FLIP 2011 - IMPRESSÕES 3
июля 13, 2011 0:00
, by Unknown
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A mesa 14 teve um James Ellroy altivo e eufórico, que começou de pé, a frente do encolhido mediador Arthur Dapieve, lendo um trecho de seu romance policial mais novo. Aos 10 anos, a mãe de James Ellroy foi assassinada brutalmente e o crime nunca foi solucionado. Ellroy mostrou-se excêntrico, disse que se fosse um compositor seria Beethoven, se fosse um religioso, seria Deus. Nada modesto. Ellroy é fascinado por Beethoven, disse que tem vários bustos do compositor em sua casa. Afirmou que é avesso à tecnologia e que escreve seus livros à mão. Terminou com uma pergunta: “ninguém vai perguntar por que eu escrevo?” E respondeu recitando uma poesia.
A mesa 15, no último dia, foi dedicada também ao antropofagismo de Oswald de Andrade. João Cezar de Castro Rocha falou com a sua postura real, de professor acadêmico sobre o que seria antropofagia. Já Eduardo Sterzi começou mal, se diminuindo frente ao seu colega de mesa e aos outros que falaram sobre Oswald anteriormente.
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