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Notícias da Economia Solidária na região

13 de Janeiro de 2009, 0:00 , por Desconhecido - | Ninguém está seguindo este artigo ainda.
Fonte: site do FBES (www.fbes.org.br)

No Mato Grosso do Sul, decisão da Justiça Federal leva indígenas a optarem pelo extermínio e extinçã

25 de Outubro de 2012, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: Adital

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No Mato Grosso do Sul, nos últimos dez anos, ocorre um suicídio por semana nas tribos indígenas que ainda sobrevivem na região. O fato já foi denunciado várias vezes por diversas organizações que atuam com a causa indígena. Mas nos últimos dias, uma "carta-testamento", assinada por representantes da aldeia Guarani-Kaiowá, do município de Naviraí, chama a atenção, sobretudo nas redes sociais, para o criminoso descaso com os povos indígenas, descaso do qual os governos terminam sendo cúmplices e ineficientes em não dar respostas dignas às populações que somente estão lutando por seus direitos ancestrais.

assine a petição online e veja a carta publicada em: http://www.avaaz.org/po/petition/Salvemos_os_indios_GuaraniKaiowa_URGENTE/?fhQzRab&pv=9

Na carta, enviada ao Conselho Indigenista Missionário (Cimi), 170 indígenas destacam uma decisão definitiva: não vão sair de suas terras nem vivos, nem mortos. Cientes de que não vão ter acesso legal às suas terras, já se consideram dizimados, prontos para estarem nos cemitérios onde estão seus ancestrais. Pedem, ainda, tratores para cavar um buraco onde seus corpos possam ser enterrados.

O motivo? A Justiça Federal, representada pelas instâncias competentes, despachou uma ordem de despejo em claro sinal de atendimento aos fazendeiros que ocupam ilegalmente a área onde os indígenas estão acampados, à margem do Hovy, perto de suas terras originárias.

Mesmo com a repercussão, o coordenador regional do Conselho Indigenista Missionário - Mato Grosso do Sul, Flávio Machado, informou que nada formalmente foi feito para impedir a ação de despejo. A situação, portanto, continua a mesma.

"Em termos de encaminhamento não houve absolutamente nada. Nada foi feito. O que houve é que a carta ganhou repercussão. Mas quando se fala em morte coletiva, isto se dá em duas frentes: o de resistir no território, já que eles não vão sair de lá, e na descrença no Poder Judiciário", falou à ADITAL, Flávio Machado.

O suicídio, de fato, explica Machado, é praticado há anos entre o povo Guarani-Kaiowá. A situação lá é muito séria. "Esta aldeia já foi atacada três vezes e nenhuma das vezes o assunto foi considerado como genocídio. O que é uma injustiça", completou.

A Carta

O documento é assinado pela comunidade Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay. Nela, 50 homens, 50 mulheres e 70 crianças falam de sua situação histórica e de uma decisão definitiva diante da postura da Justiça Federal.

"Entendemos claramente que esta decisão da Justiça Federal de Navirai-MS é parte da ação de genocídio e extermínio histórico ao povo indígena, nativo e autóctone do Mato Grosso do Sul, isto é, a própria ação da Justiça Federal está violentando e exterminado e as nossas vidas. Queremos deixar evidente ao Governo e Justiça Federal que por fim, já perdemos a esperança de sobreviver dignamente e sem violência em nosso território antigo, não acreditamos mais na Justiça brasileira", afirma um trecho da carta.

De acordo com o posicionamento dos povos indígenas, o suicídio é o único caminho. Um suicídio coletivo induzido pela falta de atenção, pelo desrespeito aos mais básicos dos direitos humanos, o direito à vida.

"A quem vamos denunciar as violências praticadas contra nossas vidas? Para qual Justiça do Brasil? Se a própria Justiça Federal está gerando e alimentando violências contra nós. Nós já avaliamos a nossa situação atual e concluímos que vamos morrer todos mesmo em pouco tempo, não temos e nem teremos perspectiva de vida digna e justa tanto aqui na margem do rio quanto longe daqui", continua a carta.

