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A JOIA DA BAHIA - CHAPADA DA DIAMANTINA

Giugno 2, 2014 19:12 , by Unknown - 0no comments yet | No one following this article yet.
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09/05- O guia Pedro Paulo nos buscou às 8h30m no hotel e fomos primeiro ao Poço do Diabo. Seguimos de Kombi num trecho com mais um casal e um rapaz, depois caminhamos por uma trilha curta. Passamos pelo rio Mucugezinho até chegar ao Poço do Diabo, que tem esse nome por causa de suas águas escuras e profundas, devido à própria composição das rochas, como ferro. A cachoeira é linda e a água refrescante, até demais. Relutei alguns minutos até dar um mergulho na água gelada, mas logo voltei para cima das pedras. É só para quem sabe nadar. Depois, percorremos mais um trecho de carro até a base para entrar na Gruta Lapa Doce, onde vimos estalactites e estalagmites de formações interessantes, que nos fizeram lembrar muito de Petar. Almoçamos


no restaurante da base, onde apreciamos uma boa comida caseira. Logo seguimos para a Gruta Azul e Pratinha. A Gruta Azul é formada por rochas calcárias e magnésio que proporciona a cor azulada e que é acentuada quando é tomada pelos raios solares. Belíssimo local, que está interligada à Pratinha, um grande lago de águas azuladas e transparentes, que nos convida a um banho revigorante. Pagamos 20,00 para flutuar na Gruta Azul com colete, snorkel e pé de pato. Podemos dizer que foi magnífico e inesquecível. A flutuação é para que as pequenas conchas depositadas no fundo da areia sejam destruídas ao pisarmos. Confesso que no momento em que nos afastamos da luz, mais para o interior da gruta, dá certo frio na barriga, mas o receio é compensado pela beleza daquela água turquesa. Depois dessa experiência ímpar, seguimos para o Morro do Pai Inácio para ver o por do sol e tínhamos de chegar antes das 5h. Subimos o morro em um trecho de 600m, íngreme, com a respiração ofegante e as pernas trêmulas, mas com a sensação de que era para uma boa causa. Estávamos certas, o cansaço deu lugar ao deslumbramento de vista tão sensacional de toda a Chapada e de um lindo por de sol. Foi a bênção de despedida daquele 1º dia maravilhoso na Chapada. Lindo, lindo! E que venham os outros.

10/05- Outro guia foi nos buscar no hotel às 8h30m e nos levou por um longo trajeto de carro, em meio à vegetação, vilarejos humildes, por um caminho de terra vermelha, rumo à Serra Paridas. Lá, apreciamos nas paredes rochosas de dois grandes monumentos esculpidos pela natureza (água e vento) pinturas rupestres desenhadas por tribos indígenas há 4000 anos. O nome deve-se a diversas pinturas (feitas com sangue de animais e coloração de plantas) de mulheres grávidas. Dali, seguimos por mais um longo trecho de chão de barro irregular para a Cachoeira do Mosquito. O nome não se refere ao inseto inconveniente, mas sim a pequenos diamantes assim apelidados, que foram encontrados lá, outrora. Cachoeira bonita com água refrescante e de cor cobre. Tomamos banho em um lago formado entre as pedras, sentindo os respingos da força da água que caía rugindo. Ali mesmo lanchamos e ficamos um tempo curtindo a energia do local. Antes da hora prevista, voltamos ao hotel e aproveitamos a piscina, a hidro e a sauna até a noite.


Source: http://spasophia.blogspot.com/2014/06/a-joia-da-bahia-chapada-da-diamantina.html

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