августа 22, 2013 20:18, by UnknownNo Domingo, último dia de aventura nas cavernas, fomos a pé pela trilha das Figueiras, passando realmente por dentro de uma figueira antiga e enorme, subindo por uma escada. Conhecemos a Casa de Farinha e fomos para a Caverna Ouro Grosso. Sua entrada é uma fenda apertadíssima, pela qual passamos engatinhando. O caminho é bastante íngreme, com pedras escorregadias e dificultosas, porém, bem interessante pela adrenalina que proporciona, principalmente por parecer bem misteriosa. Fomos até a primeira cachoeira, último ponto permitido para visita. Apenas Karina se aventurou na água gelada e estrondosa. Depois do lanche, partimos para a última caverna a ser visitada, a Ouro Grosso. Dizem que é a caverna mais estimulante que tem no núcleo, pois podemos atravessá-la com água até o pescoço. Porém, fiquei com receio da água cobrir toda minha cabeça, o que foi comprovado pelo guia e acabamos indo apenas até o início do trajeto molhado e pudemos sentir o gostinho da aventura. Realmente, é deslumbrante e ficou um gostinho de querer se aventurar. Quem sabe, na próxima vez. Nossa intenção era terminar o dia com um passeio de boiacross pelo Rio Betari, porém, o tempo não ajudou, havia muitas nuvens escuras, anunciando chuva com raios e trovoadas e o rio estava muito caudaloso. Voltamos para a agradável Pousada das Cavernas para nossa última ceia e pernoite.


августа 22, 2013 20:14, by UnknownNo sábado, começamos pertinho, pela Caverna Santana, com acesso fácil e imensas galerias, parecendo uma catedral. Realmente, é uma galeria feita pela natureza, com mais espeleotemas: bolo de noiva, colunas gregas, pata de elefante, uma imagem de Nossa Senhora, porta-retrato e outros que a nossa imaginação permite enxergar. Em Santana, há pontes e escadas que favorecem a caminhada. Depois do lanche, a segunda caverna foi a de Morro Preto, com uma visão interna da entrada de tirar o fôlego. Foi lá, em 1998, por ocasião das comemorações dos 40
anos de PETAR, que aconteceu um concerto para alguns convidados. A última caverna do dia foi a do Couto, uma caverna com vários vestígios de desmoronamento, porque serve de desembocadura do rio. Atravessamos toda a caverna e no final, fomos para a Cachoeira do mesmo nome. Dessa vez, eu também me aventurei a banhar-me nas águas geladas e apesar de sentir-me congelando, senti-me também revigorada.
августа 22, 2013 20:06, by UnknownA 2ª etapa das férias de 2013 foi aventura pura. Primeiro, eu, Carmen, Karina e André, de carro, fomos a Bragança Paulista, terra natal de Karina. De lá, passamos um dia em Águas de Lindóia e Serra Negra. Em Águas de Lindóia, provamos água, em Serra Negra, provamos vinho e cachaça no vinhedo da Família Carra. Depois de 3 dias, partimos para o sul de São Paulo, rumo a Iporanga, mais especificamente ao PETAR (Parque Estadual Turístico Alto da Ribeira). A aventura começou ao cruzar São Paulo e a Rodovia Regis Bittencourt (risco extremo). Além disso, pegamos um longo trecho de lentidão devido a obras na rodovia. Queríamos passar na Caverna do Diabo, em Eldorado, no caminho para Iporanga, mas tivemos de nos conformar. Para relaxar, incentivados por Karina, começamos a brincar dentro do carro e, distraídos, passamos direto de onde devíamos entrar. Quando percebemos que estávamos perdidos, já estávamos na entrada de Barra do Turvo. André pediu informações a um morador local que nos deu 2 opções para chegarmos a Iporanga: por um caminho de terra, à beira do rio, mas que por ser noite, não era muito seguro; ou fazer o retorno e entrar por Jacupiranga. Optamos pela segunda dica e para fazermos o retorno, subimos um morro de chão de barro, íngreme, escuro, deserto. Não respiramos até chegarmos à rodovia, o que pareceu, demorou um século. Para que ninguém mais cometa esse erro, deve-se ficar atento às placas indicando a Caverna do Diabo. Entrar em Jacupiranga em direção a Eldorado e dali a Iporanga. Chegamos à Pousada das Cavernas por volta de meia-noite e simpaticamente, o gerente nos serviu a janta que havia guardado.