Por fim, os Guarani-Kaiowá de Pyelito Kue/Mbarakay - que atualmente estão em 45 mil pessoas - pedem à Justiça Federal sua extinção e dizimação. "Como um povo nativo e indígena histórico, decidimos meramente em sermos mortos coletivamente aqui. Não temos outra opção esta é a nossa última decisão unânime diante do despacho da Justiça Federal de Navirai-MS".



Cartas Políticas da Plenária de Goiás

24 de Outubro de 2012, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Divulgado por Joana D'arc

Aos companheiros e companheiras dos diversos grupos de economia solidária

Nós, os trabalhadores da Economia Solidária, reunidos na V Plenária Estadual de Economia Solidária, em preparação para a V Plenária Nacional com o tema " BEM VIVER, COOPERAÇÃO E AUTOGESTÃO PARA UM DESENVOLVIMENTO JUSTO E SUSTENTÁVEL" nos dirigimos a todos os companheir@s para reafirmar a nossa luta comum, o nosso compromisso em aprofundar os eixos de discussão que norteiam a realização da nossa V Plenária Nacional: Sustentabilidade; Autogestão e Autonomia; Economia Popular; Emancipação Econômica e Política dos empreendimentos de economia Solidária; Território e Territorialidade; Diversidades (de gênero, raça, etnia, povos e comunidades tradicionais, orientação sexual, geração, juventude, rural-URBANA, pessoas em situação de vulnerabilidade, egressos do sistema prisional e saúde mental); cidadania; organização da sociedade, relação entre o movimento de economia solidária e o Estado.

Queremos reafirmar juntos aos companheir@s o compromisso na construção de relações sustentáveis. Queremos construir relações interpessoais nos EES baseado no companheirismo, na partilha, no respeito mútuo, na troca de experiências e cultivando um espírito democrático na gestão do empreendimento. Queremos cultivar entre os EES uma relação de comércio justo, na troca de conhecimentos, sendo solidários no crescimento mútuo.

A partir da vivência desses princípios almejamos construir uma sociedade alicerçada na solidariedade, na justiça, na igualdade e sem preconceitos e que caminhe para a superação de toda desigualdade. Desta maneira conclamamos os companheiros e companheiras para vencermos os desafios que se apresentam na atual conjuntura. Precisamos vencer o desafio da consolidação do marco legal, o desafio da comunicação entre nós e o desafio da continuidade das políticas públicas já conquistadas pela economia solidária, entre outras lutas urgentes e necessárias.

Saudações Solidárias!

CARTA AOS GESTORES PÚBLICOS DE GOIAS

Prezados Gestores,

Nós, participantes da V Plenária de Economia Solidária do Estado de Goiás,reunidos nos dias 28, 29 e 30 de agosto de 2012, em Goiânia, para preparar a V Plenária Nacional de Economia Solidária que será realizada no Distrito Federal no período de 9 a 13 de dezembro deste ano, com o tema: "Economia Solidária: Bem Viver,Cooperação e Autogestão para um Desenvolvimento Justo e Sustetentável", vimos apresentar um balanço do Movimento da Economia Solidária bem como buscar o apoio do Poder Público para esta "Outra Economia".

O Movimento Nacional de Economia Solidária surgiu no Brasil com a criação de um Grupo de Trabalho, no ano de 2001, durante o Forum Social Mundial, em Porto Alegre.

Nesses onze anos muita coisa avançou em nosso país: foi criado o Forum Brasileiro de Economia Solidária, os Foruns Estaduais em todos os estados do Brasil, a Secretaria Nacional de Economia Solidária vinculada ao Ministério de Trabalho e Emprego e milhares de Empreendimentos Solidários em todas as regiões do Brasil.Foram realizadas duas conferencias nacionais, quatro plenárias e grande número de plenárias, conferencias e audiencias públicas nos estados.

Enquanto movimento social, a Economia Solidária dialoga com a sociedade e com os governantes para garantir o direito ao trabalho associado em cooperativas, associações e grupos produtivos, buscando fortalecer a organização dos trabalhadores, urbanos e da Agricultura Familiar, no que se refere, a produção sustentável,comercialização e consumo ético e consciente .

