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Notícias da Economia Solidária na região

Gennaio 13, 2009 0:00 , by Unknown - | No one following this article yet.
Fonte: site do FBES (www.fbes.org.br)

Encontro debate economia solidária e feminismo na III CONAES

Novembre 29, 2014 15:39, by Fórum Brasileiro de Economia Solidária (Centro-oeste) - 0no comments yet

Por Secretaria Executiva do FBES

O encontro aconteceu na tarde de quarta-feira dia 26, e na manhã de quinta-feira no Hotel Nacional, na parte central de Brasília.

Para a composição da mesa, após o primeiro momento de credenciamento das delegadas presentes, foram chamados sob muitos aplausos e saudações de alegria, Paul Singer - Secretário Nacional de Economia Solidária - MTE, e a ministra Eleonora Menicucucci - titular da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR).

Entre as falas foi ressaltada a ligação que se estabelece entre a Economia Solidária e o Feminismo; a origem da luta feminista; foi falado sobre as vítimas da opressão (sejam quais forem as opressões) e sua tendência a se segregar... Também sobre a predominância feminina entre os grupos de economia solidária e sobre a nossa luta, que precisa ser contínua, por uma sociedade que não oprime.

Quando exigimos fraternidade, igualdade... estamos lutando contra todas as opressões. Não é a toa que as mulheres foram heroínas na luta pela democracia no mundo inteiro.

É preciso que haja real igualdade entre sexos, opções sexuais, religiosas... A uniformidade não tem nada de humana.

Na economia solidária muitas vezes a opressão feminina é "invisível". É preciso que as vítimas se disponham a lutar para que possamos lutar com elas. (...) Para termos uma sociedade livre de iguais.

Parafraseando Paul Singer, entre estas e outras lindas falas foram compartilhadas.

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Abertura do Encontro de Delegadas da 3a. Conaes.

Foto: Leo Rizzo/SPM

Acesso: http://www.spm.gov.br/noticias/encontro-reuniu-cerca-de-800-mulheres-que-trabalham-com-economia-solidaria-em-brasilia

A ministra Eleonora se alegra ao ver o salão cheio e reafirma a segurança e certeza de que foi acertada a proposição desta reunião. Este número de delegadas mostra que estamos em todos os lugares, somos protagonistas.

Nos conta também que Paul Singer foi um dos primeiros homens no Brasil a escrever sobre a importância do movimento de mulheres. Em seus livros, sempre muito atuais, aprendemos muito sobre o patriacardo, sobre a opressão...

O conceito da economia solidária nasce do compartilhamento necessário a que nos colocamos nas relações sociais, nas relações de trabalho e dentro de casa. Por mais que estejamos em "pontos chave", a sociedade ainda nos olha como "reprodutoras da espécie". Temos jornada dupla, tripla... Enquanto isso existir em casa, nós mulheres estaremos cobrando nosso lugar.

Um segundo ponto que a ministra ressaltou em sua fala foi a violência contra a mulher. No dia anterior, dia 25 de novembro, lembra-se o assassinato das http://pt.wikipedia.org/wiki/Irmãs_Mirabal">irmãs Mirabal que aconteceu em 1960 - 3 mulheres que tinham atividade política. O movimento de mulheres propós para a ONU que este dia se tornasse o Dia Internacional da Eliminação da Violência contra as Mulheres.

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VT 30" para a campanha "16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres" criado para a Coordenaria Especial de Políticas Públicas para a Mulher de Mato Grosso do Sul. Os artistas Jads & Jadson, Alzira Espíndola, Priscila e Fael participaram gentilmente desta campanha sem cobrar cachê. Acesso: http://youtu.be/UWhgmaTRjjU

Esta data também marca o início da Campanha "16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres", que termina dia 10 de dezembro - Dia Nacional dos Direitos Humanos.

Também falou de outra luta que temos que progredir, na luta contra o racismo. Este governo conseguiu avanços como no enfrentamento ao "racismo institucional", aquele que acontece no atendimento público, especialmente às mulheres negras.

Termina dizendo que serão as delegadas que mudarão a tônica e o tom da 3a CONAES. E que se orgulha de ver um auditório cheio, com mulheres trabalhadoras e que colocarão a perspectiva de gênero em pauta.



