Oficina sobre o "Prêmio de Boas Práticas em Economia Solidária" do BNDES
marzo 2, 2015 18:45 - no comments yet
A oficina sobre o "Prêmio de Boas Práticas em Economia Solidária" do BNDES ocorreu na tarde da última sexta-feira, dia 27 de fevereiro de 2015, no Mercado Sul - Taguatinga Centro - DF. Mais especificamente, e não por acaso, na ocupação do Mercado Sul; onde desde o dia 7 acontece um "processo de retomada da cidade": "A cidade que construímos, no beco onde existimos e criamos noss@s filh@s, nossas lutas, nossas artes." Participaram EES (Empreendimentos Econômicos Solidários) formais e não formais, coletivos, militantes e redes interessadas no tema. Entre um café e outro e muita conversa, muitas dúvidas gerais e particulares foram tiradas, muitos exemplos foram dados e muitas pessoas já saíram da oficina incentivadas a começarem o preenchimento do formulário de inscrição e divulgar a oportunidade à todos/as que pudessem.

A oficina sobre o "Prêmio de Boas Práticas em Economia Solidária" do BNDES ocorreu na tarde da última sexta-feira, dia 27 de fevereiro de 2015, no Mercado Sul - Taguatinga Centro - DF. Mais especificamente, e não por acaso, na ocupação do Mercado Sul; onde desde o dia 7 acontece um "processo de retomada da cidade": "A cidade que construímos, no beco onde existimos e criamos noss@s filh@s, nossas lutas, nossas artes." Como também reforçam em sua petição online as pessoas militantes da ocupação (http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR79395">http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR79395).
E, como é 'do fazer' da economia solidária e de seus militantes, sabemos que unificar lutas comuns fortalece a todos/as nós... É dar mais visibilidade às lutas que não são de um coletivo ou outro, mas de todas/os nós, classe trabalhadora. Neste contexto, a Secretaria Executiva do FBES (Fórum Brasileiro de Economia Solidária) realizou em uma das casas ocupadas, uma oficina sobre o prêmio. Participaram EES (Empreendimentos Econômicos Solidários) formais e não formais, coletivos, militantes e redes interessadas no tema. Entre um café e outro e muita conversa, muitas dúvidas gerais e particulares foram tiradas, muitos exemplos foram dados e muitas pessoas já saíram da oficina incentivadas a começarem o preenchimento do formulário de inscrição e divulgar a oportunidade à todos/as que pudessem.
Lembrando que podem participar do prêmio empreendimentos de economia solidária (EES) formalizados ou não. E também podem se inscrever Redes. Os prêmios são de 20 e de 50 mil e o envio dos documentos pedidos para cada caso vai somentea até o dia 27 de março de 2015. Para ler o edital com todos os detalhes acesse: http://www.bndes.gov.br/premioeconomiasolidaria">http://www.bndes.gov.br/premioeconomiasolidaria
É importante lembrar que o prêmio também é uma vitória do movimento de economia solidária, e de parceiros, como o FBES, que há mais de 3 anos vem buscando, entre outras, esta conquista. É importante que o prêmio seja muito divulgado, para que muitos coletivos se inscrevam e outras conquistas como esta tenham cada vez mais visibilidade e se fortaleçam.
Secretaria Executiva do Fórum Brasileiro de Economia Solidária - FBES
Feira Solidária será aberta hoje e vai até domingo, no Jardim de Natal
diciembre 19, 2014 9:26 - no comments yetFonte: http://www.corumba.ms.gov.br
Corumbá abre nesta terça-feira, 16, a segunda edição da Feira de Economia Solidária, uma realização da Prefeitura Municipal, por meio da Secretaria de Assistência Social e Cidadania. O evento acontece dentro do espaço do Jardim de Natal, na praça Generoso Ponce, e vai até domingo, dia 21.
Durante estes cinco dias, a feira produtos de diferentes segmentos que integram o Fórum Municipal de Economia Solidária, como Amor e Arte (CRAS IV), Mãos que Fazem (CRAS III), Amor-Peixe, Lions Clube Corumbá, Clube de Mães da Cidade Dom Bosco, Comitiva da Moda (ACLAUD) e Mãos que Unem.
A feira visa proporcionar geração de renda e divulgar as ações e produtos da Economia Solidária do Município, que conta também com o apoio da Fundação de Cultura de Corumbá.
O subsecretário de Assistência Social e Cidadania, Nilo Correa, informou que o projeto "é uma verdadeira aula de cooperativismo e de engajamento que a Economia Solidária realiza em nosso Município. Trata-se de uma série de investimentos de pequeno porte que vale muito a pena o corumbaense que for ao Jardim do Natal, prestigiar", frisou.