Nosso movimento se organiza através dos Foruns locais, territoriais e estaduais, das conferencias e as plenárias, espaços estes de encontro e de apresentação das necessidades e propostas dos trabalhadores e trabalhadoras deste setor. Como fruto desse esforço coletivo, muitas melhoras tem acontecido: o reconhecimento e a defesa dos direitos das mulheres, dos quilombolas, da população das periferias, dos ribeirinhos, enfim dos setores socialmente excluídos .

Assim sendo, dirigimo-nos a todos os gestores públicos de Goiás para que assumam com os militantes deste movimento e com a sociedade o compromisso de :

Fomentar e/ou fortalecer a integração da Política Municipal de Economia Solidária com as estratégias de desenvolvimento sustentável do município.

Constituir o Sistema Municipal de Economia Solidária (SIMES) para impulsionar o fortalecimento da economia solidária e possibilitar a articulação entre os diferentes níveis de governo.

Garantir recursos para os programas e as ações de financiamento aos empreendimentos de economia solidária.

Promover um ambiente institucional favorável ao desenvolvimento da economia solidária, garantindo recursos, aprimorando os procedimentos para acesso a recursos públicos, crédito e formalização dos empreendimentos.

Possibilitar o acesso dos trabalhadores/as da economia solidária ao conhecimento e desenvolvimento de tecnologia social.

Desenvolver e fomentar mecanismos de finanças solidárias adequados ao financiamento dos empreendimentos solidários, em especial apoiar os Bancos Comunitários e implantar o Fundo Municipal de Economia Solidária. Viabilizar recursos públicos para capital de giro, custeio e para a aquisição de equipamentos e infraestrutura.

Fomentar iniciativas de comercialização solidária e fortalecer mecanismos que facilitem o acesso às compras públicas de bens e serviços.

Criar e/ou fortalecer o Conselho Municipal de Economia Solidária como promotor das Conferências Municipais da Economia Solidária, da participação, do controle social e do acompanhamento das políticas e programas de economia solidária.

Destacamos a importância de que este seja um processo participativo, envolvendo o público interessado de modo a garantir a implementação desta política.

Isto posto,reafirmamos nossa disposição de somarmos esforços na construção de uma Política Pública de Economia Solidária cujos resultados contribuirão para reduzir danos e garantir direitos de amplas parcelas da população.

Participantes da V Plenária Estadual de Economia Solidária

Carta da Economia Solidária para os demais movimentos sociais

Nós, participantes da economia solidária, vimos por meio desta carta dizer aos demais movimentos sociais que lutamos por uma sociedade mais justa, igualitária, diversa e solidária. E, com isso nos organizamos coletivamente para produzir, comercializar, valorizando o ser humano em primeiro lugar, preservando o meio ambiente construindo uma nova cultura política. Nossas palavras são: autogestão, cooperação, democracia e solidariedade. Descobrimos que unidos, trabalhando juntos, com a participação de todos(as) e a decisão coletiva, podemos gerar renda em benefício daqueles que efetivamente trabalham sem nos submetermos a um patrão.

Somos ao mesmo tempo trabalhadores(as) e donos(as) e consumidores da nossa produção e de nosso próprio empreendimento. Com isso solicitamos a união de todos os movimentos sociais comprometidos com a construção dessa nova sociedade onde, unidos podemos conquistar melhores condições de vida, saúde e educação de qualidade, trabalho, lazer e demais políticas públicas que contribuam para o nosso bem viver.

Goiânia, 29 de agosto de 2012.

Bemvinda Maria Soares Melo Joana Dark Alexandre Sueli Alves Borges Vanessa Ferreira Sousa André Valente de Barros Barreto Elson Batista de Souza.

Acesse as cartas em: http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=1682&Itemid=216



Carta Política da Plenária Estadual do Mato Grosso rumo à V Plenária Nacional

28 de Setembro de 2012, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Divulgado por dasilvabete@yahoo.com.br

Várzea Grande, 16 de setembro de 2012.

Caríssimos/as companheiros/as do Movimento de Economia Solidária, Sociedade Civil e demais movimentos sociais!