FBES participa de atividade para Campanha de Taxas de Transferência Financeira

Novembre 29, 2014 15:20, by Fórum Brasileiro de Economia Solidária (Centro-oeste) - 0no comments yet

Por Secretaria-Executiva do FBES

No dia 25 de novembro, o Fórum Brasileiro de Economia Solidária participou da reunião promovida pela Gestos, em parceria com a Oxfam Novib relativo as Taxas Sobre Transações Financeiras - TTF. Participou na ocasião, Delso de Oliveira Andrade, do Fórum de Sergipe, e membro da Coordenação Executiva.

O encontro teve por objetivo conduzir estratégias da campanha para 2015, no sentido de sensibilizar a sociedade como um todo para este tema, e além disso, em diálogo há um projeto de lei que a campanha pretende se engajar. Segundo o próprio site a "campanha pelas TTFs, demanda uma taxa sobre as transações financeiras internacionais - mercados de câmbio, ações e derivativos. Com alíquotas menores que 1%, elas incidirão sobre um volume astronômico de recursos pois esses mercados giram trilhões de dólares por dia".

Além disso, houve uma análise de conjuntura do momento político atual, onde participaram da ocasião Ladislau Dowbor, Marco Antonio Cintra e Claudio Fernandes.

O FBES está em diálogo e também presente na campanha.

Para saber mais sobre a TTF: www.ttfbrasil.org/principal



Encontro reuniu cerca de 800 mulheres que trabalham com economia solidária

Novembre 29, 2014 15:06, by Fórum Brasileiro de Economia Solidária (Centro-oeste) - 0no comments yet

Fonte: http://www.spm.gov.br/

A Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM-PR) promoveu nesta quarta e quinta-feira (26 e 27/11), em Brasília, encontro com cerca de 800 mulheres que atuam com economia solidária no país. Na abertura do evento, a ministra da SPM, Eleonora Menicucci, destacou a importância da participação da mulher neste segmento da economia que vem transformando a realidade de muitas famílias de Norte a Sul, por meio do empoderamento feminino.

Segundo Eleonora Menicucci, o expressivo índice de 43,6% de mulheres na economia solidária é um indicador de que as mulheres são protagonistas e estruturantes para o desenvolvimento econômico do país.

Violência - A ministra aproveitou a oportunidade para lembrar que nesta semana foi iniciada a Campanha 16 dias de Ativismo no Combate à Violência contra as Mulheres. Citando as diversas formas de violência a que a mulher está sujeita, como a sexual, psicológica, patrimonial, moral, entre outras, destacou que é "preciso limpar das relações de produção" todas as formas de violência contra a mulher pelo "simples fato de ela ser mulher". "Temos que abraçar a causa da violência zero contra a mulher", enfatizou.

Ao lado da ministra, o secretário nacional de Economia Solidária do Ministério do Trabalho e Emprego, Paul Singer, apresentou um breve histórico das conquistas das mulheres no ambiente de trabalho, a partir do momento que elas organizaram produtivamente.

Conaes - O encontro de mulheres antecede a 3a. Conferencia Nacional de Economia Solidária (Conaes), que acontece em Brasília de hoje até domingo (27 a 30/11). Com o tema "Construindo um Plano Nacional da Economia Solidária para promover o direito de produzir e viver de forma associativa e sustentável", o evento reunirá 1.460 delegados eleitos nas conferências estaduais, representantes do poder público, de organizações da sociedade civil e de empreendimentos econômicos solidários e suas organizações.



Desafio da economia solidária é tornar o país mais justo, diz secretário

Novembre 29, 2014 15:04, by Fórum Brasileiro de Economia Solidária (Centro-oeste) - 0no comments yet

Fonte: EBC

Diante de uma plateia formada por catadores de materiais reciclados, artesãos, rendeiras e pequenos produtores rurais, o secretário Nacional de Economia Solidária, Paul Singer, disse que o maior desafio desse ramo da atividade é tornar o país mais "justo, igual e democrático". Singer discursou para os quase 1,5 mil participantes da 3a. Conferência Nacional de Economia Solidária (Conaes), aberta hoje (27).

"A economia solidária ainda tem muito o que dar, temos que estender a economia solidária ao ensino das crianças e dos jovens, temos que aprimorar todos os esforços coletivos para que os brasileiros tenham a vida que merecem, tornando o país mais justo, mais igual e democrático", defendeu.

Singer, que, desde 2003, comanda a secretaria ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego, defende a economia solidária como alternativa à exclusão social promovida pelas chamadas políticas neoliberais. Segundo ele, a economia solidária surge como reação "à exclusão social, à penúria, à perda do autorrespeito e da esperança, o que leva alguns a encará-la como compensação às injustiças do capitalismo."