Aprovados PLS 153/2007 e 03/2007
diciembre 17, 2014 21:38 - no comments yetFonte: Eduardo Supicy

A Comissão de Assuntos Econômicos, do Senado Federal, aprovou, em caráter terminativo, PLS no. 153/2007, de minha autoria, e o PLS no. 3/2007, do Senador Osmar Dias que regula e incentiva a criação de sociedades cooperativas. Segundo a proposta, as cooperativas são livres para escolher qual a organização de representação que serão filiadas e registradas. Essa votação encerrou longa jornada iniciada em 1999, com a apresentação de meu primeiro projeto sobre o tema. A relatora, Senadora Gleisi Hoffmann, contemplou as sugestões da Unicopas - União Nacional das Organizações Cooperativistas Solidárias, da OCB - Organização das Cooperativas Brasileiras e do Secretário de Economia Solidária, Prof. Paul Singer. É uma conquista para todo o movimento cooperativista brasileiro e para o movimento de economia solidária!
Gt Mulheres da Articulação Nacional de Agroecologia entrega carta à presidenta DIlma
diciembre 9, 2014 14:55 - no comments yetGt Mulheres da ANA
À Exma. Sra Dilma Roussef - Presidenta da República Federativa do Brasil
Somos mulheres que em todo o país, no campo, na floresta, nas águas e nas cidades praticamos a agroecologia. Somos agricultoras, extrativistas, pescadoras, quilombolas, indígenas, agricultoras, trabalhadoras urbanas e nos reunimos no Grupo de Trabalho de Mulheres da Articulação Nacional de Agroecologia.
Promovemos a soberania alimentar no país sendo as principais produtoras de comida, as encarregadas de trabalhar a terra, manter as sementes, coletar os frutos, conseguir água, cuidar do gado e dos pequenos animais. Responsabilizamo-nos pela alimentação de nossas famílias, pelos cultivos para o autoconsumo, pelas trocas e comercialização dos excedentes da nossa produção. Encarregamo-nos do trabalho reprodutivo, produtivo e comunitário e ainda assim continuamos a ocupar uma esfera privada e invisível e ainda somos as mais afetadas pela pobreza.
Em maio deste ano nos dirigimos à Senhora Presidenta para falar da EMBRAPA que queremos. Sentimo-nos escutadas a partir de um primeiro gesto da Empresa retomando o fórum de agroecologia. Mas sabemos que este é um sinal muito pequeno frente às mudanças que queremos. Viemos lembrar que esperamos ações de reconhecimento do trabalho e do saber das mulheres agricultoras, da agroecologia e das comunidades rurais, bem como a conservação das nossas sementes nos bancos de germoplasma da Embrapa.
Agora voltamos a expressar nossas alegrias e desejo de mais mudanças, mas também nossas preocupações neste momento de início de um novo mandato.
Na 3a. Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário consolidamos e ampliamos conquistas com destaque para as ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) Agroecologia com 50% do público beneficiário de mulheres, 30% de atividades realizadas especificamente com as mulheres, além dos 5% do orçamento do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) para mulheres. Estas definições começam a ganhar realidade nas muitas chamadas de ATER que estão sendo realizadas. Nós, dos movimentos sociais, estamos empenhadas em que a ATER atue junto às mulheres, valorize seus conhecimentos e construa caminhos para que elas diminuam sua sobrecarga de trabalho, melhorem seus rendimentos e se abram novas possibilidades de vida. Por isso queremos que sejam garantidos os 50% do público beneficiário de mulheres e 30% de atividades realizadas especificamente com as mulheres em todas as chamadas de ATER e em todas as políticas do PLANAPO (Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica).
Esperamos ainda que a Agência Nacional de ATER (ANATER) seja o reflexo de todo o processo de construção da Política Nacional de ATER, realizada com a ampla participação de diferentes setores que representam a diversidade da agricultura familiar no Brasil. Não abrimos mão de que a direção política da ANATER represente os interesses da agricultura familiar e camponesa e tenha como fio condutor o compromisso com o Brasil Agroecológico que estamos construindo!
Também temos acompanhado de perto a Diretoria de Políticas para as Mulheres Rurais do Ministério do Desenvolvimento Agrário (DPMR/MDA). Valorizamos o quanto foi possível realizar nas políticas e ações que desenvolvem e sua integração com demais órgãos do MDA e com outros ministérios, como a Secretaria de Políticas para as Mulheres. Entendemos que as conquistas da 3a. Conferência Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável e do PLANAPO apresentam à DPMR desafios e possibilidades ainda maiores e esperamos a ampliação da sua equipe e de seu orçamento para avançar. A ampliação das políticas da DPMR que queremos, se dará através de uma política de crédito e financiamento que atenda às demandas e às capacidades de pagamento das mulheres; a ampliação do programa de organização produtiva das mulheres rurais com orçamento para o fortalecimento dos grupos de mulheres, inclusive recursos para investimento; e apoio à expansão da rede de creches no campo e das ações de combate à violência contra as mulheres; entre outras.