Nós, integrantes do Movimento da Economia do Estado de Mato Grosso, reunidos/as em III Plenária estadual, nos dias 14 a 16 de setembro de 2012, refletimos as conquistas e desafios do movimento nos últimos quatro anos e decidimos escrever uma carta para todos/as as/os integrantes do movimento, para a sociedade civil e para os outros movimentos sociais do Estado de Mato Grosso, partilhando os anseios e esperanças refletidos durante os três dias da Plenária.

Para o movimento de Economia Solidária queremos dizer que refletimos sobre o principio da autogestão: essencial para mantermos a nossa identidade. Nós, os Empreendimentos Econômicos solidários, onde as trabalhadoras e os trabalhadores fazem coletivamente a gestão de suas atividades, devemos nos avaliar

continuamente, para que as decisões sejam tomadas por todos os participantes do empreendimento. As entidades de apoio, gestores governamentais e outros parceiros, devem estar inseridos localmente nos Fóruns de Economia Solidaria. Nós confirmamos que o Fórum de Economia Solidaria (municipal, estadual e nacional) devem ser instancias máximas de decisão dentro do movimento social, espaço de dialogo entre os diversos sujeitos que constroem a economia solidária em nosso país, com objetivo de lutar por conquistas de políticas públicas para o fortalecimento do movimento. Cada pessoa, grupo, entidade... que faz o movimento de economia solidária nesse país é parte do Fórum de Economia Solidária. O movimento de Economia Solidária deve continuar desenvolvendo em sua essência, o trabalho em favor da vida, do ser humano, geração de renda com respeito às culturas locais, ao meio ambiente, gênero, diversidade, união das trabalhadoras e trabalhadores e formação de consciência para a transformação social. Desta forma a Economia Solidaria se torna uma proposta de mudança concreta, na forma como nos relacionamos com a produção e o consumo de produtos e serviços, sempre com foco no 'Bem Viver' de todos os povos, portanto: companheiros e companheiras continuemos animados/as, pois é certo que no estado de Mato Grosso o movimento de Economia Solidária esta vivo! Estamos prontas/os para assumir o papel de sujeitos empenhados/as na transformação local social, econômico, cultural, ambiental.

Aos movimentos sociais queremos dizer que por meio de práticas isoladas, aonde cada grupo vem fazendo a sua parte, um novo mundo já esta acontecendo; acreditamos que a inter-relação poderá nos fortalecer na solidificação desse novo mundo. Portanto, precisamos urgentemente somar forças na construção de agendas comuns na defesa e promoção dos povos das águas, dos campos, das cidades e do cerrado, do pantanal e das florestas, contribuindo com a aceleração da inclusão desses grupos no processo de construção desse novo mundo que já acontece. O Movimento de Economia Solidária, no estado de Mato Grosso, representado nesta plenária, por cada um de nós, esta aberto a negociações, e em cada canto deste estado, onde temos atuação, desejamos e esperamos contar com você, pois juntos/as somo mais fortes e capazes de potencializar nossas ações.

Com a Sociedade Civil queremos refletir sobre os movimentos dos trabalhadores de vários cantos do nosso Estado, paralelamente ao que acontece no país. O desemprego, perda de direitos sociais, demonstrações da insatisfação nas relações tradicionais de trabalho; a luta de classes e a conhecida exploração capitalista têm produzido miséria e morte. Sendo assim, o Fórum Estadual de Economia Solidária do Estado de Mato Grosso - FEES MT, reunido na Plenária Estadual rumo à V Plenária Nacional de Economia Solidária, convoca a sociedade para vir ao encontro do projeto político de emancipação econômica como alternativa. Expressamos, aqui, os anseios dos trabalhadores dos campos e das cidades que formam esse coletivo, o desejo de que o produto do nosso trabalho seja compartilhado no território, que possamos re significar o valor do trabalho, ter autonomia na decisão sobre a nossa capacidade de produção e comercialização, de forma justa e equilibrada, como garantia do Bem Viver e Conviver. Para tanto, precisamos de apoio no desenvolvimento dos programas de comercialização existentes, de forma equitativa e justa.