A conferência reúne, até o dia 30, representantes do Poder Público, de organizações da sociedade civil, empreendimentos econômicos solidários e suas organizações, e tem como um dos principais objetivos elaborar um Plano Nacional de Economia Solidária, que estabeleça políticas públicas de acesso ao crédito, pelo pequeno empreendedor, bem como as garantias de participação dos micro e pequenos empreendedores, em condições de igualdade, nos pregões públicos e nas compras governamentais.

De acordo com a integrante do Fórum Brasileiro de Economia Solidária Ana Lourdes de Freitas, essas políticas são importantes, pois, apesar de gerar renda, os empreendimentos solidários têm a capacidade de produção limitada, devido ao grande percentual de informalidade. Ela defendeu a criação de um marco regulatório que reconheça as especificidades do segmento e a criação de "fundos solidários, cooperativas de crédito e fomento, com recursos que possam chegar diretamente aos investimentos econômicos solidários, por meio dos bancos oficiais".

Durante a abertura do evento, a presidenta Dilma Rousseff destacou a importância da economia solidária para a autonomia de mulheres, no Brasil e no mundo. Dilma parabenizou e elogiou a intensa participação das mulheres na conferência - em torno de 65%. Ela enumerou algumas ações promovidas pelo governo federal em prol do setor, como investimentos e a estratégia de integrar a economia solidária desde 2011 ao Programa Brasil sem Miséria. "É com muito orgulho que nós, no Brasil, temos um modelo de desenvolvimento que reconhece a importância da economia solidária", disse.

Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o segmento emprega mais de 100 milhões de pessoas em todo o mundo, das quais mais de 60% são mulheres.



Dilma pede diálogo “construtivo e continuado” e quer sugestões da sociedade

Novembre 29, 2014 15:03, by Fórum Brasileiro de Economia Solidária (Centro-oeste) - 0no comments yet

Fonte: EBC

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Ao participar da abertura da 3a. Conferência Nacional de Economia Solidária, a presidenta Dilma Rousseff voltou a prometer um contato maior com os representantes da sociedade civil. Dirigindo-se aos participantes da conferência, mas num recado a todos os movimentos sociais, Dilma destacou que recebeu novo mandato para "continuar fazendo mudanças" e priorizando a relação com o setor da economia solidária.

Antes de pedir "humildemente" a contribuição de cada um dos presentes à conferência para a elaboração das propostas prioritárias do encontro, a presidenta enumerou vários compromissos de seu segundo mandato: inclusão social, emprego, acesso à educação, estabilidade política e econômica, investimento em infraestrutura e na modernização do país e elevação da renda do povo brasileiro.

"Nos próximos quatro anos, vou estabelecer, de forma sistemática, diálogo construtivo e continuado com vocês. Vamos fortalecer ainda mais empreendimentos solidários em todo o país. Vamos aprimorar mecanismos de oferta de crédito para sempre e vamos dar novos passos na regulação da economia solidária, garantindo a ela mais sustentabilidade e estabilidade", prometeu. Dilma declarou, ainda, que vai avançar na assistência técnica, já que a economia solidária é capaz de demonstrar a "melhor gestão compartilhada possível".

Ao citar ações promovidas pelo governo federal nos últimos anos, no sentido de institucionalizar a economia solidária como uma política de Estado, Dilma ressaltou que o compromisso com a criação de oportunidades será mantido. "Sabemos que o povo brasileiro tem imensa capacidade de superação, de agarrar com duas mãos as oportunidades, por esforço próprio, com portas abertas", disse, em referência aos investimentos no setor.

A presidenta foi a primeira a falar no evento, diferentemente do usual. Geralmente, os organizadores da conferência, representantes de movimentos e até os ministros costumam falar antes de Dilma, que geralmente fecha as cerimônias. Ela disse que sua agenda é uma "loucura", mas fez um esforço grande para participar do evento. "Agora acostumei com a loucura, então vai continuar", brincou.

Nesta quinta-feira (27), foram anunciados os novos ministros da equipe econômica de Dilma. Durante seu discurso, algumas vozes foram ouvidas na plateia com manifestações sobre as próximas indicações. Antes que a presidenta encerrasse sua fala, foi possível ouvir gritos de "Fora Kátia Abreu", nome que é cotado para assumir o ministério da Agricultura.



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Comunicação, Organização do movimento, Região Centro-Oeste