Valorizamos também nossas conquistas sobre o direito e acesso à água de qualidade para consumo humano e produção de alimentos e às mudanças ocorridas no cotidiano das mulheres camponesas do semiárido com o "Programa de Formação e Mobilização Social para Convivência com o Semiárido da Articulação Semiárido Brasileiro". Hoje temos cerca de 800.000 cisternas para o consumo humano e mais de 73.000 tecnologias objetivando a água para a produção de alimentos, além dos processos de formação para a Convivência com o Semiárido. São mais de 1 milhão e 800 mil mulheres que tiveram suas vidas impactadas diretamente por estes programas. O acesso à água tem mudado a vida das mulheres do semiárido, pois o tempo dedicado a buscar água é hoje dedicado ao estudo, à participação política, às atividades produtivas, entre outras. As mulheres cumprem um importante papel no manejo e conservação da agrobiodiversidade, sendo assim as políticas para Convivência com o Semiárido, como o "Água para Todos" e o "Programa de Manejo da Agrobiodiversidade" são avanços que reconhecemos e devem ter sua continuidade garantida.
Sabemos o quanto é preciso investir para reverter a dívida histórica que a sociedade brasileira tem com as mulheres que produzem e preparam alimento de qualidade no campo e na cidade. E por isto nos preocupam os sinais de uma política econômica baseada em um ajuste fiscal que pode criar segurança ao capital financeiro, mas cria muita insegurança para quem vive de seu trabalho e com a esperança que a renda seja distribuída de forma justa no Brasil. Também nos preocupamos com os sinais de que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento seja de vez ocupado por representantes do agronegócio. Vários setores da sociedade brasileira têm lembrado o compromisso da Senadora Kátia Abreu com a concentração da terra, impedindo a reforma agrária e a demarcação de terras indígenas e quilombolas. A eles nos somamos e ainda lembramos o quanto resistimos às tentativas de liberação da tecnologia terminator para sementes, como o projeto da então deputada, por suas conseqüências ainda desconhecidas para a natureza e a perda total de autonomia das agricultoras.
Nós esperamos mais mudanças no MAPA. Esperamos que o Sistema de Inspeção Federal do MAPA pare de criminalizar a venda de polpa de frutas e, a exemplo da ANVISA, busque uma regulamentação adequada à produção camponesa, familiar e doméstica. Quando olhamos para as atuais normas sanitárias brasileiras, percebemos que elas tratam a agricultura familiar e os alimentos artesanais como uma indústria de larga escala. Na prática, isso resulta em um acelerado processo de padronização dos alimentos. De um lado perdem as mulheres agricultoras, empreendedoras solidárias e microempreendedoras que, sem condições de arcar com os enormes custos para atender a legislação, ficam impedidas de comercializar em mercados formais. De outro, perde a população, que deixa de ter acesso a alimentos produzidos a partir de conhecimentos e práticas tradicionais, passados de geração em geração, constituindo um verdadeiro patrimônio brasileiro.
Considerando a complexidade da legislação, pensada na lógica industrial de produção de alimentos; a desatualização da legislação, que vem desde 1952; e a incapacidade de estrutura para registro, fiscalização e orientação; propomos a criação de uma instância interministerial mediada pela Casa Civil, com participação da sociedade civil para definição de arcabouço legal unificado e simplificado com objetivo de regularizar a produção artesanal, familiar e comunitária de alimentos, evitando a pulverização em diferentes órgãos e setores. Como medida de urgência, propomos a alteração das normas que regulamentam a Produção/Beneficiamento de Polpa de Fruta para os beneficiários definidos na RDC 49, para que estes produtos possam ser regulamentados de maneira descentralizada pelo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária.
Em consonância com o Brasil Agroecológico que queremos e estamos construindo cotidianamente, esperamos que a reforma agrária se concretize e a terra seja efetivamente destinada à produção de alimentos saudáveis! Esperamos que o Programa Nacional de Redução do Uso de Agrotóxicos saia do papel e tenha um cronograma de medidas executado.
Mais mudanças e nenhum retrocesso é o que esperamos!
Queremos seguir nos territórios onde vivemos, queremos ampliar nossas práticas agroecológicas. Resistimos à muitas ofensivas das empresas, do latifúndio e às vezes até mesmo de nossos companheiros. Mas vamos criando e sustentando uma vida que vale a pena ser vivida por todas e todos. Por isto seguimos em alerta e mobilizadas! Conte conosco sempre que for para fortalecer este caminho.
Tamandaré, 4 de dezembro de 2014.