Como citado, o movimento de Economia Solidária no Estado de Mato Grosso, esta vivo e atuante, aliás, nunca foi diferente em sua trajetória histórica no Mato Grosso. Através de militantes anônimos, a luta foi construída passo a passo. Nessa Plenária, refletimos sobre nossa organicidade, em âmbito nacional, estadual e local, e apresentamos a seguir, a coordenação executiva atual do Estado do Mato Grosso. Assim Sendo, despedimo-nos cordialmente.

Coordenação Executiva:

Carmem Melo Castro e Silva (Segmento Empreendimento Urbano - Cuiabá) Fone: (65) 3027 0211 - c.melo.dinha@gmail.com;

Elizabete Maria da Silva (Seguimento: Empreendimento Rural - Rondonópolis); Fone: (66) 3426 7906, 3421 2662. 9951 7967 - dandoasmaos@terra.com.br, dasilvabete@yahoo.com.br

Gilmar Xavier (Segmento Empreendimento Urbano - Cuiabá) Fone: (65) 3661 2853. (65) 8405 7488 - dailha.02@hotmail.com

Neuri Eliezer Senger (segmento do Governo - Prefeitura de Tangará da Serra): Fone: (65) 9638 4130/ 3311 4896 e-mail senger.n@gmail.com

Neuzo Antonio de Oliveira (Seguimento Entidade de Apoio: Fetagri - Cuiabá) Fone: (65) 3223 2945 / 3623 4722/ 9943 1403 - 3idade@fetagri.org.br

Secretária Executiva: Elizabete Maria da Silva

Endereço para Correspondências: Avenida Frei Servácio, 354, La Salle, Rondonópolis/MT, CEP: 78710 - 750.

E-mail: dandoasmaos@terra.com.br, dasilvabete@yahoo.com.br

Baixe a carta em: http://www.fbes.org.br/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=1635&Itemid=99999999



Plenária Estadual do Mato Grosso Rumo á V Plenária Nacional de Economia Solidária!

27 de Setembro de 2012, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: Cirandas (www.cirandas.org)

Por Rosana Cruz

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Quanta alegria e quanta vida! Amigos e amiga, onde a comunicação se deu por meios de palavras vivas. Nos dias 14, 15 e 16 de setembro, em Varzea Grande/MT, aconteceu a Plenária Estadual de Mato Grosso com representantes de diversos município do Estado, entre esses: Rondonópolis, São josé do Povo, Guiratinga, Poxoréu, Alta Floresta, Juína, Cuiabá, Tangara da Serra e Vera.

A Plenária teve a seguinte programação: partilha das Plenárias Locais, o fortalecimento da Equipe do Fórum Estadual, formação de uma Secretaria Executiva do Mato Grosso, Eleger os/a representantes da Plenária Estadual na Plenária Nacional, entre outros. A Plenária teve o respaldado do Documento II em preparação a Plenária Nacional. Realizamos estudos em Grupos e debatemos em plenária a nossa Orientação Política- Debate e Proposição; Orientações Politicas para a elaboração da Carta para o movimento de Economia Solidária, os movimentos sociais e sociedade civil, ainda discutimos orientações de nossa Organicidade. Foi um momento muito importante e rico para o movimento de Economia Solidária no Estado de Mato Grosso, pela boa organização do evento, parcerias, e muita vida que aconteceu entre os Empreendimentos rurais e urbanos, entidades de apoio e gestores públicos. Na dança da ciranda, a energia passou de mão em mão, renovando a esperanças de cada um/a dos/as presentes motivando os/as delegadoas/os para estarmos presentes na V Plenária Nacional.



Chá com Prosa debaterá sustentabilidade no Cerrado

26 de Setembro de 2012, 0:00, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Fonte: Marista (www.ims.org.br)

Na próxima sexta a Dr. Mônica Nogueira (Antropóloga, docente da UnB e diretora-presidente da A Casa Verde) e Júlio César Sampaio (Especialista em Cerrado da WWF-Brasil) apresentarão uma breve palestra sobre Convivência e Sustentabilidade no Cerrado, com foco nos projetos voltados ao bioma, sua conservação e o perfil dos povos que dele fazem parte . Não percam. Às 16h da próxima sexta-feira, na sede no Instituto Marista de Solidariedade, em Brasília.



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Comunicação, Organização do movimento, Região Centro-Oeste