião com o prefeito de Palmas, Carlos Amastha, para apresentação do balanço das ações desenvolvidas nos primeiros 45 dias de gestão.

Ainda de acordo com Borges da Silveira, foi feito um levantamento para identificar as principais causas da alta inadimplência. O secretário apontou que houve falta de fiscalização nos contratos. "Os indicadores dos motivos são juros de renegociação menor que os juros de contratação, falta de acompanhamento e cobrança, empréstimos a pessoas sem o perfil regulamentar, falta de integração da cadeia de valor e não transferência para à dívida ativa e, ainda a não negativação no Serasa", explicou o secretário.

Das providências apresentadas Borges da Silveira destacou a cobrança diária dos contratos vencidos com o mínimo diário de 40 devedores, e a alteração da Lei no. 1.367 para impor maior rigor na análise, concessão, acompanhamento e cobranças do crédito.

O secretário destacou ainda a implantação do plano de estruturação de aplicação de crédito na Economia Solidária, onde será contemplada toda a cadeia de valor, da produção à comercialização. O secretário enfatizou o objetivo do Plano de Desenvolvimento da Economia Solidária em Palmas (DESP), que faz parte da meta dos primeiros 100 de Governo.

"Esse projeto visa à criação de associações, cooperativas, curso de capacitação aos empreendedores, como também o investimento no empreendedorismo individual. Vamos buscar parceria com o governo federal que tem recursos para isso, e é para ajudar no aumento de renda. Percebemos que a maior dificuldade dos pequenos produtores é na hora da venda dos produtos. Vamos auxiliá-los nisso também", enfatizou.


Fonte: http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=7351&Itemid=62

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