Não haverá economia solidária sem feminismo!
noviembre 29, 2014 15:52 - no comments yetPor Secretaria Executiva do FBES
Na segunda mesa do encontro de mulheres (http://aprendizadosdaalma.wordpress.com/2014/11/28/delegadas-da-3a-conaes-1/" target="_blank">ver primeira mesa aqui) Isolda Dantas, uma das convidadas, fala sobre o avanço que podemos ver nesta 3a Conaes ao pensarmos sobre nossa organização. Reforça que se a economia solidária quer destruir barreiras, opressões, e construir um mundo novo - isso é o mesmo que o feminismo quer. A economia solidária precisa ousar, avançar e incluir a vida das mulheres nas transformações.
Não haverá economia solidária sem feminismo e se houvesse, não avançaria em conjunto. O feminismo não exclui os homens. Queremos uma sociedade onde as mulheres possam ser livres e construir juntos/as.
As mulheres vão para o roçado, mas os homens não vão para a cozinha.
Nas reuniões, quando é para dividir o recurso, são os homens que organizam...
Existe uma http://www.significados.com.br/dicotomia/" target="_blank">dicotomia no trabalho. Tudo isso é fruto da divisão sexual do trabalho. Por que sofremos tanta discriminação nos trabalhos fora de casa? Porque ainda acham que nosso lugar é em casa. As mulheres cuidam da casa, do idoso, do doente... de toda a sociedade; e este trabalho é invisibilizado.
Economia feminista é trazer para o centro tudo que a gente faz que não é visível.
Ainda nesta mesa também foi destacado que o tema das mulheres é além de enconômico, também social: "Há alguém trabalhando demais e este trabalho não é visto", foi uma das falas.
As delegadas foram provocadas a pensar: Como as experiências de economia solidária estão cuidando deste trabalho? Muitas vezes são as mulheres que levam as crianças para o trabalho. Como pedir que tenham a mesma produtividade que os homens, se têm que ao mesmo tempo trabalhar na economia solidária e cuidar das crianças por exemplo?
Em uma das experiências apresentadas, se no grupo havia homens que violentam mulheres, este não ganhava o sêlo. A violência é um problema público.
Nilsa, da Cooperativa de Mulheres Unidas Venceremos complementa dizendo que a luta para a erradicação da violência contra as mulheres tem quer ser tema central das discussões, porque ainda é muito forte.
Como na primeira mesa, em seguida a plenária pôde se inscrever para intervir na discussão. Abaixo algumas expressões/idéias escritas a partir das falas da plenária.
Uma plenária de mulheres que antecede uma conferência, é um espaço de formação também.
A economia solidária precisa de investimento e somos nós que temos que correr atrás dele. Precisamos estudar, precisamos conhecer como.
Pra gente das comunidades quilombolas e indígenas, a economia solidária não é uma "nova" economia... já a praticávamos em nossas culturas há muito tempo atrás.
É preciso se ter um olhar diferenciado para como a ECOSOL acontece junto as mulheres indígenas.
Também é importante lembrar das mulheres da agroecologia. "Não adianta uma planta limpa de agrotóxicos mas suja com o sangue das mulheres."
Também não podemos esquecer nosso pertencimento. Não esquecer o ponto de partida.
Mudar um paradigma demora muito. Quem gera estes homens somos nós! Temos que desconstruir para construir uma nova educação.
A juventude precisa ser trabalhada. A ECOSOL precisa ser levada a todos os lugares. Os jovens nas escolas precisam saber o que é solidariedade. Só comercialização não é solidariedade. A responsabilidade é nossa.
Por que os homens não "maneram" no machismo? Homem: Quando você casar não terá uma empregada não! E quando chegar a noite em casa, tem que dividir as tarefas. Precisamos que vá uma força para os estados e municípiospara nos ajudar lá.
Voltando à mesa, Nelsa diz que as falas da plenária nos mostram como será a Conaes. Por muito tempo nos disseram onde deveríamos estar, mas estamos construindo um novo modelo.
Mas ainda há poucas mulheres da economia solidária na gestão. Precisamos continuar ocupando os lugares, fazer diferença. Assim faremos uma sociedade cada vez melhor. Somos donas do nosso trabalho e do nosso destino.
Outras falas se direcionaram à importância da relação do governo com o movimento. Mas que a economia solidária precisa se organizar para fazer pressão sobre o governo, e este, tem que estar aberto ao diálogo. Por isso a necessidade da http://www.reformapolitica.org.br/quem-somos/o-que-defendemos.html" target="_blank">Reforma Política também para termos mais mulheres no congresso. Queremos 50% dehttp://cd.jusbrasil.com.br/noticias/2737909/subsecretaria-defende-reforma-politica-com-lista-alternada-por-genero" target="_blank"> lista alternada, é assim que tem que ser. E temos que saber em quem estamos votando. Votar em mulheres mas não só porque é mulher. Votamos na Dilma também porque fez várias políticas para mulheres.
É importante que as mulheres se unam. Existem questões que temos que abrir mão em nome de questões maiores.



